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Leilão de Junho de 2026

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Lote 41

Lote 412

EUGÊNIO PRATI (1889 - 1979)

Luz e sombra

Técnica
desenho a carvão
Medidas
45 x 59 cm
Assinatura
canto inferior direito
▸ Sobre o Artista
EUGÊNIO PRATI (1889 - 1979) - Escultor, pintor e desenhista, natural de Cerro Veronese, Itália, e falecido em São Paulo-SP. Figura de relevo na escultura paulista, sua produção inclui numerosos crayons e pinturas. Participou de diversos salões, bem como venceu importantes concursos. JULIO LOUZADA, vol. 1, pág. 783. MEC vol.3, pág.435/436; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, pág. 631.

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Lote 42

Lote 421

JOSÉ MORAES (1921 - 2003)

Árvore

Técnica
desenho a carvão e lápis
Medidas
25 x 20 cm
Assinatura
centro inferior
Data / Local
1976 - Genève
▸ Sobre o Artista
JOSÉ MORAES (1921 - 2003) - Pintor, gravador, desenhista, escultor, ilustrador e professor, José Machado de Morais nasceu no Rio de Janeiro e faleceu em São Paulo. Assina José Moraes. Formou-se em pintura pela Escola Nacional de Belas Artes, RJ (1941). Paralelamente aos estudos universitários, teve aulas de pintura com Quirino Campofiorito. Tornou-se assistente de Candido Portinari, em Brodosqui (1942) e trabalhou com o mesmo na execução do painel da capela de São Francisco de Assis, de Oscar Niemeyer, em Belo Horizonte (1945). Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1945, 1947, 1966, 1968, 1969, 1970); São Paulo (1962, 1965, 1967, 1970, 1979 – MAM, SP, 1982, 1983, 1984, 1986); Bagé, RS (1946, 1979); Pelotas, RS (1946); Porto Aiegre, RS (1948, 1980, 1988, 1992, 1995); Uberlândia, MG (1952, 1972, 1977, 1978, 1987); Belo Horizonte, MG (1964); Campinas, SP (1974); Cataguases, MG (1981); Goiânia, GO (1987); Brasília, DF (1989, 1995). Participou de várias mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil como: Panorama da Arte Brasileira – MAM, São Paulo (1969, 1970, 1971, 1973, 1976, 1977) e no exterior. Foi premiado, nos anos de 1940, em quatro edições do Salão Nacional de Belas Artes – RJ. Com o prêmio Viagem ao Exterior recebido na 55ª edição (1949), viajou para Itália onde permaneceu estudando pintura mural (1950 a 1951). De volta ao Rio de Janeiro, dedicou-se à execução de mosaicos e afrescos até 1958, quando se mudou para São Paulo. Tornou-se professor na FAAP (1967). Aperfeiçoou-se em serigrafia (1971) com Michel Caza, em Paris, para onde retornou em outras três ocasiões, com a mesma finalidade. Fez também estágios em litografia com Michel Potier, na "École de Beaux-Arts", Paris, e com Eugène Shenker, no "Centre de Gravure Contemporaine", Genebra. MEC VOL. 3, PÁG. 196; Pontual pág. 369; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 646; VOL. 2, PÁG. 689; VOL. 5, PÁG. 706; VOL. 6, PÁG. 748; VOL. 8, PÁG. 586; VOL. 12, PÁG. 278; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 602, ACERVO FIEO.

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Lote 43

Lote 4311

MAURICIO DE SOUSA (1935)

Turma da Mônica

Técnica
desenho a nanquim e lápis de cor
Medidas
25 x 37 cm
Assinatura
centro inferior
▸ Sobre o Artista
MAURICIO DE SOUSA (1935) - Desenhista, quadrinista, escritor e empresário brasileiro nascido em Santa Isabel, SP. Pouco depois, a família se mudou para Mogi das Cruzes, SP. O gosto pelo desenho e o interesse pelas HQ surgiu já na infância. Criou seu primeiro personagem, ainda criança - Capitão Picolé. Em 1954, mudou-se para São Paulo com o objetivo de trabalhar como ilustrador. No entanto, conseguiu emprego como redator da Folha da Manhã e passou a escrever para as páginas policiais desse jornal. Conseguiu, em 1959, que a Folha da Manhã publicasse, semanalmente, uma tirinha de sua autoria. Assim, os primeiros personagens a aparecerem foram Bidu e Franjinha. No início dos anos 1960, dirigiu a Associação dos Desenhistas de São Paulo - Adesp. Em 1963, começou a publicar suas tirinhas na Folha de S. Paulo, direcionadas ao público infantil. Mônica foi criada em 1963. A inspiração foi sua filha, nascida em 1960, fruto do relacionamento com Alice Takeda. Passou a publicar as histórias da Turma da Mônica no final da década de 1960, pela editora Abril; em 1987, pela editora Globo e depois de 2006, passaram a ser publicadas pela Panini. As revistinhas do autor conseguiram sucesso mundial. Em 2011, o quadrinista se tornou membro da Academia Paulista de Letras, ocupando a cadeira 24. Recebeu os seguintes prêmios: Prêmio Gran Guinigi (1971) - Itália; Troféu Yellow Kid (1971) - Itália; Medalha dos Direitos Humanos (1998) - Brasil; Prêmio de Literatura Infantil da ABL (1999) - Brasil; Prêmio Destaque de Comércio Exterior (2002) - Brasil; Medalha de Campeão de Saúde das Américas da PAHO (2002) - Estados Unidos; Medalha de Vermeil (2008) - França; Prêmio Pulcinella (2011) - Itália. Sua empresa, Mauricio de Sousa Produções, em parceria com a Disney, produziu a cinebiografia "Mauricio de Sousa - O realizador de sonhos". brasilescola.uol.com.br/literatura/mauricio-de-sousa.htm; www.todamateria.com.br/mauricio-de-sousa-biografia-e-personagens-da-turma-da-monica; www.dentrodahistoria.com.br/blog/literatura/mauricio-de-sousa.

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Lote 44

Lote 4415

J. CARLOS (1884 - 1950)

Melindrosas

Técnica
desenho a nanquim
Medidas
26 x 32 cm
Assinatura
canto inferior esquerdo

No estado (papel manchado).

▸ Sobre o Artista
J. CARLOS (1884 - 1950) - Chargista, caricaturista, desenhista, pintor, ilustrador, José Carlos de Brito Cunha nasceu e faleceu no Rio de Janeiro. Foi um dos formadores da tradição da charge brasileira ao lado de Raul Pederneiras e K.Lixto, e criador de tipos como a negrinha 'Lamparina', a 'Melindrosa' e o 'Almofadinha'. Autodidata, iniciou a carreira de caricaturista ainda estudante, quando publicou um de seus desenhos na revista 'O Tagarela' (1902). Em seguida, passou a colaborar regularmente com a revista e no ano seguinte desenhou sua primeira capa na publicação. Colaborou em muitos órgãos da imprensa carioca como 'O Tico Tico', 'Fon-Fon', 'Careta', 'A Cigarra', 'Vida Moderna', 'Eu Sei Tudo', 'Revista da Semana' e 'O Cruzeiro'. Entre 1922 e 1930, exerceu o cargo de diretor artístico das empresas 'O Malho', onde iniciou uma grande série de charges de caráter político, satirizando fatos e personalidades nacionais e estrangeiras. A vertente política foi explorada pelo artista desde o início de sua carreira, sendo ele o responsável pela execução de uma série de charges antibelicistas executadas no período abrangido pelas duas grandes guerras e principalmente durante os dois governos de Getúlio Vargas (1883 - 1954). Esses trabalhos foram publicados principalmente na revista 'A Careta'. Também fez esculturas, foi autor de teatro de revista e letrista de música popular. JULIO LOUZADA vol. 10, pág. 181; CARICATURISTAS BRASILEIROS, de Pedro Corrêa do Lago, pág. 74; WALTER ZANINI, pág. 448; ARTE NO BRASIL, pág. 646; ITAU CULTURAL; www.ims.com.br; www.dec.ufcg.edu.br; www.artprice.com.

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Lote 45

Lote 451

SILVIA ALVES (1947)

"Rosas de Maio"

Técnica
sangüínea sobre tela
Medidas
20 x 50 cm
Assinatura
canto inferior esquerdo e dorso
Data / Local
2026
▸ Sobre o Artista
SILVIA ALVES (1947) - Pintora, desenhista, escultora, gravadora, ilustradora, professora, poetisa e atriz Silvia Ferraro Alves nasceu em São Paulo. Estudou desenho e escultura com Alvaro de Bauptista (1980 a 1984) na Universidade de Campinas; formou-se em Pintura na Faculdade de Belas Artes (1986); mestrado em Aquarela na Faculdade Santa Marcelina (1998); frequentou o ateliê de Gravura do Museu Lasar Segall (1985 a 1988); os ateliês de pintura e desenho dos professores Lecy Bomfim, Salvador Rodrigues, Deusdedith Campanelli, Colette Pujol, Djalma Urban, Francisco Cuoco, Fang, o ateliê de escultura no Museu Brasileiro de Escultura (1980 a 1994) e aquarela com Iole Di Natale (1994 a 1998). Participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais. Foi premiada em 1983, 1989, 1991, 1993, 1994, 1997, 1999, 2000, em São Paulo. ITAU CULTURAL; JULIO LOUZADA, VOL, 10, PÁG, 49; www.silviaalves.art.br.

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Lote 46

Lote 463

CARLOS VERGARA (1941)

Composição

Técnica
desenho a grafite, nanquim e guache
Medidas
49 x 59 cm
Assinatura
dorso
Data / Local
1974

Reproduzido sob o n° 155 em catálogo de Leilão de Arte de James Lisboa, São Paulo - SP, realizado em 08 e 09 de Agosto de 2023.

▸ Sobre o Artista
CARLOS VERGARA (1941) - Carlos Augusto Caminha Vergara dos Santos, importantíssimo artista plástico brasileiro, nasceu na cidade gaúcha de Santa Maria-RS. Gravador, fotógrafo e pintor, transfere-se para o Rio de Janeiro na déc. de 50. Dedicou-se ao artesanato de jóias, que são expostas na 7ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1963. Estudou desenho e pintura com Iberê Camargo. Participou das mostras Opinião 65 e 66, no MAM-RJ. Em 1967 produz pinturas figurativas, que revelam afinidades com o expressionismo e a Arte Pop. Atua ainda em colaboração com arquitetos, realizando painéis para diversos edifícios, empregando materiais e técnicas do artesanato popular. Durante os anos 1980, volta à pintura, produzindo quadros abstratos geométricos, nos quais explora, principalmente, tramas de losangos que determinam campos cromáticos. Desde o fim dos anos 1980, emprega pigmentos naturais e minérios, com os quais produz a base para trabalhos em superfícies diversas. Em 1997, realiza a série Monotipias do Pantanal, na qual explora o contato direto com o meio natural, transferindo para a tela texturas de pedras ou folhas, entre outros procedimentos. MEC., vol.4, pág.469; JULIO LOUZADA, vol.1, pág. 1030; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, pág. 734; ARTE NO BRASIL, pág. 966; LEONOR AMARANTE, pág. 168.

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Lote 47

Lote 4711

MARCELO GRASSMANN (1925 - 2013)

Mulheres e cavalo

Técnica
desenho a carvão
Medidas
50 x 70 cm
Assinatura
centro inferior
Data / Local
1985
▸ Sobre o Artista
MARCELO GRASSMANN (1925 - 2013) - Desenhista, gravador, ilustrador, pintor, escultor e professor, nasceu em São Simão, SP. Estuda fundição, mecânica e entalhe em madeira na Escola Profissional Masculina do Brás, SP. Passa a realizar xilogravuras a partir de 1943. Atua como ilustrador do Suplemento Literário do ‘Diário de São Paulo’, do ‘O Estado de S. Paulo’ e do ‘Jornal do Estado da Guanabara’. Quando reside no Rio de Janeiro, a partir de 1949, freqüenta os cursos de gravura em metal, com Henrique Oswald e de litografia, com Poty, no Liceu de Artes e Ofícios. Em Salvador (1952), trabalha com Mario Cravo Júnior. .Recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna (1953) e vai para a Academia de Artes Aplicadas, em Viena. Passa a dedicar-se principalmente ao desenho, à litografia e à gravura em metal. Em 1969, sua obra completa é adquirida pelo governo do Estado de São Paulo, passando a integrar o acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo . Em 1978, a casa em que nasceu, em São Simão, é transformada em museu e tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo - Condephaat. Participou de muitas exposições e das Bienais de: São Paulo (1951 a 1961, 1967, 1969, 1979, 1985, 1989); Veneza (1950, 1956, 1958, 1962); Paris (1959). Principais prêmios: Bienal de São Paulo (1951, 1955, 1957, 1959, 1967); Bienal de Veneza (1950, 1956, 1958,1962); Bienal de Paris (1959). PONTUAL, PÁG. 249; MEC, VOL. 2, PÁG. 281 E 282; ITAU CULTURAL; JULIO LOUZADA, VOL.1, PÁG. 439; VOL. 5, PÁG. 453; VOL. 9, PÁG. 383.

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Lote 201

Lote 2011

JOSÉ MORAES (1921 - 2003)

Estudo

Técnica
desenho a lápis
Medidas
19 x 13 cm
Assinatura
canto inferior direito
Data / Local
1950
▸ Sobre o Artista
JOSÉ MORAES (1921 - 2003) - Pintor, gravador, desenhista, escultor, ilustrador e professor, José Machado de Morais nasceu no Rio de Janeiro e faleceu em São Paulo. Assina José Moraes. Formou-se em pintura pela Escola Nacional de Belas Artes, RJ (1941). Paralelamente aos estudos universitários, teve aulas de pintura com Quirino Campofiorito. Tornou-se assistente de Candido Portinari, em Brodosqui (1942) e trabalhou com o mesmo na execução do painel da capela de São Francisco de Assis, de Oscar Niemeyer, em Belo Horizonte (1945). Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1945, 1947, 1966, 1968, 1969, 1970); São Paulo (1962, 1965, 1967, 1970, 1979 – MAM, SP, 1982, 1983, 1984, 1986); Bagé, RS (1946, 1979); Pelotas, RS (1946); Porto Aiegre, RS (1948, 1980, 1988, 1992, 1995); Uberlândia, MG (1952, 1972, 1977, 1978, 1987); Belo Horizonte, MG (1964); Campinas, SP (1974); Cataguases, MG (1981); Goiânia, GO (1987); Brasília, DF (1989, 1995). Participou de várias mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil como: Panorama da Arte Brasileira – MAM, São Paulo (1969, 1970, 1971, 1973, 1976, 1977) e no exterior. Foi premiado, nos anos de 1940, em quatro edições do Salão Nacional de Belas Artes – RJ. Com o prêmio Viagem ao Exterior recebido na 55ª edição (1949), viajou para Itália onde permaneceu estudando pintura mural (1950 a 1951). De volta ao Rio de Janeiro, dedicou-se à execução de mosaicos e afrescos até 1958, quando se mudou para São Paulo. Tornou-se professor na FAAP (1967). Aperfeiçoou-se em serigrafia (1971) com Michel Caza, em Paris, para onde retornou em outras três ocasiões, com a mesma finalidade. Fez também estágios em litografia com Michel Potier, na "École de Beaux-Arts", Paris, e com Eugène Shenker, no "Centre de Gravure Contemporaine", Genebra. MEC VOL. 3, PÁG. 196; Pontual pág. 369; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 646; VOL. 2, PÁG. 689; VOL. 5, PÁG. 706; VOL. 6, PÁG. 748; VOL. 8, PÁG. 586; VOL. 12, PÁG. 278; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 602, ACERVO FIEO.

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Lote 202

Lote 2022

MARIO ZANINI (1907 - 1971)

Nu

Técnica
desenho a carvão
Medidas
48 x 33 cm
Assinatura
centro inferior
Data / Local
1966

No estado (restauro necessário).

▸ Sobre o Artista
MARIO ZANINI (1907 - 1971) - Pintor, decorador, ceramista, professor, Mário Zanini nasceu e faleceu em São Paulo. Foi um dos integrantes de dois importantes movimentos artísticos considerados históricos na pintura paulista: o Grupo Santa Helena e a Família Artística Paulista. Sua formação artística se deu em São Paulo quando aos 13 anos iniciou curso de pintura da Escola Profissional Masculina do Brás e de 1924 a 1926, matriculou-se no curso de desenho e artes do Liceu de Artes e Ofícios. Conheceu Alfredo Volpi em 1927 e no ano seguinte estudou com o pintor Georg Elpons. Trabalhou no escritório de decoração de Francisco Rebolo entre 1933 e 1938. Em 1940 recebeu medalha de prata no 46º Salão Nacional de Belas Artes e foi convidado por Rossi Osir a trabalhar em seu ateliê de azulejos artísticos, o Osirarte. Em 1950, viajou por seis meses pela Itália, em companhia de Volpi e Osir. A partir de 1968 lecionou na Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Participou de vários Salões oficiais e mostras coletivas no Brasil, como I e III Bienal Internacional de São Paulo e no exterior. Sua família doou 108 de suas obras ao Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC/USP em 1974. MEC, VOL. 4, PÁG. 531; PONTUAL, PÁG. 557; TEODORO BRAGA, PÁG. 250; WALMIR AYALA, VOL. 2, PÁG. 451; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 586; ARTE NO BRASIL, PÁG. 778; LEONOR AMARANTE, PÁG.38; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 1085; ACERVO FIEO.

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Lote 203

Lote 2037

MAURICIO DE SOUSA (1935)

Turma da Mônica

Técnica
desenho a nanquim e lápis de cor
Medidas
25 x 36 cm
Assinatura
centro inferior

No estado (papel manchado).

▸ Sobre o Artista
MAURICIO DE SOUSA (1935) - Desenhista, quadrinista, escritor e empresário brasileiro nascido em Santa Isabel, SP. Pouco depois, a família se mudou para Mogi das Cruzes, SP. O gosto pelo desenho e o interesse pelas HQ surgiu já na infância. Criou seu primeiro personagem, ainda criança - Capitão Picolé. Em 1954, mudou-se para São Paulo com o objetivo de trabalhar como ilustrador. No entanto, conseguiu emprego como redator da Folha da Manhã e passou a escrever para as páginas policiais desse jornal. Conseguiu, em 1959, que a Folha da Manhã publicasse, semanalmente, uma tirinha de sua autoria. Assim, os primeiros personagens a aparecerem foram Bidu e Franjinha. No início dos anos 1960, dirigiu a Associação dos Desenhistas de São Paulo - Adesp. Em 1963, começou a publicar suas tirinhas na Folha de S. Paulo, direcionadas ao público infantil. Mônica foi criada em 1963. A inspiração foi sua filha, nascida em 1960, fruto do relacionamento com Alice Takeda. Passou a publicar as histórias da Turma da Mônica no final da década de 1960, pela editora Abril; em 1987, pela editora Globo e depois de 2006, passaram a ser publicadas pela Panini. As revistinhas do autor conseguiram sucesso mundial. Em 2011, o quadrinista se tornou membro da Academia Paulista de Letras, ocupando a cadeira 24. Recebeu os seguintes prêmios: Prêmio Gran Guinigi (1971) - Itália; Troféu Yellow Kid (1971) - Itália; Medalha dos Direitos Humanos (1998) - Brasil; Prêmio de Literatura Infantil da ABL (1999) - Brasil; Prêmio Destaque de Comércio Exterior (2002) - Brasil; Medalha de Campeão de Saúde das Américas da PAHO (2002) - Estados Unidos; Medalha de Vermeil (2008) - França; Prêmio Pulcinella (2011) - Itália. Sua empresa, Mauricio de Sousa Produções, em parceria com a Disney, produziu a cinebiografia "Mauricio de Sousa - O realizador de sonhos". brasilescola.uol.com.br/literatura/mauricio-de-sousa.htm; www.todamateria.com.br/mauricio-de-sousa-biografia-e-personagens-da-turma-da-monica; www.dentrodahistoria.com.br/blog/literatura/mauricio-de-sousa.

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Lote 204

Lote 2046

J. CARLOS (1884 - 1950)

Passeando

Técnica
desenho a nanquim
Medidas
20 x 39 cm
Assinatura
canto inferior direito
▸ Sobre o Artista
J. CARLOS (1884 - 1950) - Chargista, caricaturista, desenhista, pintor, ilustrador, José Carlos de Brito Cunha nasceu e faleceu no Rio de Janeiro. Foi um dos formadores da tradição da charge brasileira ao lado de Raul Pederneiras e K.Lixto, e criador de tipos como a negrinha 'Lamparina', a 'Melindrosa' e o 'Almofadinha'. Autodidata, iniciou a carreira de caricaturista ainda estudante, quando publicou um de seus desenhos na revista 'O Tagarela' (1902). Em seguida, passou a colaborar regularmente com a revista e no ano seguinte desenhou sua primeira capa na publicação. Colaborou em muitos órgãos da imprensa carioca como 'O Tico Tico', 'Fon-Fon', 'Careta', 'A Cigarra', 'Vida Moderna', 'Eu Sei Tudo', 'Revista da Semana' e 'O Cruzeiro'. Entre 1922 e 1930, exerceu o cargo de diretor artístico das empresas 'O Malho', onde iniciou uma grande série de charges de caráter político, satirizando fatos e personalidades nacionais e estrangeiras. A vertente política foi explorada pelo artista desde o início de sua carreira, sendo ele o responsável pela execução de uma série de charges antibelicistas executadas no período abrangido pelas duas grandes guerras e principalmente durante os dois governos de Getúlio Vargas (1883 - 1954). Esses trabalhos foram publicados principalmente na revista 'A Careta'. Também fez esculturas, foi autor de teatro de revista e letrista de música popular. JULIO LOUZADA vol. 10, pág. 181; CARICATURISTAS BRASILEIROS, de Pedro Corrêa do Lago, pág. 74; WALTER ZANINI, pág. 448; ARTE NO BRASIL, pág. 646; ITAU CULTURAL; www.ims.com.br; www.dec.ufcg.edu.br; www.artprice.com.

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Lote 205

Lote 2051

ROLANDO VEZZONI SCURZIO (1994)

"Leveza"

Técnica
desenho a caneta hidrográfica
Medidas
20 x 14 cm
Assinatura
dorso
Data / Local
2018 - São Paulo
▸ Sobre o Artista
ROLANDO VEZZONI SCURZIO (1994) - Pintor, desenhista, roteirista, pesquisador e jornalista. É neto do pintor Rolando Scurzio. Cursou Desenho e Narrativas Gráficas para HQ na ABRA (2012); "English plus Arts and Design" na "University of the Arts London", Londres- Inglaterra (2012); Bacharelado em Comunicação Social com habilitação em Cinema na FAAP (2013 - 2016);Escrita (English, Foreign Languages and Literatures) na UC Irvine, EUA (2013); "Art Suite" na Escola SAGA (2017-2018); Escrita e Pesquisa para Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero (2019);Roteiraria - Formação de Roteiristas SP (2025 - 2026) Venceu o Prêmio de Melhor Roteiro no Festival SCAPCINE de Cinema Brasileiro em 2018, com o curta-metragem "Rigor Mortis".Tem participado de exposições e mostras coletivas.

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Lote 206

Lote 2060

TOMOSHIGUE KUSUNO (1935)

Composição

Técnica
desenho a nanquim e aguada
Medidas
70 x 100 cm
Assinatura
canto inferior direito
Data / Local
1988

Reproduzido sob o n° 152 em catálogo de Leilão de Arte de James Lisboa, São Paulo - SP, realizado em Setembro de 2025.

▸ Sobre o Artista
TOMOSHIGUE KUSUNO (1935) - Desenhista, pintor, artista visual, professor e gravador, natural de Yubari, Japão. . Estudou na Universidade de Arte e fez parte do Núcleo de Arte de Vanguarda, em Tóquio, Japão, na década de 1950. Imigrou para o Brasil em 1960 fixando-se em São Paulo. No ano seguinte, participou do 10º Salão Paulista de Arte Moderna. Em 1962 foi premiado no Salão do Paraná, em Curitiba, e no Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos, em São Paulo - neste salão também ganhou o grande prêmio em 1970, na sua 14ª edição. Ainda na década de 1960, uniu-se a artistas ligados a tendências da nova figuração e participou das mostras: ‘Opinião 65’, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e ‘Propostas 65’, na Fundação Armando Álvares Penteado, SP. No Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, expôs em várias ocasiões, participando da mostra Jovem Arte Contemporânea, na qual recebeu prêmios em 1967 e 1972. Participou também da Bienal Internacional de São Paulo (1963, 1965, 1967, 1977, 1983, 1985), do Panorama da Arte Atual Brasileira – MAM, SP (1970, 1976, 1977, 1979, 1986). JULIO LOUZADA, VOL.4, PÁG.1101; MEC, VOL.2, PÁG.430; PONTUAL, PÁG.295; TEIXEIRA LEITE, PÁG.274; WALMIR AYALA, VOL.1, PÁG.452; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 697; ARTE NO BRASIL, PÁG. 968; LEONOR AMARANTE, PÁG. 171, ACERVO FIEO.

QUARTA FEIRA (24/06/2026) a partir de 20h

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Lote 207

Lote 2071

RAPHAEL GALVEZ (1907 - 1998)

Freira

Técnica
desenho a lápis
Medidas
32 x 20 cm
Assinatura
canto inferior direito
Data / Local
1971

No estado (papel manchado).

▸ Sobre o Artista
RAPHAEL GALVEZ (1907 - 1998) - Pintor, desenhista, escultor e arquiteto, nascido em São Paulo, Capital. Artista de formação artesanal, teve como tema de sua obra a sua cidade natal. JULIO LOUZADA, vol 10, pág 372; PONTUAL, pág. 231; MEC, vol 2, pág, 239; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, pág. 630; Acervo FIEO.

QUARTA FEIRA (24/06/2026) a partir de 20h

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JOSÉ MORAES (1921 - 2003)

Estudo

Técnica
desenho
Medidas
13 x 19 cm
Assinatura
canto inferior direito
Data / Local
1950 - Amsterdam
▸ Sobre o Artista
JOSÉ MORAES (1921 - 2003) - Pintor, gravador, desenhista, escultor, ilustrador e professor, José Machado de Morais nasceu no Rio de Janeiro e faleceu em São Paulo. Assina José Moraes. Formou-se em pintura pela Escola Nacional de Belas Artes, RJ (1941). Paralelamente aos estudos universitários, teve aulas de pintura com Quirino Campofiorito. Tornou-se assistente de Candido Portinari, em Brodosqui (1942) e trabalhou com o mesmo na execução do painel da capela de São Francisco de Assis, de Oscar Niemeyer, em Belo Horizonte (1945). Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1945, 1947, 1966, 1968, 1969, 1970); São Paulo (1962, 1965, 1967, 1970, 1979 – MAM, SP, 1982, 1983, 1984, 1986); Bagé, RS (1946, 1979); Pelotas, RS (1946); Porto Aiegre, RS (1948, 1980, 1988, 1992, 1995); Uberlândia, MG (1952, 1972, 1977, 1978, 1987); Belo Horizonte, MG (1964); Campinas, SP (1974); Cataguases, MG (1981); Goiânia, GO (1987); Brasília, DF (1989, 1995). Participou de várias mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil como: Panorama da Arte Brasileira – MAM, São Paulo (1969, 1970, 1971, 1973, 1976, 1977) e no exterior. Foi premiado, nos anos de 1940, em quatro edições do Salão Nacional de Belas Artes – RJ. Com o prêmio Viagem ao Exterior recebido na 55ª edição (1949), viajou para Itália onde permaneceu estudando pintura mural (1950 a 1951). De volta ao Rio de Janeiro, dedicou-se à execução de mosaicos e afrescos até 1958, quando se mudou para São Paulo. Tornou-se professor na FAAP (1967). Aperfeiçoou-se em serigrafia (1971) com Michel Caza, em Paris, para onde retornou em outras três ocasiões, com a mesma finalidade. Fez também estágios em litografia com Michel Potier, na "École de Beaux-Arts", Paris, e com Eugène Shenker, no "Centre de Gravure Contemporaine", Genebra. MEC VOL. 3, PÁG. 196; Pontual pág. 369; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 646; VOL. 2, PÁG. 689; VOL. 5, PÁG. 706; VOL. 6, PÁG. 748; VOL. 8, PÁG. 586; VOL. 12, PÁG. 278; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 602, ACERVO FIEO.

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MAX HOLLENDER (1938)

"Rua do Aleijadinho"

Técnica
desenho a nanquim
Medidas
14 x 9 cm
Assinatura
canto inferior esquerdo
Data / Local
1971 - Ouro Preto
▸ Sobre o Artista
MAX HOLLENDER (1938) - Pintor alemão radicado no Brasil desde 1960, com inúmeras mostras e participações premiadas em Salões Oficiais. JULIO LOUZADA, vol. 1 pág. 473, Acervo FIEO.

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ALBERTO DA VEIGA GUIGNARD (1896 - 1962)

Paisagem

Técnica
sépia
Medidas
19 x 12 cm
Assinatura
canto inferior direito
Data / Local
1961

No estado (papel manchado).

▸ Sobre o Artista
ALBERTO DA VEIGA GUIGNARD (1896 - 1962) - Pintor, professor, desenhista, ilustrador e gravador, Alberto da Veiga Guignard nasceu em Nova Friburgo, RJ e faleceu em Belo Horizonte, MG. Mudou-se com a família para a Europa em 1907. Em dois períodos, entre 1917 e 1918 e entre 1921 e 1923, frequentou a Real Academia de Belas Artes de Munique, onde estudou com Hermann Groeber e Adolf Hengeler. Aperfeiçoou-se em Florença e em Paris, onde participou do Salão de Outono. Retornou para o Rio de Janeiro em 1929 e integrou-se ao cenário cultural por meio do contato com Ismael Nery. Participou do Salão Revolucionário de 1931, e foi destacado por Mário de Andrade como uma das revelações da mostra. Em 1941, integrou a Comissão Organizadora da Divisão de Arte Moderna do Salão Nacional de Belas Artes, com Oscar Niemeyer e Aníbal Machado. Em 1943, passou a orientar alunos em seu ateliê e criou o Grupo Guignard. A única exposição do grupo, realizada no Diretório Acadêmico da Escola Nacional de Belas Artes, foi fechada por alunos conservadores e reinaugurada na Associação Brasileira de Imprensa. Em 1944, a convite do prefeito Juscelino Kubitschek, transferiu-se para Belo Horizonte e começou a lecionar e dirigir o curso livre de desenho e pintura da Escola de Belas Artes, por onde passaram Amilcar de Castro, Farnese de Andrade, Yara Tupynambá e Lygia Clark, entre outros. Permaneceu à frente da escola até 1962, quando, em sua homenagem, esta passou a chamar-se Escola Guignard. Participou da Bienal de Veneza (1928, 1952); da Bienal Internacional de São Paulo (1951) e outras. PONTUAL, PÁG. 254; MEC, VOL. 2, PAG. 304; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 236; JULIO LOUZADA, VOL. 10, PÁG. 404; ART PRICE ANNUAL 2000, PÁG. 1013; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 373; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 559; ARTE NO BRASIL, PÁG. 505; LEONOR AMARANTE, PÁG. 28; www.pinturabrasileira.com; www.brasilescola.com; web.artprice.com.

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PEDRO WEINGÄRTNER (1856 - 1929)

Estudos

Técnica
desenho a lápis
Medidas
21 x 12 cm
Assinatura
canto inferior esquerdo
▸ Sobre o Artista
PEDRO WEINGÄRTNER (1856 - 1929) - Pintor gaúcho de origem alemã, Weingärtner estudou no Brasil, Alemanha e Itália, residindo por longos anos na Europa. Ao retornar ao Brasil, dedicou-se a temática gauchesca, que lhe motivou os trabalhos mais sensíveis. Um dos pioneiros da gravura de arte no Brasil. JULIO LOUZADA, vol. 11, pág. 343; BENEZIT, vol. 10, pág. 675; TEODORO BRAGA, pág. 246; REIS JUNIOR, pág. 220/224; MEC, vol. 4, pág. 506/507; LAUDELINO FREIRE, pág. 386; PONTUAL, pág. 551/552; WALMIR AYALA, vol. 2, pág. 438/439; MAYER/84, pág. 1268; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, pág. 443; ARTE NO BRASIL, pág. 560; RGS, pág. 402.

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ROBERTO MAGALHÃES (1940)

Figuras

Técnica
desenho a nanquim e aguada
Medidas
22 x 32 cm
Assinatura
canto inferior direito
Data / Local
1963
▸ Sobre o Artista
ROBERTO MAGALHÃES (1940) - Pintor, desenhista e gravador, Roberto de Oliveira Magalhães nasceu no Rio de Janeiro. Realizou seu aprendizado artístico com as atividades profissionais iniciadas precocemente: primeiro, na gráfica do tio (desenho de rótulos e propagandas); em seguida, fazendo capas de livros e discos, desenhos publicitários. Frequentou cursos livres da Escola Nacional de Belas Artes (1961). Realizou exposições individuais no Rio de Janeiro (1962, 1964, 1966, 1967 – MAM, 1992, 1994, 1995, 1996, 1998); Belo Horizonte, MG (1965); Houston, EUA (1966); Paris, França (1968). Participou de várias mostras coletivas e oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de Gravura da 4ª Bienal de Paris (1965); o prêmio Viagem ao Exterior no 15º Salão Nacional de Arte Moderna (1966) e seguiu para Paris (1967). Lá, expôs com Antonio Dias na Galeria Debret (1968). Em 1992, o Centro Cultural Banco do Brasil - RJ organizou uma exposição retrospectiva dos 30 anos de sua produção do artista. PONTUAL, PÁG. 328; MEC VOL.3, PÁG. 39; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 567; VOL. 9, 515; ITAU CULTURAL; ARTE NO BRASIL, PÁG. 966; LEONOR AMARANTE, PÁG. 143. ACERVO FIEO; www.robertomagalhaes.art.br; www.artprice.com.

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BENEDITO CALIXTO DE JESUS (1853 - 1927)

Cristo

Técnica
desenho a carvão
Medidas
45 x 34 cm
Assinatura
centro inferior

No estado (pequenas manchas).

▸ Sobre o Artista
BENEDITO CALIXTO DE JESUS (1853 - 1927) - Pintor, professor, historiador, ensaísta, nascido em Conceição de Itanhaém, SP e falecido em São Paulo. Transferiu-se para Brotas, SP, onde adquiriu noções de pintura com o tio Joaquim Pedro de Jesus, ao auxiliá-lo na restauração de imagens sacras de uma igreja local. Realizou sua primeira individual em São Paulo, no ano de 1881. Fixou-se por algum tempo em Santos e depois de ter executado a decoração do Teatro Guarani, partiu para Paris em 1883, estudando na Academia Julian e no ateliê de Jean François Raffaëlli. Retornou ao Brasil em 1885 e passou a residir em São Vicente. Produziu inúmeras marinhas em que representa o litoral paulista; realizou diversos painéis de temas religiosos para igrejas na capital e interior do Estado de São Paulo; pintou vistas de antigos trechos das cidades de São Paulo, Santos e São Vicente para o Museu Paulista da Universidade de São Paulo, por encomenda do diretor do museu o historiador Afonso d´Escragnolle Taunay. Dedicou-se também a estudos históricos da região e à preservação de seu patrimônio e publicou, entre outros, os livros 'A Vila de Itanhaém' (1895) e 'Capitanias Paulistas' (1924). Existem obras suas nos acervos de diversos museus brasileiros. TEODORO BRAGA PÁG. 51; REIS JR PÁG. 214; LAUDELINO FREIRE PÁG. 387; PONTUAL PÁG. 68/69; MEC VOL.1, PÁG. 326/327; WALMIR AYALA VOL.1, PÁG.153; MAYER/83 PÁG. 601; TEIXEIRA LEITE PÁG. 97; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 505; ARTE NO BRASIL PÁG. 599, RUTH TARASANTCHI; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 172. ACERVO FIEO.

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