TODAS AS OBRAS DO LEILÃO SÃO EMOLDURADAS*

*Exceto esculturas, objetos ou obras concebidas pelo artista para não terem molduras.

13 de Setembro de 2021
(Segunda) Lotes 1 a 180



001 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Cangaceiro - serigrafia - 87/120 - 36 x 40 cm - não assinado -
Tiragem póstuma editada pelo Estúdio Aldemir Martins.

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



002 - JAVIER ALVARO ASFADUROFF NIBBES (1954)
Lance Livre - ENCERRADO

"Los amijos en el bar" - óleo e encáustica sobre tela - 50 x 70 cm - canto superior direito e dorso - 2020 - São Paulo -
(Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Pintor e desenhista uruguaio nascido em Montevidéu. Frequentou o Liceu Onze de Cerro Montevidéu (entre 1965 e 1967) onde foi aluno de Torres Garcia. A partir de 1994 passou a figurar em bienais e várias exposições coletivas. JULIO LOUZADA VOL. 10,PÁG. 637; asfaduroffnibbes.com; www.artprice.com.



003 - ALEMAOART (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Ciclista - impressão digital - 85/100 - 35 x 50 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Grafiteiro, pintor e desenhista, Anderson Ferreira Lemes não sabia o que era grafite quando pintou o muro do colégio em que estudava em Assis, sua cidade natal. ALEMAOART é a sua assinatura pelo mundo entre telas, muros e trabalhos sociais. Participou das exposições coletivas: "Países da América Latina", Barcelona (2011); "Conexão Arte Brasil X França, Miss Brésil France Carrossel do Louvre", Paris - Louvre (2013). Ao retornar da temporada na Europa, realizou sua primeira exposição individual no Memorial Rezende Barbosa, em Assis. Já participou de mais de 40 exposições entre Brasil, EUA, Europa, Canadá e Austrália; e fez mais de 30 participações voluntárias entre doações de obra, oficinas de grafite e pintura de murais em instituições como escolas e hospitais. www.alemao.art.br.



004 - INOS CORRADIN (1929)
Lance Livre - ENCERRADO

Malabarista - serigrafia - P.A. - 55 x 42 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



005 - JOEL FIRMINO DO AMARAL (1951)
Lance Livre - ENCERRADO

"Fazenda Santa Clara" - óleo sobre tela colada em placa - 13 x 18 cm - canto inferior direito e dorso - 2021 - Pedreira - SP -

Pintor nascido em São Paulo, onde é ativo. Assina Amaral. Foi aluno de Colette Pujol. Tem participado de mostras coletivas e Salões oficiais. Recebeu: prêmio aquisição no SAPBA (1985); prêmio no SPBA-SP (1988); Menção Honrosa no 38º Salão Livre APBA (1989); Troféu APBA no 19º Salão Paisagem Paulista (1990); Troféu Inocêncio Borghese no 20º Salão Paulista de Artes APBA (1992); 1º lugar no 3o. Salão Artes Plásticas Brasil/Portugal (1995); Grande Medalha de Prata no 1º Salão de Paisagem Brasileira (2000); Pequena Medalha de Ouro no 6º Salão de Desenho (2006); Prêmio APBA no 28º Salão de Paisagem Paulista APBA. JULIO LOUZADA, VOL. 9, PÁG. 39; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



006 - ANTONIO POTEIRO (1925 - 2010)
Lance Livre - ENCERRADO

Caçando borboletas - serigrafia - 72/120 - 25,5 x 30 cm - canto inferior direito -

Escultor, pintor e ceramista, Antonio Batista de Souza nasceu em Aldeia de Santa Cristina da Pousa, Braga - Portugal e faleceu em Goiânia, GO. Imigrou com a família para o Brasil em 1926. Fixaram-se em Araguari, no Triângulo Mineiro. Autodidata, herdou do pai a técnica e a sensibilidade iniciando suas atividades como ceramista. Em 1958, já com sua família constituída, passou a viver definitivamente em Goiás. Adotou o apelido de "Poteiro", por sugestão da folclorista Regina Lacerda, que o orientou a assinar seus bonecos de barro. Mais tarde foi estimulado a pintar telas por Siron Franco e Cleber Gouvêa. Lecionou cerâmica no Centro de Atividades do SESC e nas cidades de Hannover e Düsseldorf, na Alemanha. Realizou exposições individuais e participou de muitas mostras coletivas e oficiais pelo Brasil e exterior, como: Bienal Internacional de São Paulo (1981 e 1991); Biennalle Internazionale "NAIF", Cittá di Como, Itália (1976); V Bienalle Internazionale "NAIFS", entre Fiera e Lombardia, Itália (1980); III Bienal de Havana, Cuba (1989); III Bienal de Artes de Goiás (1993) e Bienal Brasileira de Arte "NAIF", SESC Piracicaba (1994). Recebeu o prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte - APCA, na categoria escultura (1985), Menção Honrosa na I Bienal Internacional de Óbidos – Portugal (1987); Grande Prêmio no XIV Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte, MG (1982); entre outros. Em 1997, foi homenageado com a Comenda da Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura, Brasil. WALMIR AYALA, VOL. 2, PÁG. 217; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 31; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 808; LEONOR AMARANTE, PÁG. 294, MEC VOL. 3, PÁG. 432; ACERVO FIEO; JULIO LOUZADA VOL. 3, PÁG. 925; VOL. 4, PÁG. 907; www.antoniopoteiro.com; artepopularbrasil.blogspot.com.br; www.artprice.com.



007 - FERNANDA EVA (1966)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - técnica mista - 15 x 21 cm - canto inferior direito - 2004 -

Paulistana, a artista nasceu em 1 de setembro de 1966. Nas artes desde 1986, quando frequenta aulas de teatro até 1989, mesmo ano que cursa fotografia no SENAC-SP. Cursa publicidade na Faculdade Anhembi-Morumbi (1990-1993), e artes plásticas, no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo (1995-1997). Foi aluna de pintura do prof. Eduardo Ostergren, de desenho com o prof. Angel Martinez e gravura em metal com o prof. Paiva. Fez pos graduação em História da Arte na FAAP. Expõe desde 1996, inclusive em coletivas do MUBE-SP (2003), participando de salões a partir de 2001, com sucesso de crítica.



008 - JOEL FIRMINO DO AMARAL (1951)
Lance Livre - ENCERRADO

Paraty - aquarela - 25 x 35 cm - canto inferior direito - 1994 -
No estado (pequenas manchas).

Pintor nascido em São Paulo, onde é ativo. Assina Amaral. Foi aluno de Colette Pujol. Tem participado de mostras coletivas e Salões oficiais. Recebeu: prêmio aquisição no SAPBA (1985); prêmio no SPBA-SP (1988); Menção Honrosa no 38º Salão Livre APBA (1989); Troféu APBA no 19º Salão Paisagem Paulista (1990); Troféu Inocêncio Borghese no 20º Salão Paulista de Artes APBA (1992); 1º lugar no 3o. Salão Artes Plásticas Brasil/Portugal (1995); Grande Medalha de Prata no 1º Salão de Paisagem Brasileira (2000); Pequena Medalha de Ouro no 6º Salão de Desenho (2006); Prêmio APBA no 28º Salão de Paisagem Paulista APBA. JULIO LOUZADA, VOL. 9, PÁG. 39; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



009 - ANATOL WLADYSLAW (1913 - 2004)
Lance Livre - ENCERRADO

Figuras - gravura - 4/30 - 38 x 48 cm - canto inferior direito - 1974 -
No estado (papel manchado).

Pintor e desenhista nascido em Varsóvia, Polonia; faleceu em São Paulo, aos 91 anos de idade. No Brasil desde 1930, fixou residência em São Paulo, naturalizando-se brasileiro. Dedicou-se à pintura e ao desenho a partir de 1946, participando da I à IX Bienal, recebendo diversas premiações. Formado em engenharia no Mackenzie, tornou-se um dos pioneiros da arte abstrata, participando ativamente do movimento Ruptura, ao lado de Valdemar Cordeiro, Lothar Charoux e Luiz Sacilotto. Figura no acervo do MAM-RJ e MNBA de Buenos Aires. JULIO LOUZADA, VOL, 4, pág, 1177. MEC, VOL, 4 pág, 512. TEIXEIRA LEITE, pág, 544. WALMIR AYALA, VOL 2. pág, 442; PONTUAL, pág. 553; ITAÚ CULTURAL; ARTE NO BRASIL, pág. 921.



010 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XX
Lance Livre - ENCERRADO

"A selva feliz" - óleo sobre tela - 60 x 40 cm - canto inferior direito e dorso não identifi. - 1977 -
L. Rivera. Moldura no estado.



011 - LAMBERTO FADEL (1944)
Lance Livre - ENCERRADO

"Daniela" - desenho a carvão - 46 x 32 cm - canto inferior direito -
No estado (papel manchado).

Pintor, desenhista e professor nascido em São Paulo. Formado pela Escola Nacional de Desenho onde foi aluno de Edmundo Migliaccio, Ana Cortazzio e Salvador Rodrigues. Professor de desenho da Associação Paulista de Belas Artes. Participou de várias edições do Salão Paulista de Belas Artes (entre 1976 a 1987), entre outras mostras oficiais. Foi premiado em: São Paulo (Salão Paulista de Belas Artes: 1977, 1979,1984, 1988; Salão Arquidiocesano: 1980, 1984); São Bernardo do Campo, SP (1982, 1984); Franca, SP (1987); Itanhaém, SP (1988); Rio de Janeiro (1982); Itu, SP (1982); Matão, SP (1983); Limeira, SP (1988); Araras, SP (1989). ITAU CULTURAL; JULIO LOUZADA VOL. 4, PÁG. 377; VOL. 7, PÁG. 249.



012 - WALTER CAVALHEIRO (1933 - 1997)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre papelão - 08 x 24 cm - canto inferior esquerdo - 1978 -

Pintor com diversas participações em exposições individuais e coletivas e com premiações em salões oficiais. JULIO LOUZADA, vol. 3, pág. 243. ACERVO FIEO.



013 - AGI STRAUS (1926)
Lance Livre - ENCERRADO

Nu - técnica mista sobre papel - 18 x 18 cm - canto inferior esquerdo - 2009 -

Pintora, desenhista, gravadora, escultora e ilustradora nascida em Viena, Áustria. Vindo residir em São Paulo, aqui estudou com Darel, Poty e Aldemir Martins, no Museu de Arte de São Paulo (1952), dedicando-se, também, ao aperfeiçoamento na pintura e técnica do afresco com Gaetano Miani com quem executou um afresco no Palácio do Café, e escultura com Zamoisky. Paralelamente, escreveu e ilustrou livros infantis. Entre 1960 e 1962, fundou e dirigiu a escola Agi - ensino de arte para crianças. Por seis anos, foi desenhista do Suplemento Literário do jornal "O Estado de S. Paulo". Realizou exposições individuais em: São Paulo (1955 a 1960, 1962, 1964, 1969, 1973, 1993, 1996, 1999); Nova York, EUA (1957); Washington, EUA (1958); Kyoto, Japão (1958); Curitiba, PR (1961); Milão, Itália (1962, 1963); Rio de Janeiro (1963); Recife, PE (1967, 1968), Campinas, SP (1970); Roma, Itália (1971). Participou de muitas mostras coletivas e oficiais como: Salão Paulista de Arte Moderna, SP (1957, 1959, 1960, 1961, 1967); Salão de Arte Moderna do Paraná, Curitiba – PR (1961); "Imigrantes nas Artes Plásticas de São Paulo"- MASP (1976); "Mulher, Espírito e Matéria" - Paço das Artes, SP (1988). Foi premiada no Salão Paulista de Arte Moderna em 1959 – Medalha de Bronze, em 1963 – Medalha de Prata, em 1965 – Prêmio Aquisição. JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 944; VOL. 11, PÁG. 312; MEC, VOL. 4, PÁG 343; WALMIR AYALA, VOL. 2, PÁG. 355; PONTUAL, PÁG. 506; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 488; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



014 - ANTONIO TAVARES CALLÓ (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Big Ben - serigrafia - 69/100 - 33,5 x 58 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Pintor, desenhista e gravador formado pela Academia de Belas Artes de São Paulo com especialização em restauração e experiência em decoração de ambientes, móveis e instalações de arte. Tem participado de mostras coletivas.



015 - AGAR LIZZI DE OLIVEIRA (1926 - 2008)
Lance Livre - ENCERRADO

Natureza morta - óleo sobre tela - 40 x 60 cm - canto inferior direito -

Pintora, desenhista e professora, Agar Lizzi de Oliveira nasceu em São Paulo. Assinava Aggar Lizzi. Estudou com Domingos Antequera e Djalma Urban. Realizou exposições individuais em São Paulo (1986, 1987). Participou de diversas mostras coletivas e Salões oficiais, sendo premiada em: Valença, RJ (1981); São Paulo (1981 a 1988, 1990 a 1993); Itu, SP (1982, 1983); Rio de Janeiro (1982, 1983, 1985, 1986, 1989, 1990, 1997); Juiz de Fora, MG (1982); Piracicaba, SP (1983); Praia Grande, SP (1991). JULIO LOUZADA VOL. 12, PÁG. 234; ITAÚ CULTURAL.



016 - BORIS ARRIVABENE (1922 - 2000)
Lance Livre - ENCERRADO

Igreja - gravura em metal - P.A. - 29 x 40 cm - canto inferior direito -

Pintor, desenhista, gravador, escultor e médico nascido em São Paulo. Recomeçou a trabalhar em arte depois de formado em medicina. Quando não trabalhava em arte, era diretor de um grande hospital paulistano. Realizou exposição individual em São Paulo (1974) e participou de diversas mostras coletivas e Salões oficiais, entre eles o I Salão Paulista de Arte Contemporânea no Museu de Arte de São Paulo. Foi premiado em: Embu, SP (8º, 9º e 10º Salão de Artes – gravura; 11º Salão de Artes - Escultura); Santo André (Prêmio Prefeitura de Santo André - escultura); “Medaglia Amici Del Pomero”, Milão - Itália (1980, 1983 - gravura). JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 76; www.arrivabeneartes.com.br/boris_arrivabene.php.



017 - LUISA DÓRIA (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

"Armando Álvares Penteado" - monotipia - 32 x 31 cm - dorso -
Série: Acredite em mim. Com estudo no dorso. No estado (papel manchado e pequeno furo).

Desenhista, pintora, ilustradora, cartunista e diretora de arte. Formou-se em artes plásticas pela FAAP (2011). Produziu muitos quadrinhos independentes e expôs seus trabalhos plásticos no Chile com a Casa da Xiclet. Criou a produtora Coyote (2011) onde realiza trabalhos voltados para cenografia, direção de arte, manufatura de objetos e efeitos especiais para cinema, vídeos, produções áudio visuais em geral. Sua primeira história em quadrinhos editorial “Aranha” foi lançada pela Cachalote, na coleção 1ØØØ. cargocollective.com/luisadoriakiddo; casadaxiclet.com.



018 - ALFREDO EUGUL SAMAD (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Nu - óleo sobre tela - 50 x 60 cm - canto inferior direito - 1973 -
Moldura no estado.

Pintor argentino natural de Navarro, Provincia de Buenos Aires. Fixou residência no Brasil a partir de 1954. Expôs individualmente em Buenos Aires em 1951, participando de coletivas a partir de 1953, destacando-se: III Salão Nacional de Artes Plásticas do Rio de Janeiro (Gravura), Salão Museu de Arte Moderna -MAM-SP (Desenho) e III Salão Brasileiro de Arte (Fundação Mokiti Okada) São Paulo (pintura). Recebeu o Prêmio Aquisição no III Salão de Arte Contemporânea de Americana-SP.



019 - CLAUDIO TOZZI (1944)
Lance Livre - ENCERRADO

Flores - serigrafia - 4/170 - 43 x 57 cm - canto inferior direito -

Pintor, arquiteto e gravador, Claudio José Tozzi nasceu em São Paulo. É mestre em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Realizou diversas exposições individuais. Participou, entre várias mostras e Salões oficiais, da Bienal Internacional de São Paulo em 1967, 1969, 1977, 1985, 1989, 1991; do Panorama da Arte Atual Brasileira em 1971, 1973, 1976, 1977, 1979, 1980, 1983; da Bienal de Veneza em 1976; da Bienal de Paris em 1980. Criou painéis para espaços públicos de São Paulo, como: ‘Zebra’, colocado na lateral de um prédio da Praça da República; na Estação Sé do Metrô, em 1979; na Estação Barra Funda do Metrô, em 1989; no edifício da Cultura Inglesa, em 1995 e, no Rio de Janeiro, na Estação Maracanã do Metrô Rio, em 1998. WALMIR AYALA VOL.2, PÁG.388; PONTUAL PÁG.525; TEIXEIRA LEITE PÁG. 512; ARTE NO BRASIL VOL.2, PÁG.1059; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 740; LEONOR AMARANTE PÁG. 170; ACERVO FIEO; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 992; www.eca.usp.br; www.pinacoteca.org.br.



020 - MANOEL SANTIAGO (1897 - 1987)
Lance Livre - ENCERRADO

Cascudas - óleo sobre placa - 37 x 34 cm - canto inferior esquerdo -

Manoel Colafante Caledônio de Assumpção Santiago nasceu em Manaus, AM e faleceu no Rio de Janeiro. Pintor, desenhista e professor. Mudou-se para Belém em 1903 e iniciou estudos de pintura. Desde 1916 já praticava a arte não figurativa. Em 1919 transferiu-se para o Rio de Janeiro, cursou Direito e frequentou a Escola Nacional de Belas Artes, onde foi aluno de Rodolfo Chambelland e Baptista da Costa. Na época, teve aulas particulares com Eliseu Visconti. Foi casado com a pintora Haydeá Santiago. Participou em 1927 do Salão Nacional de Belas Artes e recebeu o prêmio viagem ao exterior, entre vários outros. Foi para Paris no ano seguinte, e lá permaneceu por cinco anos. De volta ao Rio de Janeiro, em 1932, tornou-se professor do Instituto de Belas Artes. Em 1934, passou a lecionar pintura e desenho no Núcleo Bernardelli, figurando entre seus alunos José Pancetti, Edson Motta, Bustamante Sá, Ado Malagoli, Rescála e Milton Dacosta. Participou da I Bienal Internacional de São Paulo (1951) e do 8º Panorama da Arte Brasileira (1976). PRIMORES DA PINTURA NO BRASIL, VOL. 1, PÁG. 241; TEODORO BRAGA, PÁG. 211; CATÁLOGO DA EXPOSIÇÃO DE PAISAGEM BRASILEIRA, MEC-MNBA /RIO/1944; MAYER/84, PÁG. 1158; REIS JR, PÁG. 378; PONTUAL, PÁG. 473; WALMIR AYALA, VOL. 2, PÁG. 292; ITAÚ CULTURAL, JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 865; ACERVO FIEO.



021 - DAREL VALENÇA LINS (1924 - 2017)
Lance Livre - ENCERRADO

Menina - litografia - 21/100 - 20 x 34 cm - canto inferior direito -

Gravador, pintor, desenhista, ilustrador e professor nascido em Palmares, PE. Estudou na Escola de Belas Artes do Recife, atual Universidade Federal de Pernambuco (entre 1941 e 1942). Mudou-se para o Rio de Janeiro (1946); estudou gravura em metal com Henrique Oswald (1948) e recebeu aconselhamento técnico de Oswaldo Goeldi. Atuou como ilustrador em diversos periódicos: revista 'Manchete'; jornais 'Última Hora' e 'Diário de Notícias'; diversos livros: 'Memórias de um Sargento de Milícias' (1957), de Manuel Antônio de Almeida; 'Poranduba Amazonense' (1961), de Barbosa Rodrigues; 'São Bernardo' (1992), de Graciliano Ramos e 'A Polaquinha' (2002), de Dalton Trevisan. Encarregou-se das publicações da Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil (entre 1953 e 1966). Lecionou gravura em metal no Museu de Arte de São Paulo - Masp (1951); litografia na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro (entre 1955 e 1957) e na FAAP, São Paulo (1961 a 1964). Realizou painéis para o Palácio dos Arcos, em Brasília (1968-1969) e para a IBM do Brasil, no Rio de Janeiro (1979). Realizou muitas exposições individuais, destacando-se: Rio de Janeiro (1949, 1963, 1964, 1966, 1968, 1973, 1995); Recife, PE (1951); Itália (1952 – Milão, 1958 - Roma); São Paulo (1953 – MASP, 1960, 1967). Participou de várias mostras e Salões oficiais, entre as quais: Salão Nacional de Arte Moderna (1952 a 1960) onde recebeu Prêmio de Viagem ao País (1952) e Prêmio de Viagem ao Estrangeiro (1957); Bienal Internacional de São Paulo (1961 a 1967) recebendo Prêmio Melhor Desenhista Nacional (1963) e Sala Especial (1965); Gravadores Brasileiros Contemporâneos, EUA (1966); Bienal de Tóquio, Japão (1964); Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (1988, 1993). MEC VOL.3, PÁG. 18; PONTUAL, PÁG.160; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 313; VOL. 8, PÁG. 246; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 715; ARTE NO BRASIL, PÁG. 839; LEONOR AMARANTE, PÁG. 125; ACERVO FIEO; www.graphias.com.br; www.artprice.com.



022 - GERALDO CASTRO (1914 - 1992)
Lance Livre - ENCERRADO

Árvores - desenho a carvão - 26 x 21 cm - canto inferior direito - 1968 -
Papel manchado e moldura no estado.

Nascido e falecido no Rio de Janeiro. Pintor de orientação conservadora, ainda assim logrou impor-se à consideração de críticos como Quirino Campofiorito, o qual lhe louvou a liberdade cromática e a sensibilidade vibrante. São especialmente apreciadas as suas marinhas, feitas com agilidade de execução e com energia. Expositor do Salão Nacional de Belas Artes desde 1947, nele recebeu em 1962 o prêmio de viagem ao estrangeiro. MEC vol.1, pág.387; ITAÚ CULTURAL;.



023 - JESUALDO (1940)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - acrílico sobre madeira - 58 x 40 cm - canto inferior direito e dorso -

Pintor, desenhista, ilustrador, cenógrafo, professor de artes e escritor, Jesualdo Antonio Gelain nasceu em Três de Maio, RS. Assina Jesualdo. Teve aulas com Colete Pujol; foi monitor na 9º Bienal de Arte de São Paulo (1967, 1968); executou vários cenários para teatro, inclusive, 3 cenários para o Colégio Clareteano de Esteio, RS; trabalhou como cenógrafo de televisão na Abril-Vídeo e na confecção de abertura de programas como a do “BAR AVENIDA” com um painel de 7 metros. É autor de 7 livros infantis e dois atlas - Atlas Escolar Geográfico e Atlas do Corpo Humano, todos já publicados. Também é autor da peça de teatro “A Ponte dos Mendigos”. Foi ilustrador por mais de 20 anos na Editora Abril onde ilustrou para quase todas as revistas como Quatro-Rodas, Veja, Cláudia. Realizou exposição individual na ACM, SP (1980 e 1982). Participou de diversas exposições coletivas em: Canoas, RS (1969); Aparecida do Norte, SP (1962 - Menção Honrosa); São Carlos, SP (1964); 1º Salão de Arte Universitária na PUC, SP; exposição no SESC da Consolação, SP (1975) onde foi filmado pelo Canal 100 e exibido em todos os cinemas brasileiros antes dos filmes. Foi premiado em 1º lugar na exposição da Faculdade de Belas Artes em São Paulo (1966).



024 - DENISE KOVALSKI (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 89/100 - 60 x 40 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Pintora e gravadora com diversas participações em mostras e Salões oficiais. JULIO LOUSADA VOL. 6 PÁG. 559.



025 - IRINEIDE KLOCKNER (1961)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - acrílico sobre tela - 80 x 110 cm - canto inferior direito e dorso - 2021 -

Pintora nascida em Maringá, PR, Iniciou sua carreira artística em 1983. Desde 2000, dedica-se exclusivamente à pintura em tela, tendo durante estes anos aprimorado sua arte em diversas técnicas, através da convivência com artistas de diferentes estilos. Nos últimos anos tem buscado inspiração em grandes nomes do Abstracionismo, como Jackson Pollock e Jonas Gerard, e desenvolveu seu próprio estilo. Em sua arte, expressa a beleza da vida, em todos seus pormenores e complexidades, na união dos traços aparentemente desconexos se criam momentos únicos. Durante sua carreira, participou de exposições ao longo de toda a região Sul, tendo assinado mais de 2000 obras de arte, que hoje embelezam residências e ambientes corporativos em todo o Brasil. http://www.klockner-art.com; www.artprice.com.



026 - DECIO ROSOLEN (1971)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 45/60 - 49 x 49 cm - canto inferior esquerdo - 2004 -

Pintor e editor autodidata nascido em São Paulo, descendente de italianos. Seu contato com a arte surge a partir dos 13 anos por meio de um tio materno que trabalhava com importação e comercialização de gravuras de artistas como Joan Miró, Joseph Pierre Redouté e com as editoras Glatt e Documenta (década de 80). Iniciou seu trabalho como editor de arte na Arteprints (início dos anos 90). Suas produções estão expostas em diversas cidades brasileiras. www.arteprints.com.br.



027 - MAURICIO NOGUEIRA LIMA (1930 - 1999)
Lance Livre - ENCERRADO

Composições - guache - cada 26 x 17 cm - canto inferior direito - 1965 -
Trabalho composto de duas obras montadas em uma única moldura, assinadas individualmente. No estado (papel manchado).

Pintor, arquiteto, desenhista, artista gráfico e professor natural do Recife, PE; faleceu em Campinas, SP. Frequentou o Instituto de Belas Artes de Porto Alegre, o MAM-SP e diplomou-se em arquitetura pela Faculdade Mackenzie-SP. Trabalhou no campo de comunicação visual sendo um dos responsáveis pela renovação da Arte-Cartaz Paulista (1951). Em 1953 passou a fazer parte do Grupo Ruptura, a convite de Waldemar Cordeiro. Participou de várias edições do Salão Paulista de Arte Moderna, onde obteve, dentre outros, o 1º Prêmio em Cartaz (1951 e 1957); das Bienais de 1955 a 1967; da Exposição Nacional de Arte Concreta; da mostra Panorama da Arte Atual Brasileira; da mostra Tendências Construtivas e de outras exposições em: Buenos Aires, Rosário, Santiago, Lima, Roma, Londres, Paris (Salão de Outono) e Zurique (exposição de Arte Concreta –'Konkrete Kunst', organizada por Max Bill). Recebeu o convite (1954) para representar o Brasil na 27ª Bienal de Veneza, no entanto, recusou se apresentar por terem negado a participação de outros membros do Grupo Ruptura. Em São Paulo pintou murais no Largo São Bento, no Edifício Estação Ciência, nas estações São Bento e Santana do Metrô, na Praça Roosevelt, na fachada do MAC/USP e fez uma pintura lateral no Elevado Costa e Silva (popularmente conhecido como Minhocão). Em 1958, foi responsável pela criação da logomarca e programação visual da 1ª Feira Internacional da Indústria Têxtil - Fenit, em São Paulo e, em 1960, realizou as primeiras grandes instalações ambientais para indústrias automobilísticas no Salão do Automóvel. MEC VOL. 2, PÁG. 481; PONTUAL PÁG. 314; ITAU CULTURAL; JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 678; www.pinturabrasileira.com; www.mac.usp.br; www.pinacoteca.org.br; www.artprice.com.



028 - TAPETE ORIENTAL,
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Ponto de nó, feito a mão, de lã, Afghan, medindo 0,6 x 0,46 m = 0,28 m².



029 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
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Flores - serigrafia - 46/50 - 40 x 41 cm - não assinado -
Tiragem póstuma editada pelo Estúdio Aldemir Martins.

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



030 - INOS CORRADIN (1929)
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"Gato com peixe" - escultura em terracota patinada - 30 x 36 x 22 cm - assinado -
Com Certificado de Autenticidade firmado pelo Autor.

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



031 - FUKUDA (1943 - 2021)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 122/199 - 65 x 87 cm - canto inferior direito - 2004 -

Pintor, gravador e escultor, Roberto Kenji Fukuda nasceu em Indiana, SP e faleceu em Curitiba PR. Iniciou-se na pintura com orientação de seu pai, o pintor Tamotsu Fukuda, um dos imigrantes japoneses pioneiros no Brasil. Como escultor foi o responsável pela criação do monumento comemorativo aos Jogos Pan-Americanos, do Rio de Janeiro (2007). Realizou exposições individuais em: Lins, SP (1963); Rio de Janeiro (1988, 1989); São Paulo (1988,1991); Curitiba, PR (1989); Brasília, DF (1989); Belo Horizonte, MG (1991). Participou de várias mostras coletivas pelo Brasil, Alemanha, França e Estados Unidos. JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 120; ITAÚ CULTURAL; Acervo FIEO; www.galeriamaradolzan.com.br.



032 - ANTONIO ARENA (1917)
Lance Livre - ENCERRADO

Natureza morta - óleo sobre tela - 50 x 70 cm - canto inferior direito -

Pintor, expôs no SPBA, conquistando a Medalha de Bronze com seus trabalhos Cabeça de Negro e Flores. Apresentou a obra Marinha no XX Salão da Associação Paulista de Belas Artes. JULIO LOUZADA, vol. 3 pag. 67



033 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XX
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"Capoeira da Bahia" - óleo sobre tela - 47 x 35 cm - canto inferior esquerdo não identificado - 1973 - Bahia -
Com as seguintes inscrições no dorso: "Atelier Rosário dos Pretos - Largo do Pelourinho - Bahia - Brasil - Irineu Salvador". No estado (limpeza necessária).



034 - DJANIRA DA MOTTA E SILVA (1914 - 1979)
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N.Sra. com o menino - gravura aquarelada - 50/100 - 37 x 26 cm - canto inferior direito -
No estado (papel manchado).

Pintora, desenhista, ilustradora, cartazista, cenógrafa e gravadora. Djanira da Motta e Silva nasceu em Avaré, SP e faleceu no Rio de Janeiro, RJ. No final da década de 1930, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde teve suas primeiras instruções de desenho no Liceu de Artes Ofícios e com o pintor Emeric Marcier, hóspede da pensão que Djanira instalou no bairro de Santa Teresa. Os contatos com os artistas Carlos Scliar, Milton Dacosta , Arpad Szenes , Vieira da Silva e Jean-Pierre Chabloz , frequentadores de sua pensão, proporcionaram um ambiente estimulador que a levou a expor no 48º Salão Nacional de Belas Artes, em 1942. No ano seguinte, realizou sua primeira mostra individual, na Associação Brasileira de Imprensa - ABI. Em 1945, viajou para Nova York. De volta ao Brasil, realizou o mural ‘Candomblé’ para a residência do escritor Jorge Amado, em Salvador, e painel para o Liceu Municipal de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Entre 1953 e 1954, viajou a estudo para a União Soviética. De volta ao Rio de Janeiro, tornou-se uma das líderes do movimento pelo Salão Preto e Branco, um protesto de artistas contra os altos preços do material para pintura. Realizou em 1963, o painel de azulejos ‘Santa Bárbara’, para a capela do túnel Santa Bárbara, Laranjeiras, Rio de Janeiro. No ano de 1966, a editora Cultrix publicou um álbum com poemas e serigrafias de sua autoria. Realizou muitas exposições individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil, EUA e Europa. Foi premiada no Rio de Janeiro (1943, 1944, 1949, 1950 a 1953, 1955, 1963) e em São Paulo (1951, 1955). Participou da 1ª e da 2ª Bienal Internacional de São Paulo (1951, 1955). Em 1977, o Museu Nacional de Belas Artes - MNBA, realizou uma grande retrospectiva de sua obra. ITAU CULTURAL; JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG. 336; PONTUAL, PÁG. 181; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 164; MEC, VOL. 2, PÁG 58; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG, 263; WALTER ZANINI, PÁG. 810; ARTE NO BRASIL, PÁG. 824; ACERVO FIEO.



035 - GIUSEPPE PERISSINOTTO (1881 - 1965)
Lance Livre - ENCERRADO

Natureza morta - óleo sobre tela - 60 x 70 cm - canto inferior esquerdo -

Pintor, desenhista e professor nascido em Musile - Veneza, Itália e falecido em São Paulo. Veio para o Brasil ainda criança. Viveu a infância na cidade de Brotas, São Paulo onde ajudou o pai no trabalho de construtor e nas horas vagas dedicou-se a cópias de estampas. Na Itália, entre 1899 e 1906, estudou no Instituto de Belas Artes de Veneza e, em seguida, na Academia de Belas Artes de Florença e foi aluno de Giovanni Fattori e De Karolis. Retornou a São Paulo em 1906. Foi professor do Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. Em 1919, abriu uma Escola de Desenho e Pintura. Em 1928, decorou o teto do Cine-Teatro Oberdan, em São Paulo. Realizou exposições individuais em São Paulo em 1922, 1929, 1934, 1936,1939, 1940, entre outras no Rio Grande do Sul: Porto Alegre, Pelotas e Rio Grande. Participou de mostras coletivas e oficiais como: Exposição Brasileira de Belas Artes, SP (1911, 1913); Exposição Geral de Belas Artes, SP (1922); Exposição Geral de Belas Artes, RJ (1925 – Prêmio, 1927); Salão Paulista de Belas Artes, SP (1934, 1935 - Prêmio, 1942 - Prêmio, 1943, 1948, 1951, 1954). PONTUAL PÁG. 421; MEC VOL. 3, PÁG. 390; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 755; ITAU CULTURAL, ACERVO FIEO, RUTH TARASANTCHI; www.brasilartesenciclopedias.com.br; www.artprice.com.



036 - INOS CORRADIN (1929)
Lance Livre - ENCERRADO

Figura - serigrafia - 78/100 - 49 x 34 cm - canto inferior direito -
Paspatour no estado.

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



037 - CAMILO MICHALKA (1921 - 2012)
Lance Livre - ENCERRADO

Queda d'água - óleo sobre placa - 25 x 16 cm - canto inferior direito -

Pintor e arquiteto nascido em Viena, Áustria. Assina C. Michalka. Veio para o Brasil em 1931. Submeteu, em 1940, um trabalho seu ao Salão Nacional de Belas Artes, RJ, o qual conquistou uma Menção Honrosa. Na mesma ocasião recebeu outras Menções Honrosas pelos Salões Paulista e do Rio Grande do Sul, além de Prêmio Aquisição Euclides da Cunha, dividido com Manoel Santiago, no Salão Fluminense de Belas Artes, RJ; Medalha de Bronze no Salão Nacional de Belas Artes, RJ (1957); Medalha de Prata no Salão dos Artistas Brasileiros (1960), entre outros. Formou-se arquiteto em 1947. Realizou exposições individuais no Rio de Janeiro em 1983, 1986 e 1987, após se aposentar como arquiteto e radicar-se em Teresópolis, RJ. ITAU CULTURAL; JÚLIO LOUZADA VOL.3, PÁG. 736, VOL. 12, PÁG. 275; therezopolisassim.blogspot.com.br.



038 - ANTONIO PESSOA (1943)
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Figuras - múltiplo em bronze - assinados -
Lote composto por duas obras, medidas: 10 x 05 x 04 cm e 08 x 04 x 06 cm.

Escultor, assina Tonny. Radicado no Rio de Janeiro detentor de bom curriculo nacional e internacional com inumeras participações em Salões Oficiais,varias vezes premiado. Ótimo mercado.



039 - ENRICO BIANCO (1918 - 2013)
Lance Livre - ENCERRADO

Entrevero - gravura - Prova - 21 x 15 cm - canto inferior direito - 1949 -
Ilustração para o livro "O caçador de esmeraldas de Olavo Bilac".

Pintor, desenhista, gravador e ilustrador nascido em Roma, Itália e falecido no Rio de Janeiro. Filho da pianista Maria Bianco-Lanzi e de Francesco Bianco, escritor e correspondente internacional do "Jornal do Brasil". Na década de 1930, em Roma, iniciou seus estudos com Maud Latou, Deoclécio Redig de Campos - que chegou a diretor do Museu do Vaticano, Dante Ricci - outrora professor da família real. Sua primeira exposição individual se deu em Roma (1936). Logo depois de sua chegada ao Brasil, Rio de Janeiro (entre 1935 e 1937) estudou com Portinari no Instituto de Arte da Universidade do Distrito Federal e, no ano seguinte, foi seu assistente em diversas obras, destacando-se os murais do MEC, os painéis do Banco da Bahia, o edifício da ONU, entre outros. Ilustrou edição especial de Caçada de Esmeraldas, de Olavo Bilac e o álbum de gravação do poema sinfônico Anhanguera, de Hekel Tavares, em 1951. Realizou muitas exposições individuais e participou de várias mostras coletivas e Salões oficiais inclusive da Bienal de São Paulo (1951), da Bienal do México (1960). Exposições retrospectivas de suas obras foram realizadas, em 1982, no Museu Nacional de Belas Artes - RJ e no Museu de Arte de São Paulo - SP. THEODORO BRAGA, PÁG. 54; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁGS. 99; MEC, VOL. 1, PÁG. 242; PONTUAL, PÁG. 76; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 594; ACERVO FIEO; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG.124; VOL. 2, PÁG. 132; www.pinturabrasileira.com; www.artprice.com; www.galeriandre.com.br.



040 - VÉIO (1948)
Lance Livre - ENCERRADO

Figura - escultura em madeira - 22 x 08 x 05 cm - assinado -

Escultor, Cícero Alves dos Santos nasceu em Nossa Senhora da Glória, SE. Começou a brincar com formas aos seis anos. Construía a partir da sua imaginação utilizando cera de abelha. Ganhou o apelido ainda criança, por estar sempre na companhia de pessoas mais velhas, a quem dava atenção e ouvia suas histórias. Preocupado em conservá-las, criou em seu sítio, em Feira Nova, SE – o Museu do Sertão. Realizou exposições individuais em: Natal, RN (1986); Belo Horizonte, MG (1991); Aracaju, SE (1999, 2003); Rio de janeiro (2006, 2017); Diadema, SP (2010); Veneza, Itália (2015); Londres, Inglaterra (2016); São Paulo (2010, 2014, 2015, 2017, 2018). Participou de diversas mostras coletivas. ITAU CULTURAL; www.galeriaestacao.com.br/artista/7; cultura.estadao.com.br/noticias/artes,veio-traz-demonios-do-sertao-para-exposicao-em-sao-paulo,70002225464.



041 - CÍCERO DIAS (1908 - 2003)
Lance Livre - ENCERRADO

Moças - serigrafia - 118/200 - 64 x 51 cm - canto inferior esquerdo -

Pintor, gravador, desenhista, ilustrador, cenógrafo e professor - Cícero dos Santos Dias nasceu em Escada, PE e faleceu em Paris. Iniciou estudos de desenho em sua terra natal e mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se matriculou, em 1925, nos cursos de arquitetura e pintura da Escola Nacional de Belas Artes, mas não os concluiu. Entrou em contato com o grupo modernista e, em 1929, colaborou com a ‘Revista de Antropofagia’. Em 1931, no Salão Revolucionário, na Enba, expôs o polêmico painel, tanto por sua dimensão quanto pela temática: ‘Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife’. Ilustrou, em 1933, ‘Casa Grande & Senzala’, de Gilberto Freyre. Em 1937 foi preso no Recife quando da decretação do Estado Novo. A seguir, incentivado por Di Cavalcanti, viajou para Paris onde conheceu Georges Braque, Henri Matisse, Fernand Léger e Pablo Picasso, de quem se tornou amigo. Em 1942, foi preso pelos nazistas e enviado a Baden-Baden, na Alemanha. Entre 1943 e 1945, viveu em Lisboa como Adido Cultural da Embaixada do Brasil. Retornou a Paris onde integrou o grupo abstrato Espace. Em 1948, realizou o mural do edifício da Secretaria das Finanças do Estado de Pernambuco, considerado o primeiro trabalho abstrato do gênero na América Latina. Em 1965, foi homenageado com sala especial na Bienal Internacional de São Paulo. Inaugurou, em 1991, painel de 20 metros na Estação Brigadeiro do Metrô de São Paulo. No Rio de Janeiro, foi inaugurada a Sala Cícero Dias no Museu Nacional de Belas Artes - MNBA. Recebeu do governo francês a Ordem Nacional do Mérito da França, em 1998, aos 91 anos. MEC, VOL.2, PÁG.50; WALMIR AYALA, VOL.1, PÁG.252; TEIXEIRA LEITE, PÁGS. 157, PONTUAL, PÁGS. 174; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 564; ARTE NO BRASIL, PÁG. 715; LEONOR AMARANTE, PÁG. 146; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 334; ACERVO FIEO; web.artprice.com.



042 - CLAUDIO KUPERMAN (1943)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre tela - 27 x 46 cm - canto inferior direito - 63/74 -
Pintura craquelada e moldura no estado.

Pintor, desenhista, escultor, gravador e professor nascido em São Paulo. Estudou gravura em metal e litografia com Marcelo Grassmann, Mário Gruber, Darel e Eduardo Sued na FAAP (1960); pintura e desenho com Joan Ponç no ateliê L'Espai, em São Paulo (1962). Recebeu bolsa de estudos em artes plásticas do governo francês (1965). Mudou-se para a Holanda (1969) e fez estágio no "Stedelijk Museum", em Amsterdã, realizando duas grandes esculturas que participaram de exposições no próprio museu e, posteriormente, em Paris. Passou a residir em Milão (1970) e, no ano seguinte, retornou ao Brasil, residindo em Angra dos Reis, Petrópolis e no Rio de Janeiro (1975). Realizou "A Grande Tela" (1984), obra em parceria de Luiz Aquila e John Nicholson, exposta no Centro Cultural Cândido Mendes - Rio de Janeiro. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1964, 1965, 1968, 1981, 1982, 1986); Rio de Janeiro (1979, 1982, 1986) e participou de diversas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Foi premiado em Paris (1965) e no Salão do Paraná (1980). Foi lançado o livro "Claudio Kuperman", com texto de Frederico Morais, pela Editora Salamandra (1997). MEC VOL. 2, PÁG. 430; PONTUAL PÁG. 295; JULIO LOUZADA VOL. 2, PÁG. 553; VOL. 4, PÁG. 582; ITAU CULTURAL; www.artprice.com.



043 - PAVEL KUDIS (1921)
Lance Livre - ENCERRADO

Figura oriental - técnica mista sobre papel - 40 x 30 cm - canto inferior direito -
No estado (papel manchado). (Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Natural de Celje, Iuguslávia, onde nasceu em 15/1/1921. Pintor, desenhista e arquiteto, assina suas obras como KUDIS na frente e, desde 1980, PAVELKUDIS, cursivamente, no dorso. JULIO LOUZADA, vol.3, pág.578.



044 - FLAVIO IMPERIO (1935 - 1985)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - xilogravura - 78/100 - 31 x 54 cm - canto inferior direito - 1985 -
No estado (papel manchado).

Pintor, desenhista, arquiteto, cenógrafo e professor, nasceu e faleceu em São Paulo-Capital. Cursou desenho na Escola de Artesanato do MAM-SP, entre 1956 e 1958. Em 1961 forma-se em arquitetura pela FAU da USP. No ano seguinte integra o Grupo do Teatro Oficina, realizando cenografias, figurinos, direção e roteiros teatrais. De 1962 a 1966, é professor responsável pelo Curso de Cenografia da Escola de Arte Dramática da Universidade São Paulo e de 1962 a 1977 integra o grupo docente de comunicação visual do Departamento de Projeto da FAU/USP. Ministra curso para formação de professores de desenho na FAAP, de 1964 a 1967. Em 1966, realiza a primeira exposição individual, na Galeria Goeldi, no Rio de Janeiro. Executa cenografia e figurinos para shows de Maria Bethânia e para o show Doces Bárbaros, com Gilberto Gil, Gal Costa, Maria Bethânia e Caetano Veloso em 1976. Integra o corpo docente do curso de arquitetura e urbanismo na Faculdade de Belas Artes de São Paulo, de 1981 a 1985. Também nesse ano realiza cenografias para desfiles de moda em São Paulo. Desenvolve cenários e figurinos para diversas peças, entre elas Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto; Arena Contra Zumbi, de Guarnieri e Boal; Roda Viva, de Chico Buarque de Holanda; Ópera dos Três Vinténs, de Brecht, e A Falecida, de Nelson Rodrigues. Recebe os prêmios Governador do Estado, Saci, Molière, Associação Paulista de Críticos de Arte, entre outros. Após sua morte é fundada a Sociedade Cultural Flávio Império e publicado o livro Flávio Império, organizado por Renina Katz e Amélia Hamburger. JULIO LOUZADA, vol. 1 pág. 480; ITAU CULTURAL.



045 - IGNÁCIO DA NEGA (1945)
Lance Livre - ENCERRADO

"Festa do chopp" - óleo sobre tela - 55 x 70 cm - canto inferior direito - 1984 -
Ex-coleção Antônio Maluf - Galeria Seta - São Paulo

Pintor, Inácio Ramos da Silva (o "g" incluído no nome é para dar charme às telas) nasceu em Surubim, PE. Começou sua atividade artística ajudando a mãe a decorar andores de procissões e a fazer flores de papel. Aos 20 anos, mudou-se para São Paulo onde desempenhou várias atividades. Nas horas vagas, fazia desenhos a lápis, mas sem ainda pensar em viver de pintar. Voltou para Pernambuco (1970), estudou na Escola de Belas Artes de Recife e recebeu orientações de Alaerte Baudim. De volta a São Paulo (meados de 1970) orientou-se com M. Boy e Iracema Arditi. Foi convidado (1980) a realizar uma exposição no Museu do Sol, em Penápolis - SP e passou a assinar os quadros como Ignácio da Nega - homenagem à mãe, falecida em 1979 e conhecida como Nega em seu ofício de decoradora e costureira. Realizou exposições individuais em: Olinda, PE (1973); Penápolis, SP (1980). Participou de mostras coletivas e oficiais, destacando-se: Bienal Naïfs do Brasil, Piracicaba – SP (1996); POP Brasil: a arte popular e o popular na arte, CCBB – SP (2002); Arte Naïf, Galeria Jacques Ardies – SP (2004, 2005). JULIO LOUZADA, VOL. 2, PÁG. 511; VOL. 5, PÁG. 495; ACERVO FIEO; ITAU CULTURAL; artenaifrio.blogspot.com/2012/02/ignacio-da-nega.html.



046 - HANSEN BAHIA (1915 - 1978)
Lance Livre - ENCERRADO

Cena urbana - xilogravura - 12 x 6,5 cm - canto inferior direito -

Gravador, escultor, pintor, ilustrador, poeta, escritor, cineasta e professor, Karl Heinz Hansen nasceu em Hamburgo, Alemanha e faleceu em São Paulo. Serviu como soldado (entre 1936 e 1945) na Segunda Guerra Mundial e atuou como ilustrador de histórias infantis. Autodidata, realizou suas primeiras xilogravuras entre 1946 e 1948. Fixando-se sucessivamente na Itália, Suécia, Inglaterra, emigrou para o Brasil em 1950 residindo de início em São Paulo e a partir de 1955 em Salvador. Ilustrou a publicação 'Flor de São Miguel' (1957), com textos de Jorge Amado, Vinicius de Moraes e de sua autoria; 'Navio Negreiro' (1958), de Castro Alves. Em homenagem à Bahia passou a assinar seus trabalhos como Hansen-Bahia a partir de sua volta à terra natal em 1959. Lá permaneceu até 1963, enquanto trabalhou no ateliê de gravura fundado por ele mesmo no castelo Tittmoning. Viveu na Etiópia (entre 1963 e 1966) onde ajudou a estabelecer a Escola de Belas Artes na cidade de Addis Abeba. Retornou a Salvador e naturalizou-se. Tornou-se professor de artes gráficas da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (1967). Dois anos antes de sua morte, doou em testamento sua produção artística para a cidade de Cachoeira, Bahia, onde foi criada a Fundação Hansen Bahia que recebeu seu acervo artístico de xilogravuras, matrizes, livros, pinturas, prensas e ferramentas de trabalho. Realizou exposições individuais no: Museu de Arte de São Paulo (1950, 1953, 1966); Museu Nacional de Belas Artes, RJ (1952); Museu de Arte Moderna de São Paulo (1954, 1956); Buenos Aires, Argentina (1954, 1955, 1958), entre outras. Participou de muitas mostras coletivas e oficiais como: Bienal Internacional de São Paulo (1951, 1961); Salão Nacional de Arte Moderna (1954, 1955). PONTUAL PÁG. 260; MEC VOL. 1, PÁG. 157; JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG. 81; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 720; ARTE NO BRASIL, PÁG. 842; ACERVO FIEO, PÁG. 251; www.hansenbahia.com.br; www.artprice.com.



047 - RAMON CÁCERES (1944)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 24/45 - 40 x 40 cm - canto inferior direito -

Natural de Quilindy, Paraguai, fixou residência em São Paulo no ano de 1970, tornando-se discípulo da restauradora internacional Luciana Battioli, que o elogia pela técnica perfeita, sensibilidade aguda de exímio colorista. Tem como proposta estética o purismo da forma equilibrado notavelmente com um cromatismo muito particular e ritmado.Tem obras no MASP, no México e em coleções particulares no Brasil e no Paraguai. JULIO LOUZADA vol.2, pág. 191; ITAÚ CULTURAL, Acervo FIEO.



048 - CLAUDIO GONÇALVES (1958)
Lance Livre - ENCERRADO

"Boemio da noite" - óleo sobre tela - 50 x 60 cm - canto inferior direito e dorso - 2021 -

Desenhista, pintor e professor nascido em Ourinhos, SP. Teve aulas de desenho no Ateliê Leandro Frediani em Amparo, SP (1966). Em 1968 mudou-se para São Paulo. Frequentou a Escola Panamericana de Artes (1978) onde teve aulas com Paulo Nesadal (1980); aulas de desenho com Círton Genaro (1981) e aulas de gravura com Romildo Paiva (1987) no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. Estudou também no ateliê de Manoel M. Menacho (1989 a 1999). Realizou exposições individuais em São Paulo (1997, 2001, 2004, 2007, 2008, 2010) e participou de mostras e Salões oficiais em: Marília, SP (1983); Santo André, SP (1985); Presidente Prudente, SP (1988); São João da Boa Vista, SP (1998); São Paulo (2001, 2003, 2012); Santa Bárbara D’Oeste, SP (2008); Guarulhos, SP (2013); Atibaia, SP (2014). Foi premiado em: Marília, SP (1983); Santo André, SP (1985); Prêmio Paleta Internacional Brasil/Extremo Oriente (1986); Arceburgo, MG (2012, 2013). ITAU CULTURAL; www.claudiogoncalves.com.



049 - EVANDRO CARLOS JARDIM (1935)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - gravura - P.A. - 18 x 20 cm - canto inferior direito - Maio 1972 -

Gravador, desenhista, pintor e professor, Evandro Carlos Frascá Poyares Jardim nasceu em São Paulo, SP. Ingressou na Escola de Belas Artes de São Paulo (1953), onde estudou pintura com Theodoro Braga, Antonio Paim Vieira e Joaquim da Rocha Ferreira, além de modelagem e escultura com Vicente Larocca. Estudou gravura em metal com Francesc Domingo Segura (entre 1956 e 1957). Especializou-se em gravura em metal. Paralelamente à carreira artística, desenvolveu intensa atividade docente em várias instituições, como a Escola de Belas Artes, a FAAP e a Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Sua primeira exposição individual foi no MASP (1973). Tem participado de inúmeras mostras coletivas e Salões oficiais como: Bienal de Quito, Equador (1968); Bienal Latinoamericana de Gravura, Porto Rico (1972, 1974); Bienal Internacional de São Paulo (1967, 1969, 1975, 1979); Bienal de Veneza, Itália (1976); Trienal de Gravura, Buenos Aires, Argentina (1979); Internacional de Gravura, Tóquio – Japão (1982); I Bienal de Grabado Iberoamericano, Uruguai (1983); entre outros. Vencedor de prêmios como: o de Melhor Gravador do ano (1974 e 1992), pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), de melhor exposição individual (2005), Prêmio Governador do Estado na XIII Bienal Internacional de São Paulo (1975); Prêmio Nilo Previdi na I Mostra Anual de Gravura de Curitiba, PR (1978); Prêmio Bravo! Prime de Cultura e Prêmio Canson de Artes Plásticas (1989). PONTUAL PÁG. 277; MEC VOL. 2, PÁG. 372; TEIXEIRA LEITE PÁG. 264; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 492; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 764; ARTE NO BRASIL PÁG. 966; LEONOR AMARANTE PÁG. 240. ACERVO FIEO; www.sescsp.org.br; www.brasilartesenciclopedias.com.br; www.artprice.com.



050 - SERGIO VIDAL (1945)
Lance Livre - ENCERRADO

"Mãe faz..." - óleo sobre tela - 40 x 60 cm - canto inferior direito e dorso - 2021 -

Pintor, gravador, escultor e músico, nascido na cidade do Rio de Janeiro-RJ. O consagrado crítico de arte, Quirino Campofiorito, assim escreveu sobre o autor: " ... Vidal encontra sua temática na convivência popular, e a traduz (gente e ambiente) com a eloquência poética de quem realmente sente o assunto e sabe dar-lhe proporção justa". Vidal realizou exposição individual e coletivas, com sucesso de crítica e de público. JULIO LOUZADA, vol. 1, pág. 1033. Acervo FIEO.



051 - EDUARDO SUED (1925)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - P.A. - 60 x 77 cm - canto inferior direito - 2010 -

Pintor, desenhista, gravador, ilustrador, vitralista e professor. Graduou-se na Escola Nacional de Engenharia do Rio de Janeiro (1948). No ano seguinte estudou desenho e pintura com Henrique Boese. Trabalhou como desenhista no escritório de Oscar Niemeyer (entre 1950 e 1951). Viajou para Paris (1951) onde frequentou as academias “La Grande Chaumière” e “Julian”. Retornou ao Rio de Janeiro (1953) e frequentou o ateliê de Iberê Camargo para estudar gravura em metal, tornando-se mais tarde, seu assistente. Lecionou desenho e pintura na Escolinha de Arte do Brasil (1956) e transferiu-se para São Paulo (1957) onde ministrou aulas de desenho, pintura e gravura, na FAAP (1958 a 1963). Voltou a morar no Rio de Janeiro (1964) e publicou o álbum de águas-fortes “25 Gravuras”. Ministrou aulas de gravura em metal no MAM, RJ (entre 1974 e 1980). Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1968, 1970, 1974, 1982, 1983,1986,1987, 1990, 1992, 1994, 1997 a 2000, 2004, 2005, 2010, 2013 a 2017); São Paulo (1984, 1989, 1993, 1999, 2003, 2005, 2010, 2016); Curitiba, PR (1995); Belo Horizonte, MG (2010, 2013); Brasília, DF (2019). Também foram muitas as participações em mostras coletivas e oficiais, destacando-se: Bienal Internacional de Gravura, Cracóvia – Polônia (1970); Bienal Internacional de São Paulo (1981, 1987, 1989); Bienal de Veneza (1984); Bienal do Merco Sul (2005). ARTE NO BRASIL PÁG. 814; JULIO LOUZADA VOL. 2, PÁG. 975; www.sued.art.br; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



052 - WALTER LIMA (1934)
Lance Livre - ENCERRADO

Meninas no jardim - óleo sobre tela - 22 x 16 cm - canto inferior direito -
No estado (limpeza necessária).

Pintor e desenhista com diversas participações em mostras e Salões oficiais como: Salão do Mar, RJ (1958); Salão Nacional de Belas Artes, RJ (1971) onde recebeu Menção Honrosa. JULIO LOUZADA VOL. 6, PÁG. 597.



053 - JOSÉ SABÓIA (1949)
Lance Livre - ENCERRADO

Colhedores de mangas - óleo sobre tela - 40 x 50 cm - canto inferior direito -
Paspatour no estado.

Pintor, José Sabóia do Nascimento nasceu em Almadina-BA. Artista autodidata foi para o Rio de Janeiro em 1967 e começou a pintar no ano seguinte, passando a expor seus trabalhos na feira hippie de Ipanema. Fez sua primeira exposição individual em Fortaleza, CE (1970). Entre as exposições de que participou, destacam-se: I e III Salão Nacional de Artes Plásticas do Ceará, Fortaleza, (1969, 1971 - Prêmio Aquisição); Dez Pintores no Rio de Janeiro, no MNBA, RJ (1983); ‘Brésil Naifs’, Paris (1986); ‘Salon d'Art Naif’- Marseilha, França (1987); ‘Pintura, Presença e Povo na Arte Brasileira’ no Museu da Casa Brasileira - São Paulo (1990); ‘Visões do Rio’ no MAM, RJ (1996). No exterior expôs individualmente em São Francisco, EUA e Munique, Alemanha, além de participar de coletivas em vários países e, principalmente na França, com exposições organizadas pela Galeria Jacqueline Bricard e uma presença cativa na ‘Galerie Naïfs du Monde Entier’ em Paris. José Sabóia participou do Concurso Internacional de Morges, quando seu quadro foi eleito pelo público, a melhor obra de 60 participantes de 22 países, premiação que originou o convite da Galeria Kasper para realizar uma exposição individual em 1997. JULIO LOUZADA vol. 11, pág. 278; ARTE NAIF NO BRASIL, pág. 228; ITAÚ CULTURAL, Acervo FIEO; www.artprice.com; www.nautilus.com.br; www.ardies.com.



054 - FANG (1931 - 2012)
Lance Livre - ENCERRADO

Cavalos - serigrafia - P.I. 3/5 - 17 x 49 cm - canto inferior direito -

Pintor, desenhista, gravador e professor, Chien Kong Fang, ou simplesmente Fang, nasceu na cidade de Tung Cheng, China e faleceu em São Paulo. Estudou sumiê e aquarela na China em 1945. Veio morar em São Paulo com a família em 1951, naturalizando-se brasileiro em 1971. Entre 1954 e 1956, estudou pintura com Yoshiya Takaoka em São Paulo. Viajou, em 1977, para a América do Norte, Europa e Ásia, onde desenvolveu o seu trabalho de pintura. Em 1981, foi realizado o curta metragem biográfico ‘O Caminho de Fang’, em São Paulo. Visitou a China, convidado pelo governo chinês, em 1985. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1959, 1961, 1962, 1978, 1981, 1993, 2005); Salvador, BA (1962); Rio de Janeiro (1978, 1986); Schleswing, Alemanha (1985); Lugana, EUA (1990); Americana, SP (1994); Formosa, Taiwan (1994). Foi premiado no Rio de Janeiro (1957) e em São Paulo (1960 a 1962, 1967 a 1969, 1978, 1979, 1991). Participou do Panorama da Arte Atual Brasileira - MAM, SP (1978). MEC, VOL. 2, PÁG. 124; JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 366; VOL. 6, PÁG. 378; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 189; PONTUAL, PÁG. 201; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; www.fang.com.br; www.artprice.com.



055 - TAKASHI FUKUSHIMA (1950)
Lance Livre - ENCERRADO

"Metróple" - óleo sobre tela - 40 x 50 cm - canto inferior direito - 1987 -
Com certificado da Galeria Paulista, São Paulo - SP.

Filho do pintor Tikashi Fukushima, nasceu em São Paulo, Capital. Estuda com Luiz Paulo Baravelli em 1970 e, no mesmo ano, ingressa na FAU-SP. Paralelamente aos estudos universitários, expõe nas Bienais Internacionais de São Paulo em 1973 e 1975, obtendo, nesta última, prêmio aquisição. Em 1990 estuda na Universidade Nacional de Artes e Música de Tóquio, Japão, com bolsa concedida pela Fundação Japão. No mesmo ano, recebe o prêmio de excelência na 1ª Bienal Brasileira de Design, em Curitiba. Desde 1992 leciona desenho no curso de arquitetura e urbanismo da Faculdade de Belas Artes de São Paulo. JULIO LOUZADA, vol. 13 pág. 141; ITAÚ CULTURAL; LEONOR AMARANTE, pág. 231, Acervo FIEO.



056 - MARIO MAREL AGOSTINELLI (1915 - 2000)
Lance Livre - ENCERRADO

Figura - técnica mista sobre papel - 48 x 29 cm - canto inferior direito - 1993 -
No estado (papel manchado).

Nasceu em Arequipa, Peru. Pintor e escultor. Ativo no Rio de Janeiro, cidade onde se radicou. Estudou na Escola Nacional de Belas Artes de Lima, Peru, com Daniel Hernandes. Fez cursos de aperfeiçoamento na Argentina, França, Itália e Brasil. Expôs individualmente em 1946 e 1966, na Galeria BoninoRJ e coletivamente a partir de 1943. Suas pinturas de cenas e tipos populares, revela virtuosismo de execução e vivacidade de colorido que assume aspecto suntuoso, particularidade acentuada pelo cronista Rubem Braga, na apresentação que fez do artista (1966). WALMIR AYALA, vol. 1, pág. 15; MEC, vol 1, pág. 38; PONTUAL, págs. 5 e 6; JULIO LOUZADA, vol. 10, pág. 31; ITAU CULTURAL.



057 - DOMENICO LAZZARINI (1920 - 1987)
Lance Livre - ENCERRADO

Colheita - óleo sobre tela - 15 x 24 cm - canto inferior direito -

Nasceu na cidade italiana de Viareggio, vindo a falecer na cidade do Rio de Janeiro. Em 1940, ainda na Itália, nas cidades de Lucca e Florença, realiza estudos com Rosai e Vedova. Já no Brasil, dá aulas de pintura na Escola de Belas Artes de Araraquara, São Paulo, em 1950. Em 1957, cria a Escola de Belas Artes de Ribeirão Preto e, em 1961, leciona no Museu de Arte do Rio de Janeiro. Em 1974, conquista o Prêmio Tetra d'Oro em Roma. Entre as exposições de que participa, destacam-se: Exposição de Lucca, Itália, 1946 a 1948; Bienal de Veneza, Itália, 1948; Jovens Pintores de Araraquara, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, 1954; Salão Nacional de Arte Moderna (Isenção de Júri, 1959 e Prêmio Aquisição, 1962), Rio de Janeiro, 1958 a 1962; Bienal Internacional de São Paulo, 1959 e 1961; Galeria de Arte da Folha, São Paulo, 1959 e 1960; Domenico Lazzarini, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 1963; 100 Obras Itaú, no Museu de Arte de São Paulo, 1985. BÉNÉZIT, vol. 6, pág. 499; JULIO LOUZADA vol. 11, pág. 179; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, pág. 697; ARTE NO BRASIL, pág. 964; Acervo FIEO.



058 - BETO (1971)
Lance Livre - ENCERRADO

Batismo - escultura em madeira - 35 x 18 x 10 cm - assinado -

Escultor cearense, Adalberto Soares da Silva começou a talhar suas primeiras esculturas na madeira (1985) e já era conhecido pelo apelido que mais tarde seria sua marca registrada: Beto. Cícero Isídio, seu irmão mais velho, era ligado à Associação de Artesãos do Padre Cícero e, sempre que podia, dava algumas peças para ele fazer, enquanto o ajudava a desenvolver suas habilidades de artesão até ser aceito no Centro de Cultura Mestre Noza, em Juazeiro do Norte – CE. http://caririrevista.com.br/em-cada-quintal-uma-oficina/.



059 - TARSILA DO AMARAL (1890 - 1973)
Lance Livre - ENCERRADO

Peregrinos - desenho a nanquim - 14 x 20 cm - canto inferior direito -

Pintora e desenhista, Tarsila do Amaral nasceu em Capivari, SP e faleceu em São Paulo. Estudou escultura com William Zadig e com Mantovani, em 1916, na capital paulista. No ano seguinte teve aulas de pintura e desenho com Pedro Alexandrino, onde conheceu Anita Malfatti. Ambas tiveram aulas com o pintor Georg Elpons. Em 1920 viajou para Paris e estudou na ‘Académie Julian’ e com Émile Renard. Ao retornar ao Brasil formou em 1922, em São Paulo, o Grupo dos Cinco, com Anita Malfatti, Mário de Andrade, Menotti del Picchia e Oswald de Andrade. Em 1923, novamente em Paris, frequentou o ateliê de André Lhote, Albert Gleizes e Fernand Léger. Foi a criadora de duas das principais tendências ou movimentos de nossa arte nacionalista: o Pau Brasil e o Antropofagia. A convite da Comissão do IV Centenário de São Paulo fez, em 1954, o painel ‘Procissão do Santíssimo’ e, em 1956, entregou ‘O Batizado de Macunaíma’, sobre a obra de Mário de Andrade, para a Livraria Martins Editora. A retrospectiva Tarsila: 50 Anos de Pintura, organizada pela crítica de arte Aracy Amaral e apresentada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo , em 1969, ajudou a consolidar a importância da artista. TEODORO BRAGA, PÁG. 220; REIS JR., PÁG.388; WALMIR AYALA, VOL. 2, PÁG. 365; MEC, VOL. 4, PÁG. 370; PONTUAL, PÁG. 511; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 492; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 389; ARTE NO BRASIL, PÁG. 577; LEONOR AMARANTE, PÁG. 24; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 958.



060 - ARNALDO FERRARI (1906 - 1974)
Lance Livre - ENCERRADO

"Construção" - óleo sobre tela - 24 x 35 cm - dorso - 1964 - São Paulo -
No estado (desprendimento de tinta).

Pintor, desenhista e professor, Arnaldo Ferrari nasceu e faleceu em São Paulo SP. Seguindo a profissão do pai, trabalhou como pintor decorador, realizando frisos decorativos para residências. Estudou artes decorativas no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, entre 1925 e 1935. Em 1934, dividiu um ateliê com amigos no edifício Santa Helena e, pela amizade com o pintor Mario Zanini, aproximou-se dos demais integrantes do Grupo Santa Helena. Frequentou também o curso livre de pintura e desenho na Escola Nacional de Belas Artes, entre 1936 e 1938, onde teve aulas de desenho e pintura com Enrico Vio. Entre 1950 e 1959, integrou o Grupo Guanabara, com Thomaz Ianelli, Tomie Ohtake, Tikashi Fukushima e Oswald de Andrade Filho, entre outros. Realizou diversas exposições individuais, participou de várias mostras e Salões oficiais e foi premiado em São Paulo (1958, 1959, 1961, 1963, 1966) e em Santo André (1971). Participou da 7ª à 11ª Bienal Internacional de São Paulo (1963, 1965, 1967, 1969, 1971). Foi apresentada retrospectiva de sua obra em 1975, no Paço das Artes, SP e catálogo com textos de Theon Spanudis, José Geraldo Vieira e Mário Schenberg, entre outros. ITAÚ CULTURAL; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 304; MEC, VOL. 2, PÁG. 149; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 191; PONTUAL, PÁG. 207; JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 378; WALTER ZANINI, PÁG.678, ACERVO FIEO.



061 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Vaso de flores - serigrafia - 117/120 - 40 x 49 cm - não assinado -
Tiragem póstuma editada pelo Estúdio Aldemir Martins.

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



062 - KILIM
Lance Livre - ENCERRADO


Medindo: 1,20 x 0,87 m = 1,04 m².



063 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XIX - XX
Lance Livre - ENCERRADO

Mãe e filhas - óleo sobre madeira - 21 x 27 cm - não assinado -
Moldura no estado.



064 - FUKUDA (1943 - 2021)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 16/50 - 43 x 38 cm - canto inferior direito - 2012 -
Com relevo seco de Papel Assinado - Brasil.

Pintor, gravador e escultor, Roberto Kenji Fukuda nasceu em Indiana, SP e faleceu em Curitiba PR. Iniciou-se na pintura com orientação de seu pai, o pintor Tamotsu Fukuda, um dos imigrantes japoneses pioneiros no Brasil. Como escultor foi o responsável pela criação do monumento comemorativo aos Jogos Pan-Americanos, do Rio de Janeiro (2007). Realizou exposições individuais em: Lins, SP (1963); Rio de Janeiro (1988, 1989); São Paulo (1988,1991); Curitiba, PR (1989); Brasília, DF (1989); Belo Horizonte, MG (1991). Participou de várias mostras coletivas pelo Brasil, Alemanha, França e Estados Unidos. JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 120; ITAÚ CULTURAL; Acervo FIEO; www.galeriamaradolzan.com.br.



065 - FULVIO PENNACCHI (1905 - 1992)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre placa - 13 x 13 cm - canto superior direito - 1979 -

Pintor, ceramista, desenhista, ilustrador, gravador, professor nascido na cidade de Villa Collemandina, Itália e falecido em São Paulo. Em 1924 foi para Lucca e iniciou sua formação artística no ‘Regio Istituto di Belle Arti’ onde teve aulas com o pintor Pio Semeghini. Mudou-se para São Paulo em 1929 e dedicou-se a diferentes atividades até 1933, quando passou a auxiliar Galileo Emendabili na execução de monumentos funerários. Em 1935, conheceu Francisco Rebolo, passou a frequentar seu ateliê e conviveu com os artistas do Grupo Santa Helena. Nessa mesma época integrou a Família Artística Paulista e iniciou a produção de painéis em afresco e óleo para residências, igrejas, hotéis e outras edificações, destacando-se os afrescos de grandes dimensões para a Igreja Nossa Senhora da Paz, no bairro do Glicério, executados entre 1941 e 1948. Em 1965, iniciou um período de recolhimento e manteve-se afastado das exposições e do circuito artístico. Em 1973, reabriu seu ateliê e recebeu diversas homenagens no Brasil e na Itália. Nesse mesmo ano conheceu a ceramista Eunice Pessoa e com ela desenvolveu um grande número de peças que foram expostas em 1975. Sem nunca ter abandonado as atividades artísticas, voltou a figurar em diversas mostras e continuou a produzir painéis em afresco. Em 1980, Pietro Maria Bardi publicou um livro sobre sua obra. Nove anos depois, foi lançado o livro ‘Ofício Pennacchi’, organizado por Valério Antonio Pennacchi, responsável também pela publicação, em 2002, do livro ‘Fulvio Pennacchi: Pintura Mural’. Importante retrospectiva da obra do artista foi realizada, em 1973, no MAM - São Paulo. TEODORO BRAGA, PÁG. 192; MEC, VOL, 3, PÁG. 365; WALMIR AYALA, VOL, 2, PÁG. 182; PONTUAL, PÁG. 416; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 584; ARTE NO BRASIL, PÁG. 784; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 740; ACERVO FIEO.



066 - INOS CORRADIN (1929)
Lance Livre - ENCERRADO

Malabarista - serigrafia - 81/100 - 60 x 60 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



067 - JAVIER ALVARO ASFADUROFF NIBBES (1954)
Lance Livre - ENCERRADO

"Hombre com gato" - óleo e encáustica sobre tela - 24 x 18 cm - canto superior esquerdo e dorso - 2020 - São Paulo -
(Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Pintor e desenhista uruguaio nascido em Montevidéu. Frequentou o Liceu Onze de Cerro Montevidéu (entre 1965 e 1967) onde foi aluno de Torres Garcia. A partir de 1994 passou a figurar em bienais e várias exposições coletivas. JULIO LOUZADA VOL. 10,PÁG. 637; asfaduroffnibbes.com; www.artprice.com.



068 - YASUICHI KOJIMA (1934)
Lance Livre - ENCERRADO

"Igreja de Moema" - óleo sobre tela - 50 x 40 cm - canto inferior direito e dorso - 2021 -

Pintor e ceramista nascido em Tajimi, Japão - cuja população vive de cerâmica e porcelana. Seu pseudônimo artístico é Kojima. Recebeu influência de seu pai, Shigueo Kojima - tradicional artista e ceramista japonês conhecido pelo nome artístico Juho Kojima. Formou-se na Escola de Cerâmica Industrial de Tajimi - Gifu, Japão. Veio para o Brasil em 1953, trabalhou por cinco anos em São Caetano e transferiu-se para Mauá onde, como seu pai, montou sua própria fábrica de cerâmicas e porcelanas que está em atividade até hoje. Naturalizou-se brasileiro e estudou pintura com Manabu Mabe, Takaoka e Nakajima. Realizou exposição individual em Poá, SP (2009) e no Museu de Arte do Parlamento de São Paulo (2013). Participou de diversas mostras e Salões Oficiais em: São Bernardo do Campo, SP (1967); São Paulo (1968, 1969, 2001 a 2010); Poá, SP (2009-como convidado); Embu, SP (2012 - Prêmio Prata). www.mauamemoria.com.br; www.radaroficial.com.br/d/31498914; issuu.com/shinzenbi/docs/makoto_5/27.



069 - NOEMIA MOURÃO (1912 - 1992)
Lance Livre - ENCERRADO

Carnaval - desenho a nanquim - 19 x 26 cm - canto inferior direito -
Papel manchado e moldura no estado.

Pintora e desenhista. Assina Noemia. Realizou sua primeira individual em 1934, no Rio de Janeiro. Residiu na Europa de 1934 a 1940, frequentando em Paris as academias de la Grande Chaumière e Ranson. Expôs em Montevideu e Buenos Aires. Foi citada por REIS JUNIOR e TEODORO BRAGA. Foi aluna (1932) e mulher (1933) de Di Cavalcanti. MEC vol.3, pág. 265; WALMIR AYALA vol.2, pág.135; PONTUAL, pág. 375; TEIXEIRA LEITE, pág. 356; ITAU CULTURAL; ARTE NO BRASIL, pág. 684. Acervo FIEO.



070 - MAURICIO NOGUEIRA LIMA (1930 - 1999)
Lance Livre - ENCERRADO

"Concreto I" - óleo sobre tela - 22 x 27 cm - dorso - 1961 -

Pintor, arquiteto, desenhista, artista gráfico e professor natural do Recife, PE; faleceu em Campinas, SP. Frequentou o Instituto de Belas Artes de Porto Alegre, o MAM-SP e diplomou-se em arquitetura pela Faculdade Mackenzie-SP. Trabalhou no campo de comunicação visual sendo um dos responsáveis pela renovação da Arte-Cartaz Paulista (1951). Em 1953 passou a fazer parte do Grupo Ruptura, a convite de Waldemar Cordeiro. Participou de várias edições do Salão Paulista de Arte Moderna, onde obteve, dentre outros, o 1º Prêmio em Cartaz (1951 e 1957); das Bienais de 1955 a 1967; da Exposição Nacional de Arte Concreta; da mostra Panorama da Arte Atual Brasileira; da mostra Tendências Construtivas e de outras exposições em: Buenos Aires, Rosário, Santiago, Lima, Roma, Londres, Paris (Salão de Outono) e Zurique (exposição de Arte Concreta –'Konkrete Kunst', organizada por Max Bill). Recebeu o convite (1954) para representar o Brasil na 27ª Bienal de Veneza, no entanto, recusou se apresentar por terem negado a participação de outros membros do Grupo Ruptura. Em São Paulo pintou murais no Largo São Bento, no Edifício Estação Ciência, nas estações São Bento e Santana do Metrô, na Praça Roosevelt, na fachada do MAC/USP e fez uma pintura lateral no Elevado Costa e Silva (popularmente conhecido como Minhocão). Em 1958, foi responsável pela criação da logomarca e programação visual da 1ª Feira Internacional da Indústria Têxtil - Fenit, em São Paulo e, em 1960, realizou as primeiras grandes instalações ambientais para indústrias automobilísticas no Salão do Automóvel. MEC VOL. 2, PÁG. 481; PONTUAL PÁG. 314; ITAU CULTURAL; JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 678; www.pinturabrasileira.com; www.mac.usp.br; www.pinacoteca.org.br; www.artprice.com.



071 - ALEMAOART (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Ciclista - impressão digital - P.A. - 50 x 36,5 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Grafiteiro, pintor e desenhista, Anderson Ferreira Lemes não sabia o que era grafite quando pintou o muro do colégio em que estudava em Assis, sua cidade natal. ALEMAOART é a sua assinatura pelo mundo entre telas, muros e trabalhos sociais. Participou das exposições coletivas: "Países da América Latina", Barcelona (2011); "Conexão Arte Brasil X França, Miss Brésil France Carrossel do Louvre", Paris - Louvre (2013). Ao retornar da temporada na Europa, realizou sua primeira exposição individual no Memorial Rezende Barbosa, em Assis. Já participou de mais de 40 exposições entre Brasil, EUA, Europa, Canadá e Austrália; e fez mais de 30 participações voluntárias entre doações de obra, oficinas de grafite e pintura de murais em instituições como escolas e hospitais. www.alemao.art.br.



072 - EDSON FRANCESCHINI (1953)
Lance Livre - ENCERRADO

Quintal - óleo sobre tela - 30 x 40 cm - canto inferior direito - 1984 -
Paspatour no estado.

Natural da cidade paulista de Araraquara, onde nasceu a 8 de junho. Estudou na Escola Panamericana de Arte em São Paulo. Realizou diversas exposições individuais, tendo participado com sucesso de outras tantas coletivas. Seus quadros possuem luz e encanto pessoais, que caracterizam a paleta desse pintor de velhos casarões de fazendas e cidades antigas de velhas tradições. JULIO LOUZADA vol.3, pág. 425; Acervo FIEO.



073 - BENÉ FONTELES (1953)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - técnica mista - 48 x 59 cm - monograma -

Artista plástico, jornalista, editor, escritor, poeta e compositor, José Benedito Fonteles nasceu em Bragança, PA. Iniciou sua carreira em 1971, expondo no 3º Salão Nacional de Artes Plásticas do Ceará. Em Fortaleza, trabalhou como jornalista. Realizou, a partir de 1974, diversas mostras individuais, no Brasil – como na Pinacoteca do Estado de São Paulo (1981, 1982) e no exterior. Participou da Bienal Internacional de São Paulo (1973, 1975, 1977 e 1981); do Panorama da Arte Atual Brasileira, MAM – SP (1975, 1980, 1983); do Salão Paranaense (1981 – Sala especial); do Salão Nacional, RJ (1985- Sala especial); entre outras exposições. Dirigiu o Museu de Arte e de Cultura Popular da Universidade Federal do Mato Grosso (entre 1983 e 1986). Mudou-se para Brasília (1991). Organizou a montagem da sala especial do artista baiano Rubem Valentim, no Museu de Arte Moderna da Bahia (1997). Entre os livros que publicou, destacam-se "O Livro do Ser" (1994) e "O Artista da Luz" (2001), sobre Rubem Valentim. Recebeu da Presidência da República a comenda Ordem do Mérito Cultural (2003). JULIO LOUZADA VOL. 3, PÁG. 419; ITAU CULTURAL; www.32bienal.org.br.



074 - EDUARDO CARLSON (1924)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre placa - 21 x 15 cm - canto inferior direito -

Pintor natural de Bauru, SP. Assina E. Carlson. Foi aluno de Edgar Walter, Armando Viana, Carlos Cavalcanti, no Rio de Janeiro, e de Anson Coriant Piper, nos Estados Unidos. Participou de inúmeras exposições coletivas e Salões oficiais, ganhando muitos prêmios em: Rio de Janeiro (1956, 1960, 1962, 1966, 1968, 1970, 1973 a 1975, 1978 a 1980, 1982, 1983); Valença, RJ (1972, 1974, 1975, 1980); Niterói, RJ (1970, 1974); São Paulo (entre 1963 e 1976). JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 212; VOL. 6, PÁG. 204; MEC, VOL. 1, PÁG. 357. ACERVO FIEO.



075 - CÂNDIDO PORTINARI (1903 - 1962)
Lance Livre - ENCERRADO

"Judas" - ponta seca - 11/50 - 25 x 19 cm - não assinado - 1943 (matriz) -
Registrado no Projeto Portinari obra FCO 875 CR 1799. Edição póstuma assinada por João Cândido Portinari, com carimbo do Projeto Portinari.

Pintor, gravador, ilustrador e professor. Nasceu em Brodósqui, SP e faleceu no Rio de Janeiro. Iniciou-se na pintura em meados da década de 1910, auxiliando na decoração da Igreja Matriz de Brodósqui. Em 1918, mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou no Liceu de Artes e Ofícios e na Escola Nacional de Belas Artes , na qual cursou desenho figurativo com Lucílio de Albuquerque e pintura com Rodolfo Amoedo , Baptista da Costa e Rodolfo Chambelland . Em 1929, viajou para a Europa com o prêmio de viagem ao exterior, e percorreu vários países durante dois anos. Em 1935, recebeu prêmio do Carnegie Institute de Pittsburgh pela pintura ‘Café’, tornando-se o primeiro modernista brasileiro premiado no exterior. No mesmo ano, foi convidado a lecionar pintura mural e de cavalete no Instituto de Arte da Universidade do Distrito Federal, quando teve como alunos Burle Marx e Edith Behring , entre outros. Em 1936, realizou seu primeiro mural, que integrou o Monumento Rodoviário da Estrada Rio-São Paulo. Em seguida, convidado pelo ministro Gustavo Capanema pintou vários painéis para o novo prédio do Ministério da Educação e Cultura (MEC). Em 1940, após exposição itinerante pelos Estados Unidos, a Universidade de Chicago publicou o primeiro livro a seu respeito, ‘Portinari: His Life and Art’. Em 1941, pintou os painéis para a Biblioteca do Congresso em Washington D.C.. Em 1956, com a inauguração dos painéis ‘Guerra e Paz’ na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, recebeu o prêmio Guggenheim. BENEZIT, VOL.8, PÁGS. 440; REIS JUNIOR, PÁGS. 383; TEODORO BRAGA, PÁGS. 195; PONTUAL, PÁGS. 432; MEC, VOL.3, PÁGS 427; MAYER. 89, PÁG.1327; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 550; ARTE NO BRASIL, PÁG. 571; LEONOR AMARANTE, PÁG. 12; F. ACQUARONE, PÁG. 241



076 - INNOCÊNCIO BORGHESE (1897 - 1985)
Lance Livre - ENCERRADO

"Parque Pedro II de 1950" - óleo sobre placa - 17 x 23 cm - canto inferior direito -
Moldura no estado.

Pintor, desenhista e professor, Innocêncio Cabral Borghese nasceu e faleceu em São Paulo. Assinava I. Borghese. Estudou desenho com Alberto Vigiano e Felisberto Ranzini no Liceu de Artes e Ofícios e, mais tarde, iniciou-se na pintura com Salvador Parlagreco. Foi professor da Associação Paulista de Belas Artes a partir de 1944. Participou do Salão Paulista de Belas Artes (1935, 1937, 1939, 1940, 1942, 1943, 1947, 1948, 1949, 1951, 1952, 1953, 1958, 1959, 1960, 1980, 1982); do Salão Nacional de Belas Artes, RJ (1950, 1961); do Salão de Belas Artes de Piracicaba (1954, 1971). Foi premiado no SPBA (1935, 1952, 1958, 1959, 1960, 1980, 1982); na Associação Paulista de Belas Artes (1959). TEODORO BRAGA PÁG. 56; MEC VOL. 1, PÁG. 251; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 144; VOL. 4, PÁG. 162; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



077 - FANG (1931 - 2012)
Lance Livre - ENCERRADO

Carrinho - serigrafia - P.A. - 18 x 24 cm - canto inferior direito - 1991 -

Pintor, desenhista, gravador e professor, Chien Kong Fang, ou simplesmente Fang, nasceu na cidade de Tung Cheng, China e faleceu em São Paulo. Estudou sumiê e aquarela na China em 1945. Veio morar em São Paulo com a família em 1951, naturalizando-se brasileiro em 1971. Entre 1954 e 1956, estudou pintura com Yoshiya Takaoka em São Paulo. Viajou, em 1977, para a América do Norte, Europa e Ásia, onde desenvolveu o seu trabalho de pintura. Em 1981, foi realizado o curta metragem biográfico ‘O Caminho de Fang’, em São Paulo. Visitou a China, convidado pelo governo chinês, em 1985. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1959, 1961, 1962, 1978, 1981, 1993, 2005); Salvador, BA (1962); Rio de Janeiro (1978, 1986); Schleswing, Alemanha (1985); Lugana, EUA (1990); Americana, SP (1994); Formosa, Taiwan (1994). Foi premiado no Rio de Janeiro (1957) e em São Paulo (1960 a 1962, 1967 a 1969, 1978, 1979, 1991). Participou do Panorama da Arte Atual Brasileira - MAM, SP (1978). MEC, VOL. 2, PÁG. 124; JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 366; VOL. 6, PÁG. 378; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 189; PONTUAL, PÁG. 201; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; www.fang.com.br; www.artprice.com.



078 - FRANCISCO BRENNAND (1927 - 2019)
Lance Livre - ENCERRADO

Cubo - cerâmica - 11 x 11 x 11 cm - não assinado -
Com marca da Oficina Cerâmica Francisco Brennand.

Pintor, desenhista, gravador, ceramista, escultor, tapeceiro e ilustrador, Francisco de Paula Coimbra de Almeida Brennand nasceu e faleceu em Recife, PE. Iniciou sua formação em 1942, aprendendo a modelar com Abelardo da Hora. Posteriormente, recebeu orientação em pintura de Álvaro Amorim e Murilo Lagreca. Viajou para a França (1949), incentivado por Cicero Dias. Frequentou cursos com André Lhote e Fernand Léger, em Paris (1951); conheceu obras de Pablo Picasso e Joán Miró e descobriu, na cerâmica, seu principal meio de expressão. Realizou diversos painéis e murais cerâmicos (entre 1958 a 1999) em várias cidades do Brasil e dos Estados Unidos. Iniciou a restauração de uma velha olaria de propriedade paterna (1971), próxima a Recife, transformando-a em ateliê, onde manteve em exposição permanente objetos cerâmicos, painéis e esculturas. Exposições retrospectivas de sua produção foram realizadas em Berlim -“Staatliche Kunsthalle” (1993) e na Pinacoteca do Estado de São Paulo - “Brennand: Esculturas 1974-1998” (1998). Foi publicado o livro “Brennand”, Editora Métron, com texto de Olívio Tavares de Araújo (1997). Foram lançados vários vídeos sobre sua obra, entre eles, “Francisco Brennand: Oficina de Mitos”, pela Rede Sesc/Senac de Televisão (2000). Realizou exposições individuais em: São Paulo (1960, 1961); Olinda, PE (1961); Salvador, BA (1961); Rio de Janeiro (2000). Participou de diversas mostras coletivas e Salões oficiais, destacando-se: Salão Anual de Pintura, Museu do Estado de Pernambuco (1947 – 1º Prêmio em Pintura, 1948 – 1º Prêmio em Pintura, 1950 – 2º Prêmio, 1953, 1954); Salão Baiano de Belas Artes (1955 – Medalha de Prata); Bienal Hispano Americana, Barcelona – Espanha (1956); Bienal Internacional de São Paulo (1959); Exposição Internacional de Cerâmica e Pintura, Oostende – Bélgica (1959). JULIO LOUZADA VOL. 3, PÁG.161. PONTUAL PÁG. 88. MEC VOL. 1, PÁG. 294; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 717; ARTE NO BRASIL PÁG. 879. ACERVO FIEO, www.artprice.com.



079 - ANASOR ED SEAROM (1976)
Lance Livre - ENCERRADO

"Claro - escuro" - desenho a lápis - 29 x 14 cm - canto inferior direito - MMXIX -

Anasor Ed Searom é o pseudônimo artístico escolhido por Rosana de Morais, artista plástica e ilustradora que nasceu em São Paulo onde vive e trabalha. É doutoranda em Artes Visuais pela UNESP. Realizou exposições individuais em: São Paulo (2008, 2009, 2010); Santiago de Compostela, Espanha (2009, 2010). Tem participado de diversas exposições nacionais e internacionais desde 2004. Ilustrou mais de 15 livros, sendo alguns deles premiados pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) e adotados em território nacional. www.artmajeur.com/pt/anasor/presentation; www.jornalopcao.com.br/opcao-cultural/governo-de-goias-apresenta-exposicao-da-artista-paulista-anasor-ed-searom-301493/.



080 - CELMO RODRIGUES (1928)
Lance Livre - ENCERRADO

Barcos - óleo sobre tela - 22 x 54 cm - canto inferior esquerdo - 1987 -
Reproduzido no catálogo da "I Coletiva de Inverno" realizada pela Ranulpho Galeria de Arte comemorando seus "10 anos de São Paulo".

Pintor nascido em Niterói -RJ, foi aluno de Bráulio Poiava, um dos fundadores do Núcleo Bernardelli ( 1931 a 1942 ) Expositor no Salão Nacional de Belas Artes, premiado nos anos de 1968 e 1972. JULIO LOUZADA vol. 1 pág. 832.



081 - CÍCERO DIAS (1908 - 2003)
Lance Livre - ENCERRADO

Moças - serigrafia - 124/200 - 64 x 51 cm - canto inferior esquerdo -

Pintor, gravador, desenhista, ilustrador, cenógrafo e professor - Cícero dos Santos Dias nasceu em Escada, PE e faleceu em Paris. Iniciou estudos de desenho em sua terra natal e mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se matriculou, em 1925, nos cursos de arquitetura e pintura da Escola Nacional de Belas Artes, mas não os concluiu. Entrou em contato com o grupo modernista e, em 1929, colaborou com a ‘Revista de Antropofagia’. Em 1931, no Salão Revolucionário, na Enba, expôs o polêmico painel, tanto por sua dimensão quanto pela temática: ‘Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife’. Ilustrou, em 1933, ‘Casa Grande & Senzala’, de Gilberto Freyre. Em 1937 foi preso no Recife quando da decretação do Estado Novo. A seguir, incentivado por Di Cavalcanti, viajou para Paris onde conheceu Georges Braque, Henri Matisse, Fernand Léger e Pablo Picasso, de quem se tornou amigo. Em 1942, foi preso pelos nazistas e enviado a Baden-Baden, na Alemanha. Entre 1943 e 1945, viveu em Lisboa como Adido Cultural da Embaixada do Brasil. Retornou a Paris onde integrou o grupo abstrato Espace. Em 1948, realizou o mural do edifício da Secretaria das Finanças do Estado de Pernambuco, considerado o primeiro trabalho abstrato do gênero na América Latina. Em 1965, foi homenageado com sala especial na Bienal Internacional de São Paulo. Inaugurou, em 1991, painel de 20 metros na Estação Brigadeiro do Metrô de São Paulo. No Rio de Janeiro, foi inaugurada a Sala Cícero Dias no Museu Nacional de Belas Artes - MNBA. Recebeu do governo francês a Ordem Nacional do Mérito da França, em 1998, aos 91 anos. MEC, VOL.2, PÁG.50; WALMIR AYALA, VOL.1, PÁG.252; TEIXEIRA LEITE, PÁGS. 157, PONTUAL, PÁGS. 174; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 564; ARTE NO BRASIL, PÁG. 715; LEONOR AMARANTE, PÁG. 146; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 334; ACERVO FIEO; web.artprice.com.



082 - HENRY VITOR (1939)
Lance Livre - ENCERRADO

Figuras - técnica mista sobre papel - 18 x 12 cm - canto inferior direito - 1974 -
Paspatour no estado.

Pintor e gravador mineiro de Guaxupé, onde nasceu a 2 de abril de 1939. Reside e é ativo na cidade de São Paulo SP. Autodidata, fez cursos de Jornalismo, Propaganda e Comunicações. Expôs individualmente nos anos de 1972, 1973, 1984 e 1991 em São Paulo SP. Coletivas a partir de 1971, inclusive no exterior. "Há elementos que revelam o ingênuo mas nem sempre permitem ajuizar se a obra é crítica ou artesanal. O autodidatismo, como o de Vitor, é uma constante. Expressa uma visão pessoal da realidade ou configurações de sonho. Retrata a vida filtrada, livremente, pelos olhos de cada um e interpretada por um sentimento intrínseco. " Jorge Anthonio, in HENRY Vitor: pinturas. Apresentação de Jorge Anthonio. São Paulo: Galeria Jacques Ardies, 1991. HENRY Vitor: pinturas. Apresentação de Jorge Anthonio. São Paulo: Galeria Jacques Ardies, 1991. JULIO LOUZADA, vol.11, pág.145, MEC,vol.4, pág.49; ITAÚ CULTURAL.



083 - ERMELINDO NARDIN (1943)
Lance Livre - ENCERRADO

Moças - óleo sobre placa - 55 x 62 cm - canto inferior direito - 1975 -
No estado (arranhado).

Este importante artista de nosso tempo, nasceu em Piracicaba, em 19 de fevereiro. Pintor, desenhista, gravador e professor de desenho e gravura na Escola de Arte de Piracicaba. Artista atuante nos movimentos de arte do País. Sobre a sua obra assim se manifestou o prof. Pietro Maria Bardi: " ... Pintor com uma carga sentimental exuberante nas intensas reflexões dedicadas 'as aventuras do homem, Nardin se manifesta numa temática de figuras animadas no dramático, de composições emotivas." Expõe coletivamente a partir de 1967 - veja-se a extensa lista de mostras constante na bibliografia abaixo. Suas obras encontram-se em diversos museus nacionais (MAC-Campinas, MAC-SP, MASP-SP, etc), instituições do governo (Itamaraty), e tantos outros . JULIO LOUZADA, vol.1 pág. 662 e 663; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, pág. 697; ARTE NO BRASIL, pág. 964; Acervo FIEO.



084 - FERREIRA GULLAR (1930 - 2016)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 90/150 - 31 x 41 cm - canto inferior direito -

Poeta, crítico de arte, jornalista, escritor, dramaturgo, tradutor, José Ribamar Ferreira nasceu em São Luís, MA. Em 1948 adotou o nome Ferreira Gullar. Transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1951. Participou da Exposição Nacional de Arte Concreta no MAM, SP (1956) e no Ministério da Educação e Cultura - MEC, RJ (1957). Discordando das ideias do grupo concretista paulista, redigiu 'Poesia Concreta: Experiência Fenomenológica', texto que marcou sua ruptura com o movimento. Por ocasião da 1ª Exposição Neoconcreta realizada no Rio e Janeiro (1959), escreveu o 'Manifesto Neoconcreto', assinado também por Amilcar de Castro , Aluísio Carvão , Franz Weissmann , Hélio Oiticica, Lygia Clark, Lygia Pape , Reynaldo e Theon Spanudis. Publicou ainda a 'Teoria do Não-Objeto' (1959) que expressa as ideias fundamentais do neoconcretismo. Dirigiu a Fundação Cultural – Brasília (1961) para a qual elaborou o projeto do Museu de Arte Popular. Por conta de seu engajamento político, foi preso (1968) e viveu exilado em Paris, Moscou, Santiago, Lima e Buenos Aires. Voltou ao Brasil em 1977. Consolidando a carreira como crítico e teórico de arte, publicou 'Etapas da Arte Contemporânea: do Cubismo à Arte Neoconcreta '(1985). Foi diretor (1992 a 1995 )do Instituto Brasileiro de Arte e Cultura (Ibac), que voltou a ter o antigo nome, Fundação Nacional de Arte (Funarte). O pleno reconhecimento à sua carreira vem a partir da década de 1990, período em que recebeu diversos prêmios e homenagens, entre os quais se destacam o Prêmio Jabuti, categoria poesia, concedido em 1999; a indicação ao Prêmio Nobel de Literatura, em 2002; o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL), pelo conjunto da obra, em 2005; e o Prêmio Camões, concedido pelos governos do Brasil e de Portugal, em 2010. ITAU CULTURAL; www.artprice.com; educacao.uol.com.br; www.infoescola.com.



085 - ANA CRISTINA ANDRADE (1953)
Lance Livre - ENCERRADO

"Composição VII" - óleo sobre placa - 30 x 40 cm - canto inferior direito e dorso - 2020 -

Ana Cristina Andrade é pintora, gravadora, desenhista, professora e designer vidreira. Iniciou sua formação artística na Escola Superior de Arte Santa Marcelina, SP (1972-1975). Aprendeu gravura em metal (1980-1990) com Iole Di Natale; técnicas de gravura na Scuola Internazionale di Gráfica em Veneza, Itália (1983); Gravura Especial com Evandro Carlos Jardim, no MAC-SP (1991); Técnica Calcográfica Experimental com Mario Benedetti, na FASM-SP (1997); Vitrofusão com Roberto Bonino. Exposições individuais: São Paulo, SP (1984, 1987, 1995, 2003); Bauru, SP (1989); “Projeto Interior com Arte” – Museu Banespa (1998 – Exposição itinerante pelo interior do Estado de São Paulo). Coletivas: Epinal, França (1975); São Paulo, SP (1974, 1982, 1984, 1985, 1986, 1988, 1994, 1995, 2000, 2002 a 2004, 2012 – SP ESTAMPA); Santo André, SP (1982); Novo Hamburgo, RS (1982); Taiwan, China (1983, 1985); San Juan, Porto Rico (1983); Santos, SP (1983); Cabo Frio, RJ (1983); Ribeirão Preto,SP (1984); Curitiba, PR (1984); Piracicaba,SP (1984); Veneza, Itália (1984, 1985); Campinas, SP (1985); São José do Rio Preto, SP (1986); Limeira, SP (1986); Washington D.C.,EUA (1991); Campos do Jordão, SP (1991); Kanagawa, Japão (1992); Maastricht, Holanda (1993); Illinois, EUA (1994); Cidade do México, México (1996); Jacareí, SP (1998); Budapeste, Hungria (1996); Uzice, Yuguslávia (1997); Ourense, Espanha (1994, 2006). Prêmios: São Paulo, SP (1974); Novo Hamburgo, RS (1982); Santos, SP (1983); Ribeirão Preto, SP (1984); Curitiba, PR (1984); Piracicaba, SP (1984); Campinas, SP (1985); São José do Rio Preto, SP (1986). JULIO LOUZADA, vol.1, pág. 62; vol.2, pág. 66; Acervo FIEO. ITAU CULTURAL.



086 - RENINA KATZ (1925)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - litografia - 52/60 - 28 x 30 cm - canto inferior direito -

Gravadora, desenhista, ilustradora e professora, Renina Katz Pedreira nasceu no Rio de Janeiro. Assina Renina e Renina Katz. Cursou a Escola Nacional de Belas Artes, RJ (1947 a 1950) e teve como professores, entre outros, Henrique Cavalleiro e Quirino Campofiorito. Licenciou-se em desenho pela Faculdade de Filosofia da Universidade do Brasil. Iniciou-se em xilogravura com Axl Leskoschek, em 1946. Incentivada por Poty, ingressou no curso de gravura em metal, oferecido por Carlos Oswald no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro. Mudou-se para São Paulo em 1951, e lecionou gravura no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand e, posteriormente, na Fundação Armando Álvares Penteado, até a década de 1960. Em 1956, publicou o primeiro álbum de gravuras, intitulado ‘Favela’. A partir dessa data, foi docente da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo por 28 anos. Realizou muitas exposições individuais pelo Brasil, EUA, Chile, Paraguai, Portugal, Itália, Holanda e participou, entre as diversas mostras e Salões oficiais, das: Bienal Internacional de São Paulo (1955, 1959, 1961, 1963, 1985, 1989); Bienal de Veneza, Itália (1956, 1986); Panorama da Arte Atual Brasileira - MAM, SP (1974, 1977, 1980, 1984). Foi premiada no Rio de Janeiro (1951, 1952) e em São Paulo (1955, 1984). MEC VOL.2, PÁG.403; PONTUAL, PÁG. 288; WALMIR AYALA VOL.1, PÁG.441; JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG.15; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 606; ARTE NO BRASIL; www.artprice.com; www.catalogodasartes.com.br; www.editora.unicamp.br; www.laboratoriodasartes.com.br; artenaescola.org.br.



087 - SANSÃO CAMPOS PEREIRA (1926 - 2014)
Lance Livre - ENCERRADO

Barco - óleo sobre tela de juta - 49 x 37 cm - canto inferior direito -

Foi ativo no Rio de Janeiro, foi membro da Academia Brasileira de Artes, e da Academia Brasileira de Belas Artes. Artista várias vezes premiado, participou de diversas coletivas e salões, recebendo premiações várias. Seu tema preferido era a marinha. MEC vol.3, pág.389; JULIO LOUZADA vol.11, pág.243, Acervo FIEO.



088 - ALFREDO CESCHIATTI (1918 - 1989)
Lance Livre - ENCERRADO

Justiça - múltiplo em bronze - 18 x 08 x 9,5 cm - assinado -

Natural de Belo Horizonte. Escultor, desenhista e professor. Passou a frequentar a antiga ENBA em 1940, depois de uma viagem à Europa, especialmente Itália, iniciada em 1938. Na Divisão Moderna do SNBA recebeu, como escultor as medalhas de bronze (1943) e de prata (1944), bem como o prêmio de viagem ao estrangeiro (1945), com o baixo-relevo para a Igreja de São Francisco de Assis, da Pampulha, em Belo Horizonte e, como desenhista, a medalha de prata (1945). Esteve mais uma vez na Europa entre 1946 e 1948, anos em que realizou exposição individual no Instituto dos Arquitetos do Brasil (GB). Figurou na II BSP e no II SNAM, em 1953. Fazendo parte da equipe que, em 1956, venceu o concurso de projetos para o Monumento aos Mortos da II Guerra Mundial (GB), ali executou o conjunto alusivo às três forças armadas. Integrou a Comissão Nacional de Belas Artes em 1960 e 1961, e entre 1963 e 1965, lecionou escultura e desenho na Universidade de Brasília. Quirino Campofiorito citou-o no estudo Ëscultura Moderna no Brasil"(Revista Crítica de Arte, nº único 1962). De seus trabalhos mais conhecidos destacam-se as esculturas As Banhistas e A Justiça, que se encontram, respectivamente, no lago em frente ao Palácio da Alvorada e defronte ao Supremo Tribunal Federal (Praça dos Três Poderes), em Brasília. Há ainda, obras escultóricas de sua autoria, entre outras no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Ministério das Relações Exteriores (Brasília) e em um edifício que Oscar Niemeyer projetou no conjunto residencial Hansa (setor ocidental de Berlim), assim como na embaixada brasileira em Moscou. MEC, vol. 1, pág. 397; PONTUAL, pág. 127; JÚLIO LOUZADA, vol. 11, pág. 70; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, pág. 609; ARTE NO BRASIL, pág. 872.



089 - ROSSINI PEREZ (1932 - 2020)
Lance Livre - ENCERRADO

Leque - gravura - P.E. - 19 x 35 cm - canto inferior direito - 1996 -
No estado (papel amassado e manchado).

Gravador e pintor, Rossini Quintas Perez nasceu em Macaíba-RN e faleceu no Rio de Janeiro. Foi com a família para o Rio de Janeiro em 1940. Em 1951, freqüenta a Associação Brasileira de Desenho e tem aulas com o pintor Ado Malagoli. Após visita à 1ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1951, interessa-se pela gravura. Recebe orientação de Oswaldo Goeldi, Iberê Camargo e, em 1953, de Fayga Ostrower. É assistente de Johnny Friedlaender, com Edith Behring, no Ateliê de Gravura do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, no qual leciona entre 1959 e 1961. No ano seguinte, aperfeiçoa-se em litografia na Rijksakademie, em Amsterdã, como bolsista da Unesco. Reside em Paris de 1962 a 1972. De volta para o Brasil, leciona no Centro de Criatividade da Fundação Cultural do Distrito Federal em 1978. No Rio de Janeiro, entre 1983 e 1986, volta a dar aulas no Ateliê de Gravura do MAM/RJ. "Diante da guerra aberta entre o figurativo e o abstrato, Rossini Perez vai a São Paulo conhecer a 1ª Bienal, trocando, em seguida, a pintura pela gravura. Tal opção deve-se ao seu desejo de ingressar na arte abstrata. Nos anos em que ensina no MAM, resolve suas gravuras com ponta-seca ou combinando diversas técnicas do metal. Constrói composições, contrastando áreas claras e áreas escuras. Essas áreas são, a um tempo, afrontadas e fusionadas, já que cada uma delas tem na outra algo do seu próprio elemento gráfico. Assim, Rossini Perez dá ritmo às composições e as aplaina. Suas gravuras são planejadas; freqüentemente, todavia, são modificadas no processo por lance espontâneo e por acidentes da técnica. Segue esse procedimento mesmo nos trabalhos que faz na Europa, por mais de dez anos, após ter deixado o MAM." Leon Kossovitch e Mayra Laudanna, in: GRAVURA: arte brasileira do século XX. Apresentação Ricardo Ribenboim; texto Leon Kossovitch, Mayra Laudanna, Ricardo Resende. São Paulo: Itaú Cultural: Cosac & Naify, 2000. p. 18. JULIO LOUZADA, vol. 5, pág. 807; ITAU CULTURAL.



090 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

"Marinha com coqueiro" - acrílico sobre tela - 60 x 80 cm - canto inferior esquerdo e dorso - 2003 -
Com Certificado de Autenticidade emitido pelo Estúdio Aldemir Martins.

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



091 - FUKUDA (1943 - 2021)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 38/50 - 50 x 40 cm - canto inferior direito - 2013 -
Com relevo seco de Papel Assinado - Brasil.

Pintor, gravador e escultor, Roberto Kenji Fukuda nasceu em Indiana, SP e faleceu em Curitiba PR. Iniciou-se na pintura com orientação de seu pai, o pintor Tamotsu Fukuda, um dos imigrantes japoneses pioneiros no Brasil. Como escultor foi o responsável pela criação do monumento comemorativo aos Jogos Pan-Americanos, do Rio de Janeiro (2007). Realizou exposições individuais em: Lins, SP (1963); Rio de Janeiro (1988, 1989); São Paulo (1988,1991); Curitiba, PR (1989); Brasília, DF (1989); Belo Horizonte, MG (1991). Participou de várias mostras coletivas pelo Brasil, Alemanha, França e Estados Unidos. JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 120; ITAÚ CULTURAL; Acervo FIEO; www.galeriamaradolzan.com.br.



092 - ARTE POPULAR BRASILEIRA (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Colheita - escultura de parede em terracota - 21 x 25,5 cm - canto inferior direito não identificada -
Cicera.



093 - FELISBERTO RANZINI (1881 - 1976)
Lance Livre - ENCERRADO

Meninos - aquarela - 50 x 32 cm - canto inferior esquerdo -

Arquiteto, desenhista, pintor, decorador, professor e escritor nascido em San Benedetto Pó - Mântua, Itália e faleceu em São Paulo. Veio criança para São Paulo, estudou no Liceu Coração de Jesus e no Liceu de Artes e Ofícios com Domiziano Rossi, a quem substituiu mais tarde como professor de desenho arquitetônico no Liceu de Artes e Ofícios e como professor de composição decorativa e modelagem na Escola Politécnica de São Paulo. Ingressou no Escritório de Ramos de Azevedo e, a partir de 1920, passou a responder por grandes obras do escritório. Projetou em estilo florentino ou seguindo a nova corrente “Art Nouveau”: dois palacetes na Avenida Angélica (um na esquina da Avenida Higienópolis e outro, na esquina com a Praça Buenos Aires); o “Clube Comercial” (demolido); o prédio Condessa Penteado (Rua Boa Vista, 15); as fachadas do Mercado Municipal, cujas plantas foram elaboradas na Alemanha; a casa em que ele morava (Rua Santa Luzia, 31) e tratou da execução do Palácio da Justiça, entre outras obras. Publicou "Terras e águas de Guanabara. Aquarelas de Felisberto Ranzini" com texto de Afrânio Peixoto (São Paulo, Ind. Graf. Lanzara, 1945) e “Estylo Colonial Brasileiro” (S. Paulo, Amadeu de Barros Saraiva, 1927). Participou do Salão Paulista de Belas Artes (1935, 1937, 1939, 1943 - Menção Honrosa). JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 805; MEC VOL.4, PÁG. 26, RUTH TARASANTCHI; ITAU CULTURAL; www.artprice.com; casaranzini.blogspot.com/p/a-casa-ranzini.html; www.revistamuseu.com.br/site/br/em-foco/179-italiano-e-nosso-felisberto-ranzini-e-o-estilo-florentino.html.



094 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Cangaceiro - serigrafia - 19/100 - 24 x 12 cm - canto inferior direito - 1960 -

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



095 - INGRES SPELTRI (1940)
Lance Livre - ENCERRADO

Fachada - têmpera sobre tela - 60 x 70 cm - canto inferior direito e dorso -

Pintor, desenhista, escultor, gravador e professor nascido em Jau, SP. Filho do pintor Augusto Speltri com quem se iniciou na pintura, ainda criança. Em 1959 mudou-se para São Paulo onde estudou Música (1960-1964). Foi professor titular da Escola Panamericana de Arte, SP. Realizou exposições individuais, em São Paulo, nos anos de 1977, 1981, 1978, 1984. Participou de várias mostras e Salões oficiais, sendo premiado em: São Paulo (1963, 1966, 1970, 1971); Santo André, SP (1976). JULIO LOUZADA VOL. 5, PÁG. 1012; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; MEC VOL. 4, PÁG. 338; PONTUAL PÁG. 504; www.artprice.com; www.speltri.com.



096 - ISABEL PONS (1912 - 2002)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - gravura - P.A. - 28 x 15 cm - canto inferior direito -
No estado (papel manchado).

Desenhista, gravadora, pintora, ceramista, escultora, ilustradora, professora e figurinista, Isabel Pons Iranzo nasceu em Barcelona, Espanha e faleceu no Rio de Janeiro. Fez cursos de pintura e desenho na Escola Nacional de Belas Artes, em Barcelona (entre 1925 e 1930). No mesmo período estudou na Escola Industrial de Sabadell com Juan Vila-Cinca e A. Vila Arrufat. Frequentou o ateliê do pintor Carlos Vazquez e o Real Círculo Artístico de Barcelona (entre 1930 e 1940). Por volta de 1935, fez ilustrações para livros do poeta espanhol Federico García Lorca. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1948. Em 1957, lecionou gravura na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Naturalizou-se brasileira em 1958. Estudou com Rossini Perez e Johnny Friedlaender no Ateliê de Gravura do MAM-RJ (1959). Realizou exposições individuais em: Barcelona, Espanha (1942, 1945, 1946, 1970 - MAC, 1995); Rio de Janeiro (1948 – MNBA, 1963, 1995 - MAM); Liubliana, Eslovênia (1964); Roma, Itália (1965); Munique, Alemanha (1967); Lisboa, Portugal (1968); Camberra, Austrália (1969); Nova York, EUA (1969); Brasília, DF (1985, 1986, 1995). Participou de diversas mostras coletivas e Salões oficiais, destacando-se: Salão Nacional de Belas Artes, RJ (1952 – Medalha de Prata); Bienal Internacional de São Paulo (1959, 1961 – Prêmio Gravura Nacional, 1963 – Sala Especial, 1965, 1967,1969, 1971 – Vinte Anos de Bienal - Prêmio Wanda Svevo – Gravura Latino Americana, 1973); Bienal de Veneza (1962 – Prêmio Fiat); Salão Nacional de Arte Moderna, RJ (1952 a 1960); Panorama de Arte Atual Brasileira, MAM – SP (1971). Obteve também o Prêmio anual da crítica em Santiago do Chile (1967) e foi agraciada pelo governo espanhol com a Comenda de Isabel, a Católica (1985); entre outros prêmios. MEC VOL. 3, PÁG. 425; PONTUAL PÁG. 431; WALMIR AYALA VOL. 2, PÁG.203; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 777; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 707; ARTE NO BRASIL PÁG. 853; LEONOR AMARANTE PÁG. 126; brasilartesenciclopedias.com.br; www.artprice.com.



097 - TAPETE ORIENTAL,
Lance Livre - ENCERRADO


Ponto de nó, feito a mão, de lã, Pakistan, medindo 1,42 x 0,91 m = 1,29 m².



098 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XX
Lance Livre - ENCERRADO

Feira - óleo sobre tela - 50 x 70 cm - canto inferior direito não identificada - 2001 -



099 - INOS CORRADIN (1929)
Lance Livre - ENCERRADO

Músico - serigrafia - 83/100 - 51 x 36,5 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



100 - ANTÔNIO BANDEIRA (1922 - 1967)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - técnica mista sobre papel - 17 x 21 cm - canto inferior direito - 1967 -
Com carimbo de Autenticação do leilão do espólio de Antonio Bandeira realizado no MAM - Rio de Janeiro em 1968 pelo leiloeiro Horácio Ernani Thompson de Mello. No estado (pequenas manchas).

Pintor, desenhista, gravador, nascido em Fortaleza, CE e falecido em Paris, onde viveu a maior parte de sua vida. É um dos pioneiros da arte abstrata no Brasil. Iniciou-se na pintura como autodidata. Em 1941, em Fortaleza, participou, ao lado de Mário Baratta, entre outros, da criação do Centro Cultural de Belas Artes depois, Sociedade Cearense de Artes Plásticas. Em 1945, transferiu-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, realizou sua primeira exposição individual. Contemplado pelo governo francês com bolsa de estudos, permaneceu em Paris de 1946 a 1950 onde frequentou a Escola Nacional Superior de Belas Artes e a ‘Académie de la Grande Chaumière’. Entre 1947 e 1948 participou do ‘Salon d'Automne’ e do ‘Salon d'Art Libre’. Tomou parte em reuniões de artistas e formou o Grupo Banbryols (ban de Bandeira; bry de Camille Bryen; e ols de Wols), que durou de 1949 a 1951. Voltou ao Brasil em 1951 e apresentou-se na 1ª Bienal Internacional de São Paulo. Em 1952, criou um mural para o Instituto dos Arquitetos do Brasil, em São Paulo. Retornou a Paris em 1954 em razão do Prêmio Fiat, obtido na 2ª Bienal Internacional de São Paulo, mas não deixou de expor no Brasil. Permaneceu na Europa até 1959, passando pela Inglaterra e Bélgica, onde, em 1958, realizou um painel para o ‘Palais des Beaux-Arts’. Ao retornar ao Brasil teve uma atividade artística intensa, participou de importantes exposições, em paralelo a mostras em Paris, Munique, Verona, Londres e Nova York. Voltou a Paris em 1965, onde permaneceu até sua morte. BENEZIT, VOL.1, PÁG.415; MEYER/87, PÁG.606; MEC, VOL.1, PÁGS.159,160 E 167; PONTUAL, PÁGS. 48 E 49; WALMIR AYALA, VOL.1, PÁGS. 71 A 74; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 52 A 54; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; ARTE NO BRASIL, PÁG. 599; LEONOR AMARANTE, PÁG. 34; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 86; ACERVO FIEO; web.artprice.com; pitoresco.com; pinturabrasileira.com.



101 - REINALDO JERÔNIMO (1963)
Lance Livre - ENCERRADO

Multidão - óleo sobre tela - 80 x 100 cm - canto inferior direito -

Assinava Reinaldo J. Atualmente assinada R. Jeron. Natural da cidade paulista de Campinas, atualmente reside e é ativo na cidade de Catanduva-SP, onde vem desenvolvendo sua pintura de paisagens e cenas rurais. Foi aluno de desenho e pintura do Prof. Luis Dotto (1978/79) e do Prof. Luis Cláudio Morgilli (1984). Participa de diversas exposições em Catanduva, com sucesso de crítica e de público. JULIO LOUZADA, vol. 2, pág, 860, Acervo FIEO.



102 - DIONISIO DEL SANTO (1925 - 1999)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - guache - 13 x 13 cm - canto inferior direito - 1986 -

Pintor, desenhista, gravador, serígrafo e professor nascido em Colatina, ES e falecido em Vitória, ES. Autodidata. No começo da década de 1940, realizou seus primeiros desenhos. Transferiu-se para o Rio de Janeiro (1946) onde começou a pintar e frequentou aulas de modelo-vivo e de teoria das cores, na Associação Brasileira de Desenho. Atuou em publicidade e artes gráficas. Passou a trabalhar com xilogravura e serigrafia (1952) e produziu trabalhos a guache (entre 1964 e 1966). Foi professor de serigrafia no MAM, SP. Realizou exposições individuais no Rio de Janeiro (1965, 1973 – MAM); Petrópolis, RJ (1996) e mostras retrospectivas no Paço Imperial, RJ; no Museu de Arte Moderna de São Paulo (entre 1989 e 1990) e no Museu de Arte do Espírito Santo (1999). Recebeu o Prêmio de Melhor Exposição de Gravura do Ano, da APCA, SP (1975). Participou da 9ª Bienal Internacional de São Paulo (1967 - Prêmio Itamarati Aquisição); do Salão Nacional de Arte Moderna, RJ (1967, 1968 - Prêmio Isenção do Júri); da Bienal de Gravura de Tóquio (1970); do Salão de Arte de Belo Horizonte, MG (1973 - Prêmio Prefeitura de Belo Horizonte); entre outras mostras coletivas. WALTER ZANINI PÁG. 682; ARTE NO BRASIL PÁG. 934; PONTUAL PÁG. 168; MEC VOL. 2, PÁG. 26; JULIO LOUZADA VOL.3, PÁG. 325; VOL.12, PÁG. 128; ITAU CULTURAL; www.artprice.com.



103 - JOSÉ SABÓIA (1949)
Lance Livre - ENCERRADO

Colhendo mangas - óleo sobre tela - 50 x 70 cm - canto inferior esquerdo -

Pintor, José Sabóia do Nascimento nasceu em Almadina-BA. Artista autodidata foi para o Rio de Janeiro em 1967 e começou a pintar no ano seguinte, passando a expor seus trabalhos na feira hippie de Ipanema. Fez sua primeira exposição individual em Fortaleza, CE (1970). Entre as exposições de que participou, destacam-se: I e III Salão Nacional de Artes Plásticas do Ceará, Fortaleza, (1969, 1971 - Prêmio Aquisição); Dez Pintores no Rio de Janeiro, no MNBA, RJ (1983); ‘Brésil Naifs’, Paris (1986); ‘Salon d'Art Naif’- Marseilha, França (1987); ‘Pintura, Presença e Povo na Arte Brasileira’ no Museu da Casa Brasileira - São Paulo (1990); ‘Visões do Rio’ no MAM, RJ (1996). No exterior expôs individualmente em São Francisco, EUA e Munique, Alemanha, além de participar de coletivas em vários países e, principalmente na França, com exposições organizadas pela Galeria Jacqueline Bricard e uma presença cativa na ‘Galerie Naïfs du Monde Entier’ em Paris. José Sabóia participou do Concurso Internacional de Morges, quando seu quadro foi eleito pelo público, a melhor obra de 60 participantes de 22 países, premiação que originou o convite da Galeria Kasper para realizar uma exposição individual em 1997. JULIO LOUZADA vol. 11, pág. 278; ARTE NAIF NO BRASIL, pág. 228; ITAÚ CULTURAL, Acervo FIEO; www.artprice.com; www.nautilus.com.br; www.ardies.com.



104 - EDUARDO SUED (1925)
Base: R$ 2.500,00 - Aguardando oferta

Composição - serigrafia - 62/100 - 60 x 142 cm - canto inferior direito -
Com relevo seco de Papel Assinado - Brasil. (Atenção clientes que não residem em São Paulo: transporte apenas sem cobertura de seguro para o vidro devido a fragilidade da peça. Consulte-nos, em caso de dúvidas, antes de dar seu lance) .

Pintor, desenhista, gravador, ilustrador, vitralista e professor. Graduou-se na Escola Nacional de Engenharia do Rio de Janeiro (1948). No ano seguinte estudou desenho e pintura com Henrique Boese. Trabalhou como desenhista no escritório de Oscar Niemeyer (entre 1950 e 1951). Viajou para Paris (1951) onde frequentou as academias “La Grande Chaumière” e “Julian”. Retornou ao Rio de Janeiro (1953) e frequentou o ateliê de Iberê Camargo para estudar gravura em metal, tornando-se mais tarde, seu assistente. Lecionou desenho e pintura na Escolinha de Arte do Brasil (1956) e transferiu-se para São Paulo (1957) onde ministrou aulas de desenho, pintura e gravura, na FAAP (1958 a 1963). Voltou a morar no Rio de Janeiro (1964) e publicou o álbum de águas-fortes “25 Gravuras”. Ministrou aulas de gravura em metal no MAM, RJ (entre 1974 e 1980). Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1968, 1970, 1974, 1982, 1983,1986,1987, 1990, 1992, 1994, 1997 a 2000, 2004, 2005, 2010, 2013 a 2017); São Paulo (1984, 1989, 1993, 1999, 2003, 2005, 2010, 2016); Curitiba, PR (1995); Belo Horizonte, MG (2010, 2013); Brasília, DF (2019). Também foram muitas as participações em mostras coletivas e oficiais, destacando-se: Bienal Internacional de Gravura, Cracóvia – Polônia (1970); Bienal Internacional de São Paulo (1981, 1987, 1989); Bienal de Veneza (1984); Bienal do Merco Sul (2005). ARTE NO BRASIL PÁG. 814; JULIO LOUZADA VOL. 2, PÁG. 975; www.sued.art.br; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



105 - PAULA KADUNC (1954)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - acrílico sobre tela - 50 x 40 cm - dorso - 2021 -
Registrado sob o nº 860 no catálogo da Autora.

Paula Kadunc, pseudônimo artístico de Maria Paula Kadunc, nasceu em São Paulo. Frequentou um curso clássico de arte e comunicação na época de colégio. Formou-se em historia (1975) e nos anos seguintes realizou viagens de estudo pela Europa, Japão, China e Filipinas. No inicio da década de 80 trabalhou no Museu de Arte de São Paulo como assessora de imprensa e relações publicas auxiliando ainda na curadoria de diversas exposições. Na década de 90 frequentou o ateliê do escultor Paulo Tadee onde trabalhou com desenhos e pinturas geométricas e passou a fundir esculturas em bronze. Estudou técnica de pintura com Marysia Portinari. Tem participado com suas obras de várias exposições coletivas e leilões de arte. Possui obras em diversas coleções particulares e no Museu de Arte do Parlamento de São Paulo. www.artemaisnet.com.br/artistas/paula-kadunc.html; www.catalogodasartes.com.br; www.al.sp.gov.br; www.artprice.com; www.askart.com.



106 - GUANG HANG FANG (1946)
Lance Livre - ENCERRADO

Vegetação - desenho a nanquim e aquarela - 20 x 30 cm - canto inferior direito -
Paspatour no estado.

Pintor Chinês, radicado em São Paulo, Com exposições individuais na Galeria Paulista em 1999 e Renot Escritório de Arte . JULIO LOUZADA vol.12 pág. 190.



107 - JOSÉ PAULO MOREIRA DA FONSECA (1922 - 2004)
Lance Livre - ENCERRADO

Floresta - óleo sobre tela - 27 x 22 cm - canto inferior direito - 1976 -

Pintor, advogado, filósofo e poeta, nascido e falecido no Rio de Janeiro. Autodidata, dedicou-se à pintura a partir de 1950. Realizou várias exposições individuais em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Alemanha, Portugal, Inglaterra, Áustria, Estados Unidos, México e participou de muitas mostras e Salões oficiais pelo Brasil e Europa. MEC, VOL. 2, PÁG. 183; WALMIR AYALA VOL. 1, PÁG. 423 A 427; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 268; ITAU CULTURAL, ACERVO FIEO.



108 - PEDRO SELLA JUNIOR (1926)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre tela - 16 x 22 cm - canto inferior direito -
Paspatour no estado.

Natural da cidade paulista de Ribeirão Preto, onde nasceu a 28 de agosto. É um pintor romântico, com grande sensibilidade para captar o que há de mais autêntico na paisagem clássica do campo. Estudou com Simão Popoff. Em traços e tons impressionistas, pintou Goiás Velho, a casa de Cora Coralina, as igrejas de Ouro Preto, e os bebedouros coloniais de Minas. JULIO LOUZADA, vol. 10 pág. 814



109 - JOÃO CAMARA (1944)
Lance Livre - ENCERRADO

"Retrato glamurizado" - serigrafia - P.A. - 69 x 49 cm - canto inferior esquerdo -
No estado (papel manchado).

Pintor, gravador, desenhista, artista gráfico, professor e crítico, João Câmara Filho nasceu em João Pessoa, PA. Assina J. Câmara. Radicado em Pernambuco desde 1955. Estudou pintura no curso livre da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Pernambuco (entre 1960 e 1963), foi presidente da Sociedade de Arte Moderna do Recife - SAMR (1963) e cursou xilogravura com Henrique Oswald e Emanoel Araújo, na Escola de Belas Artes de Salvador. Fundou com Adão Pinheiro, José Tavares e Guita Charifker o Ateliê Coletivo da Ribeira (1964) e o Ateliê + Dez (1965), ambos em Olinda. Lecionou pintura na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa (entre 1967 e 1970). Montou um ateliê de litografia (1974), transformado depois na Oficina Guaianases de Gravura que, a partir de 1995, foi incorporada ao Laboratório de Artes Visuais da Universidade Federal de Pernambuco. Realizou as séries: "Cenas da Vida Brasileira 1930/1954" (1974-1976), "Dez Casos de Amor e uma Pintura de Câmara" (1977-1983), "O Olho de meu Pai sobre a Cidade" (1986) em que fez uma homenagem a seu pai e à cidade do Recife e concluiu a série "Duas Cidade" que tem como cenário as cidades de Recife e Olinda. Realizou exposição individual em: João Pessoa, PA (1963, 1966, 1967); São Paulo (1963, 1990, 1994, 1995 – MAC); Recife, PE (1964, 1966 a 1969, 2002, 2019); Olinda, PE (1966, 1967); Rio de Janeiro (1969, 1970); Fortaleza, CE (1989). Participou do Panorama da Arte Atual Brasileira, SP – MAC (1969) e da Bienal Internacional de São Paulo (1969) e de outras diversas mostras coletivas e oficiais pelo Brasil e exterior. Foi premiado em: Recife, PE (1962, 1964); Belo Horizonte, MG (1962); Córdoba, Argentina (1966 – Bienal Americana); Brasília, DF (1968). ITAU CULTURAL; PONTUAL PÁG. 100; TEIXEIRA LEITE PÁG. 100; WALTER ZANINI PÁG. 754; MEC VOL. 1, PÁG. 328; ARTE NO BRASIL PÁG. 688; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 175; VOL. 10, PÁG. 164; ACERVO FIEO; www.artprice.com; www.folhape.com.br/ artes-visuais/2019/07/18/.



110 - ERCOLE MAGROTTI (1890 - XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Feira - óleo sobre madeira - 49 x 37 cm - canto inferior esquerdo -
Reproduzido no Convite deste Leilão. (Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Pintor, desenhista e cenógrafo italiano nascido em Gallarate, perto de Milão e falecido em Roma. Autodidata, expôs pela primeira vez na exposição “Amici dell’Arte di Varese” em 1921. Em Gallarate, participou da Mostra Gallaratese d’Arte (1922, 1923) e realizou exposição individual (1962). Também expôs em Pádua, Busto Arsizio e Roma onde se instalou no final da guerra dedicando-se à cenografia, mas, sem abandonar a pintura. Em 1976, seus trabalhos foram exibidos na galeria MCA de Nova York, Estados Unidos. COMANDUCCI; JULIO LOUZADA VOL. 5, PÁG. 625; www.magrottiercole.it; www.artprice.com.



111 - JOSÉ PAULO MOREIRA DA FONSECA (1922 - 2004)
Lance Livre - ENCERRADO

Fachada - serigrafia - 85/200 - 27 x 41 cm - canto inferior direito -
No estado (pequenas manchas).

Pintor, advogado, filósofo e poeta, nascido e falecido no Rio de Janeiro. Autodidata, dedicou-se à pintura a partir de 1950. Realizou várias exposições individuais em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Alemanha, Portugal, Inglaterra, Áustria, Estados Unidos, México e participou de muitas mostras e Salões oficiais pelo Brasil e Europa. MEC, VOL. 2, PÁG. 183; WALMIR AYALA VOL. 1, PÁG. 423 A 427; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 268; ITAU CULTURAL, ACERVO FIEO.



112 - PAULO CLÁUDIO ROSSI OSIR (1890 - 1959)
Lance Livre - ENCERRADO

Marinha - óleo sobre aglomerado - 40 x 55 cm - canto inferior direito - 1957 -
Moldura no estado.

Pintor e arquiteto nascido e falecido em São Paulo. Estudou na Europa, e em 1921 expõe individualmente em sua cidade natal. Integrou, mais tarde, a Família Artística Paulista. Seu estilo combina elementos impressionistas e cubistas. Criou a OSIRARTE, firma especializada no fabrico de azulejos artísticos. TEODORO BRAGA, pág. 208; WALMIR AYALA, vol. 2, pág. 268; PONTUAL, pág. 462; MEC, vol, 3, pág. 303; ITAU CULTURAL; LEONOR AMARANTE, pág. 128; ARTE NO BRASIL; WALTER ZANINI, pág. 579, Acervo FIEO, RUTH TARASANTCHI.



113 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XX
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre tela - 26 x 41 cm - canto inferior esquerdo não identificado - 1988 -



114 - KASUO WAKABAYASHI (1931)
Lance Livre - ENCERRADO

"Folhas" - serigrafia - P.A. - 46 x 56 cm - canto inferior direito - 2007 -
Moldura no estado.

Pintor japonês, natural de Kobe. Iniciou seus estudos na Escola Técnica de Hikone em Shiga, Japão (1944); frequentou a Escola de Belas Artes e a Academia Niki, em Tóquio, e as aulas de desenho e pintura de Kanosuke Tamura (entre 1947 e 1950). Tornou-se membro do Grupo Babel, composto por Rokuichi, Kaibara, Ko Nishimura e outros; do grupo Seiki; publicou álbum de pinturas e poesias (1953) e participou do Delta (1954), além de ilustrar os jornais "Shinko Shimbum" e "All Sports". Em 1952 montou seu atelier. Veio para o Brasil (1961), radicou-se em São Paulo onde se integrou ao Grupo Seibi. Realizou exposições individuais em: Tóquio, Japão (1957, 1976); Osaka, Japão (1959); Kobe, Japão (1960, 1976); Rio de Janeiro (1963, 1970, 1971, 1973, 1975, 1977, 1979 a 1981, 1983, 1984, 1987); São Paulo (1965, 1968, 1969, 1971, 1980, 1993, 2001, 2017 – SOCIARTE); Brasília, DF (1972, 1974, 1977, 1980); Washington, EUA (1969); Nova York, EUA (1983). Em 1968, naturalizou-se brasileiro. Vem participando de diversas mostras coletivas e oficiais, desde os Salões Japoneses (entre as décadas de 1940 e 1960) onde foi premiado em 1947, 1950, 1954 e 1959 e de outras, destacando-se: Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos, SP - Grande Medalha de Ouro (1963); 12º Salão Paulista de Arte Moderna - Medalha de Ouro (1963); Bienal Internacional de São Paulo (entre 1963 e 1967) - Prêmio Aquisição do Itamarati na 9ª edição; exposição itinerante pela Europa e América – "Mestres do Abstracionismo Brasileiro" (1984); Salão de Abril do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – Primeiro Prêmio (1966). Foi publicado o livro "Wakabayashi" (1992) e uma retrospectiva de sua obra foi realizada no Paço das Artes, SP (1993). TEIXEIRA LEITE PÁG. 540; PONTUAL PÁG. 550; MEC VOL. 4, PÁG. 501; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 1064; VOL. 6, PÁG. 1181ITAU CULTURAL; ARTE NO BRASIL PÁG. 939, ACERVO FIEO; www.artprice.com.



115 - GUERINO GROSSO (1907 - 1988)
Lance Livre - ENCERRADO

Menina - óleo sobre placa - 30 x 25 cm - canto inferior esquerdo -

Pintor, desenhista e professor nascido em Rio Claro, SP e falecido em São Paulo. Iniciou seu aprendizado artístico, em 1917, com Lúcia Machado e Igino Acquarone. Frequentou a Escola de Belas Artes de São Paulo. Foi sócio-fundador da Associação Paulista de Belas Artes de São Paulo onde atuou como professor e conselheiro a partir de 1942. Participou do Salão Paulista de Belas Artes, SP em: 1942 (Menção Honrosa), 1943, 1944, 1947, 1948, 1949, 1951, 1952 (Medalha de Bronze), 1953, 1964, 1967 (Pequena Medalha de Prata), 1980; do Salão de Verão – SP em 1975 (Grande Medalha de Prata); do Salão de Belas Artes de Rio Claro em 1957 (Medalha de Ouro), 1979 (Menção Honrosa). MEC VOL. 2, PÁG. 284; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 448; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO.



116 - KLEBER LOPES (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Batman - impressão digital - 95/100 - 43 x 35 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Artista plástico nascido e criado em Assis, SP. Desde a infância é apaixonado pela história em quadrinhos, o que o fez desenvolver habilidades através de desenhos com o guache que, mais tarde, se transformou no despertar de seu talento para o grafite nas ruas de sua cidade. Formou-se em Artes Plásticas e assim, pôde aprimorar sua técnica e consequentemente ainda mais seu talento. Tem participado de mostras coletivas. www.kleberlopesartes.com.br.



117 - FERDINAND MEIRAN (1901 - 1989)
Lance Livre - ENCERRADO

Casarão - óleo sobre madeira - 19 x 29,5 cm - canto inferior direito -

Pintor e escultor natural de Cannes, França, onde nasceu a 2 de julho de 1901. Seu pai, também pintor, era muito amigo do professor e pintor Louis Pastour, que mais tarde viria a ser seu mestre e orintador artístico. Fixou residência no Brasil a partir de 1937, filiando-se no Rio de Janeiro à Associação dos Artistas Brasileiros, onde fez sua primeira exposição no País. Transferiu-se posteriormente para São Paulo onde expôs suas pinturas nas seguintes galerias paulistas: TABLEAU, Dan, Pátio, Aliança Francesa, etc. Em sua pintura, preocupava-se sempre com o sol, não em si mesmo, mas a influência dele sobre a paisagem. Realizou diversos e importantes trabalhos iconográficos da cidade de São Paulo. JULIO LOUZADA,vol. 1-pág. 622, Acervo FIEO.



118 - HYLDA LUCENA (XX - XXI)
Lance Livre - ENCERRADO

Figura - escultura em bronze - 31 x 19 x 13 cm - assinado -

Escultora e designer com diversas participações em exposições nacionais e internacionais desde 1985. formasdofogo.com.br/sobre-nos/; www.dspace.uce.edu.ec/bitstream/25000/4915/1/T-UCE-0002-59.pdf ; www.artprice.com.



119 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Pássaro - serigrafia - P.A. - 20 x 16 cm - canto inferior direito - 1987/1988 -

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



120 - SILVIO OPPENHEIM (1941 - 2012)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - acrílico sobre tela - 100 x 100 cm - canto inferior esquerdo - 2011 -
Reproduzido no Convite deste Leilão.

Pintor, desenhista, arquiteto e professor nascido e falecido em São Paulo. Formou-se pela Faculdade de Arquitetura da USP (1965) e completou sua formação na Alemanha, quando ganhou do governo alemão uma bolsa de estudos para a 'Technisce Universitat' (TU) em Berlim Ocidental. Em 1979 assumiu a cadeira de arquitetura de interiores na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie. Produziu intensamente como arquiteto e como artista plástico. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1965, 1972, 1975 a 1977, 1979, 1981, 1982, 1986 a 1989); Rio de Janeiro (1985); Brasília, DF (1978); Curitiba, PR (1980, 1987); Goiânia, GO (1989); Vitória, ES (1989). Participou de exposições coletivas e oficiais como: Bienal Internacional de São Paulo (1963, 1965, 1967, 1969); '5 Pintores de Vanguarda', Porto Alegre, RS (1965); Panorama de Arte Brasileira, MAM – SP (1971, 1973, 1976, 1979); Tóquio, Japão (1985) e outras. JULIO LOUZADA, VOL. 2, PÁG.745; VOL. 4, PÁG. 829; MEC, VOL.3, PÁG.301; ITAU CULTURAL, ACERVO FIEO; www.pinacoteca.org.br; www.sp.senac.br; www.resenhando.com; www.artprice.com.



121 - LEÓN FERRARI (1920 - 2013)
Base: R$ 1.500,00 - Aguardando oferta

Símbolos - serigrafia - 30/100 - 59 x 33 cm - canto inferior esquerdo -
Com relevo seco de Papel Assinado - Brasil.

Pintor, gravador, escultor, artista multimídia argentino nascido e falecido em Buenos Aires. Iniciou seu trabalho como escultor na Itália (1954) onde residiu por três anos e realizou exposição individual em Milão (1955). Em sua prática artística, fez uso de distintas linguagens como a escultura, o desenho, a gravura, a caligrafia, a colagem, a "assemblage", a instalação e o vídeo. Mudou-se para São Paulo (1976 - 1990) e conviveu com Regina Silveira e Julio Plaza. Participou de mostras coletivas e Salões oficiais nacionais como: Panorama da Arte Atual Brasileira, MAM – SP (1978, 1980, 1981); Salão Nacional de Arte Contemporânea de Belo Horizonte, MG (1981, 1982); Mostra Internacional de Arte Postal, Porto Alegre – RS (1981); "León Ferrari: Poéticas e Políticas", Pinacoteca do Estado do São Paulo, SP (2006); entre outras. Internacionais, destacam-se: "Politiscripts, The Drawing Center" (TDC), Nova York - EUA, (2004); "León Ferrari: retrospectiva. Obras 1954-2004", Centro Cultural Recoleta (CCR), Buenos Aires, Argentina (2004); "Think with the Senses, Feel with the Mind: Art in the Present Tense" na 52ª Bienal de Veneza - Pavilhão da Itália e Arsenal (2007), recebendo o prêmio Leone D'Oro; "Tangled Alphabets: León Ferrari and Mira Schendel", Museu de Arte Moderna (MoMA), Nova York - EUA (2009); "León Ferrari - Brailles y Relecturas de la Biblia", Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires (MALBA), Buenos Aires – Argentina (2012). Recebeu prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA, SP, de melhor exposição do ano (1983). JULIO LOUZADA VOL. 3, PÁG. 403; ITAU CULTURAL; nararoesler.art; www.artprice.com.



122 - TAPETE ORIENTAL,
Lance Livre - ENCERRADO


Ponto de nó, feito a mão, de lã, Belouch Afghan, medindo 1,28 x 0,90 m = 1,15 m².



123 - FRANCISCO BRENNAND (1927 - 2019)
Lance Livre - ENCERRADO

Ovo - cerâmica - 17 x 11 x 11 cm - não assinado -
Com marca da Oficina Cerâmica Francisco Brennand.

Pintor, desenhista, gravador, ceramista, escultor, tapeceiro e ilustrador, Francisco de Paula Coimbra de Almeida Brennand nasceu e faleceu em Recife, PE. Iniciou sua formação em 1942, aprendendo a modelar com Abelardo da Hora. Posteriormente, recebeu orientação em pintura de Álvaro Amorim e Murilo Lagreca. Viajou para a França (1949), incentivado por Cicero Dias. Frequentou cursos com André Lhote e Fernand Léger, em Paris (1951); conheceu obras de Pablo Picasso e Joán Miró e descobriu, na cerâmica, seu principal meio de expressão. Realizou diversos painéis e murais cerâmicos (entre 1958 a 1999) em várias cidades do Brasil e dos Estados Unidos. Iniciou a restauração de uma velha olaria de propriedade paterna (1971), próxima a Recife, transformando-a em ateliê, onde manteve em exposição permanente objetos cerâmicos, painéis e esculturas. Exposições retrospectivas de sua produção foram realizadas em Berlim -“Staatliche Kunsthalle” (1993) e na Pinacoteca do Estado de São Paulo - “Brennand: Esculturas 1974-1998” (1998). Foi publicado o livro “Brennand”, Editora Métron, com texto de Olívio Tavares de Araújo (1997). Foram lançados vários vídeos sobre sua obra, entre eles, “Francisco Brennand: Oficina de Mitos”, pela Rede Sesc/Senac de Televisão (2000). Realizou exposições individuais em: São Paulo (1960, 1961); Olinda, PE (1961); Salvador, BA (1961); Rio de Janeiro (2000). Participou de diversas mostras coletivas e Salões oficiais, destacando-se: Salão Anual de Pintura, Museu do Estado de Pernambuco (1947 – 1º Prêmio em Pintura, 1948 – 1º Prêmio em Pintura, 1950 – 2º Prêmio, 1953, 1954); Salão Baiano de Belas Artes (1955 – Medalha de Prata); Bienal Hispano Americana, Barcelona – Espanha (1956); Bienal Internacional de São Paulo (1959); Exposição Internacional de Cerâmica e Pintura, Oostende – Bélgica (1959). JULIO LOUZADA VOL. 3, PÁG.161. PONTUAL PÁG. 88. MEC VOL. 1, PÁG. 294; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 717; ARTE NO BRASIL PÁG. 879. ACERVO FIEO, www.artprice.com.



124 - FANG (1931 - 2012)
Lance Livre - ENCERRADO

Porco - serigrafia - 14/50 - 26 x 40 cm - canto inferior direito - 2004 -

Pintor, desenhista, gravador e professor, Chien Kong Fang, ou simplesmente Fang, nasceu na cidade de Tung Cheng, China e faleceu em São Paulo. Estudou sumiê e aquarela na China em 1945. Veio morar em São Paulo com a família em 1951, naturalizando-se brasileiro em 1971. Entre 1954 e 1956, estudou pintura com Yoshiya Takaoka em São Paulo. Viajou, em 1977, para a América do Norte, Europa e Ásia, onde desenvolveu o seu trabalho de pintura. Em 1981, foi realizado o curta metragem biográfico ‘O Caminho de Fang’, em São Paulo. Visitou a China, convidado pelo governo chinês, em 1985. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1959, 1961, 1962, 1978, 1981, 1993, 2005); Salvador, BA (1962); Rio de Janeiro (1978, 1986); Schleswing, Alemanha (1985); Lugana, EUA (1990); Americana, SP (1994); Formosa, Taiwan (1994). Foi premiado no Rio de Janeiro (1957) e em São Paulo (1960 a 1962, 1967 a 1969, 1978, 1979, 1991). Participou do Panorama da Arte Atual Brasileira - MAM, SP (1978). MEC, VOL. 2, PÁG. 124; JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 366; VOL. 6, PÁG. 378; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 189; PONTUAL, PÁG. 201; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; www.fang.com.br; www.artprice.com.



125 - JOSÉ RONCOLETO LUBRA (XX - XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Rosas - óleo sobre tela - 60 x 120 cm - canto inferior direito -

Pintor, desenhista e professor nascido em Itu, SP e falecido em São Paulo. Foi ativo em Santos, SP. Assinava Lubra. Participante do Salão Paulista de Belas Artes onde obteve Menção Honrosa em 1951 e Medalha de Bronze em 1952. MEC VOL. 2, PÁG. 509; JULIO LOUZADA VOL. 5, PÁG. 593; VOL. 7, PÁG. 412.



126 - HANSEN BAHIA (1915 - 1978)
Lance Livre - ENCERRADO

Touros - xilogravura - 20,5 x 29 cm - canto inferior direito -

Gravador, escultor, pintor, ilustrador, poeta, escritor, cineasta e professor, Karl Heinz Hansen nasceu em Hamburgo, Alemanha e faleceu em São Paulo. Serviu como soldado (entre 1936 e 1945) na Segunda Guerra Mundial e atuou como ilustrador de histórias infantis. Autodidata, realizou suas primeiras xilogravuras entre 1946 e 1948. Fixando-se sucessivamente na Itália, Suécia, Inglaterra, emigrou para o Brasil em 1950 residindo de início em São Paulo e a partir de 1955 em Salvador. Ilustrou a publicação 'Flor de São Miguel' (1957), com textos de Jorge Amado, Vinicius de Moraes e de sua autoria; 'Navio Negreiro' (1958), de Castro Alves. Em homenagem à Bahia passou a assinar seus trabalhos como Hansen-Bahia a partir de sua volta à terra natal em 1959. Lá permaneceu até 1963, enquanto trabalhou no ateliê de gravura fundado por ele mesmo no castelo Tittmoning. Viveu na Etiópia (entre 1963 e 1966) onde ajudou a estabelecer a Escola de Belas Artes na cidade de Addis Abeba. Retornou a Salvador e naturalizou-se. Tornou-se professor de artes gráficas da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (1967). Dois anos antes de sua morte, doou em testamento sua produção artística para a cidade de Cachoeira, Bahia, onde foi criada a Fundação Hansen Bahia que recebeu seu acervo artístico de xilogravuras, matrizes, livros, pinturas, prensas e ferramentas de trabalho. Realizou exposições individuais no: Museu de Arte de São Paulo (1950, 1953, 1966); Museu Nacional de Belas Artes, RJ (1952); Museu de Arte Moderna de São Paulo (1954, 1956); Buenos Aires, Argentina (1954, 1955, 1958), entre outras. Participou de muitas mostras coletivas e oficiais como: Bienal Internacional de São Paulo (1951, 1961); Salão Nacional de Arte Moderna (1954, 1955). PONTUAL PÁG. 260; MEC VOL. 1, PÁG. 157; JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG. 81; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 720; ARTE NO BRASIL, PÁG. 842; ACERVO FIEO, PÁG. 251; www.hansenbahia.com.br; www.artprice.com.



127 - INOS CORRADIN (1929)
Lance Livre - ENCERRADO

Golfista - serigrafia - 91/100 - 55,5 x 42 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



128 - CAROLUS, (CARLOS CANNONE) (1928 - 1995)
Lance Livre - ENCERRADO

Figuras - óleo sobre tela - 38 x 33 cm - canto superior direito e dorso - 1967 -
Moldura no estado.

Pintor, estudou com o pai Angelo Canone, na Itália, antes de emigrar para o Brasil em 1951. Ativo no Rio de Janeiro, realizou diversas exposições individuais e coletivas. MEC, vol.1, pág. 360; JULIO LOUZADA vol.5, pág. 205.



129 - FERREIRA GULLAR (1930 - 2016)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 90/150 - 32 x 42 cm - canto inferior direito -

Poeta, crítico de arte, jornalista, escritor, dramaturgo, tradutor, José Ribamar Ferreira nasceu em São Luís, MA. Em 1948 adotou o nome Ferreira Gullar. Transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1951. Participou da Exposição Nacional de Arte Concreta no MAM, SP (1956) e no Ministério da Educação e Cultura - MEC, RJ (1957). Discordando das ideias do grupo concretista paulista, redigiu 'Poesia Concreta: Experiência Fenomenológica', texto que marcou sua ruptura com o movimento. Por ocasião da 1ª Exposição Neoconcreta realizada no Rio e Janeiro (1959), escreveu o 'Manifesto Neoconcreto', assinado também por Amilcar de Castro , Aluísio Carvão , Franz Weissmann , Hélio Oiticica, Lygia Clark, Lygia Pape , Reynaldo e Theon Spanudis. Publicou ainda a 'Teoria do Não-Objeto' (1959) que expressa as ideias fundamentais do neoconcretismo. Dirigiu a Fundação Cultural – Brasília (1961) para a qual elaborou o projeto do Museu de Arte Popular. Por conta de seu engajamento político, foi preso (1968) e viveu exilado em Paris, Moscou, Santiago, Lima e Buenos Aires. Voltou ao Brasil em 1977. Consolidando a carreira como crítico e teórico de arte, publicou 'Etapas da Arte Contemporânea: do Cubismo à Arte Neoconcreta '(1985). Foi diretor (1992 a 1995 )do Instituto Brasileiro de Arte e Cultura (Ibac), que voltou a ter o antigo nome, Fundação Nacional de Arte (Funarte). O pleno reconhecimento à sua carreira vem a partir da década de 1990, período em que recebeu diversos prêmios e homenagens, entre os quais se destacam o Prêmio Jabuti, categoria poesia, concedido em 1999; a indicação ao Prêmio Nobel de Literatura, em 2002; o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL), pelo conjunto da obra, em 2005; e o Prêmio Camões, concedido pelos governos do Brasil e de Portugal, em 2010. ITAU CULTURAL; www.artprice.com; educacao.uol.com.br; www.infoescola.com.



130 - ANITA MALFATTI (1896 - 1964)
Lance Livre - ENCERRADO

"Casa onde morei" - aquarela - 41 x 31 cm - canto inferior direito -
Reproduzido no Convite deste Leilão.

Pintora, desenhista, gravadora, ilustradora e professora, Annita Catarina Malfatti nasceu e faleceu em São Paulo. Iniciou seu aprendizado artístico com a mãe, Bety Malfatti. Residiu na Alemanha (1910-1914) onde frequentou, por um ano, a Academia Imperial de Belas Artes - Berlim e, posteriormente, estudou com Fritz Burger-Mühlfeld, Lovis Corinth e Ernst Bischoff-Culm. Nesse período também se dedicou ao estudo da gravura. De 1915 a 1916 residiu em Nova York e teve aulas com George Brant Bridgman, Dimitri Romanoffsky e Dodge, na Arts Students League of New York, e com Homer Boss, na Independent School of Art. Sua primeira individual aconteceu em São Paulo, em 1914. Estudou, também, pintura com Pedro Alexandrino (1919) e com Georg Elpons (1920). Em 1922, participou da Semana de Arte Moderna e integrou ao lado de Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Menotti Del Pichia, o Grupo dos Cinco. No ano seguinte, recebeu bolsa de estudo do Pensionato Artístico do Estado de São Paulo e partiu para Paris, onde foi aluna de Maurice Denis, frequentou cursos livres de arte e manteve contatos com Fernand Léger, Henri Matisse e Tsugouharu Foujita. Retornou ao Brasil em 1928. Na década de 1930, em São Paulo, integrou a Sociedade Pró-Arte Moderna - SPAM, a Família Artística Paulista - FAP e participou do Salão Revolucionário. Realizou exposições individuais e participou de muitas mostras e Salões oficiais, entre elas a 1ª e a 7ª Bienal Internacional de São Paulo. É considerada a primeira representante do modernismo no Brasil. BENEZIT VOL. 7, PÁG. 118; TEODORO BRAGA PÁG. 151; MEC VOL. 3, PÁG. 45; PONTUAL PÁG. 332; WALMIR AYALA VOL. 2, PÁG. 33; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 478; ARTE NO BRASIL PÁG. 652; LEONOR AMARANTE PÁG. 24; DICIONÁRIO OXFORD; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 571; www.infoescola.com; www.macvirtual.usp.br; www.pinturabrasileira.com; www.fapesp.br.



131 - FUKUDA (1943 - 2021)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 6/30 - 30 x 60 cm - canto inferior direito - 2013 -
Com relevo seco de Papel Assinado - Brasil.

Pintor, gravador e escultor, Roberto Kenji Fukuda nasceu em Indiana, SP e faleceu em Curitiba PR. Iniciou-se na pintura com orientação de seu pai, o pintor Tamotsu Fukuda, um dos imigrantes japoneses pioneiros no Brasil. Como escultor foi o responsável pela criação do monumento comemorativo aos Jogos Pan-Americanos, do Rio de Janeiro (2007). Realizou exposições individuais em: Lins, SP (1963); Rio de Janeiro (1988, 1989); São Paulo (1988,1991); Curitiba, PR (1989); Brasília, DF (1989); Belo Horizonte, MG (1991). Participou de várias mostras coletivas pelo Brasil, Alemanha, França e Estados Unidos. JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 120; ITAÚ CULTURAL; Acervo FIEO; www.galeriamaradolzan.com.br.



132 - GERARDO DE SOUSA (1950)
Lance Livre - ENCERRADO

"Meninas" - óleo sobre tela - 110 x 130 cm - canto inferior direito e dorso - 1987 - Rio -

Pintor, Gerardo Luiz de Sousa nasceu em Guaraciaba do Norte, CE. Assina Gerardo de Sousa. Ativo no Rio de Janeiro onde, em 1973, começou a expor seus trabalhos na Feirarte, Praça General Osório. Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1974 a 1978, 1980, 1985, 1987); Niterói, RJ (1979, 1983), Teresópolis, RJ (1982). Participou de várias mostras coletivas e Salões oficiais no Rio de Janeiro e pelo o Brasil. No exterior expôs em: Milão (1975); San Salvador, Caracas, Toronto e Nova York (1976); Nova Jersey e Genebra (1977); Santiago do Chile (1979); Paris (1986); Tóquio (1989); Eslováquia (1994). Foi premiado no Rio de Janeiro (1974) e em Piracicaba, SP (1992). MEC VOL. 4, PÁG. 313; JULIO LOUZADA VOL. 11, PÁG. 306.



133 - NANDO RIBEIRO (1963)
Lance Livre - ENCERRADO

Menina, gato e pombo - óleo sobre tela colada em placa - 50 x 30 cm - canto inferior direito - 2021 -

Pintor e desenhista, Fernando Ferreira Ribeiro nasceu em Pires Ferreira, Ceará. É autodidata em pintura e desenho. Assinava Ferferi até 1993. Atualmente assina Nando Ribeiro. Tem participado de mostras coletivas e Salões oficiais em: Embu, SP (1983 a 1985, 1989, 1992, 1993, 1998); Guarujá, SP (1987); São Paulo (1988, 1990, 1991, 2004); Sorocaba, SP (1988, 1992); Bruxelas, Bélgica (1988); Avignon, França (1990); Três Fronteiras, SP (1994); Itanhaém, SP (1995); Poços de Caldas, MG (1997); Campinas, SP (1999, 2000); Campo Grande, MS (2002). Recebeu Menção Honrosa (1985) no Espaço Cultural IBM Brasil, SP e em Três Fronteiras, SP (1994). JULIO LOUZADA VOL. 8, PÁG 698; www.artmajeur.com/pt/nandoribeiro/presentation.



134 - MACIEJ ANTONI BABINSKI (1931)
Lance Livre - ENCERRADO

Nus - gravura - P.A. - 9,5 x 9,5 cm - canto inferior direito -

Gravador, ilustrador, pintor, desenhista e professor nascido em Varsóvia, Polônia. Migrou com a família para a Inglaterra (1940), por causa da Segunda Guerra Mundial. Iniciou sua formação artística com o padre Raphael Williams O.S.B. Fixou-se com a família em Montreal, Canadá (1949) onde estudou pintura com John Goodwin Lyman, na "McGill University". Além disso, teve aulas de gravura com Eldon Grier e fez cursos de desenho e pintura com Goodrich Roberts na "Art Association of Montreal". Paralelamente, aproximou-se do grupo de vanguarda "Les Automatistes" reunido em torno de Paul-Émile Borduas e, juntos, expuseram no "Musée des Beaux-Arts de Montréal" (1952) e realizou sua primeira individual (1953). Mudou-se para o Brasil (1953) e permaneceu no Rio de Janeiro até 1965. Teve contato com Oswaldo Goeldi, Augusto Rodrigues e Darel. Realizou 24 águas-fortes para o livro "Cadernos de João", de Aníbal Machado, editado pelos Cem Bibliófilos do Brasil (1961). Em 1965 foi convidado a lecionar no Instituto Central de Artes da Universidade de Brasília - ICA/UnB, da qual se afastou um ano depois em virtude de perseguições políticas. Após viver oito anos em São Paulo (1966 a 1974), mudou-se para Minas Gerais e foi lecionar na Universidade Federal de Uberlândia (1979 a 1987). Com a anistia política foi reintegrado à UnB (1988), lá permanecendo até se aposentar (1991) quando passou a residir no interior do Ceará. Expôs na Bienal Internacional de São Paulo (1967, 1985). Participou de várias edições do Salão Nacional de Arte Moderna, do Salão Paulista e do Panorama da Arte Atual Brasileira, entre outros eventos de arte. Foi realizada a retrospectiva "Babinski: 50 Anos de Brasil", em Brasília (2004). TEIXEIRA LEITE PÁG. 48; PONTUAL PÁGS. 46 E 47; MEC VOL. 1, PÁG. 157; WALMIR AYALA VOL. 1, PÁG. 69; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 81; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 720; ARTE NO BRASIL PÁG. 903, ACERVO FIEO; www.iar.unicamp.br; www.artprice.com.



135 - ANGELO CANNONE (1899 - 1992)
Lance Livre - ENCERRADO

"Capo Miseno" - óleo sobre placa - 29 x 39 cm - canto inferior esquerdo -
Com etiqueta do Ateliê do Autor no dorso.

Pintor, desenhista e professor nascido em Abruzzo, Itália. Assinava D’Angelo, Angelo Cannone e A. Cannone. Aos cinco anos mudou-se para Nápoles com sua família. Em fins de 1947, veio para o Brasil, residiu algum tempo em São Paulo e depois se mudou para o Rio de Janeiro, onde se radicou e lá faleceu. Estudou no Instituto de Belas Artes de Nápoles com Paolo Vetri. Viveu em Roma durante quatro anos com uma pensão conquistada em um concurso em Nápoles. Lecionou desenho no Instituto Técnico. Expôs individualmente em São Paulo (1947, 1993) e no Rio de Janeiro (1947, 1973, 1980, 1984). Foi premiado, na Itália, em: 1922, 1925, 1929, 1941 e, no Brasil, em 1960. Em 1972 pintou o retrato do papa Pio X, em tamanho natural, que está na Igreja dos Italianos, RJ. WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 168; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 187; VOL. 3, PÁG. 203; VOL.8, PÁG. 165; VOL. 9, PÁG. 171; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; brasilartesenciclopedias.com.br; www.artprice.com; www.arcadja.com.



136 - IVAN SERPA (1923 - 1973)
Lance Livre - ENCERRADO

Surreal - desenho a nanquim - 18 x 11 cm - canto inferior direito - 1971 -

Pintor, desenhista, gravador e professor, Ivan Ferreira Serpa nasceu e faleceu no Rio de Janeiro. Estudou gravura e desenho com Axel Leskoschek (entre 1946 e 1948) no Rio de Janeiro. Em 1949, ministrou suas primeiras aulas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, onde, a partir de 1952, exerceu sistemática atividade didática, em especial no ensino infantil. Foi um dos precursores do concretismo no Brasil, criando ao lado de Aluisio Carvão, Lígia Clark, Hélio Oiticica e outros o Grupo Frente, que se manteve ativo de 1954 a 1956, inclusive com exposições no Rio de Janeiro. Participou da Divisão Moderna do SNBA (1947-1951). Em 1957, recebeu o prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna, RJ. Participou da exposição ’Opinião 65’, evento que marca a difusão de uma nova arte de tendência figurativa, a neofiguração. Em 1970, fundou, com Bruno Tausz, o Centro de Pesquisa de Arte no Rio de Janeiro. Participou da Bienal Internacional de São Paulo (1951, 1955, 1957, 1961, 1963, 1965) e da Bienal de Veneza (1952, 1954, 1962, 1966). PONTUAL, PÁG 486; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 605; ARTE NO BRASIL, PÁG. 840; LEONOR AMARANTE, PÁG. 26; MEC VOL. 4, PÁG. 221; ACERVO FIEO; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 899.



137 - HILÁRIO ZARZANA (1934 - 1991)
Lance Livre - ENCERRADO

Flores e frutas - óleo sobre placa - 29 x 39 cm - canto inferior esquerdo - 1986 -

Paulistano, o pintor HILARIO era também odontólogo, profissão que exerceu paralelamente às artes até 1981, quando passou a dedicar-se integralmente à pintura. Cursou pintura na Faculdade Marcelo Tupinambá e desenho artístico no IUB. A partir de 1981 expõe suas obras, obtendo premiações. JULIO LOUZADA, vol. 13 pág. 166, Acervo FIEO.



138 - MIGUEL LOPEZ PALLAS (1938)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre tela - 70 x 50 cm - canto inferior direito e dorso - 1989 -

Pintor e escultor, ativo em São Paulo. Participou do Salão da Paisagem Paulista (1969), da Exposição Coletiva da Associação Paulista de Belas Artes, Salão Livre e do Salão da Associação Paulista de Belas Artes (1970). JULIO LOUZADA, vol.11, pág.179; MEC, vol.3, pág.330, Acervo FIEO.



139 - RENINA KATZ (1925)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - gravura - 15/30 - 39 x 59 cm - canto inferior direito - 1995 -

Gravadora, desenhista, ilustradora e professora, Renina Katz Pedreira nasceu no Rio de Janeiro. Assina Renina e Renina Katz. Cursou a Escola Nacional de Belas Artes, RJ (1947 a 1950) e teve como professores, entre outros, Henrique Cavalleiro e Quirino Campofiorito. Licenciou-se em desenho pela Faculdade de Filosofia da Universidade do Brasil. Iniciou-se em xilogravura com Axl Leskoschek, em 1946. Incentivada por Poty, ingressou no curso de gravura em metal, oferecido por Carlos Oswald no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro. Mudou-se para São Paulo em 1951, e lecionou gravura no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand e, posteriormente, na Fundação Armando Álvares Penteado, até a década de 1960. Em 1956, publicou o primeiro álbum de gravuras, intitulado ‘Favela’. A partir dessa data, foi docente da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo por 28 anos. Realizou muitas exposições individuais pelo Brasil, EUA, Chile, Paraguai, Portugal, Itália, Holanda e participou, entre as diversas mostras e Salões oficiais, das: Bienal Internacional de São Paulo (1955, 1959, 1961, 1963, 1985, 1989); Bienal de Veneza, Itália (1956, 1986); Panorama da Arte Atual Brasileira - MAM, SP (1974, 1977, 1980, 1984). Foi premiada no Rio de Janeiro (1951, 1952) e em São Paulo (1955, 1984). MEC VOL.2, PÁG.403; PONTUAL, PÁG. 288; WALMIR AYALA VOL.1, PÁG.441; JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG.15; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 606; ARTE NO BRASIL; www.artprice.com; www.catalogodasartes.com.br; www.editora.unicamp.br; www.laboratoriodasartes.com.br; artenaescola.org.br.



140 - BENEDITO CALIXTO DE JESUS (1853 - 1927)
Lance Livre - ENCERRADO

"Mata ao amanhecer" - óleo sobre madeira - 23 x 35,7 cm - canto inferior direito -
Reproduzido no Convite deste Leilão. Com Expertise BC0550 firmada por Celso Calixto Rios em 26 de agosto de 2021. Moldura no estado.

Pintor, professor, historiador, ensaísta, nascido em Conceição de Itanhaém, SP e falecido em São Paulo. Transferiu-se para Brotas, SP, onde adquiriu noções de pintura com o tio Joaquim Pedro de Jesus, ao auxiliá-lo na restauração de imagens sacras de uma igreja local. Realizou sua primeira individual em São Paulo, no ano de 1881. Fixou-se por algum tempo em Santos e depois de ter executado a decoração do Teatro Guarani, partiu para Paris em 1883, estudando na Academia Julian e no ateliê de Jean François Raffaëlli. Retornou ao Brasil em 1885 e passou a residir em São Vicente. Produziu inúmeras marinhas em que representa o litoral paulista; realizou diversos painéis de temas religiosos para igrejas na capital e interior do Estado de São Paulo; pintou vistas de antigos trechos das cidades de São Paulo, Santos e São Vicente para o Museu Paulista da Universidade de São Paulo, por encomenda do diretor do museu o historiador Afonso d´Escragnolle Taunay. Dedicou-se também a estudos históricos da região e à preservação de seu patrimônio e publicou, entre outros, os livros 'A Vila de Itanhaém' (1895) e 'Capitanias Paulistas' (1924). Existem obras suas nos acervos de diversos museus brasileiros. TEODORO BRAGA PÁG. 51; REIS JR PÁG. 214; LAUDELINO FREIRE PÁG. 387; PONTUAL PÁG. 68/69; MEC VOL.1, PÁG. 326/327; WALMIR AYALA VOL.1, PÁG.153; MAYER/83 PÁG. 601; TEIXEIRA LEITE PÁG. 97; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 505; ARTE NO BRASIL PÁG. 599, RUTH TARASANTCHI; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 172. ACERVO FIEO.



141 - CARLOS OSWALD (1882 - 1971)
Lance Livre - ENCERRADO

"Chopin" - água forte original - 28 x 20 cm - canto inferior direito -
Reproduzido na página 56 do livro "Carlos Oswald" editado pelo Museu Nacional de Belas Artes - Rio de Janeiro, RJ.

Gravador, pintor, desenhista, decorador, professor e escritor. Nasceu em Florença, Itália e faleceu em Petrópolis, RJ. Graduou-se como físico-matemático em 1902, pelo Instituto Galileo Galilei, em Florença. No ano seguinte, ingressou na ‘Accademia di Belle Arti di Firenze’. Viajou para o Brasil pela primeira vez em 1906 e realizou no Rio de Janeiro a primeira exposição individual no país. Retornou à Europa em 1908, estudou gravura com o americano Carl Strauss em Florença e viajou para Munique, onde aprendeu a técnica da água-forte. Em 1911, participou da decoração do pavilhão do Brasil, na Exposição Internacional de Turim. Fez a segunda viagem ao Rio de Janeiro em 1913 e realizou uma exposição com Eugênio Latour na Escola Nacional de Belas Artes . Foi nomeado, em 1914, professor de gravura e desenho no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro e é considerado o introdutor da gravura no Brasil. No ano de 1930, fez o desenho final do ‘Monumento ao Cristo Redentor’. A obra foi executada na França pelo escultor Paul Landowski e instalada no Morro do Corcovado, Rio de Janeiro, em 1931. Publicou, em 1957, a autobiografia ‘Como Me Tornei Pintor’. Em 1963, o Museu Nacional de Belas Artes - RJ adquiriu quase todas as suas obras em gravuras. Participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais e foi premiado no Rio de Janeiro em 1904, 1906, 1909, 1912, 1913, 1916 e realizou diversas exposições individuais. PONTUAL, PÁG. 397; ARTE NO BRASIL, VOL. 2, PÁG. 1053; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 446; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 699; MEC VOL. 3, PÁG. 304; ACERVO FIEO.



142 - MARCOS COELHO BENJAMIM (1952)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 119/120 - 39 x 39 cm - canto inferior direito - 2005 -

Pintor, desenhista, ilustrador, escultor, objetista e cenógrafo, nasceu em Nanuque-MG, radicando-se em Belo Horizonte a partir de 1969. Desenvolveu intenso trabalho como cartunista, artista gráfico e ilustrador capista, colaborando com jornais e revistas. Em 1988, a revista Galeria publicou que " ... Seus trabalhos são charges, desenhos, pinturas e objetos - além da música e da poesia - saída das mãos de quem consegue dar perfeito equilíbrio entre linguagem, forma e soluções harmônicas para suas obras." O próprio artista define: "Meus trabalhos não tem tema ou discussão. Tudo que faço é um diário do cotidiano, das relações humanas que se transformam em objetos, pinturas ou desenhos." Individuais a partir de 1976 e coletivas desde 1972, inclusive no exterior, com reconhecido sucesso pelo público e crítica especializada. JULIO LOUZADA, vol. 5 pág 106, ITAUCULTURAL



143 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XX
Lance Livre - ENCERRADO

Flores - óleo sobre tela - 40 x 30 cm - canto inferior direito não identificada - 1977 -
Wally.



144 - MARCELO GRASSMANN (1925 - 2013)
Lance Livre - ENCERRADO

Figuras - gravura - P.A. - 38 x 50 cm - canto inferior direito -

Desenhista, gravador, ilustrador, pintor, escultor e professor, nasceu em São Simão, SP. Estuda fundição, mecânica e entalhe em madeira na Escola Profissional Masculina do Brás, SP. Passa a realizar xilogravuras a partir de 1943. Atua como ilustrador do Suplemento Literário do ‘Diário de São Paulo’, do ‘O Estado de S. Paulo’ e do ‘Jornal do Estado da Guanabara’. Quando reside no Rio de Janeiro, a partir de 1949, freqüenta os cursos de gravura em metal, com Henrique Oswald e de litografia, com Poty, no Liceu de Artes e Ofícios. Em Salvador (1952), trabalha com Mario Cravo Júnior. .Recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna (1953) e vai para a Academia de Artes Aplicadas, em Viena. Passa a dedicar-se principalmente ao desenho, à litografia e à gravura em metal. Em 1969, sua obra completa é adquirida pelo governo do Estado de São Paulo, passando a integrar o acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo . Em 1978, a casa em que nasceu, em São Simão, é transformada em museu e tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo - Condephaat. Participou de muitas exposições e das Bienais de: São Paulo (1951 a 1961, 1967, 1969, 1979, 1985, 1989); Veneza (1950, 1956, 1958, 1962); Paris (1959). Principais prêmios: Bienal de São Paulo (1951, 1955, 1957, 1959, 1967); Bienal de Veneza (1950, 1956, 1958,1962); Bienal de Paris (1959). PONTUAL, PÁG. 249; MEC, VOL. 2, PÁG. 281 E 282; ITAU CULTURAL; JULIO LOUZADA, VOL.1, PÁG. 439; VOL. 5, PÁG. 453; VOL. 9, PÁG. 383.



145 - ISRAEL PEDROSA (1926 - 2016)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - guache - 31 x 34 cm - canto inferior direito - 1983 -
Papel manchado e moldura no estado.

Pintor, ilustrador, gravador, professor, crítico e escritor nasceu em Alto do Jequitibá, MG. Começou a pintar aos dez anos de idade e, em 1940, morando em Juiz de Fora, MG, teve aulas de pintura com Ferrucio Dami. Em 1942, tornou-se discípulo de Cândido Portinari, no Rio de Janeiro, do qual recebeu forte influência em sua formação artística. Seguiu para a Itália, em 1944, como integrante da Força Expedicionária Brasileira e, ao retornar, voltou a trabalhar com Portinari. De 1947 a 1951 aperfeiçoou-se na Escola de Belas Artes de Paris, como bolsista. De volta ao Brasil, inicia uma busca ao que denominou de "cor inexistente" culminando com a publicação do livro: "Da cor à cor inexistente", em 1977. Exposições individuais: Rio de Janeiro (1947, 1969, 1986, 1989, 1991, 1999); São Paulo (1978, 1983); Salvador, BA (1982); Brasília, DF (1984); Paris (1989); Petrópolis, RJ (1992). Coletivas: Rio de Janeiro (1947, 1952, 1955, 1956, 1959, 1980, 1984, 1987, 1990, 2002); Paris (1949, 1989); Lion, França (1950); Belo Horizonte, MG (1951, 1980); São Paulo (1951, 1978, 1979, 1980, 1984, 1987 a 1989, 1994, 1999, 2001); Brasília, DF (1980, 1988); Curitiba, PR (1980); Porto Alegre, RS (1980); Cidade do México, México (1985); Cairo, Egito (1985); Zagreb, Iugoslávia (1986); Europa - itinerante (1987); Madri, Espanha (1988); Copenhague, Dinamarca (1989); Niterói, RJ (1997, 2002). ITAU CULTURAL; JULIO LOUZADA, VOL. 3, PÁG. 863; VOL. 8, PÁG. 645; PONTUAL, PÁG. 413; MEC, VOL. 3, PÁG. 359.



146 - ODETTO GUERSONI (1924 - 2007)
Lance Livre - ENCERRADO

"Emblemática X" - serigrafia - 58/100 - 59 x 41 cm - canto inferior direito - 1984 -
No estado (papel amassado).

Nasceu em Jaboticabal-SP, e faleceu na cidade de São Paulo, onde residia e era ativo. Gravador, pintor, desenhista, ilustrador e escultor. Estudou pintura e artes decorativas no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo - Laosp, entre 1941 e 1945. Nesse período, expôs no Sindicato dos Artistas Plásticos e freqüentava o círculo de artistas do Grupo Santa Helena. Em 1947, participa da exposição 19 Pintores, na Galeria Prestes Maia, e é contemplado com uma bolsa de estudo pelo governo francês, no mesmo ano viaja para Paris, onde inicia trabalhos em gravura. Em 1951 fundou a Oficina de Arte, em São Paulo. Estudou gravura com René Cottet, em Genebra e, em Paris, trabalhou no ateliê de Stanley Hayter. A partir de 1960, freqüenta, como estagiário, algumas escolas de arte nos Estados Unidos e no Japão como a The New York School of Printing e a Osaka University, respectivamente. Em 1971, também no Japão, freqüentou o ateliê de I. Jokuriti. Dois anos mais tarde, foi eleito melhor gravador do ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte - APCA. Em 1983, participou, com sala especial, da Bienal Ibero-Americana de Montevidéu. Em 1994, a Pinacoteca do Estado de São Paulo realizou uma retrospectiva da obra do artista; , mostra que voltou a acontecer em 2007 sobre a sua obra gráfica, na Estação Pinacoteca-SP, no mesmo ano da morte do autor, que ainda a assistiu em vida. JULIO LOUZADA, vol.1, pág. 452; MEC, vol,2, pág, 303; TEIXEIRA LEITE, pág,236; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, pág. 645; ARTE NO BRASIL, pág. 803; LEONOR AMARANTE, pág. 146, Acervo FIEO.



147 - MATTEO GAITO (1934)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre tela - 15 x 20 cm - canto inferior direito -

Italiano de Sarno (Salerno), onde nasceu a 26 de junho de 1934. Estudou na Itália com Guido Odilema e Mário Federico, na Ilha de Capri, e na Escola de Belas Artes de Milão, situando-se nas temáticas marinhas e paisagens, sob orientação de Carlos Perindani. No Brasil a partir de 1952, recebeu orientação de Angelo Simeone e estudou com Carol Kossac. Em 1973 fez viagem de estudos a Roma. Durval Pereira, em crítica no ano de 1981, salientou: "... Coloca em suas marinhas a mansidão de um mar calmo e pacífico, outras vezes capta a bravura do mar, onde convida o homem a lutar pelo seu ideal." Individuais desde 1973 e coletivas a partir de 1954. JULIO LOUZADA, vol 4 pág. 706



148 - JOSÉ BEZERRA (1952)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - escultura em madeira - 29 x 34 x 08 cm - assinado -

Escultor, poeta e músico. Nasceu em Buíque, Pernambuco, vive e trabalha na Reserva Ecológica do Vale do Catimbau, sertão de Pernambuco. Trabalhou na roça até final de 2002 quando iniciou uma nova profissão: a de artesão em madeira. Realizou uma exposição individual em São Paulo, em 2009. ITAU CULTURAL; www.galeriaestacao.combr; www.flickr.com.



149 - EDUARDO SUED (1925)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 11/120 - 24 x 100 cm - canto inferior direito - 2009 -

Pintor, desenhista, gravador, ilustrador, vitralista e professor. Graduou-se na Escola Nacional de Engenharia do Rio de Janeiro (1948). No ano seguinte estudou desenho e pintura com Henrique Boese. Trabalhou como desenhista no escritório de Oscar Niemeyer (entre 1950 e 1951). Viajou para Paris (1951) onde frequentou as academias “La Grande Chaumière” e “Julian”. Retornou ao Rio de Janeiro (1953) e frequentou o ateliê de Iberê Camargo para estudar gravura em metal, tornando-se mais tarde, seu assistente. Lecionou desenho e pintura na Escolinha de Arte do Brasil (1956) e transferiu-se para São Paulo (1957) onde ministrou aulas de desenho, pintura e gravura, na FAAP (1958 a 1963). Voltou a morar no Rio de Janeiro (1964) e publicou o álbum de águas-fortes “25 Gravuras”. Ministrou aulas de gravura em metal no MAM, RJ (entre 1974 e 1980). Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1968, 1970, 1974, 1982, 1983,1986,1987, 1990, 1992, 1994, 1997 a 2000, 2004, 2005, 2010, 2013 a 2017); São Paulo (1984, 1989, 1993, 1999, 2003, 2005, 2010, 2016); Curitiba, PR (1995); Belo Horizonte, MG (2010, 2013); Brasília, DF (2019). Também foram muitas as participações em mostras coletivas e oficiais, destacando-se: Bienal Internacional de Gravura, Cracóvia – Polônia (1970); Bienal Internacional de São Paulo (1981, 1987, 1989); Bienal de Veneza (1984); Bienal do Merco Sul (2005). ARTE NO BRASIL PÁG. 814; JULIO LOUZADA VOL. 2, PÁG. 975; www.sued.art.br; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



150 - EMILIANO DI CAVALCANTI (1897 - 1976)
Lance Livre - ENCERRADO

"Mulata de azul" - óleo sobre tela - 50 x 60 cm - canto inferior direito e dorso - 1973 -
Reproduzido no Convite deste Leilão. Com Recibo Original do Autor datado de 12 de abril de 1973. Ex coleção Irineu Gomes da Rosa - São Paulo SP.

Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo nasceu e faleceu no Rio de Janeiro. Foi pintor, ilustrador, caricaturista, gravador, muralista, desenhista, jornalista, escritor e cenógrafo. Iniciou sua carreira artística como caricaturista e ilustrador, publicando sua primeira caricatura em 1914, na revista Fon-Fon. Em 1917, residiu em São Paulo, onde frequentou o curso de Direito no Largo São Francisco e o ateliê de Georg Elpons. Conviveu com artistas e intelectuais paulistas como Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Guilherme de Almeida, entre outros. Foi o idealizador e o principal organizador da Semana de Arte Moderna de 1922, na qual expôs 12 obras. Em 1923, fez sua primeira viagem à França, onde atuou como correspondente do jornal Correio da Manhã. Em Paris, frequentou a Academia Ranson, instalou ateliê e conheceu obras, artistas e escritores europeus de vanguarda como, Pablo Picasso, Georges Braque, Fernand Léger, Henri Matisse, Jean Cocteau e Blaise Cendrars. Voltou a São Paulo em 1926, trabalhou como jornalista e ilustrador no jornal Diário da Noite. Em 1931, participou do Salão Revolucionário e, no ano seguinte, fundou em São Paulo, com Flávio de Carvalho, Antonio Gomide e Carlos Prado, o Clube dos Artistas Modernos (CAM). Em 1938 viajou a Paris, onde trabalhou na rádio Diffusion Française nas emissões Paris Mondial. Retornou ao Brasil em 1940, trabalhou como ilustrador, e publicou poemas e memórias de viagem. Realizou muitas exposições individuais e participou de inúmeras mostras e Salões oficiais, entre os quais: Bienal de Veneza (1950, 1956), Bienal Internacional de São Paulo (1951, 1953, 1963, 1971). Foi premiado em: Paris (1937), Trieste, Itália (1956), México (1960 - Bienal Interamericana). Muitas exposições póstumas também já foram realizadas. REIS JR., PÁGS. 378/379; TEODORO BRAGA, PÁG 82; MEC, VOL 2, PÁGS 53 E 54; PONTUAL, PÁGS 176 A 178; WALMIR AYALA, VOL 1, PÁGS 256 E 257; ART SALES, VOL 1, PÁG 207; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG 446; LEONOR AMARANTE, PÁG 12, ACERVO FIEO; artprice.com.



151 - IBERÊ CAMARGO (1914 - 1994)
Lance Livre - ENCERRADO

Figuras - água tinta - 12 x 14 cm - canto inferior direito - 1958 -

Pintor, gravador, desenhista, escritor e professor, natural da cidade de Restinga Seca, RS, e falecido em Porto Alegre. Foi aluno de Salvador Parlagreco e João Fahrion. No Rio de Janeiro, a partir de 1942, estudou pouco tempo na Escola Nacional de Belas Artes, trocando-a pelos ensinamentos de Guignard. Fundou com outros artistas o 'Grupo Guignard' (1943). Recebeu o prêmio viagem ao estrangeiro em 1947. Morou dois anos em Paris e Roma, aperfeiçoando-se com De Chirico, Lhote, Achille e Rosa em pintura e com Petrucci, em gravura. Voltou ao Brasil (1950) e tornou-se membro da Comissão Nacional de Artes Plásticas (1952). Fundou o curso de gravura do Instituto Municipal de Belas Artes do Rio de Janeiro (1953), hoje Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Executou painel de 49 metros quadrados (1966) oferecido pelo Brasil à Organização Mundial de Saúde (OMS), em Genebra. Realizou inúmeras exposições individuais e participou de mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e exterior como Bienal Internacional de São Paulo, Bienal de Arte Hispano-Americana em Madri, Bienal de Veneza, Bienal de Gravuras em Tóquio, entre outras exposições importantes. Foi considerado o Melhor Pintor Nacional na VI Bienal de São Paulo (1961) e conquistou inúmeros prêmios. Entre suas publicações, constam o artigo 'Tratado sobre Gravura em Metal' (1964), o livro técnico 'A Gravura' (1992) e o livro de contos 'No Andar do Tempo: 9 contos e um esboço autobiográfico' (1988). MEC, VOL.1, PÁG.328; WALMIR AYALA, VOL.1, PÁG.156; JULIO LOUZADA, VOL.11, PÁG.51; TEIXEIRA LEITE, PÁG.101; PONTUAL, PÁG.100; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 573; ARTE NO BRASIL, PÁG. 853; LEONOR AMARANTE, PÁG. 127; www.iberecamargo.org.br; brasilescola.uol.com.br; www.pinacoteca.org.br; www.artprice.com.



152 - J. CARLOS (1884 - 1950)
Lance Livre - ENCERRADO

Capa da revista "O malho" - desenho a nanquim, aquarela e guache - 40 x 28 cm - canto inferior direito -
Papel manchado e moldura no estado.

Chargista, caricaturista, desenhista, pintor, ilustrador, José Carlos de Brito Cunha nasceu e faleceu no Rio de Janeiro. Foi um dos formadores da tradição da charge brasileira ao lado de Raul Pederneiras e K.Lixto, e criador de tipos como a negrinha 'Lamparina', a 'Melindrosa' e o 'Almofadinha'. Autodidata, iniciou a carreira de caricaturista ainda estudante, quando publicou um de seus desenhos na revista 'O Tagarela' (1902). Em seguida, passou a colaborar regularmente com a revista e no ano seguinte desenhou sua primeira capa na publicação. Colaborou em muitos órgãos da imprensa carioca como 'O Tico Tico', 'Fon-Fon', 'Careta', 'A Cigarra', 'Vida Moderna', 'Eu Sei Tudo', 'Revista da Semana' e 'O Cruzeiro'. Entre 1922 e 1930, exerceu o cargo de diretor artístico das empresas 'O Malho', onde iniciou uma grande série de charges de caráter político, satirizando fatos e personalidades nacionais e estrangeiras. A vertente política foi explorada pelo artista desde o início de sua carreira, sendo ele o responsável pela execução de uma série de charges antibelicistas executadas no período abrangido pelas duas grandes guerras e principalmente durante os dois governos de Getúlio Vargas (1883 - 1954). Esses trabalhos foram publicados principalmente na revista 'A Careta'. Também fez esculturas, foi autor de teatro de revista e letrista de música popular. JULIO LOUZADA vol. 10, pág. 181; CARICATURISTAS BRASILEIROS, de Pedro Corrêa do Lago, pág. 74; WALTER ZANINI, pág. 448; ARTE NO BRASIL, pág. 646; ITAU CULTURAL; www.ims.com.br; www.dec.ufcg.edu.br; www.artprice.com.



153 - JORGE RACHID BUSSAB (1927)
Lance Livre - ENCERRADO

"Poesia no mar" - óleo sobre madeira - 50 x 60 cm - canto inferior direito -

Pintor, gravador, ceramista, escultor e tapeceiro, natural da cidade de São Paulo, onde nasceu a 28 de fevereiro. Estudou com Aldo Bonadei por cinco anos. Segundo o renomado crítico Jacob Klintowitz, " A aproximação de Bussab com os elementos naturais, a sua discrição e pouco convívio com os movimentos internacionais da arte, o seu recolhimento, o tornaram distante das correntes e modas de arte. Os seus motivos são constantes, a sua maneira de pintar e o tratamento que ele dá aos seus motivos, o seu sistema, é inventivo." JULIO LOUZADA vol.10, pág. 153



154 - AGI STRAUS (1926)
Lance Livre - ENCERRADO

"O caranguejo" - gravura - P.A. - 15 x 51 cm - canto inferior direito -
No estado (papel manchado).

Pintora, desenhista, gravadora, escultora e ilustradora nascida em Viena, Áustria. Vindo residir em São Paulo, aqui estudou com Darel, Poty e Aldemir Martins, no Museu de Arte de São Paulo (1952), dedicando-se, também, ao aperfeiçoamento na pintura e técnica do afresco com Gaetano Miani com quem executou um afresco no Palácio do Café, e escultura com Zamoisky. Paralelamente, escreveu e ilustrou livros infantis. Entre 1960 e 1962, fundou e dirigiu a escola Agi - ensino de arte para crianças. Por seis anos, foi desenhista do Suplemento Literário do jornal "O Estado de S. Paulo". Realizou exposições individuais em: São Paulo (1955 a 1960, 1962, 1964, 1969, 1973, 1993, 1996, 1999); Nova York, EUA (1957); Washington, EUA (1958); Kyoto, Japão (1958); Curitiba, PR (1961); Milão, Itália (1962, 1963); Rio de Janeiro (1963); Recife, PE (1967, 1968), Campinas, SP (1970); Roma, Itália (1971). Participou de muitas mostras coletivas e oficiais como: Salão Paulista de Arte Moderna, SP (1957, 1959, 1960, 1961, 1967); Salão de Arte Moderna do Paraná, Curitiba – PR (1961); "Imigrantes nas Artes Plásticas de São Paulo"- MASP (1976); "Mulher, Espírito e Matéria" - Paço das Artes, SP (1988). Foi premiada no Salão Paulista de Arte Moderna em 1959 – Medalha de Bronze, em 1963 – Medalha de Prata, em 1965 – Prêmio Aquisição. JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 944; VOL. 11, PÁG. 312; MEC, VOL. 4, PÁG 343; WALMIR AYALA, VOL. 2, PÁG. 355; PONTUAL, PÁG. 506; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 488; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



155 - ESCOLA CHINESA, SÉC. XIX
Lance Livre - ENCERRADO

Imperador - pintura sobre seda - 132 x 66 cm -
No estado. (Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")



156 - GUSTAVO ROSA (1946 - 2013)
Lance Livre - ENCERRADO

"Série Elas - chuva" - gravura - 15/75 - 56 x 40 cm - canto inferior direito - 1978 -
Com Certificado de Autenticidade firmado pelo Instituo Gustavo Rosa, São Paulo - SP.

Pintor, desenhista e gravador, Gustavo Machado Rosa nasceu e faleceu em São Paulo. Realizou a sua primeira exposição individual em São Paulo em 1970, tendo já ganho no ano anterior a medalha de ouro e o prêmio de viagem ao exterior no 1º Festival de Artes Interclubes, no Clube Monte Líbano. Em 1974, estudou gravura com o norte-americano Rudy Pozzati, no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado. Em 1979 e 1980 participou da Exposição Brasil-Japão em Tóquio. Expôs, em 1979, no Salão Nacional de Artes Plásticas e, em 1980 e 1983, no Panorama da Arte Atual Brasileira, no MAM - SP. Realizou painéis externos, em 1984, na Rua Bela Cintra e, em 1987, na Rua Mario Ferraz, para Tereza Gureg. Em 1990 participou de exposição coletiva no ‘International Museum of 20th Century Arts’, em Los Angeles, Estados Unidos. Lançou, em 1994, uma grife com o seu nome em Nova York. Em 1998, desenvolveu as capas de cadernos escolares da marca Tilibra. Neste mesmo ano executou uma escultura em homenagem a Maria Esther Bueno, na Praça Califórnia, em São Paulo. Em 2000, montou escultura de um gato, sob o Viaduto Santa Efigênia. Recebeu vários prêmios, expôs e participou de eventos em cidades do Brasil e no exterior como também em Nova York, Massachusetts, Tel-Aviv, Lisboa, Berlim, Hamburgo, Barcelona e Paris. JULIO LOUZADA, vol. 11, pág. 274; ITAÚ CULTURAL; Acervo FIEO; www.artprice.com; www.mercadoarte.com.br.



157 - JOSS CARVALHO (1935)
Lance Livre - ENCERRADO

Estação da luz - óleo sobre tela - 60 x 80 cm - canto inferior direito -
No estado (limpeza necessária).

Pintor e desenhista, José Eduardo Carvalho nasceu em São Paulo. Assina Joss Carvalho. Transferiu-se para Bauru, SP (1962) onde iniciou uma longa carreira como jornalista e publicitário. Foi diretor da Associação Brasileira de Jornais do Interior, do Diário de Bauru e do Jornal da Cidade, entre outros cargos afins. Deixou a direção do Jornal da Cidade de Bauru (1982) e fundou uma microempresa na área de vendas e, de seus contatos, resultou a amizade com o artista Orlando Bifulco que o incentivou a ingressar na pintura (1986). Entre seus cursos, está o de Criatividade, realizado na “State of University of New York”, EUA. Participou de mostras coletivas e oficiais. Foi premiado com: Medalha de Prata no III Prêmio Aquarela Brasileira, no XIV Salão Nacional de Artes Santos Dumont – Círculo Militar, no IV Salão das Nações - SP; Menção Honrosa no XIII Salão de Artes Plásticas do Litoral Paulista, Santos – SP, no II e IV Prêmios Brasil Acadêmico no Salão Portinari; Medalha de Bronze no I Salão de Artes de Itatiaia, RJ; Grande Medalha de Ouro no V Salão Internacional das Nações no Pavilhão da Bienal – SP, no I Salão Pioneiro da Aeronáutica; Medalha de Ouro no V Salão de Artes Plásticas – RJ, no XV Salão Nacional de Artes Plásticas Alberto Santos Dumont – SP; Grande Medalha de Prata no I Salão Nacional Gal. Roberto Baptista Martins no Círculo Militar; entre outros prêmios. JULIO LOUZADA VOL. 4, PÁG. 227; VOL. 5, PÁG.210.



158 - ZÉ CABOCLO (1921 - 1973)
Lance Livre - ENCERRADO

Pescador - escultura em terracota - 15,5 x 21 x 08 cm - assinado -

José Antonio da Silva, natural do Alto do Moura, PE. É conhecido como o primeiro discípulo de Vitalino. Filho de louceira, desde criança modelava brinquedos de barro. Foi o caminho inicial para se tornar um dos mais conceituados bonequeiros de Alto do Moura. Trabalhava junto com seu cunhado Manuel Eudócio, irmão de sua mulher. Há várias criações referentes ao cotidiano sertanejo atribuídas aos dois parceiros. Zé Caboclo têm peças no acervo de importantes museus e coleções particulares: Museu do Barro, também conhecido como Espaço Zé Caboclo em Caruaru, PE; Museu do Homem do Nordeste no Recife, PE; Museu Casa do Pontal no Rio de Janeiro, RJ; Museu do Folclore Edison Carneiro no Rio de Janeiro, RJ e Museu da Chácara do Céu (Fundação Raymundo Castro Maya) no Rio de Janeiro, RJ. www.ceramicanorio.com, www.cultura.gov.br.



159 - RUBEM LUDOLF (1932 - 2010)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 18/40 - 30 x 60 cm - canto inferior esquerdo -

Pintor, desenhista, arquiteto e paisagista, Rubem Mauro Cardoso Ludolf nasceu em Maceió, AL e faleceu no Rio de Janeiro. Formou-se pela Escola Nacional de Arquitetura da Universidade Brasil-RJ (1955). Foi aluno de Ivan Serpa no curso livre de pintura do MAM, RJ. Fez parte do Grupo Frente (a partir de 1955) e do Movimento Concretista (entre 1956 e 1957). Paralelamente à sua atividade como artista plástico, atuou como arquiteto (entre 1954 e 1990) no Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), dedicando-se principalmente ao paisagismo. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1958, 1986, 2003, 2005); Rio de Janeiro (1959, 1965, 1973, 1979, 1981, 1983, 1985, 1986, 1987, 1989, 2002 – Museu Nacional de Belas Artes, 2003, 2010); Santos, SP (1972). Participou da Bienal Internacional de São Paulo (1955, 1959, 1961, 1965, 1967 - Prêmio Aquisição, 1973 - como um dos integrantes da sala especial “Arte Construída: homenagem a Waldemar Cordeiro”); da exposição coletiva do Grupo Frente, RJ (1954, 1955, 1956); da Exposição de Arte Moderna Brasileira, Montevidéu – Uruguai (1956); da Exposição Nacional de Arte Concreta (1956 - MAM, SP; 1957 – MEC, RJ); do Salão Nacional de Arte Moderna, RJ (1956 – 1969); da Bienal do Artista Jovem, Paris – França (1961); do Salão ESSO de Artistas Jovens, RJ (1965); da Bienal Nacional de Artes Plásticas, Salvador (1966); entre outras. TEIXEIRA LEITE PÁG. 292; WALTER ZANINI PÁG. 676; PONTUAL PÁG. 324; MEC VOL. 2, PÁG. 511; JULIO LOUZADA VOL. 5, PÁG. 596; ITAU CULTURAL; brasilartesenciclopedias.com.br; www.artprice.com.



160 - STELLA NAVES (1945)
Lance Livre - ENCERRADO

"Minueto" - técnica mista sobre tela - 100 x 70 cm - canto inferior esquerdo e dorso - 2021 -

Pintora ativa no Estado de São Paulo. Suas cores são bem dosadas e a composição agrada aos olhos, pois traz harmonia e tranquilidade. A artista expõe regularmente, com sucesso de público e vendas.



161 - SADI (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Praça - serigrafia - 127/150 - 27 x 35 cm - canto inferior direito - 1983 -

Pintor nascido em Águas da Prata, SP. Assina Sadi Barros. Participou de mostras coletivas e oficiais, destacando-se a Bienal Brasileira de Arte Naïf, Piracicaba, SP (1994); III encontro de Artes de Osasco, SP (Prêmio: Troféu Revelação). JULIO LOUZADA VOL. 3, PÁG. 1089.



162 - MARIA GUADALUPE (1914 - 2015)
Lance Livre - ENCERRADO

"Missa dos anjos" - óleo sobre placa - 63 x 47 cm - canto inferior direito - 2010 -

Pintora autodidata, Maria Guadalupe Mundin da Costa Canedo nasceu em Monte Carmelo, MG. Assina M. Guadalupe. Começou a pintar profissionalmente a partir de 1969. Viveu e trabalhou em São Paulo. Expôs individualmente em: São Paulo (1969 a 1971, 1974, 1977, 1983); Belo Horizonte, MG (1972, 1975). Participou de mostras coletivas e oficiais em: São Paulo (1979 a 1984, 1986 a 1991, 1993); Piracicaba, SP (1992); Rio de Janeiro (1985); Paris, França (1983); Holanda (1983); Brasília, DF (1987). Foi premiada em Monte Sião, MG (1978); Piracicaba, SP (1992). JULIO LOUZADA VOL. 4, PÁG. 681; VOL. 6, PÁG. 472; ARTE NAIF NO BRASIL, pág. 232. Acervo FIEO; artenaifrio.blogspot.com.br.



163 - TAPETE ORIENTAL,
Lance Livre - ENCERRADO


Ponto de nó, feito a mão, de lã, Pakistan, medindo 0,98 x 0,62 m = 0,60 m².



164 - TOMÁS SANTA ROSA (1909 - 1956)
Lance Livre - ENCERRADO

Figura - litografia - 16 x 11 cm - canto inferior direito -
Moldura no estado.

Pintor, gravador, cenógrafo e professor autodidata, Tomás Santa Rosa Júnior nasceu em João Pessoa, PB e falecido em Nova Délhi, Índia. Fixou-se no Rio de Janeiro (1932), começou a trabalhar como auxiliar de Portinari e iniciou também sua carreira de ilustrador que se estenderia por longa série de obras de escritores brasileiros e estrangeiros, que incluiu, dentre outros, Graciliano Ramos, José Lins do Rêgo, Jorge Amado, Castro Alves, Dostoievski. É considerado o primeiro cenógrafo moderno brasileiro. Entre as exposições das quais participou destacam-se: o Salão Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro (1941 - Medalha de Prata); Um Século de Pintura Brasileira, no Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro (1952); II Bienal Internacional de São Paulo (1953); Salão Preto e Branco do III Salão Nacional de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1954); 'Arts Primitifs et Modernes Brésiliennes', no Museu de Etnografia de Neuchâtel, Suíça (1955). Após sua morte, suas obras foram expostas nas seguintes mostras: Exposição de Artes Gráficas de Tomás Santa Rosa, na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro (1958); Retrospectiva no Teatro Municipal do Rio de Janeiro (1975); Santa Rosa, Carnaval e Figurinos na Fundação Nacional de Arte (Funarte) de São Paulo (1985); e Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal de São Paulo (1994). PONTUAL, PÁG. 472; MEC VOL. 4, PÁG. 177; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 460; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 572; LEONOR AMARANTE; www.funarte.gov.br; cpdoc.fgv.br; www.artprice.com.



165 - GASTÃO FORMENTI (1894 - 1974)
Lance Livre - ENCERRADO

Marinha - óleo sobre placa - 37 x 54 cm - canto inferior esquerdo - 1964 - Rio -
Moldura no estado.

Pintor nascido em Guaratinguetá-SP. Após iniciar-se em arte com Pedro Strina, em São Paulo, foi residir no Rio de Janeiro, onde, com seu pai, dedicou-se à execução de vitrais. Recebeu medalhas de bronze e de prata no SNBA, do qual ainda participava em 1961. TEODORO BRAGA, pág. 98; WALMIR AYALA vol.1, pág.317; ITAÚ CULTURAL; Acervo FIEO.



166 - CARLOS FURTADO (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Peixes - serigrafia - 89/100 - 40 x 40 cm - canto inferior direito -

Pintor português, ativo em São Paulo, SP, onde fixou residência em 1980. Iniciou-se fazendo capas para as editoras Roswitha Kemps, Massao Ohno, Difel, etc. Lançou livros ilustrados homenageando grandes poetas, tais como: Fernando Pessoa, Garcia Lorca, Florbela Espanca, dentre outros. Expôs individualmente no clube A Hebraica em 1982, e coletivamente em 1997, na mostra 15 artistas brasileiros interpretam bebidas de sucesso, no Caribé Escritório de Arte-SP. JULIO LOUZADA, vol. 11, pág. 121



167 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XX
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - múltiplo em bronze - 09 x 07 x 03 cm - não assinado -



168 - MAGDA STÁBILE (1952)
Lance Livre - ENCERRADO

Flores e pássaro - óleo sobre tela - 50 x 30 cm - canto inferior direito -

Pintora nascida em São Paulo, Capital, em 28/11/1952. Graduada pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Frequenta os cursos de arte da Escola Panamericana de Artes, SENAI, SESC e do MUBE. Recebe orientações dos professores Franulic, Adelino Rodrigues, Herman Sedoya, Antonio Santos Lopes e Carmen Rolim Arruda. Individuais em 1998 e coletivas a partir de 1978. JULIO LOUZADA, vol. 11, pág. 311



169 - VITTÓRIO GOBBIS (1894 - 1968)
Lance Livre - ENCERRADO

São Paulo - gravura - 117/500 - 26 x 37 cm - canto inferior direito - 1954 -
No estado (papel manchado).

Pintor, desenhista, gravador e restaurador nascido em Motta di Livrenza, Itália e falecido em São Paulo. Filho e neto de pintor e decorador, frequentou academias em Veneza e Roma, contrariando a opinião do pai que desejava que ele seguisse carreira no comércio. Trabalhou como pintor e restaurador em Veneza até 1923 quando resolveu abandonar a profissão e partir para o Brasil, fixando-se em São Paulo. Em 1931 participou do Salão Revolucionário, realizado por Lucio Costa na Escola Nacional de Belas Artes, RJ. No decorrer da década participou ativamente da cena artística paulistana - tornou-se sócio-fundador da Sociedade Pró-Arte Moderna e do Clube dos Artistas Modernos, criados em 1932; realizou sua primeira mostra individual (1933). Participou, ao lado de Candido Portinari, da "International Exhibition of Painting" (1935) no "Carnegie Institute", Pittsburgh - Estados Unidos. Destaca-se também sua participação como idealizador e membro da Família Artística Paulista; seu envolvimento na criação do Salão de Maio e a proximidade com os artistas do Grupo Santa Helena. Organizou o 1º Salão de Arte da Feira Nacional de Indústrias (1941). Nas décadas de 1930 e 1940, seu próprio ateliê funcionou como um núcleo disseminador de arte. Participou de inúmeras mostras coletivas e oficiais como a I e II Bienal Internacional de São Paulo, entre outras. Foi premiado no Salão Nacional de Belas Artes, RJ (1933, 1935, 1965); Salão Paulista de Belas Artes, SP (1933, 1936, 1956). Em 1965, em função de sua experiência no campo do restauro, foi incumbido de transportar e restaurar o afresco da "Santa Ceia", de Antonio Gomide, que foi doado ao Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. MEC VOL.2, PÁG.271; TEIXEIRA LEITE PÁG. 220; PONTUAL PÁG.240; WALMIR AYALA VOL.1, PÁG.350; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 423; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 579; ARTE NO BRASIL PÁG. 777, ACERVO FIEO; www.artprice.com.



170 - AKINORI TAKEI (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre tela - 41 x 33 cm - canto inferior esquerdo -

Pintor e desenhista com participações em mostras coletivas. JULIO LOUZADA VOL. 2, PÁG. 982.



171 - TÂNIA FIALHO (1965)
Lance Livre - ENCERRADO

Dominós - serigrafia - 27/50 - 25 x 65 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Artista plástica paulistana com participações em mostras coletivas.



172 - ANTONIO FEDERIGHI (1937)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre tela - 23 x 30 cm - canto inferior direito e dorso - 1991 - Embu -
Moldura no estado.

Pintor ativo em Embú das Artes-SP. Participou do Salão Paulista de Belas Artes em 1967. JULIO LOUZADA, vol. 1, pag. 374



173 - BAJADO (1912 - 1996)
Lance Livre - ENCERRADO

"É dos carecas que elas gostam mais!..." - técnica mista sobre papel - 28 x 35 cm - canto inferior direito - 1975 -
No estado (pequenas manchas).

Natural de Maraial-PE, onde nasceu a 9 de dezembro de 1912, falecendo na cidade de Olinda, no dia 15 de Novembro de 1996. Viveu e foi ativo nas cidades de Recife e Olinda, onde era Cartazista e Pintor de Alegorias para Carnavais. Expôs individualmente em 1990 e 1992. Coletivamente expôs em São Paulo (mostra Tradição e Ruptura), Rio de Janeiro e Paris. Postumamente foram realizadas outras mostras de sua obra. "A matéria-prima de Bajado é o povo de Olinda, com seus costumes, sofrimentos e alegrias; ele os interpreta com bom-humor, em meio a uma atmosfera carnavalesca a que nem sequer faltam, por vezes, a nota fescenina, mulheres de maiô e as sereias praianas, de anatomia desengonçada e tão pouca sensualidade a olhos não-sertanejos. E quando pinta para açougues, neles figura touros enormes, ´bichos que se desgastaram no caminho desde as grutas de Lascaux e Altamira até o sujo matadouro de Peixinhos, e que são mais parentes que propriamente consumo desta população pobre´. " José Roberto Teixeira Leite, na obra abaixo. TEIXEIRA LEITE, pág.51; JULIO LOUZADA, vol.2, pág.96.



174 - RAMON CÁCERES (1944)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 16/20 - 60 x 60 cm - canto inferior direito -
Com relevo seco de Papel Assinado - Brasil.

Natural de Quilindy, Paraguai, fixou residência em São Paulo no ano de 1970, tornando-se discípulo da restauradora internacional Luciana Battioli, que o elogia pela técnica perfeita, sensibilidade aguda de exímio colorista. Tem como proposta estética o purismo da forma equilibrado notavelmente com um cromatismo muito particular e ritmado.Tem obras no MASP, no México e em coleções particulares no Brasil e no Paraguai. JULIO LOUZADA vol.2, pág. 191; ITAÚ CULTURAL, Acervo FIEO.



175 - CÍCERO DIAS (1908 - 2003)
Lance Livre - ENCERRADO

Soltando pipa - serigrafia - 380/400 - 63 x 53 cm - canto inferior esquerdo -
No estado (papel amassado e manchado).

Pintor, gravador, desenhista, ilustrador, cenógrafo e professor - Cícero dos Santos Dias nasceu em Escada, PE e faleceu em Paris. Iniciou estudos de desenho em sua terra natal e mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se matriculou, em 1925, nos cursos de arquitetura e pintura da Escola Nacional de Belas Artes, mas não os concluiu. Entrou em contato com o grupo modernista e, em 1929, colaborou com a ‘Revista de Antropofagia’. Em 1931, no Salão Revolucionário, na Enba, expôs o polêmico painel, tanto por sua dimensão quanto pela temática: ‘Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife’. Ilustrou, em 1933, ‘Casa Grande & Senzala’, de Gilberto Freyre. Em 1937 foi preso no Recife quando da decretação do Estado Novo. A seguir, incentivado por Di Cavalcanti, viajou para Paris onde conheceu Georges Braque, Henri Matisse, Fernand Léger e Pablo Picasso, de quem se tornou amigo. Em 1942, foi preso pelos nazistas e enviado a Baden-Baden, na Alemanha. Entre 1943 e 1945, viveu em Lisboa como Adido Cultural da Embaixada do Brasil. Retornou a Paris onde integrou o grupo abstrato Espace. Em 1948, realizou o mural do edifício da Secretaria das Finanças do Estado de Pernambuco, considerado o primeiro trabalho abstrato do gênero na América Latina. Em 1965, foi homenageado com sala especial na Bienal Internacional de São Paulo. Inaugurou, em 1991, painel de 20 metros na Estação Brigadeiro do Metrô de São Paulo. No Rio de Janeiro, foi inaugurada a Sala Cícero Dias no Museu Nacional de Belas Artes - MNBA. Recebeu do governo francês a Ordem Nacional do Mérito da França, em 1998, aos 91 anos. MEC, VOL.2, PÁG.50; WALMIR AYALA, VOL.1, PÁG.252; TEIXEIRA LEITE, PÁGS. 157, PONTUAL, PÁGS. 174; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 564; ARTE NO BRASIL, PÁG. 715; LEONOR AMARANTE, PÁG. 146; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 334; ACERVO FIEO; web.artprice.com.



176 - OLIMPIA COUTO (1947)
Lance Livre - ENCERRADO

Rosas - serigrafia - 62/100 - 64 x 26 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Mineira de Estrela do Indaiá, a autora é pintora, muralista e gravadora. Estudou na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais-BH. Como assistente da gravurista Yara Tupynambá (1932) , executa os murais Gênesis, A Criação do Mundo, na Igreja de Ferros, MG, e Guerra e Paz, na Câmara Municipal de Belo Horizonte. Em 1979, seu trabalho é destacado em sala especial na Bienal Nacional, em São Paulo. "Sei que deveria, nesta apresentação, falar da limpeza da cor e do domínio que demonstra agora, do arrojo das composições com cortes ousados e planos definidos, do requinte das modulações das cores, sinfonias harmônicas de verdes e rosas, mas a emoção maior de assistir sua plenitude presente, que comove meu coração, dá-me vontade de lembrar-lhe coisas muito mais importantes que a técnica e a estrutura composicional que você adquiriu ao longo dos anos de aprendizado e dura luta. Quero lembrar-lhe, Olímpia, que você é um dos elos de uma grande corrente começada em Florença, no Quatrocentto, com Fra Angelico e Boticelli e chegada à Minas pelas mãos de Guignard, representando algo bem maior que a técnica das transparências e do grafismo que caracterizaram a arte mineira: antes, a capacidade de ver a vida através da poesia das coisas, numa atitude reflexivamente poética que transcende o tempo, herança maior que Guignard nos legou." Yara Tupynambá, in: OLÍMPIA Couto. Belo Horizonte: Galeria Guignard, 1982. JULIO LOUZADA vol.11, pág. 79; ITAÚ CULTURAL.



177 - JOSÉ MORAES (1921 - 2003)
Lance Livre - ENCERRADO

Vegetação - desenho a nanquim - 46 x 35 cm - canto inferior direito - 21/07/1982 -
No estado (pequenas manchas).

Pintor, gravador, desenhista, escultor, ilustrador e professor, José Machado de Morais nasceu no Rio de Janeiro e faleceu em São Paulo. Assina José Moraes. Formou-se em pintura pela Escola Nacional de Belas Artes, RJ (1941). Paralelamente aos estudos universitários, teve aulas de pintura com Quirino Campofiorito. Tornou-se assistente de Candido Portinari, em Brodosqui (1942) e trabalhou com o mesmo na execução do painel da capela de São Francisco de Assis, de Oscar Niemeyer, em Belo Horizonte (1945). Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1945, 1947, 1966, 1968, 1969, 1970); São Paulo (1962, 1965, 1967, 1970, 1979 – MAM, SP, 1982, 1983, 1984, 1986); Bagé, RS (1946, 1979); Pelotas, RS (1946); Porto Aiegre, RS (1948, 1980, 1988, 1992, 1995); Uberlândia, MG (1952, 1972, 1977, 1978, 1987); Belo Horizonte, MG (1964); Campinas, SP (1974); Cataguases, MG (1981); Goiânia, GO (1987); Brasília, DF (1989, 1995). Participou de várias mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil como: Panorama da Arte Brasileira – MAM, São Paulo (1969, 1970, 1971, 1973, 1976, 1977) e no exterior. Foi premiado, nos anos de 1940, em quatro edições do Salão Nacional de Belas Artes – RJ. Com o prêmio Viagem ao Exterior recebido na 55ª edição (1949), viajou para Itália onde permaneceu estudando pintura mural (1950 a 1951). De volta ao Rio de Janeiro, dedicou-se à execução de mosaicos e afrescos até 1958, quando se mudou para São Paulo. Tornou-se professor na FAAP (1967). Aperfeiçoou-se em serigrafia (1971) com Michel Caza, em Paris, para onde retornou em outras três ocasiões, com a mesma finalidade. Fez também estágios em litografia com Michel Potier, na "École de Beaux-Arts", Paris, e com Eugène Shenker, no "Centre de Gravure Contemporaine", Genebra. MEC VOL. 3, PÁG. 196; Pontual pág. 369; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 646; VOL. 2, PÁG. 689; VOL. 5, PÁG. 706; VOL. 6, PÁG. 748; VOL. 8, PÁG. 586; VOL. 12, PÁG. 278; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 602, ACERVO FIEO.



178 - ALEMAOART (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Cilcista - impressão digital - 86/100 - 50 x 37 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Grafiteiro, pintor e desenhista, Anderson Ferreira Lemes não sabia o que era grafite quando pintou o muro do colégio em que estudava em Assis, sua cidade natal. ALEMAOART é a sua assinatura pelo mundo entre telas, muros e trabalhos sociais. Participou das exposições coletivas: "Países da América Latina", Barcelona (2011); "Conexão Arte Brasil X França, Miss Brésil France Carrossel do Louvre", Paris - Louvre (2013). Ao retornar da temporada na Europa, realizou sua primeira exposição individual no Memorial Rezende Barbosa, em Assis. Já participou de mais de 40 exposições entre Brasil, EUA, Europa, Canadá e Austrália; e fez mais de 30 participações voluntárias entre doações de obra, oficinas de grafite e pintura de murais em instituições como escolas e hospitais. www.alemao.art.br.



179 - JAVIER ALVARO ASFADUROFF NIBBES (1954)
Lance Livre - ENCERRADO

"Les amies" - óleo e encáustica sobre placa - 35 x 44 cm - canto superior esquerdo e dorso - 2020 - São Paulo -
(Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Pintor e desenhista uruguaio nascido em Montevidéu. Frequentou o Liceu Onze de Cerro Montevidéu (entre 1965 e 1967) onde foi aluno de Torres Garcia. A partir de 1994 passou a figurar em bienais e várias exposições coletivas. JULIO LOUZADA VOL. 10,PÁG. 637; asfaduroffnibbes.com; www.artprice.com.



180 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Gato azul - serigrafia - 63/120 - 40 x 51,5 cm - não assinado -
Tiragem póstuma editada pelo Estúdio Aldemir Martins.

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.

14 de Setembro de 2021
(Terça) Lotes 181 a 360



181 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Galo - serigrafia - 75/120 - 60 x 40 cm - não assinado -
Tiragem póstuma editada pelo Estúdio Aldemir Martins.

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



182 - JAVIER ALVARO ASFADUROFF NIBBES (1954)
Lance Livre - ENCERRADO

"Les musiciens" - óleo e encáustica sobre tela - 50 x 135 cm - canto superior direito e dorso - 2011 - São Paulo -
(Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Pintor e desenhista uruguaio nascido em Montevidéu. Frequentou o Liceu Onze de Cerro Montevidéu (entre 1965 e 1967) onde foi aluno de Torres Garcia. A partir de 1994 passou a figurar em bienais e várias exposições coletivas. JULIO LOUZADA VOL. 10,PÁG. 637; asfaduroffnibbes.com; www.artprice.com.



183 - ALEMAOART (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Ciclista - impressão digital - 86/100 - 50 x 39 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Grafiteiro, pintor e desenhista, Anderson Ferreira Lemes não sabia o que era grafite quando pintou o muro do colégio em que estudava em Assis, sua cidade natal. ALEMAOART é a sua assinatura pelo mundo entre telas, muros e trabalhos sociais. Participou das exposições coletivas: "Países da América Latina", Barcelona (2011); "Conexão Arte Brasil X França, Miss Brésil France Carrossel do Louvre", Paris - Louvre (2013). Ao retornar da temporada na Europa, realizou sua primeira exposição individual no Memorial Rezende Barbosa, em Assis. Já participou de mais de 40 exposições entre Brasil, EUA, Europa, Canadá e Austrália; e fez mais de 30 participações voluntárias entre doações de obra, oficinas de grafite e pintura de murais em instituições como escolas e hospitais. www.alemao.art.br.



184 - INOS CORRADIN (1929)
Lance Livre - ENCERRADO

Homem e pássaros - serigrafia - 42/100 - 54 x 38 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



185 - JOEL FIRMINO DO AMARAL (1951)
Lance Livre - ENCERRADO

"Sítio São Bento" - óleo sobre tela colada em placa - 13 x 18 cm - canto inferior direito e dorso - 2021 -

Pintor nascido em São Paulo, onde é ativo. Assina Amaral. Foi aluno de Colette Pujol. Tem participado de mostras coletivas e Salões oficiais. Recebeu: prêmio aquisição no SAPBA (1985); prêmio no SPBA-SP (1988); Menção Honrosa no 38º Salão Livre APBA (1989); Troféu APBA no 19º Salão Paisagem Paulista (1990); Troféu Inocêncio Borghese no 20º Salão Paulista de Artes APBA (1992); 1º lugar no 3o. Salão Artes Plásticas Brasil/Portugal (1995); Grande Medalha de Prata no 1º Salão de Paisagem Brasileira (2000); Pequena Medalha de Ouro no 6º Salão de Desenho (2006); Prêmio APBA no 28º Salão de Paisagem Paulista APBA. JULIO LOUZADA, VOL. 9, PÁG. 39; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



186 - ANTONIO POTEIRO (1925 - 2010)
Lance Livre - ENCERRADO

Cavalhada - serigrafia - 161/190 - 25 x 30 cm - canto inferior direito -

Escultor, pintor e ceramista, Antonio Batista de Souza nasceu em Aldeia de Santa Cristina da Pousa, Braga - Portugal e faleceu em Goiânia, GO. Imigrou com a família para o Brasil em 1926. Fixaram-se em Araguari, no Triângulo Mineiro. Autodidata, herdou do pai a técnica e a sensibilidade iniciando suas atividades como ceramista. Em 1958, já com sua família constituída, passou a viver definitivamente em Goiás. Adotou o apelido de "Poteiro", por sugestão da folclorista Regina Lacerda, que o orientou a assinar seus bonecos de barro. Mais tarde foi estimulado a pintar telas por Siron Franco e Cleber Gouvêa. Lecionou cerâmica no Centro de Atividades do SESC e nas cidades de Hannover e Düsseldorf, na Alemanha. Realizou exposições individuais e participou de muitas mostras coletivas e oficiais pelo Brasil e exterior, como: Bienal Internacional de São Paulo (1981 e 1991); Biennalle Internazionale "NAIF", Cittá di Como, Itália (1976); V Bienalle Internazionale "NAIFS", entre Fiera e Lombardia, Itália (1980); III Bienal de Havana, Cuba (1989); III Bienal de Artes de Goiás (1993) e Bienal Brasileira de Arte "NAIF", SESC Piracicaba (1994). Recebeu o prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte - APCA, na categoria escultura (1985), Menção Honrosa na I Bienal Internacional de Óbidos – Portugal (1987); Grande Prêmio no XIV Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte, MG (1982); entre outros. Em 1997, foi homenageado com a Comenda da Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura, Brasil. WALMIR AYALA, VOL. 2, PÁG. 217; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 31; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 808; LEONOR AMARANTE, PÁG. 294, MEC VOL. 3, PÁG. 432; ACERVO FIEO; JULIO LOUZADA VOL. 3, PÁG. 925; VOL. 4, PÁG. 907; www.antoniopoteiro.com; artepopularbrasil.blogspot.com.br; www.artprice.com.



187 - GASTÃO Z. FRAZÃO (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - técnica mista sobre papel - 49 x 70 cm - canto inferior direito -

Artista plástico e arquiteto que tem participado de mostras coletivas e Salões oficiais, destacando-se: Bienal Internacional de São Paulo, São Paulo (1967); Salão Paulista de Arte Contemporânea, São Paulo (1976); Salão Nacional de Artes Plásticas, Rio de Janeiro (1979). ITAUCULTURAL.



188 - MARIE LOUISE MATTOS (1916)
Lance Livre - ENCERRADO

Figuras - desenho a nanquim e aquarela - 40 x 30 cm - canto inferior esquerdo - 1984 - Paraty -
Papel manchado e moldura no estado.

Nascida em Paris, França, filha do escultor Antônio Pinto de Mattos. Pintora, cresceu em ambiente de intensa produção artística, tomando gosto pela arte desde muito criança. Transferiu-se para o Brasil na dec. de 40, passou a frequentar o Liceu de Artes e Ofícios do RJ, onde foi aluna de Armando Viana (1946). Já no ano seguinte recebia Menção Honrosa no SNBA. Nesse mesmo salão conquistou ainda a Medalha de Prata (1951). Ganhadora de prêmio viagem 'a Europa (1960), participou de salões na capital da França. Algumas de suas obras encontram-se no MNBA-RJ. JULIO LOUZADA, vol. 1 pág. 610, Acervo FIEO.



189 - ANTONIO PETICOV (1946)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 45/100 - 40 x 40 cm - canto inferior direito - 2019 -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Nasceu em Assis, SP. Desenhista, gravador e escultor. Autodidata. Integra os movimentos movimentos artísticos de vanguarda da segunda metade da década de 60. De produção diversificada, segue tendências variadas das vanguardas artísticas internacionais das últimas décadas. Participa de várias exposições entre elas, Bienal Internacional de São Paulo, 1967, 1969 e 1989; Panorama da Pintura Brasileira, no MAM/SP, São Paulo, 1983; Destaques da Arte Contemporânea Brasileira, no MAM/SP, 1985; Bienal Brasileira de Design, Curitiba, 1990; OFF Bienal, no MuBE, São Paulo, 1996; Arte Suporte Computador, na Casa das Rosas, São Paulo, 1997. ITAU CULTURAL; JULIO LOUZADA, vol. 1, pág. 757/758; WALTER ZANINI, pág. 760; LEONOR AMARANTE, pág. 185. Acervo FIEO.



190 - BENJAMIN SILVA (1927 - 2019)
Lance Livre - ENCERRADO

"Recreio" - óleo sobre placa - 31 x 22 cm - canto inferior esquerdo e dorso - LXV -
Moldura no estado.

Pintor e gravador cearense natural de Juazeiro. Foi seringueiro no Amazonas. Assina Benjamin. Mudou-se para o Rio de Janeiro (1948), estudou com Inimá de Paula e Sigaud na Escola do Povo. No MAM, RJ, foi aluno de Santa Rosa e, no Liceu de Artes e Ofícios, aprendeu gravura com Orlando da Silva. Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1957 a 1959, 1963, 1964, 1967, 1974, 1976); São Paulo (1958, 1971); Washington, EUA (1969); Veneza, Itália (1971); Belo Horizonte, MG (1972); Nova York, EUA (1974). Participou da Bienal Internacional de São Paulo (1959, 1963, 1965); do Panorama da Arte Atual Brasileira – MAM, SP (1970); de doze edições do Salão Nacional de Arte Moderna, RJ (entre 1953 e 1969) e de muitas outras mostras coletivas e Salões oficiais. Recebeu prêmios, inclusive, o Prêmio Viagem ao Estrangeiro no SNAM, RJ (1959) partindo em seguida para a Europa. Passou a residir em Paris (1960), onde realizou pesquisas e estudos em diversos museus e também na "Académie de la Grande Chaumière", da qual desistiu por discordar da orientação recebida. Partiu para o Oriente Próximo, onde continuou seus estudos em museus. Retornou ao Brasil por volta de 1962. MEC VOL.4, PÁG.246; TEIXEIRA LEITE PÁG.70; WALTER ZANINI PÁG. 697; ARTE NO BRASIL PÁG. 943; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 907; VOL. 3, PÁG. 107; ITAU CULTURAL; www.artprice.com.



191 - MARÍLIA KRANZ (1937)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - técnica mista sobre papel - 30 x 22 cm - canto inferior direito -
Moldura no estado.

Pintora, desenhista, gravadora e escultora. No Rio de Janeiro, cursa a Escola Nacional de Belas Artes - Enba, em 1956 e estuda com Caterina Baratelli, em 1963. Faz sua primeira exposição individual em 1968 na Galeria Oca. Em 1989, executa um painel para o Rockfeller Plaza em Nova York, Estados Unidos. ITAÚ CULTURAL. -



192 - WALTER CAVALHEIRO (1933 - 1997)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre placa - 23 x 08 cm - canto inferior esquerdo - 1978 -

Pintor com diversas participações em exposições individuais e coletivas e com premiações em salões oficiais. JULIO LOUZADA, vol. 3, pág. 243. ACERVO FIEO.



193 - AGI STRAUS (1926)
Lance Livre - ENCERRADO

Cena urbana - técnica mista sobre papel - 20 x 19 cm - canto inferior direito - 1987 - Recife -
No estado (limpeza necessária).

Pintora, desenhista, gravadora, escultora e ilustradora nascida em Viena, Áustria. Vindo residir em São Paulo, aqui estudou com Darel, Poty e Aldemir Martins, no Museu de Arte de São Paulo (1952), dedicando-se, também, ao aperfeiçoamento na pintura e técnica do afresco com Gaetano Miani com quem executou um afresco no Palácio do Café, e escultura com Zamoisky. Paralelamente, escreveu e ilustrou livros infantis. Entre 1960 e 1962, fundou e dirigiu a escola Agi - ensino de arte para crianças. Por seis anos, foi desenhista do Suplemento Literário do jornal "O Estado de S. Paulo". Realizou exposições individuais em: São Paulo (1955 a 1960, 1962, 1964, 1969, 1973, 1993, 1996, 1999); Nova York, EUA (1957); Washington, EUA (1958); Kyoto, Japão (1958); Curitiba, PR (1961); Milão, Itália (1962, 1963); Rio de Janeiro (1963); Recife, PE (1967, 1968), Campinas, SP (1970); Roma, Itália (1971). Participou de muitas mostras coletivas e oficiais como: Salão Paulista de Arte Moderna, SP (1957, 1959, 1960, 1961, 1967); Salão de Arte Moderna do Paraná, Curitiba – PR (1961); "Imigrantes nas Artes Plásticas de São Paulo"- MASP (1976); "Mulher, Espírito e Matéria" - Paço das Artes, SP (1988). Foi premiada no Salão Paulista de Arte Moderna em 1959 – Medalha de Bronze, em 1963 – Medalha de Prata, em 1965 – Prêmio Aquisição. JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 944; VOL. 11, PÁG. 312; MEC, VOL. 4, PÁG 343; WALMIR AYALA, VOL. 2, PÁG. 355; PONTUAL, PÁG. 506; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 488; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



194 - ANTONIO TAVARES CALLÓ (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Pirâmide do Louvre - serigrafia - 66/100 - 27 x 57 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Pintor, desenhista e gravador formado pela Academia de Belas Artes de São Paulo com especialização em restauração e experiência em decoração de ambientes, móveis e instalações de arte. Tem participado de mostras coletivas.



195 - AGAR LIZZI DE OLIVEIRA (1926 - 2008)
Lance Livre - ENCERRADO

Palhaço - óleo sobre tela - 41 x 33 cm - canto inferior esquerdo - 1984 -

Pintora, desenhista e professora, Agar Lizzi de Oliveira nasceu em São Paulo. Assinava Aggar Lizzi. Estudou com Domingos Antequera e Djalma Urban. Realizou exposições individuais em São Paulo (1986, 1987). Participou de diversas mostras coletivas e Salões oficiais, sendo premiada em: Valença, RJ (1981); São Paulo (1981 a 1988, 1990 a 1993); Itu, SP (1982, 1983); Rio de Janeiro (1982, 1983, 1985, 1986, 1989, 1990, 1997); Juiz de Fora, MG (1982); Piracicaba, SP (1983); Praia Grande, SP (1991). JULIO LOUZADA VOL. 12, PÁG. 234; ITAÚ CULTURAL.



196 - BRAZ DIAS (1936)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - gravura - 16/100 - 30 x 19 cm - canto inferior direito -
No estado (papel manchado).

Pintor, desenhista e gravador. Estudou gravura com Livio Abramo no MAM-SP. Participou do Salão Paulista de Arte Moderna, recebendo o prêmio de aquisição (1959), e a medalha de bronze (1963). Participou ainda do VII Salão Nacional de Arte Moderna (1959) e da VI Bienal de São Paulo (1961). Individualmente expôs no exterior na Alemanha (1983, 1987, 1993 e 1997), e na Suiça ( de 1998 a 2005). Estudou na Itália, mercê de bolsa de estudos (1960/1961). Trabalhou em Barcelona-Espanha, em artes gráficas (1966). PONTUAL , pág. 229; MEC, vol. 2, pág. 216; JÚLIO LOUZADA, vol. 11, pág. 90; ACERVO FIEO, pág. 605.



197 - ORLANDO BRITO (1920 - 1981)
Lance Livre - ENCERRADO

Trabalhadores - desenho - 21 x 45 cm - canto inferior direito - 1972 -

Nascido e falecido na cidade do Rio de Janeiro, foi pintor e desenhista. Ocupou durante vários anos, a cadeira de Desenho e Pintura do Instituto de Belas Artes, além de ser membro do juri do SNBA, ambos no Rio de Janeiro. Realizou individuais em diversas Galerias de Arte do Rio de Janeiroe participou também de várias exposições pelo interior do Brasil. Expôs no SNBA-RJ, nos anos de 1954, 1962, 1965 (obtendo neste o Grande Prêmio IV Centenário da cidade), e 1967. JULIO LOUZADA vol.11, pág.44; ITAÚ CULTURAL.



198 - ALFREDO EUGUL SAMAD (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Na beira do rio - óleo sobre tela - 50 x 65 cm - canto inferior esquerdo - 1983 -

Pintor argentino natural de Navarro, Provincia de Buenos Aires. Fixou residência no Brasil a partir de 1954. Expôs individualmente em Buenos Aires em 1951, participando de coletivas a partir de 1953, destacando-se: III Salão Nacional de Artes Plásticas do Rio de Janeiro (Gravura), Salão Museu de Arte Moderna -MAM-SP (Desenho) e III Salão Brasileiro de Arte (Fundação Mokiti Okada) São Paulo (pintura). Recebeu o Prêmio Aquisição no III Salão de Arte Contemporânea de Americana-SP.



199 - CLÓVIS GRACIANO (1907 - 1988)
Lance Livre - ENCERRADO

Músicos - serigrafia - 92/200 - 38 x 64 cm - não assinado -
Editada pelo Projeto Graciano em comemoração ao Centenário do Artista e autenticado por Paulo S. Graciano.

Pintor, desenhista, cenógrafo, gravador, ilustrador, nasceu em Araras - SP e faleceu em São Paulo. Em São Paulo, a partir de 1934, realizou estudos com o pintor Waldemar da Costa, entre 1935 e 1937. Em 1937, integrou o Grupo Santa Helena com Francisco Rebolo, Mario Zanini, Bonadei e outros. Frequentou o curso de desenho da Escola Paulista de Belas Artes até 1938. Membro da Família Artística Paulista - FAP, em 1939 foi eleito presidente do grupo. Participou regularmente dos Salões do Sindicato dos Artistas Plásticos e, em 1941, realizou sua primeira individual. Em 1948, foi sócio-fundador do Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP. Viajou para a Europa em 1949, com o prêmio recebido no Salão Nacional de Belas Artes. Permaneceu dois anos em Paris, onde estudou pintura mural e gravura. A partir dos anos 1950, dedicou-se principalmente à pintura mural. Em 1971, assumiu o cargo de diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo. De 1976 a 1978, exerceu a função de adido cultural em Paris. Participou por toda sua vida de muitas mostras e Salões oficiais pelo o Brasil e pelo mundo. MEC, VOL. 2, PÁG. 280; PONTUAL, PÁG. 247/8; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 225 A 227; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 586; ARTE NO BRASIL, PÁG. 784; LEONOR AMARANTE, PÁG. 58; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 433; VOL. 4, PÁG.483; VOL. 5, NPÁG. 450; ACERVO FIEO.



200 - OMAR PELLEGATTA (1925 - 2000)
Lance Livre - ENCERRADO

Capela - óleo sobre tela - 35 x 27 cm - canto inferior direito -

Pintor, desenhista e gravador nascido em Busto Arsizio, Itália. Assina Pellegata. Veio para o Brasil em 1927, estudou na Associação Paulista de Belas Artes, foi aluno de Ettore Federighi e Durval Pereira, Takaoka, Mário Zanini, Otone Zorlini. Viveu e trabalhou em Santos, SP. Fez parte do Grupo Tapir (1970) com Giancarlo Zorlini, João Simeone, José Procópio de Moraes, Glicério Geraldo Canelosso e do Grupo Chácara Flora com Emídio Dias de Carvalho, Arlindo Ortolani, Heitor Carilo, Glicério Geraldo Canelosso. Realizou exposições individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil como: Salão Paulista de Belas Artes (desde 1958), Salão Municipal de Belas Artes de Belo Horizonte, MG (1960), entre outros, recebendo muitos prêmios. JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG.735; MEC VOL.3, PÁG.363; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.brasilartesenciclopedias.com.br; www.artprice.com.



201 - DAREL VALENÇA LINS (1924 - 2017)
Lance Livre - ENCERRADO

Figura - litografia - 8/100 - 37 x 22 cm - canto inferior direito -
Papel manchado e moldura no estado.

Gravador, pintor, desenhista, ilustrador e professor nascido em Palmares, PE. Estudou na Escola de Belas Artes do Recife, atual Universidade Federal de Pernambuco (entre 1941 e 1942). Mudou-se para o Rio de Janeiro (1946); estudou gravura em metal com Henrique Oswald (1948) e recebeu aconselhamento técnico de Oswaldo Goeldi. Atuou como ilustrador em diversos periódicos: revista 'Manchete'; jornais 'Última Hora' e 'Diário de Notícias'; diversos livros: 'Memórias de um Sargento de Milícias' (1957), de Manuel Antônio de Almeida; 'Poranduba Amazonense' (1961), de Barbosa Rodrigues; 'São Bernardo' (1992), de Graciliano Ramos e 'A Polaquinha' (2002), de Dalton Trevisan. Encarregou-se das publicações da Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil (entre 1953 e 1966). Lecionou gravura em metal no Museu de Arte de São Paulo - Masp (1951); litografia na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro (entre 1955 e 1957) e na FAAP, São Paulo (1961 a 1964). Realizou painéis para o Palácio dos Arcos, em Brasília (1968-1969) e para a IBM do Brasil, no Rio de Janeiro (1979). Realizou muitas exposições individuais, destacando-se: Rio de Janeiro (1949, 1963, 1964, 1966, 1968, 1973, 1995); Recife, PE (1951); Itália (1952 – Milão, 1958 - Roma); São Paulo (1953 – MASP, 1960, 1967). Participou de várias mostras e Salões oficiais, entre as quais: Salão Nacional de Arte Moderna (1952 a 1960) onde recebeu Prêmio de Viagem ao País (1952) e Prêmio de Viagem ao Estrangeiro (1957); Bienal Internacional de São Paulo (1961 a 1967) recebendo Prêmio Melhor Desenhista Nacional (1963) e Sala Especial (1965); Gravadores Brasileiros Contemporâneos, EUA (1966); Bienal de Tóquio, Japão (1964); Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (1988, 1993). MEC VOL.3, PÁG. 18; PONTUAL, PÁG.160; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 313; VOL. 8, PÁG. 246; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 715; ARTE NO BRASIL, PÁG. 839; LEONOR AMARANTE, PÁG. 125; ACERVO FIEO; www.graphias.com.br; www.artprice.com.



202 - GUYER SALES (1942)
Lance Livre - ENCERRADO

Carpa - aquarela - 17 x 20 cm - canto inferior direito - 2000 -

Pintor, desenhista, gravador, ilustrador e professor, José Guyer Salles nasceu em São Paulo. Frequentou o curso de iniciação ao desenho da FAAP - SP onde foi orientado por Nelson Nóbrega e Marcelo Grassmann em pintura e gravura (entre 1962 e 1964). Estudou pintura com Glênio Bianchetti (1965) e gravura com Babinski, na Universidade de Brasília. Viajou para os Estados Unidos, como bolsista do "Pratt Graphics Center" de Nova York, onde atuou também como professor assistente (entre 1970 e 1974). Lecionou no "Art Barn" em Connecticut, EUA. De volta ao Brasil (1976), fundou e dirigiu a Oficina de Gravura 76 - núcleo de artistas destinado ao ensino de gravura. Realizou exposições individuais em São Paulo em 1966, 1967, 1987, 1995, 1997 e participou de mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Participou do "Projeto Cidadania - 200 Anos da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão", da Secretaria do Governo do Estado de São Paulo (1991); ilustrou o livro "Estações", de Flora Figueiredo (1995). PONTUAL PÁG. 258; MEC VOL. 2, PÁG. 310; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 856; VOL.8, PÁG. 380; ITAU CULTURAL; www.artprice.com.



203 - JESUALDO (1940)
Lance Livre - ENCERRADO

"Ruínas romanas" - acrílico sobre tela - 50 x 70 cm - canto inferior direito e dorso - 2014 -

Pintor, desenhista, ilustrador, cenógrafo, professor de artes e escritor, Jesualdo Antonio Gelain nasceu em Três de Maio, RS. Assina Jesualdo. Teve aulas com Colete Pujol; foi monitor na 9º Bienal de Arte de São Paulo (1967, 1968); executou vários cenários para teatro, inclusive, 3 cenários para o Colégio Clareteano de Esteio, RS; trabalhou como cenógrafo de televisão na Abril-Vídeo e na confecção de abertura de programas como a do “BAR AVENIDA” com um painel de 7 metros. É autor de 7 livros infantis e dois atlas - Atlas Escolar Geográfico e Atlas do Corpo Humano, todos já publicados. Também é autor da peça de teatro “A Ponte dos Mendigos”. Foi ilustrador por mais de 20 anos na Editora Abril onde ilustrou para quase todas as revistas como Quatro-Rodas, Veja, Cláudia. Realizou exposição individual na ACM, SP (1980 e 1982). Participou de diversas exposições coletivas em: Canoas, RS (1969); Aparecida do Norte, SP (1962 - Menção Honrosa); São Carlos, SP (1964); 1º Salão de Arte Universitária na PUC, SP; exposição no SESC da Consolação, SP (1975) onde foi filmado pelo Canal 100 e exibido em todos os cinemas brasileiros antes dos filmes. Foi premiado em 1º lugar na exposição da Faculdade de Belas Artes em São Paulo (1966).



204 - DILA (DILEUSA DINIS RODRIGUES) (1939)
Lance Livre - ENCERRADO

"Piquenique" - litografia - 24/100 - 18 x 28 cm - canto inferior direito - 1989 -

Pintora e gravadora, DILA se expressa plasticamente com esse olhar brasileiro que é a sua grande marca. Sua arte não tem referência entre os "naifs" nem entre os primitivistas do mundo inteiro. Ela é única." Trecho do crítico maranhense Ubiratan Teixeira. JULIO LOUZADA, vol. 7 - pág. 221; ITAÚ CULTURAL.



205 - IRINEIDE KLOCKNER (1961)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - acrílico sobre tela - 70 x 100 cm - canto inferior direito e dorso - 2021 -

Pintora nascida em Maringá, PR, Iniciou sua carreira artística em 1983. Desde 2000, dedica-se exclusivamente à pintura em tela, tendo durante estes anos aprimorado sua arte em diversas técnicas, através da convivência com artistas de diferentes estilos. Nos últimos anos tem buscado inspiração em grandes nomes do Abstracionismo, como Jackson Pollock e Jonas Gerard, e desenvolveu seu próprio estilo. Em sua arte, expressa a beleza da vida, em todos seus pormenores e complexidades, na união dos traços aparentemente desconexos se criam momentos únicos. Durante sua carreira, participou de exposições ao longo de toda a região Sul, tendo assinado mais de 2000 obras de arte, que hoje embelezam residências e ambientes corporativos em todo o Brasil. http://www.klockner-art.com; www.artprice.com.



206 - DECIO ROSOLEN (1971)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 40/60 - 49 x 49 cm - canto inferior direito -

Pintor e editor autodidata nascido em São Paulo, descendente de italianos. Seu contato com a arte surge a partir dos 13 anos por meio de um tio materno que trabalhava com importação e comercialização de gravuras de artistas como Joan Miró, Joseph Pierre Redouté e com as editoras Glatt e Documenta (década de 80). Iniciou seu trabalho como editor de arte na Arteprints (início dos anos 90). Suas produções estão expostas em diversas cidades brasileiras. www.arteprints.com.br.



207 - MAURICIO DE OLIVEIRA JUNIOR (1956)
Lance Livre - ENCERRADO

"Collie" - desenho a nanquim e pastel - 41 x 30,5 cm - canto inferior esquerdo - 1984 -

Desenhista, ilustrador e publicitário, Mauricio João R. Oliveira Junior nasceu em São Paulo. Assina M. Oliveira. Cursou Ilustração e Comunicação na Escola Panamericana de Arte onde foi aluno de Manuel Vitor Filho. Também fez curso de Aerografia e Designer gráfico. Fez ilustrações para as campanhas da Caloi, Kodak, Açúcar União e criou campanhas para Hoechst do Brasil, Pfizer, Janssen-Cilag, Galderma e Cargill Alimentos.



208 - TAPETE ORIENTAL,
Lance Livre - ENCERRADO


Ponto de nó, feito a mão, de lã, Pakistan, medindo 0,88 x 0,63 m = 0,55 m².



209 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Gato - serigrafia - P.E. - 60 x 44 cm - não assinado -
Tiragem póstuma editada pelo Estúdio Aldemir Martins.

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



210 - INOS CORRADIN (1929)
Lance Livre - ENCERRADO

"Menina com gato" - escultura em metal banhado a ouro velho - 18 x 09 x 09 cm - assinado -
Com Certificado de Autenticidade firmado pelo Autor.

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



211 - FUKUDA (1943 - 2021)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 36/180 - 60 x 60 cm - canto inferior direito - 1989 -
Moldura no estado.

Pintor, gravador e escultor, Roberto Kenji Fukuda nasceu em Indiana, SP e faleceu em Curitiba PR. Iniciou-se na pintura com orientação de seu pai, o pintor Tamotsu Fukuda, um dos imigrantes japoneses pioneiros no Brasil. Como escultor foi o responsável pela criação do monumento comemorativo aos Jogos Pan-Americanos, do Rio de Janeiro (2007). Realizou exposições individuais em: Lins, SP (1963); Rio de Janeiro (1988, 1989); São Paulo (1988,1991); Curitiba, PR (1989); Brasília, DF (1989); Belo Horizonte, MG (1991). Participou de várias mostras coletivas pelo Brasil, Alemanha, França e Estados Unidos. JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 120; ITAÚ CULTURAL; Acervo FIEO; www.galeriamaradolzan.com.br.



212 - ANTONIO CARPENTIERI (1930 - 1987)
Lance Livre - ENCERRADO

Festa - óleo sobre madeira - 28 x 14 cm - canto inferior esquerdo e dorso -

Pintor e desenhista italiano, Antonio Arena Castellano Carpentieri nasceu em Nápoles e faleceu em São Paulo. Assinava Carpentieri. Descendente de família ligada às artes plásticas: seu avô foi diretor do “Museo di Napoli” e, seu pai, além de diretor do mesmo Museu, foi Diretor da Superintendência de Monumentos e das Belas Artes de Nápoles com responsabilidade estendida à arqueologia do sul da Itália. Ingressou na Faculdade de Engenharia e Química da Universidade de Nápoles. No Brasil desde 1952, tornou-se aluno de Angelo Cannone, Briante e De Corsi. A convite de Ana Freud, pintou (1977) um retrato de Sigmund Freud, que foi reproduzido sob a forma de selo comemorativo (1981) e que se encontra no Museu Leonardo da Vinci, em Milão. Foi nomeado (1976) Acadêmico do Mar pela Academia Internacional de Ciências e Artes do Mar, em Milão. Realizou individuais em São Paulo; Itanhaém; Caracas, Venezuela. Participou de várias mostras coletivas e oficiais no Brasil e exterior. Em São Paulo, recebeu a Pequena Medalha de Prata no Salão Paulista de Belas Artes, SP (1979); a Grande Medalha de Prata (1978) e o Diploma de Honra da Academia Paulista de Belas Artes (1980); o Prêmio Pintor do Ano, conferido pela Assembleia Legislativa (1981); entre outros tantos. WALMIR AYALA VOL. 1, PÁG. 176; JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG. 215; ITAU CULTURAL, ACERVO FIEO.



213 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XX
Lance Livre - ENCERRADO

Veleiro - desenho a carvão - 20 x 24 cm - canto inferior direito - 1951 -
Benedito Siqueira. No estado (pequenas manchas).



214 - DOMENICO CALABRONE (1928 - 1999)
Lance Livre - ENCERRADO

Figura - múltiplo em bronze - 149 - 18 x 06 x 04 cm - assinado -

Pintor, escultor, ceramista e joalheiro. Nascido na Calábria, Itália, completou seus estudos artísticos em Roma, no ano de 1951. Fixou-se em São Paulo em 1954, passando e frequentar a Escola de Arte do Museu de Arte Moderna. Sua escultura, hoje conhecida internacionalmente, destaca-se pelo vigor de suas mensagens e pela alta qualidade artística e técnica. JULIO LOUZADA vol.2, pág.194; ITAU CULTURAL; LEONOR AMARANTE, pág. 336; WALTER ZANINI, pág. 770.



215 - MICHEL GORAYEB (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Natureza morta - óleo sobre tela - 50 x 65 cm - canto inferior direito -

Pintor que tem participado de diversas exposições e Salões oficiais em São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 430; VOL. 3, PÁG. 475; VOL. 10, PÁG. 394; VOL. 13, PÁG. 155.



216 - INOS CORRADIN (1929)
Lance Livre - ENCERRADO

Vaso de flores - serigrafia - 94/100 - 50 x 36 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



217 - CARL HOYRUP (1983 - 1961)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem de inverno - óleo sobre tela - 68 x 99 cm - canto inferior direito -
(Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Pintor e desenhista dinamarquês com diversas participações em exposições coletivas. www.artprice.com.



218 - ANTONIO PESSOA (1943)
Lance Livre - ENCERRADO

Figuras - múltiplo em bronze - assinados -
Lote composto por duas obras, medidas: 09 x 06 x 02 cm e 10 x 05 x 04 cm.

Escultor, assina Tonny. Radicado no Rio de Janeiro detentor de bom curriculo nacional e internacional com inumeras participações em Salões Oficiais,varias vezes premiado. Ótimo mercado.



219 - ENRICO BIANCO (1918 - 2013)
Lance Livre - ENCERRADO

Figuras - gravura - Prova - 23 x 16 cm - canto inferior direito - 1949 -
Ilustração para o livro "O caçador de esmeraldas de Olavo Bilac".

Pintor, desenhista, gravador e ilustrador nascido em Roma, Itália e falecido no Rio de Janeiro. Filho da pianista Maria Bianco-Lanzi e de Francesco Bianco, escritor e correspondente internacional do "Jornal do Brasil". Na década de 1930, em Roma, iniciou seus estudos com Maud Latou, Deoclécio Redig de Campos - que chegou a diretor do Museu do Vaticano, Dante Ricci - outrora professor da família real. Sua primeira exposição individual se deu em Roma (1936). Logo depois de sua chegada ao Brasil, Rio de Janeiro (entre 1935 e 1937) estudou com Portinari no Instituto de Arte da Universidade do Distrito Federal e, no ano seguinte, foi seu assistente em diversas obras, destacando-se os murais do MEC, os painéis do Banco da Bahia, o edifício da ONU, entre outros. Ilustrou edição especial de Caçada de Esmeraldas, de Olavo Bilac e o álbum de gravação do poema sinfônico Anhanguera, de Hekel Tavares, em 1951. Realizou muitas exposições individuais e participou de várias mostras coletivas e Salões oficiais inclusive da Bienal de São Paulo (1951), da Bienal do México (1960). Exposições retrospectivas de suas obras foram realizadas, em 1982, no Museu Nacional de Belas Artes - RJ e no Museu de Arte de São Paulo - SP. THEODORO BRAGA, PÁG. 54; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁGS. 99; MEC, VOL. 1, PÁG. 242; PONTUAL, PÁG. 76; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 594; ACERVO FIEO; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG.124; VOL. 2, PÁG. 132; www.pinturabrasileira.com; www.artprice.com; www.galeriandre.com.br.



220 - VÉIO (1948)
Lance Livre - ENCERRADO

Figura - escultura em madeira - 22 x 06 x 06 cm - assinado -

Escultor, Cícero Alves dos Santos nasceu em Nossa Senhora da Glória, SE. Começou a brincar com formas aos seis anos. Construía a partir da sua imaginação utilizando cera de abelha. Ganhou o apelido ainda criança, por estar sempre na companhia de pessoas mais velhas, a quem dava atenção e ouvia suas histórias. Preocupado em conservá-las, criou em seu sítio, em Feira Nova, SE – o Museu do Sertão. Realizou exposições individuais em: Natal, RN (1986); Belo Horizonte, MG (1991); Aracaju, SE (1999, 2003); Rio de janeiro (2006, 2017); Diadema, SP (2010); Veneza, Itália (2015); Londres, Inglaterra (2016); São Paulo (2010, 2014, 2015, 2017, 2018). Participou de diversas mostras coletivas. ITAU CULTURAL; www.galeriaestacao.com.br/artista/7; cultura.estadao.com.br/noticias/artes,veio-traz-demonios-do-sertao-para-exposicao-em-sao-paulo,70002225464.



221 - CÍCERO DIAS (1908 - 2003)
Lance Livre - ENCERRADO

Na árvore - serigrafia - 183/200 - 64 x 50 cm - canto inferior esquerdo -

Pintor, gravador, desenhista, ilustrador, cenógrafo e professor - Cícero dos Santos Dias nasceu em Escada, PE e faleceu em Paris. Iniciou estudos de desenho em sua terra natal e mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se matriculou, em 1925, nos cursos de arquitetura e pintura da Escola Nacional de Belas Artes, mas não os concluiu. Entrou em contato com o grupo modernista e, em 1929, colaborou com a ‘Revista de Antropofagia’. Em 1931, no Salão Revolucionário, na Enba, expôs o polêmico painel, tanto por sua dimensão quanto pela temática: ‘Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife’. Ilustrou, em 1933, ‘Casa Grande & Senzala’, de Gilberto Freyre. Em 1937 foi preso no Recife quando da decretação do Estado Novo. A seguir, incentivado por Di Cavalcanti, viajou para Paris onde conheceu Georges Braque, Henri Matisse, Fernand Léger e Pablo Picasso, de quem se tornou amigo. Em 1942, foi preso pelos nazistas e enviado a Baden-Baden, na Alemanha. Entre 1943 e 1945, viveu em Lisboa como Adido Cultural da Embaixada do Brasil. Retornou a Paris onde integrou o grupo abstrato Espace. Em 1948, realizou o mural do edifício da Secretaria das Finanças do Estado de Pernambuco, considerado o primeiro trabalho abstrato do gênero na América Latina. Em 1965, foi homenageado com sala especial na Bienal Internacional de São Paulo. Inaugurou, em 1991, painel de 20 metros na Estação Brigadeiro do Metrô de São Paulo. No Rio de Janeiro, foi inaugurada a Sala Cícero Dias no Museu Nacional de Belas Artes - MNBA. Recebeu do governo francês a Ordem Nacional do Mérito da França, em 1998, aos 91 anos. MEC, VOL.2, PÁG.50; WALMIR AYALA, VOL.1, PÁG.252; TEIXEIRA LEITE, PÁGS. 157, PONTUAL, PÁGS. 174; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 564; ARTE NO BRASIL, PÁG. 715; LEONOR AMARANTE, PÁG. 146; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 334; ACERVO FIEO; web.artprice.com.



222 - DEOLINDA DE CAMPOS MELLO (1941)
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Paisagem - óleo sobre cartão telado - 18 x 14 cm - canto inferior direito -

Pintora, desenhista e professora nascida em São Paulo com diversas participações em mostras coletivas e oficiais, como: XI Salão Bunkyo, SP (1982); Galeria Arlete Mello, SP (1997). JULIO LOUZADA VOL. 13, PÁG. 222.



223 - PAVEL KUDIS (1921)
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Incêndio - técnica mista sobre papel - 31 x 48 cm - canto inferior direito -
No estado (papel manchado). (Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Natural de Celje, Iuguslávia, onde nasceu em 15/1/1921. Pintor, desenhista e arquiteto, assina suas obras como KUDIS na frente e, desde 1980, PAVELKUDIS, cursivamente, no dorso. JULIO LOUZADA, vol.3, pág.578.



224 - HORTÊNCIO VIEIRA (1927)
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Paisagem - gravura - 4/50 - 14 x 20 cm - canto inferior direito - 1987 -

Pintor, desenhista, gravador e pesquisador nascido no Rio de Janeiro. Formado em Engenharia Mecânica e Elétrica, sua iniciação artística foi com Pedro Alzaga (desenho e pintura) e com Marcelo Grassmann (gravura). Também participou de ‘workshops’ com Daniel Greene, David Leffel e Albert Handell, nos Estados Unidos. A partir de 1980, começou a pesquisar as pinturas rupestres,visitando os sítios de Altamira na Espanha e Lascaux na França. A seguir estudou as pinturas de Serranópolis (Brasil), Kimberly (Austrália) e Utah (USA). Baseado nestas pesquisas desenvolveu uma técnica única de modo a representar a textura das rochas e a variedade das cores produzidas pelos liquens formadas com o tempo. Tem participado de inúmeras exposições e Salões oficiais no Brasil e no exterior.



225 - JOSÉ MARIA DE SOUZA (1935 - 1987)
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Crianças - óleo sobre tela - 22 x 16 cm - canto superior esquerdo e dorso - 1969 - Rio -

Baiano de Valença, Bahia. Diplomou-se na Escola de Belas Artes da Bahia, onde teve como prof. Mario Cravo em gravura e Juarez Paraíso, em desenho. Realizou várias individuais no Rio de Janeiro, cidade onde se fixou por algum tempo, retornando para a Bahia. Sua figuração é pessoal e o limite profundo de sua obra está povoado de algo cuja definição se coloca entre o humilde e o grotesco. Realizou individuais a partir de 1960 (entre elas: Galeria Bonino, RJ-1965 e 1967); e coletivas (SNAM-RJ 1959, 1962 e 1963, entre outras). JULIO LOUZADA, vol. 1, pág. 498; ITAÚ CULTURAL.



226 - HANSEN BAHIA (1915 - 1978)
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Mulher deitada - xilogravura - 07 x 11 cm - canto inferior direito -

Gravador, escultor, pintor, ilustrador, poeta, escritor, cineasta e professor, Karl Heinz Hansen nasceu em Hamburgo, Alemanha e faleceu em São Paulo. Serviu como soldado (entre 1936 e 1945) na Segunda Guerra Mundial e atuou como ilustrador de histórias infantis. Autodidata, realizou suas primeiras xilogravuras entre 1946 e 1948. Fixando-se sucessivamente na Itália, Suécia, Inglaterra, emigrou para o Brasil em 1950 residindo de início em São Paulo e a partir de 1955 em Salvador. Ilustrou a publicação 'Flor de São Miguel' (1957), com textos de Jorge Amado, Vinicius de Moraes e de sua autoria; 'Navio Negreiro' (1958), de Castro Alves. Em homenagem à Bahia passou a assinar seus trabalhos como Hansen-Bahia a partir de sua volta à terra natal em 1959. Lá permaneceu até 1963, enquanto trabalhou no ateliê de gravura fundado por ele mesmo no castelo Tittmoning. Viveu na Etiópia (entre 1963 e 1966) onde ajudou a estabelecer a Escola de Belas Artes na cidade de Addis Abeba. Retornou a Salvador e naturalizou-se. Tornou-se professor de artes gráficas da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (1967). Dois anos antes de sua morte, doou em testamento sua produção artística para a cidade de Cachoeira, Bahia, onde foi criada a Fundação Hansen Bahia que recebeu seu acervo artístico de xilogravuras, matrizes, livros, pinturas, prensas e ferramentas de trabalho. Realizou exposições individuais no: Museu de Arte de São Paulo (1950, 1953, 1966); Museu Nacional de Belas Artes, RJ (1952); Museu de Arte Moderna de São Paulo (1954, 1956); Buenos Aires, Argentina (1954, 1955, 1958), entre outras. Participou de muitas mostras coletivas e oficiais como: Bienal Internacional de São Paulo (1951, 1961); Salão Nacional de Arte Moderna (1954, 1955). PONTUAL PÁG. 260; MEC VOL. 1, PÁG. 157; JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG. 81; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 720; ARTE NO BRASIL, PÁG. 842; ACERVO FIEO, PÁG. 251; www.hansenbahia.com.br; www.artprice.com.



227 - RAMON CÁCERES (1944)
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Composição - serigrafia - 3/20 - 60 x 60 cm - canto inferior direito -
Com relevo seco de Papel Assinado - Brasil.

Natural de Quilindy, Paraguai, fixou residência em São Paulo no ano de 1970, tornando-se discípulo da restauradora internacional Luciana Battioli, que o elogia pela técnica perfeita, sensibilidade aguda de exímio colorista. Tem como proposta estética o purismo da forma equilibrado notavelmente com um cromatismo muito particular e ritmado.Tem obras no MASP, no México e em coleções particulares no Brasil e no Paraguai. JULIO LOUZADA vol.2, pág. 191; ITAÚ CULTURAL, Acervo FIEO.



228 - CLAUDIO GONÇALVES (1958)
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"Figuras" - óleo sobre tela - 50 x 60 cm - canto inferior direito e dorso - 2020 -

Desenhista, pintor e professor nascido em Ourinhos, SP. Teve aulas de desenho no Ateliê Leandro Frediani em Amparo, SP (1966). Em 1968 mudou-se para São Paulo. Frequentou a Escola Panamericana de Artes (1978) onde teve aulas com Paulo Nesadal (1980); aulas de desenho com Círton Genaro (1981) e aulas de gravura com Romildo Paiva (1987) no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. Estudou também no ateliê de Manoel M. Menacho (1989 a 1999). Realizou exposições individuais em São Paulo (1997, 2001, 2004, 2007, 2008, 2010) e participou de mostras e Salões oficiais em: Marília, SP (1983); Santo André, SP (1985); Presidente Prudente, SP (1988); São João da Boa Vista, SP (1998); São Paulo (2001, 2003, 2012); Santa Bárbara D’Oeste, SP (2008); Guarulhos, SP (2013); Atibaia, SP (2014). Foi premiado em: Marília, SP (1983); Santo André, SP (1985); Prêmio Paleta Internacional Brasil/Extremo Oriente (1986); Arceburgo, MG (2012, 2013). ITAU CULTURAL; www.claudiogoncalves.com.



229 - ROMILDO PAIVA (1938)
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Anjo - gravura - 78/100 - 30 x 44 cm - canto inferior direito - 1985 -

O autor nasceu em São Paulo, onde é ativo. Gravador, estudou com Lívio Abramo gravura e litogravura. Participa de coletivas a partir de 1970, obtendo premiações. MEC, vol. 3, pág. 328; WALTER ZANINI, pág. 765.



230 - HERTON ROITMAN (1943)
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Composição - óleo e colagem sobre tela - 130 x 120 cm - dorso - 1990 - São Paulo -
No estado (pequeno rasgo).

Nascido em Porto Alegre, RS, no dia 28 de junho de 1943. Residindo em São Paulo, formou-se pela ECA-USP. Com parte de sua vida artística voltada para o teatro e elaboração de figurinos, fez diversos cursos ligados a esta arte, onde também lecionou. Participa de exposições a partir de 1966, apresentando a mostra Máscaras, na Galeria Guignard, de BH-MG. ganhando diversos prêmios, tais como os de Melhor Figurinista do Ano, nos anos de 1964, 65, 66, 67, o de Melhor Cenógrafo, 1967, Revelação Desenho, 1967, e o de Melhor Figurinista Brasileiro, medalha de outro, XII Bienal Internacional, SP. RGS, pág. 251.



231 - EDUARDO SUED (1925)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 70/120 - 61 x 85 cm - canto inferior direito - 2010 -

Pintor, desenhista, gravador, ilustrador, vitralista e professor. Graduou-se na Escola Nacional de Engenharia do Rio de Janeiro (1948). No ano seguinte estudou desenho e pintura com Henrique Boese. Trabalhou como desenhista no escritório de Oscar Niemeyer (entre 1950 e 1951). Viajou para Paris (1951) onde frequentou as academias “La Grande Chaumière” e “Julian”. Retornou ao Rio de Janeiro (1953) e frequentou o ateliê de Iberê Camargo para estudar gravura em metal, tornando-se mais tarde, seu assistente. Lecionou desenho e pintura na Escolinha de Arte do Brasil (1956) e transferiu-se para São Paulo (1957) onde ministrou aulas de desenho, pintura e gravura, na FAAP (1958 a 1963). Voltou a morar no Rio de Janeiro (1964) e publicou o álbum de águas-fortes “25 Gravuras”. Ministrou aulas de gravura em metal no MAM, RJ (entre 1974 e 1980). Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1968, 1970, 1974, 1982, 1983,1986,1987, 1990, 1992, 1994, 1997 a 2000, 2004, 2005, 2010, 2013 a 2017); São Paulo (1984, 1989, 1993, 1999, 2003, 2005, 2010, 2016); Curitiba, PR (1995); Belo Horizonte, MG (2010, 2013); Brasília, DF (2019). Também foram muitas as participações em mostras coletivas e oficiais, destacando-se: Bienal Internacional de Gravura, Cracóvia – Polônia (1970); Bienal Internacional de São Paulo (1981, 1987, 1989); Bienal de Veneza (1984); Bienal do Merco Sul (2005). ARTE NO BRASIL PÁG. 814; JULIO LOUZADA VOL. 2, PÁG. 975; www.sued.art.br; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



232 - WALTER LIMA (1934)
Lance Livre - ENCERRADO

Rezando - óleo sobre tela - 22 x 17 cm - canto inferior direito - Rio -

Pintor e desenhista com diversas participações em mostras e Salões oficiais como: Salão do Mar, RJ (1958); Salão Nacional de Belas Artes, RJ (1971) onde recebeu Menção Honrosa. JULIO LOUZADA VOL. 6, PÁG. 597.



233 - JOSÉ SABÓIA (1949)
Lance Livre - ENCERRADO

Colheita - óleo sobre tela - 50 x 40 cm - canto inferior direito -

Pintor, José Sabóia do Nascimento nasceu em Almadina-BA. Artista autodidata foi para o Rio de Janeiro em 1967 e começou a pintar no ano seguinte, passando a expor seus trabalhos na feira hippie de Ipanema. Fez sua primeira exposição individual em Fortaleza, CE (1970). Entre as exposições de que participou, destacam-se: I e III Salão Nacional de Artes Plásticas do Ceará, Fortaleza, (1969, 1971 - Prêmio Aquisição); Dez Pintores no Rio de Janeiro, no MNBA, RJ (1983); ‘Brésil Naifs’, Paris (1986); ‘Salon d'Art Naif’- Marseilha, França (1987); ‘Pintura, Presença e Povo na Arte Brasileira’ no Museu da Casa Brasileira - São Paulo (1990); ‘Visões do Rio’ no MAM, RJ (1996). No exterior expôs individualmente em São Francisco, EUA e Munique, Alemanha, além de participar de coletivas em vários países e, principalmente na França, com exposições organizadas pela Galeria Jacqueline Bricard e uma presença cativa na ‘Galerie Naïfs du Monde Entier’ em Paris. José Sabóia participou do Concurso Internacional de Morges, quando seu quadro foi eleito pelo público, a melhor obra de 60 participantes de 22 países, premiação que originou o convite da Galeria Kasper para realizar uma exposição individual em 1997. JULIO LOUZADA vol. 11, pág. 278; ARTE NAIF NO BRASIL, pág. 228; ITAÚ CULTURAL, Acervo FIEO; www.artprice.com; www.nautilus.com.br; www.ardies.com.



234 - FANG (1931 - 2012)
Lance Livre - ENCERRADO

Cavalos - serigrafia - 16/50 - 14 x 46 cm - canto inferior direito -

Pintor, desenhista, gravador e professor, Chien Kong Fang, ou simplesmente Fang, nasceu na cidade de Tung Cheng, China e faleceu em São Paulo. Estudou sumiê e aquarela na China em 1945. Veio morar em São Paulo com a família em 1951, naturalizando-se brasileiro em 1971. Entre 1954 e 1956, estudou pintura com Yoshiya Takaoka em São Paulo. Viajou, em 1977, para a América do Norte, Europa e Ásia, onde desenvolveu o seu trabalho de pintura. Em 1981, foi realizado o curta metragem biográfico ‘O Caminho de Fang’, em São Paulo. Visitou a China, convidado pelo governo chinês, em 1985. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1959, 1961, 1962, 1978, 1981, 1993, 2005); Salvador, BA (1962); Rio de Janeiro (1978, 1986); Schleswing, Alemanha (1985); Lugana, EUA (1990); Americana, SP (1994); Formosa, Taiwan (1994). Foi premiado no Rio de Janeiro (1957) e em São Paulo (1960 a 1962, 1967 a 1969, 1978, 1979, 1991). Participou do Panorama da Arte Atual Brasileira - MAM, SP (1978). MEC, VOL. 2, PÁG. 124; JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 366; VOL. 6, PÁG. 378; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 189; PONTUAL, PÁG. 201; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; www.fang.com.br; www.artprice.com.



235 - JOÃO BAPTISTA DE PAULA FONSECA (1889 - 1960)
Lance Livre - ENCERRADO

Nu - óleo sobre tela - 56 x 46 cm - canto inferior direito - 1951 -
Com certificado da Galeria Paulista, São Paulo - SP. Moldura no estado.

Pintor. Assinava J. Bap. Paula Fonseca. Natural do Rio de Janeiro, RJ, onde recebeu orientações de Rudolf Sinderman e de João Baptista da Costa, na Escola Nacional de Belas Artes. Faleceu na mesma cidade. Participou de várias exposições e Salões oficiais: Rio de Janeiro (1915, 1918, 1919, 1920, 1921, 1923, 1933, 1958); São Paulo (1939). Prêmios: Rio de Janeiro (1915, 1918, 1919, 1923 - Viagem à Europa; 1933 - Viagem ao país); São Paulo (1939). Exposição retrospectiva póstuma na Escolinha do Pintor, Rio de Janeiro, em 1966, dirigida por seu filho João Baptista de Paula Fonseca Junior, também pintor. Possui obras no: Museu Nacional de Belas Artes, RJ; Museu Antonio Parreiras, Niterói - RJ; Ministério da Agricultura, Brasília - DF e Museu de Argel, Argélia. JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG. 388; VOL.6, PÁG. 405; PONTUAL, PÁG. 409; MEC VOL.2, PÁG. 182.



236 - NOEMIA MOURÃO (1912 - 1992)
Lance Livre - ENCERRADO

Marujos - desenho a lápis - 20 x 21 cm - canto inferior direito -

Pintora e desenhista. Assina Noemia. Realizou sua primeira individual em 1934, no Rio de Janeiro. Residiu na Europa de 1934 a 1940, frequentando em Paris as academias de la Grande Chaumière e Ranson. Expôs em Montevideu e Buenos Aires. Foi citada por REIS JUNIOR e TEODORO BRAGA. Foi aluna (1932) e mulher (1933) de Di Cavalcanti. MEC vol.3, pág. 265; WALMIR AYALA vol.2, pág.135; PONTUAL, pág. 375; TEIXEIRA LEITE, pág. 356; ITAU CULTURAL; ARTE NO BRASIL, pág. 684. Acervo FIEO.



237 - DOMINGOS ANTEQUERA (1921 - 1984)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre tela colado em papel - 10 x 15 cm - canto inferior direito -

Natural de Lençois Paulista, SP. Faleceu em São Paulo, em 8 de outubro de 1984. Assinava seus trabalhos D. ANTEQUERA. Desenvolveu-se artisticamente com os pintores Cirilo Agostini, Migliaccio e José Barchita. Impresionista, é considerado um artista de sensibilidade invulgar, cuja obra é repleta de recursos técnicos próprios, fortes e seguros. A bibliografia abaixo exibe extensa lista de exposições e prêmios recebidos pelo artista. JULIO LOUZADA, vol.3, pág.56, Acervo FIEO.



238 - BETO (1971)
Lance Livre - ENCERRADO

Lampião - escultura em madeira - 23 x 08 x 05 cm - assinado -

Escultor cearense, Adalberto Soares da Silva começou a talhar suas primeiras esculturas na madeira (1985) e já era conhecido pelo apelido que mais tarde seria sua marca registrada: Beto. Cícero Isídio, seu irmão mais velho, era ligado à Associação de Artesãos do Padre Cícero e, sempre que podia, dava algumas peças para ele fazer, enquanto o ajudava a desenvolver suas habilidades de artesão até ser aceito no Centro de Cultura Mestre Noza, em Juazeiro do Norte – CE. http://caririrevista.com.br/em-cada-quintal-uma-oficina/.



239 - SAUL STEINBERG (1914 - 1999)
Lance Livre - ENCERRADO

Figura - técnica mista sobre papel - 41 x 29 cm - lado direito -
Moldura no estado. (Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Desenhista, pintor, gravador, ilustrador, cartunista, escultor, natural da Romênia. Estudou Filosofia em Bucareste, Romênia e Arquitetura em Milão, Itália. Nos anos 30 publicou seus cartuns na revista italiana Bertoldo. Em 1940, seus desenhos começam a aparecer nas revistas ‘Life’ e’ Harper’s Bazaar’. Vai para os Estados Unidos em 1941 e passa a publicar, regularmente, seus trabalhos na revista ‘The New Yorker’ por quase 60 anos, além de se dedicar intensamente às diversas formas de expressão. A primeira exposição de seus trabalhos se deu em Nova York, em 1943. E várias outras aconteceram por museus da Europa e Estados Unidos, inclusive no Museu de Arte de São Paulo, São Paulo. Retrospectivas de sua obra foram realizadas no Museu Whitney de Arte Americana, Nova York (1978); no Instituto de Arte Moderna, em Valencia - Espanha (2002); na Pinacoteca do Estado, São Paulo (2011). BENEZ IT, VOL. 9, PÁG. 805; MEC, VOL. 4, PÁG. 341; ITAU CULTURAL; www.saulsteinbergfoundation.org; www.artcyclopedia.com; www.britannica.com.



240 - SAMSON FLEXOR (1907 - 1971)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - óleo sobre tela - 33 x 41 cm - canto inferior direito - 1954 -
Com carimbo de Salão de Arte, no dorso.

Pintor, desenhista, muralista e professor nascido em Soroca, Moldávia e falecido em São Paulo. Assinava S. Flexor (por volta de 1942) e depois Flexor. Estudou em Paris - na Escola Nacional de Arte, na Academia Ranson, especializou-se em afrescos com Bissiers, frequentou os ateliês de Léger e Gromaire e, junto com Salvador Dali, Magrite e outros, fundou o “Salon des Sur-Independents”. Fez, em Paris (1926), sua primeira individual e participou do “Salon d'Automne” (1927), do “Salon des Artistes Indépendants” (1928 a 1935) e do “Salon des Tuileries” ( 1936 a 1939). Seu trabalho foi interrompido pelo engajamento na guerra mas, retomou a pintura no final dela e produziu inúmeras decorações para igrejas francesas. Depois partiu para o Brasil (1946) radicando-se em São Paulo (a partir de 1948) onde criou o Atelier Abstração. Foi um dos pioneiros do abstracionismo no Brasil. Realizou diversas exposições individuais, destacando-se: Paris (1927, 1928, 1929, 1933, 1963); São Paulo (no MAM: 1950, 1954 - Retrospectiva, 1956, 1961, 1967 - Retrospectiva); Rio de Janeiro (no MAM: 1955 - Retrospectiva, 1961, 1968 – Retrospectiva); Nova York (1957, 1958); Montevidéu (1962); Sttutgart (1963); Kassel (1962); Genebra (1965 – Retrospectiva); Belo Horizonte (1968). Participou da Bienal de Veneza (1954); da Bienal de Tóquio (1955); da Bienal Internacional de São Paulo (1951 a 1957); Salão Paulista de Arte Moderna, SP (Grande Medalha de Ouro); entre outras. No campo das obras murais, há trabalhos seus em São Paulo: na Igreja de Nossa Senhora de Fátima e de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, um painel no Clube Atlético Paulistano. BENEZIT; WALMIR AYALA VOL. 1, PÁG. 313; TEIXEIRA LEITE PÁG. 198; PONTUAL PÁG. 217; MEC VOL. 2,PÁG. 179; ARTE NO BRASIL PÁG. 917; LEONOR AMARANTE PÁG. 75; WALTER ZANINI PÁG. 643; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 386; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



241 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Flores - litografia - 31/100 - 44 x 33 cm - canto inferior direito - 1981 -

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



242 - KILIM
Lance Livre - ENCERRADO


Medindo 1,17 x 0,87 m = 1,02 m².



243 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XIX - XX
Lance Livre - ENCERRADO

Profeta - óleo sobre tela - 74 x 70 cm - não assinado -



244 - FUKUDA (1943 - 2021)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 3/60 - 30 x 60 cm - canto inferior direito - 2013 -
Com relevo seco de Papel Assinado - Brasil.

Pintor, gravador e escultor, Roberto Kenji Fukuda nasceu em Indiana, SP e faleceu em Curitiba PR. Iniciou-se na pintura com orientação de seu pai, o pintor Tamotsu Fukuda, um dos imigrantes japoneses pioneiros no Brasil. Como escultor foi o responsável pela criação do monumento comemorativo aos Jogos Pan-Americanos, do Rio de Janeiro (2007). Realizou exposições individuais em: Lins, SP (1963); Rio de Janeiro (1988, 1989); São Paulo (1988,1991); Curitiba, PR (1989); Brasília, DF (1989); Belo Horizonte, MG (1991). Participou de várias mostras coletivas pelo Brasil, Alemanha, França e Estados Unidos. JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 120; ITAÚ CULTURAL; Acervo FIEO; www.galeriamaradolzan.com.br.



245 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - acrílico sobre papel - 15,5 x 10 cm - centro inferior - 1998 -
Com Certificado de Autenticidade emitido pelo Estúdio Aldemir Martins.

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



246 - INOS CORRADIN (1929)
Lance Livre - ENCERRADO

Malabarista - serigrafia - 97/100 - 60 x 43 cm - canto inferior direito -

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



247 - JAVIER ALVARO ASFADUROFF NIBBES (1954)
Lance Livre - ENCERRADO

"Le musicien ant le chats" - óleo e encáustica sobre tela - 30 x 40 cm - canto superior direito e dorso - 2020 - São Paulo -
(Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Pintor e desenhista uruguaio nascido em Montevidéu. Frequentou o Liceu Onze de Cerro Montevidéu (entre 1965 e 1967) onde foi aluno de Torres Garcia. A partir de 1994 passou a figurar em bienais e várias exposições coletivas. JULIO LOUZADA VOL. 10,PÁG. 637; asfaduroffnibbes.com; www.artprice.com.



248 - YASUICHI KOJIMA (1934)
Lance Livre - ENCERRADO

"Ikebana de copo de leite amarelo" - óleo sobre tela - 50 x 40 cm - dorso - 2021 -

Pintor e ceramista nascido em Tajimi, Japão - cuja população vive de cerâmica e porcelana. Seu pseudônimo artístico é Kojima. Recebeu influência de seu pai, Shigueo Kojima - tradicional artista e ceramista japonês conhecido pelo nome artístico Juho Kojima. Formou-se na Escola de Cerâmica Industrial de Tajimi - Gifu, Japão. Veio para o Brasil em 1953, trabalhou por cinco anos em São Caetano e transferiu-se para Mauá onde, como seu pai, montou sua própria fábrica de cerâmicas e porcelanas que está em atividade até hoje. Naturalizou-se brasileiro e estudou pintura com Manabu Mabe, Takaoka e Nakajima. Realizou exposição individual em Poá, SP (2009) e no Museu de Arte do Parlamento de São Paulo (2013). Participou de diversas mostras e Salões Oficiais em: São Bernardo do Campo, SP (1967); São Paulo (1968, 1969, 2001 a 2010); Poá, SP (2009-como convidado); Embu, SP (2012 - Prêmio Prata). www.mauamemoria.com.br; www.radaroficial.com.br/d/31498914; issuu.com/shinzenbi/docs/makoto_5/27.



249 - NICOLA PETTI (1904 - 1983)
Lance Livre - ENCERRADO

Barcos - desenho a nanquim - 22 x 28 cm - canto inferior direito -
No estado (papel manchado).

Pintor, desenhista, jornalista e escritor, Nicola Verdi Petti nasceu em Rio Claro, SP e faleceu em São Paulo. Iniciou suas atividades artísticas em Rio Claro, estudando pintura e desenho com Lúcia Cereda de Lima. Mais tarde, em São Paulo, teve aulas com o escultor português Fernandes Caldas no Liceu de Artes e Ofícios. Retornou a Rio Claro (1920) e na recém-criada Escola de Artes Ofícios estudou pintura com Carlos Hadler e escultura com Angelo Laterza e Gustavo Biancalana. Em São Paulo novamente (1926) aperfeiçoou suas técnicas com o pintor Georg Fischer Elpons. Fundou a Pinacoteca Municipal Pimentel Jr., em Rio Claro (1966). Publicou o álbum "Pintores Contemporâneos de São Paulo"; fundou a revista "Resenha Artística" e colaborou para o jornal "Diário de Rio Claro", no setor de arte. Participou assiduamente do Salão Paulista de Belas Artes, desde sua inauguração em 1933, onde foi premiado em: 1944,1945, 1949,1960, 1962, 1966, 1968 a 1971, 1973, 1974. Também recebeu prêmios: no Salão de Artes Plásticas de Piracicaba, SP (1962, 1965 a 1968); no Salão Santista de Belas Artes, Santos – SP (1970); no Salão Nacional de Belas Artes, RJ (1971). PONTUAL PÁG. 422; MEC VOL. 3, PÁG. 393; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 759; ITAU CULTURAL, ACERVO FIEO; www.artprice.com.



250 - IONE SALDANHA (1921 - 2001)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - óleo sobre tela - 19 x 27 cm - canto inferior direito -
Ex coleção Dr. Paulo Nascimento Lopes, São Paulo - SP.

Pintora, escultora e desenhista nascida em Alegrete, RS e falecida no Rio de Janeiro. Realizou seus primeiros estudos no Rio de Janeiro, no ateliê de Pedro Luís Corrêa de Araújo (1948). Estudou a técnica de afresco em Paris, na ‘Académie Julian’, e em Florença, na Itália (1951). Realizou exposições individuais em: Rio de Janeiro (1956, 1959, 1962, 1965, 1968, 1971, 1981, 1984, 1987, 1988,1990); São Paulo (1956, 1983, 1985, 1987); Santiago do Chile, Chile (1961); Berna, Suíça (1963, 1964); Roma, Itália (1964). Em 1969 recebeu o prêmio de viagem ao exterior no 7º Resumo de Arte do Jornal do Brasil e foi para os Estados Unidos e Europa. Participou de várias edições da Bienal de São Paulo, com prêmio aquisição em 1967 e sala especial em 1975 e 1979. Em 2001 foi realizada a retrospectiva ’Ione Saldanha e a Simplicidade da Cor’, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói - MAC/Niterói. PONTUAL PÁG.468; MEC VOL. 4, PÁG. 150; JULIO LOUZADA, VOL. 3, PÁG. 1004; VOL. 5, PÁG. 916; ITAUCULTURAL; RGS PÁG. 263; www.macvirtual.usp.br; www.margs.rs.gov.br; www.cultura.rj.gov.br; www.galeria-ipanema; www.artprice.com.



251 - ALEMAOART (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Ciclista - impressão digital - P.A. - 50 x 38,5 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Grafiteiro, pintor e desenhista, Anderson Ferreira Lemes não sabia o que era grafite quando pintou o muro do colégio em que estudava em Assis, sua cidade natal. ALEMAOART é a sua assinatura pelo mundo entre telas, muros e trabalhos sociais. Participou das exposições coletivas: "Países da América Latina", Barcelona (2011); "Conexão Arte Brasil X França, Miss Brésil France Carrossel do Louvre", Paris - Louvre (2013). Ao retornar da temporada na Europa, realizou sua primeira exposição individual no Memorial Rezende Barbosa, em Assis. Já participou de mais de 40 exposições entre Brasil, EUA, Europa, Canadá e Austrália; e fez mais de 30 participações voluntárias entre doações de obra, oficinas de grafite e pintura de murais em instituições como escolas e hospitais. www.alemao.art.br.



252 - EDSON FRANCESCHINI (1953)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre tela - 30 x 40 cm - canto inferior direito - 1984 -
Paspatour no estado.

Natural da cidade paulista de Araraquara, onde nasceu a 8 de junho. Estudou na Escola Panamericana de Arte em São Paulo. Realizou diversas exposições individuais, tendo participado com sucesso de outras tantas coletivas. Seus quadros possuem luz e encanto pessoais, que caracterizam a paleta desse pintor de velhos casarões de fazendas e cidades antigas de velhas tradições. JULIO LOUZADA vol.3, pág. 425; Acervo FIEO.



253 - ALBERTO DA VEIGA GUIGNARD (1896 - 1962)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - desenho a nanquim - 25 x 21 cm - canto inferior direito -
Ex coleção Marchand Isaac Ficz, Rio de Janeiro - RJ. No estado (papel manchado).

Pintor, professor, desenhista, ilustrador e gravador, Alberto da Veiga Guignard nasceu em Nova Friburgo, RJ e faleceu em Belo Horizonte, MG. Mudou-se com a família para a Europa em 1907. Em dois períodos, entre 1917 e 1918 e entre 1921 e 1923, frequentou a Real Academia de Belas Artes de Munique, onde estudou com Hermann Groeber e Adolf Hengeler. Aperfeiçoou-se em Florença e em Paris, onde participou do Salão de Outono. Retornou para o Rio de Janeiro em 1929 e integrou-se ao cenário cultural por meio do contato com Ismael Nery. Participou do Salão Revolucionário de 1931, e foi destacado por Mário de Andrade como uma das revelações da mostra. Em 1941, integrou a Comissão Organizadora da Divisão de Arte Moderna do Salão Nacional de Belas Artes, com Oscar Niemeyer e Aníbal Machado. Em 1943, passou a orientar alunos em seu ateliê e criou o Grupo Guignard. A única exposição do grupo, realizada no Diretório Acadêmico da Escola Nacional de Belas Artes, foi fechada por alunos conservadores e reinaugurada na Associação Brasileira de Imprensa. Em 1944, a convite do prefeito Juscelino Kubitschek, transferiu-se para Belo Horizonte e começou a lecionar e dirigir o curso livre de desenho e pintura da Escola de Belas Artes, por onde passaram Amilcar de Castro, Farnese de Andrade, Yara Tupynambá e Lygia Clark, entre outros. Permaneceu à frente da escola até 1962, quando, em sua homenagem, esta passou a chamar-se Escola Guignard. Participou da Bienal de Veneza (1928, 1952); da Bienal Internacional de São Paulo (1951) e outras. PONTUAL, PÁG. 254; MEC, VOL. 2, PAG. 304; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 236; JULIO LOUZADA, VOL. 10, PÁG. 404; ART PRICE ANNUAL 2000, PÁG. 1013; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 373; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 559; ARTE NO BRASIL, PÁG. 505; LEONOR AMARANTE, PÁG. 28; www.pinturabrasileira.com; www.brasilescola.com; web.artprice.com.



254 - EDUARDO CARLSON (1924)
Lance Livre - ENCERRADO

Barcos - óleo sobre placa - 15 x 21 cm - canto inferior direito -
Paspatour no estado.

Pintor natural de Bauru, SP. Assina E. Carlson. Foi aluno de Edgar Walter, Armando Viana, Carlos Cavalcanti, no Rio de Janeiro, e de Anson Coriant Piper, nos Estados Unidos. Participou de inúmeras exposições coletivas e Salões oficiais, ganhando muitos prêmios em: Rio de Janeiro (1956, 1960, 1962, 1966, 1968, 1970, 1973 a 1975, 1978 a 1980, 1982, 1983); Valença, RJ (1972, 1974, 1975, 1980); Niterói, RJ (1970, 1974); São Paulo (entre 1963 e 1976). JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 212; VOL. 6, PÁG. 204; MEC, VOL. 1, PÁG. 357. ACERVO FIEO.



255 - CÂNDIDO PORTINARI (1903 - 1962)
Lance Livre - ENCERRADO

"Retirantes" - água tinta e água forte - 23,5 x 21,5 cm - não assinado - 1959 -
Ilustração original nº 12 do Livro "Menino de Engenho" de José Lins Rego. Com Certificado de autenticidade do Projeto Portinari nº 1622A, registrado no projeto sob o código FCO 815/CR 4618.

Pintor, gravador, ilustrador e professor. Nasceu em Brodósqui, SP e faleceu no Rio de Janeiro. Iniciou-se na pintura em meados da década de 1910, auxiliando na decoração da Igreja Matriz de Brodósqui. Em 1918, mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou no Liceu de Artes e Ofícios e na Escola Nacional de Belas Artes , na qual cursou desenho figurativo com Lucílio de Albuquerque e pintura com Rodolfo Amoedo , Baptista da Costa e Rodolfo Chambelland . Em 1929, viajou para a Europa com o prêmio de viagem ao exterior, e percorreu vários países durante dois anos. Em 1935, recebeu prêmio do Carnegie Institute de Pittsburgh pela pintura ‘Café’, tornando-se o primeiro modernista brasileiro premiado no exterior. No mesmo ano, foi convidado a lecionar pintura mural e de cavalete no Instituto de Arte da Universidade do Distrito Federal, quando teve como alunos Burle Marx e Edith Behring , entre outros. Em 1936, realizou seu primeiro mural, que integrou o Monumento Rodoviário da Estrada Rio-São Paulo. Em seguida, convidado pelo ministro Gustavo Capanema pintou vários painéis para o novo prédio do Ministério da Educação e Cultura (MEC). Em 1940, após exposição itinerante pelos Estados Unidos, a Universidade de Chicago publicou o primeiro livro a seu respeito, ‘Portinari: His Life and Art’. Em 1941, pintou os painéis para a Biblioteca do Congresso em Washington D.C.. Em 1956, com a inauguração dos painéis ‘Guerra e Paz’ na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, recebeu o prêmio Guggenheim. BENEZIT, VOL.8, PÁGS. 440; REIS JUNIOR, PÁGS. 383; TEODORO BRAGA, PÁGS. 195; PONTUAL, PÁGS. 432; MEC, VOL.3, PÁGS 427; MAYER. 89, PÁG.1327; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 550; ARTE NO BRASIL, PÁG. 571; LEONOR AMARANTE, PÁG. 12; F. ACQUARONE, PÁG. 241



256 - GENTIL GARCEZ (1903 - 1992)
Lance Livre - ENCERRADO

"Arredores de Santos" - óleo sobre tela - 30 x 40 cm - canto inferior direito e dorso -

Pintor nascido e falecido em Santos, SP. Iniciou-se na pintura, ainda criança, sob as orientaçõesde sua mãe que era hábil desenhista. Depois frequentou o ateliê de Benedicto Calixto. Expôs individualmente em São Paulo (1920); Santos (1921, 1923, 1936). Participou do Salão Paulista de Belas Artes em 1934, 1935, 1937, 1939, 1940, 1942 onde foi premiado nas edições de 1940 e 1941. Foi membro da comissão de seleção e premiação do Salão Oficial de Santos em 1970. Por encomenda do governo de Minas Gerais, realizou uma série de trabalhos para as várias repartições públicas de Belo Horizonte. TEODORO BRAGA, PÁG. 105; MEC, VOL. 2, PÁG. 240; JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 410; VOL. 4, PÁG. 452; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.novomilenio.inf.br; www.artprice.com.



257 - FANG (1931 - 2012)
Lance Livre - ENCERRADO

Copos de leite - serigrafia - 125/140 - 40 x 50 cm - canto inferior direito - 1986 -
No estado (papel manchado).

Pintor, desenhista, gravador e professor, Chien Kong Fang, ou simplesmente Fang, nasceu na cidade de Tung Cheng, China e faleceu em São Paulo. Estudou sumiê e aquarela na China em 1945. Veio morar em São Paulo com a família em 1951, naturalizando-se brasileiro em 1971. Entre 1954 e 1956, estudou pintura com Yoshiya Takaoka em São Paulo. Viajou, em 1977, para a América do Norte, Europa e Ásia, onde desenvolveu o seu trabalho de pintura. Em 1981, foi realizado o curta metragem biográfico ‘O Caminho de Fang’, em São Paulo. Visitou a China, convidado pelo governo chinês, em 1985. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1959, 1961, 1962, 1978, 1981, 1993, 2005); Salvador, BA (1962); Rio de Janeiro (1978, 1986); Schleswing, Alemanha (1985); Lugana, EUA (1990); Americana, SP (1994); Formosa, Taiwan (1994). Foi premiado no Rio de Janeiro (1957) e em São Paulo (1960 a 1962, 1967 a 1969, 1978, 1979, 1991). Participou do Panorama da Arte Atual Brasileira - MAM, SP (1978). MEC, VOL. 2, PÁG. 124; JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 366; VOL. 6, PÁG. 378; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 189; PONTUAL, PÁG. 201; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; www.fang.com.br; www.artprice.com.



258 - FRANCISCO BRENNAND (1927 - 2019)
Lance Livre - ENCERRADO

Objetos - cerâmica - não assinados -
Lote composto de três objetos em cerâmica. Medidas: 1ª) 04 x 12 x 12 cm , 2ª) 03 x 10 x 10 cm, 3ª) 05 x 15 x 15 cm. Com marca da Oficina Cerâmica Francisco Brennand.

Pintor, desenhista, gravador, ceramista, escultor, tapeceiro e ilustrador, Francisco de Paula Coimbra de Almeida Brennand nasceu e faleceu em Recife, PE. Iniciou sua formação em 1942, aprendendo a modelar com Abelardo da Hora. Posteriormente, recebeu orientação em pintura de Álvaro Amorim e Murilo Lagreca. Viajou para a França (1949), incentivado por Cicero Dias. Frequentou cursos com André Lhote e Fernand Léger, em Paris (1951); conheceu obras de Pablo Picasso e Joán Miró e descobriu, na cerâmica, seu principal meio de expressão. Realizou diversos painéis e murais cerâmicos (entre 1958 a 1999) em várias cidades do Brasil e dos Estados Unidos. Iniciou a restauração de uma velha olaria de propriedade paterna (1971), próxima a Recife, transformando-a em ateliê, onde manteve em exposição permanente objetos cerâmicos, painéis e esculturas. Exposições retrospectivas de sua produção foram realizadas em Berlim -“Staatliche Kunsthalle” (1993) e na Pinacoteca do Estado de São Paulo - “Brennand: Esculturas 1974-1998” (1998). Foi publicado o livro “Brennand”, Editora Métron, com texto de Olívio Tavares de Araújo (1997). Foram lançados vários vídeos sobre sua obra, entre eles, “Francisco Brennand: Oficina de Mitos”, pela Rede Sesc/Senac de Televisão (2000). Realizou exposições individuais em: São Paulo (1960, 1961); Olinda, PE (1961); Salvador, BA (1961); Rio de Janeiro (2000). Participou de diversas mostras coletivas e Salões oficiais, destacando-se: Salão Anual de Pintura, Museu do Estado de Pernambuco (1947 – 1º Prêmio em Pintura, 1948 – 1º Prêmio em Pintura, 1950 – 2º Prêmio, 1953, 1954); Salão Baiano de Belas Artes (1955 – Medalha de Prata); Bienal Hispano Americana, Barcelona – Espanha (1956); Bienal Internacional de São Paulo (1959); Exposição Internacional de Cerâmica e Pintura, Oostende – Bélgica (1959). JULIO LOUZADA VOL. 3, PÁG.161. PONTUAL PÁG. 88. MEC VOL. 1, PÁG. 294; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 717; ARTE NO BRASIL PÁG. 879. ACERVO FIEO, www.artprice.com.



259 - CLÓVIS GRACIANO (1907 - 1988)
Lance Livre - ENCERRADO

"Arnaldo Pedroso d'Horta" - desenho a nanquim - 24 x 18 cm - canto inferior esquerdo -
Com dedicatória no dorso.

Pintor, desenhista, cenógrafo, gravador, ilustrador, nasceu em Araras - SP e faleceu em São Paulo. Em São Paulo, a partir de 1934, realizou estudos com o pintor Waldemar da Costa, entre 1935 e 1937. Em 1937, integrou o Grupo Santa Helena com Francisco Rebolo, Mario Zanini, Bonadei e outros. Frequentou o curso de desenho da Escola Paulista de Belas Artes até 1938. Membro da Família Artística Paulista - FAP, em 1939 foi eleito presidente do grupo. Participou regularmente dos Salões do Sindicato dos Artistas Plásticos e, em 1941, realizou sua primeira individual. Em 1948, foi sócio-fundador do Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP. Viajou para a Europa em 1949, com o prêmio recebido no Salão Nacional de Belas Artes. Permaneceu dois anos em Paris, onde estudou pintura mural e gravura. A partir dos anos 1950, dedicou-se principalmente à pintura mural. Em 1971, assumiu o cargo de diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo. De 1976 a 1978, exerceu a função de adido cultural em Paris. Participou por toda sua vida de muitas mostras e Salões oficiais pelo o Brasil e pelo mundo. MEC, VOL. 2, PÁG. 280; PONTUAL, PÁG. 247/8; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 225 A 227; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 586; ARTE NO BRASIL, PÁG. 784; LEONOR AMARANTE, PÁG. 58; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 433; VOL. 4, PÁG.483; VOL. 5, NPÁG. 450; ACERVO FIEO.



260 - MAURICIO NOGUEIRA LIMA (1930 - 1999)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - óleo sobre madeira - 60 x 50 cm - dorso - 1958 -
Ex coleção Antonio de Souza Naves Filho - Campinas - SP.

Pintor, arquiteto, desenhista, artista gráfico e professor natural do Recife, PE; faleceu em Campinas, SP. Frequentou o Instituto de Belas Artes de Porto Alegre, o MAM-SP e diplomou-se em arquitetura pela Faculdade Mackenzie-SP. Trabalhou no campo de comunicação visual sendo um dos responsáveis pela renovação da Arte-Cartaz Paulista (1951). Em 1953 passou a fazer parte do Grupo Ruptura, a convite de Waldemar Cordeiro. Participou de várias edições do Salão Paulista de Arte Moderna, onde obteve, dentre outros, o 1º Prêmio em Cartaz (1951 e 1957); das Bienais de 1955 a 1967; da Exposição Nacional de Arte Concreta; da mostra Panorama da Arte Atual Brasileira; da mostra Tendências Construtivas e de outras exposições em: Buenos Aires, Rosário, Santiago, Lima, Roma, Londres, Paris (Salão de Outono) e Zurique (exposição de Arte Concreta –'Konkrete Kunst', organizada por Max Bill). Recebeu o convite (1954) para representar o Brasil na 27ª Bienal de Veneza, no entanto, recusou se apresentar por terem negado a participação de outros membros do Grupo Ruptura. Em São Paulo pintou murais no Largo São Bento, no Edifício Estação Ciência, nas estações São Bento e Santana do Metrô, na Praça Roosevelt, na fachada do MAC/USP e fez uma pintura lateral no Elevado Costa e Silva (popularmente conhecido como Minhocão). Em 1958, foi responsável pela criação da logomarca e programação visual da 1ª Feira Internacional da Indústria Têxtil - Fenit, em São Paulo e, em 1960, realizou as primeiras grandes instalações ambientais para indústrias automobilísticas no Salão do Automóvel. MEC VOL. 2, PÁG. 481; PONTUAL PÁG. 314; ITAU CULTURAL; JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 678; www.pinturabrasileira.com; www.mac.usp.br; www.pinacoteca.org.br; www.artprice.com.



261 - CÍCERO DIAS (1908 - 2003)
Lance Livre - ENCERRADO

No barco - serigrafia - 138/200 - 64 x 50 cm - canto inferior esquerdo -

Pintor, gravador, desenhista, ilustrador, cenógrafo e professor - Cícero dos Santos Dias nasceu em Escada, PE e faleceu em Paris. Iniciou estudos de desenho em sua terra natal e mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se matriculou, em 1925, nos cursos de arquitetura e pintura da Escola Nacional de Belas Artes, mas não os concluiu. Entrou em contato com o grupo modernista e, em 1929, colaborou com a ‘Revista de Antropofagia’. Em 1931, no Salão Revolucionário, na Enba, expôs o polêmico painel, tanto por sua dimensão quanto pela temática: ‘Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife’. Ilustrou, em 1933, ‘Casa Grande & Senzala’, de Gilberto Freyre. Em 1937 foi preso no Recife quando da decretação do Estado Novo. A seguir, incentivado por Di Cavalcanti, viajou para Paris onde conheceu Georges Braque, Henri Matisse, Fernand Léger e Pablo Picasso, de quem se tornou amigo. Em 1942, foi preso pelos nazistas e enviado a Baden-Baden, na Alemanha. Entre 1943 e 1945, viveu em Lisboa como Adido Cultural da Embaixada do Brasil. Retornou a Paris onde integrou o grupo abstrato Espace. Em 1948, realizou o mural do edifício da Secretaria das Finanças do Estado de Pernambuco, considerado o primeiro trabalho abstrato do gênero na América Latina. Em 1965, foi homenageado com sala especial na Bienal Internacional de São Paulo. Inaugurou, em 1991, painel de 20 metros na Estação Brigadeiro do Metrô de São Paulo. No Rio de Janeiro, foi inaugurada a Sala Cícero Dias no Museu Nacional de Belas Artes - MNBA. Recebeu do governo francês a Ordem Nacional do Mérito da França, em 1998, aos 91 anos. MEC, VOL.2, PÁG.50; WALMIR AYALA, VOL.1, PÁG.252; TEIXEIRA LEITE, PÁGS. 157, PONTUAL, PÁGS. 174; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 564; ARTE NO BRASIL, PÁG. 715; LEONOR AMARANTE, PÁG. 146; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 334; ACERVO FIEO; web.artprice.com.



262 - YOSHIYA TAKAOKA (1909 - 1978)
Base: R$ 2.400,00 - Aguardando oferta

Figura - óleo sobre tela - 55 x 45 cm - canto superior direito - 1956 -

Pintor, desenhista, caricaturista e cenógrafo nascido em Tóquio, Japão e falecido em São Paulo, SP. Aprendeu pintura com Shin Kurihara, em Tóquio (entre 1921 e 1925). Veio com a família para o Brasil (1925) para trabalhar na lavoura de café. Atuou como pintor de paredes e caricaturista. Em São Paulo (1926 a 1929) cursou a Escola Profissional Masculina do Brás e frequentou o Grupo Santa Helena (a partir de 1931). Transferiu-se para o Rio de Janeiro (1934) onde aperfeiçoou sua pintura com Bruno Lechowski e na Escola Nacional de Belas Artes. Integrou o Núcleo Bernardelli ao lado de José Pancetti, Edson Motta e Milton Dacosta, entre outros. Fez parte (1935) do Grupo Seibi, SP. Formou (1948) o Grupo 15 ou "do Jacaré" com Tomoo Handa, Tamaki, Flavio-Shiró, Antônio Carelli, Geraldo de Barros e outros. Integrou (1950 a 1959) o Grupo Guanabara, SP. Viveu em Paris (entre 1952 e 1954) onde frequentou a "Académie de la Grande Chaumière" e estudou mosaico com Gino Severini, no curso Leonardo da Vinci. Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1936, 1937); Curitiba, PR (1948); São Paulo (1948) e participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais, destacando-se: Bienal Internacional de São Paulo (1951 e 1959); da 1ª Bienal de Tóquio (1953); Salão Nacional de Belas Artes, RJ (1938); várias edições do Salão Paulista de Belas Artes, SP. Foi premiado no Salão Nacional de Belas Artes, RJ (1938); no Salão Paulista de Belas Artes, SP (1946, 1957, 1958, 1959, 1960, 1961, 1964, 1968). O Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand fez mostra em sua homenagem em 1955 e 1980. PONTUAL PÁG. 510; TEIXEIRA LEITE PÁG. 490; MEC VOL. 4, PÁG. 352; TEODORO BRAGA PÁG. 220; WALMIR AYALA VOL. 2, PÁG. 361; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 954; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 579; ARTE NO BRASIL; www.artprice.com.



263 - VANNIE GAMA (1997)
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Paisagem - óleo sobre tela - 30 x 40 cm - canto inferior direito - 2021 -

Pintor, desenhista e escultor, Vanessa Pavelski da Gama nasceu em São Paulo. é um artista contemporâneo multimídia, com poética interdisciplinar nascido em 1997, São Paulo, Brasil. É graduado em Artes Visuais com honras pela UNESP – Campus Bauru. Estudou filosofia na Universität Heidelberg, na Alemanha,e Processos Químicos na FATEC Campinas. Fundou o estúdio e startup VYSlab em 2019, que desenvolve projetos em STEAM (Science, Technology, Engineering, Arts and Mathematics. É representado por galerias na França (Sonia Monti Galerie - Paris) e Japão (Tricera Gallery), publicando regularmente em revistas internacionais de arte contemporânea pelo Reino Unido como Haus a Rest, A5 Magazine, MARIKA's, Art Hole Magazine, Dentre outras. Participou do 25º Salon D'Art Contemporain Carrousel du Louvre em Paris, 2018, da individual "Afigurações do Tempo" (2019) na Pinacoteca de Bauru, São Paulo, de coletivas internacionais como "Artistas em Direção a ONU - Global Conversation" IkonoSpace (2020) e o projeto "Mnemosphere" pela Politecnico de Milano (2021), nacionais como "Entre Cão e Lobo" em Florianópolis, 2021, e festival internacional InterFACE (ProAC) de Bauru com o Happening "59 Minutos Inúteis" (2021).



264 - FERREIRA GULLAR (1930 - 2016)
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Composição - serigrafia - 90/150 - 33 x 40 cm - canto inferior direito -

Poeta, crítico de arte, jornalista, escritor, dramaturgo, tradutor, José Ribamar Ferreira nasceu em São Luís, MA. Em 1948 adotou o nome Ferreira Gullar. Transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1951. Participou da Exposição Nacional de Arte Concreta no MAM, SP (1956) e no Ministério da Educação e Cultura - MEC, RJ (1957). Discordando das ideias do grupo concretista paulista, redigiu 'Poesia Concreta: Experiência Fenomenológica', texto que marcou sua ruptura com o movimento. Por ocasião da 1ª Exposição Neoconcreta realizada no Rio e Janeiro (1959), escreveu o 'Manifesto Neoconcreto', assinado também por Amilcar de Castro , Aluísio Carvão , Franz Weissmann , Hélio Oiticica, Lygia Clark, Lygia Pape , Reynaldo e Theon Spanudis. Publicou ainda a 'Teoria do Não-Objeto' (1959) que expressa as ideias fundamentais do neoconcretismo. Dirigiu a Fundação Cultural – Brasília (1961) para a qual elaborou o projeto do Museu de Arte Popular. Por conta de seu engajamento político, foi preso (1968) e viveu exilado em Paris, Moscou, Santiago, Lima e Buenos Aires. Voltou ao Brasil em 1977. Consolidando a carreira como crítico e teórico de arte, publicou 'Etapas da Arte Contemporânea: do Cubismo à Arte Neoconcreta '(1985). Foi diretor (1992 a 1995 )do Instituto Brasileiro de Arte e Cultura (Ibac), que voltou a ter o antigo nome, Fundação Nacional de Arte (Funarte). O pleno reconhecimento à sua carreira vem a partir da década de 1990, período em que recebeu diversos prêmios e homenagens, entre os quais se destacam o Prêmio Jabuti, categoria poesia, concedido em 1999; a indicação ao Prêmio Nobel de Literatura, em 2002; o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL), pelo conjunto da obra, em 2005; e o Prêmio Camões, concedido pelos governos do Brasil e de Portugal, em 2010. ITAU CULTURAL; www.artprice.com; educacao.uol.com.br; www.infoescola.com.



265 - ANA CRISTINA ANDRADE (1953)
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"Composição LVI" - óleo sobre placa - 40,5 x 51 cm - canto inferior direito e dorso - 2021 -

Ana Cristina Andrade é pintora, gravadora, desenhista, professora e designer vidreira. Iniciou sua formação artística na Escola Superior de Arte Santa Marcelina, SP (1972-1975). Aprendeu gravura em metal (1980-1990) com Iole Di Natale; técnicas de gravura na Scuola Internazionale di Gráfica em Veneza, Itália (1983); Gravura Especial com Evandro Carlos Jardim, no MAC-SP (1991); Técnica Calcográfica Experimental com Mario Benedetti, na FASM-SP (1997); Vitrofusão com Roberto Bonino. Exposições individuais: São Paulo, SP (1984, 1987, 1995, 2003); Bauru, SP (1989); “Projeto Interior com Arte” – Museu Banespa (1998 – Exposição itinerante pelo interior do Estado de São Paulo). Coletivas: Epinal, França (1975); São Paulo, SP (1974, 1982, 1984, 1985, 1986, 1988, 1994, 1995, 2000, 2002 a 2004, 2012 – SP ESTAMPA); Santo André, SP (1982); Novo Hamburgo, RS (1982); Taiwan, China (1983, 1985); San Juan, Porto Rico (1983); Santos, SP (1983); Cabo Frio, RJ (1983); Ribeirão Preto,SP (1984); Curitiba, PR (1984); Piracicaba,SP (1984); Veneza, Itália (1984, 1985); Campinas, SP (1985); São José do Rio Preto, SP (1986); Limeira, SP (1986); Washington D.C.,EUA (1991); Campos do Jordão, SP (1991); Kanagawa, Japão (1992); Maastricht, Holanda (1993); Illinois, EUA (1994); Cidade do México, México (1996); Jacareí, SP (1998); Budapeste, Hungria (1996); Uzice, Yuguslávia (1997); Ourense, Espanha (1994, 2006). Prêmios: São Paulo, SP (1974); Novo Hamburgo, RS (1982); Santos, SP (1983); Ribeirão Preto, SP (1984); Curitiba, PR (1984); Piracicaba, SP (1984); Campinas, SP (1985); São José do Rio Preto, SP (1986). JULIO LOUZADA, vol.1, pág. 62; vol.2, pág. 66; Acervo FIEO. ITAU CULTURAL.



266 - RENINA KATZ (1925)
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"Cumulus nimbus 2" - litografia - 32/50 - 67 x 49 cm - canto inferior direito - 1992 -

Gravadora, desenhista, ilustradora e professora, Renina Katz Pedreira nasceu no Rio de Janeiro. Assina Renina e Renina Katz. Cursou a Escola Nacional de Belas Artes, RJ (1947 a 1950) e teve como professores, entre outros, Henrique Cavalleiro e Quirino Campofiorito. Licenciou-se em desenho pela Faculdade de Filosofia da Universidade do Brasil. Iniciou-se em xilogravura com Axl Leskoschek, em 1946. Incentivada por Poty, ingressou no curso de gravura em metal, oferecido por Carlos Oswald no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro. Mudou-se para São Paulo em 1951, e lecionou gravura no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand e, posteriormente, na Fundação Armando Álvares Penteado, até a década de 1960. Em 1956, publicou o primeiro álbum de gravuras, intitulado ‘Favela’. A partir dessa data, foi docente da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo por 28 anos. Realizou muitas exposições individuais pelo Brasil, EUA, Chile, Paraguai, Portugal, Itália, Holanda e participou, entre as diversas mostras e Salões oficiais, das: Bienal Internacional de São Paulo (1955, 1959, 1961, 1963, 1985, 1989); Bienal de Veneza, Itália (1956, 1986); Panorama da Arte Atual Brasileira - MAM, SP (1974, 1977, 1980, 1984). Foi premiada no Rio de Janeiro (1951, 1952) e em São Paulo (1955, 1984). MEC VOL.2, PÁG.403; PONTUAL, PÁG. 288; WALMIR AYALA VOL.1, PÁG.441; JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG.15; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 606; ARTE NO BRASIL; www.artprice.com; www.catalogodasartes.com.br; www.editora.unicamp.br; www.laboratoriodasartes.com.br; artenaescola.org.br.



267 - SERGIO MIGLIACCIO (1936)
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Natureza morta - óleo sobre tela - 30 x 40 cm - canto inferior direito e dorso - 1987 - São Paulo -

Paulistano, nasceu em 26/1/1936. Em 1952, inicia por conta própria seus estudos de desenho, estudando posteriormente com a prof. Alice Moreira. A partir de 1958, foi aluno por seis anos do mestre Edmundo Migliaccio, seu tio, nas técnicas de desenho, pastel e óleo. Desde 1964 pinta profissionalmente, seguindo sua própria intuição na execução de retratos, nus, cenas urbanas, rurais, de gênero e naturezas mortas. Criou para a Industrias Votorantim, motivos para estamparia de tecidos, seguindo as tendências da moda da época. Individuais em 1970 e 1975. Coletivas a partir de 1982, figurando no SPBA-SP e UNAP-SP. JULIO LOUZADA, vol. 3 pág. 739



268 - BRUNO GIORGI (1905 - 1993)
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Ritmo - escultura em mármore - 20 x 10 x 05 cm - assinado -
Ex coleção Renato Antônio Brogiolo, Rio de Janeiro - RJ. No estado.

Escultor, desenhista e pintor paulista nascido em Mococa, SP e falecido no Rio de Janeiro. Mudou-se com a família para Itália, e fixou-se em Roma (1913). Iniciou estudos de desenho e escultura com o professor Loss (1920). Participou de movimentos antifascistas e foi preso (1931) por motivos políticos. Foi extraditado para o Brasil (1935) por intervenção do embaixador brasileiro na Itália. Em 1937, viajou para Paris e frequentou as academias ‘La Grand Chaumière’ e ‘Ranson’, onde estudou com Aristide Maillol e conviveu com Henry Moore, Marino Marini e Charles Despiau. Em 1939, retornou a São Paulo e junto com Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Sérgio Milliet, entre outros, participou do Movimento Modernista; foi um dos membros da Família Artística Paulista e do Grupo Santa Helena. Em 1943, transferiu-se para o Rio de Janeiro. A convite do ministro Gustavo Capanema instalou ateliê no antigo Hospício da Praia Vermelha, onde orientou jovens artistas como Francisco Stockinger. Possui obras em espaços públicos como ‘Monumento à Juventude Brasileira’ (1947), nos jardins do antigo Ministério da Educação e Saúde, atual Palácio Gustavo Capanema - RJ; ‘Candangos’ (1960), na Praça dos Três Poderes, e ‘Meteoro’ (1967), no lago do edifício do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; ‘Integração’ (1989), no Memorial da América Latina, em São Paulo. Participou das Bienais de Veneza (1950, 1952); participou das I, II, IV e IX Bienais de São Paulo, período em que recebeu o prêmio de melhor escultor brasileiro (1953) e sala especial (1967). MEC, VOL.2, PÁG. 250; PONTUAL, PÁG. 237; MAYER/84, PÁG. 1333; BENEZIT VOL. 5, PÁG. 14; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 587; ARTE NO BRASIL, PÁG. 715; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 422; www.artprice.com; www.pinturabrasileira.com; www.dec.ufcg.edu.br; www.monumentos.art.br.



269 - RUBEM LUDOLF (1932 - 2010)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 19/50 - 23 x 46 cm - canto inferior direito -

Pintor, desenhista, arquiteto e paisagista, Rubem Mauro Cardoso Ludolf nasceu em Maceió, AL e faleceu no Rio de Janeiro. Formou-se pela Escola Nacional de Arquitetura da Universidade Brasil-RJ (1955). Foi aluno de Ivan Serpa no curso livre de pintura do MAM, RJ. Fez parte do Grupo Frente (a partir de 1955) e do Movimento Concretista (entre 1956 e 1957). Paralelamente à sua atividade como artista plástico, atuou como arquiteto (entre 1954 e 1990) no Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), dedicando-se principalmente ao paisagismo. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1958, 1986, 2003, 2005); Rio de Janeiro (1959, 1965, 1973, 1979, 1981, 1983, 1985, 1986, 1987, 1989, 2002 – Museu Nacional de Belas Artes, 2003, 2010); Santos, SP (1972). Participou da Bienal Internacional de São Paulo (1955, 1959, 1961, 1965, 1967 - Prêmio Aquisição, 1973 - como um dos integrantes da sala especial “Arte Construída: homenagem a Waldemar Cordeiro”); da exposição coletiva do Grupo Frente, RJ (1954, 1955, 1956); da Exposição de Arte Moderna Brasileira, Montevidéu – Uruguai (1956); da Exposição Nacional de Arte Concreta (1956 - MAM, SP; 1957 – MEC, RJ); do Salão Nacional de Arte Moderna, RJ (1956 – 1969); da Bienal do Artista Jovem, Paris – França (1961); do Salão ESSO de Artistas Jovens, RJ (1965); da Bienal Nacional de Artes Plásticas, Salvador (1966); entre outras. TEIXEIRA LEITE PÁG. 292; WALTER ZANINI PÁG. 676; PONTUAL PÁG. 324; MEC VOL. 2, PÁG. 511; JULIO LOUZADA VOL. 5, PÁG. 596; ITAU CULTURAL; brasilartesenciclopedias.com.br; www.artprice.com.



270 - SILVIO OPPENHEIM (1941 - 2012)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - acrílico sobre tela - 100 x 100 cm - canto inferior direito - 2011 -

Pintor, desenhista, arquiteto e professor nascido e falecido em São Paulo. Formou-se pela Faculdade de Arquitetura da USP (1965) e completou sua formação na Alemanha, quando ganhou do governo alemão uma bolsa de estudos para a 'Technisce Universitat' (TU) em Berlim Ocidental. Em 1979 assumiu a cadeira de arquitetura de interiores na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie. Produziu intensamente como arquiteto e como artista plástico. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1965, 1972, 1975 a 1977, 1979, 1981, 1982, 1986 a 1989); Rio de Janeiro (1985); Brasília, DF (1978); Curitiba, PR (1980, 1987); Goiânia, GO (1989); Vitória, ES (1989). Participou de exposições coletivas e oficiais como: Bienal Internacional de São Paulo (1963, 1965, 1967, 1969); '5 Pintores de Vanguarda', Porto Alegre, RS (1965); Panorama de Arte Brasileira, MAM – SP (1971, 1973, 1976, 1979); Tóquio, Japão (1985) e outras. JULIO LOUZADA, VOL. 2, PÁG.745; VOL. 4, PÁG. 829; MEC, VOL.3, PÁG.301; ITAU CULTURAL, ACERVO FIEO; www.pinacoteca.org.br; www.sp.senac.br; www.resenhando.com; www.artprice.com.



271 - FUKUDA (1943 - 2021)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 162/199 - 63 x 90 cm - canto inferior direito - 2004 -

Pintor, gravador e escultor, Roberto Kenji Fukuda nasceu em Indiana, SP e faleceu em Curitiba PR. Iniciou-se na pintura com orientação de seu pai, o pintor Tamotsu Fukuda, um dos imigrantes japoneses pioneiros no Brasil. Como escultor foi o responsável pela criação do monumento comemorativo aos Jogos Pan-Americanos, do Rio de Janeiro (2007). Realizou exposições individuais em: Lins, SP (1963); Rio de Janeiro (1988, 1989); São Paulo (1988,1991); Curitiba, PR (1989); Brasília, DF (1989); Belo Horizonte, MG (1991). Participou de várias mostras coletivas pelo Brasil, Alemanha, França e Estados Unidos. JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 120; ITAÚ CULTURAL; Acervo FIEO; www.galeriamaradolzan.com.br.



272 - ARTE POPULAR BRASILEIRA (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Carranca - escultura em madeira - 30 x 11 x 08 cm - assinado -
Cega.



273 - EMILIANO DI CAVALCANTI (1897 - 1976)
Lance Livre - ENCERRADO

Figura - desenho a nanquim - 29 x 20 cm - canto inferior esquerdo -
No estado (papel manchado).

Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo nasceu e faleceu no Rio de Janeiro. Foi pintor, ilustrador, caricaturista, gravador, muralista, desenhista, jornalista, escritor e cenógrafo. Iniciou sua carreira artística como caricaturista e ilustrador, publicando sua primeira caricatura em 1914, na revista Fon-Fon. Em 1917, residiu em São Paulo, onde frequentou o curso de Direito no Largo São Francisco e o ateliê de Georg Elpons. Conviveu com artistas e intelectuais paulistas como Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Guilherme de Almeida, entre outros. Foi o idealizador e o principal organizador da Semana de Arte Moderna de 1922, na qual expôs 12 obras. Em 1923, fez sua primeira viagem à França, onde atuou como correspondente do jornal Correio da Manhã. Em Paris, frequentou a Academia Ranson, instalou ateliê e conheceu obras, artistas e escritores europeus de vanguarda como, Pablo Picasso, Georges Braque, Fernand Léger, Henri Matisse, Jean Cocteau e Blaise Cendrars. Voltou a São Paulo em 1926, trabalhou como jornalista e ilustrador no jornal Diário da Noite. Em 1931, participou do Salão Revolucionário e, no ano seguinte, fundou em São Paulo, com Flávio de Carvalho, Antonio Gomide e Carlos Prado, o Clube dos Artistas Modernos (CAM). Em 1938 viajou a Paris, onde trabalhou na rádio Diffusion Française nas emissões Paris Mondial. Retornou ao Brasil em 1940, trabalhou como ilustrador, e publicou poemas e memórias de viagem. Realizou muitas exposições individuais e participou de inúmeras mostras e Salões oficiais, entre os quais: Bienal de Veneza (1950, 1956), Bienal Internacional de São Paulo (1951, 1953, 1963, 1971). Foi premiado em: Paris (1937), Trieste, Itália (1956), México (1960 - Bienal Interamericana). Muitas exposições póstumas também já foram realizadas. REIS JR., PÁGS. 378/379; TEODORO BRAGA, PÁG 82; MEC, VOL 2, PÁGS 53 E 54; PONTUAL, PÁGS 176 A 178; WALMIR AYALA, VOL 1, PÁGS 256 E 257; ART SALES, VOL 1, PÁG 207; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG 446; LEONOR AMARANTE, PÁG 12, ACERVO FIEO; artprice.com.



274 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
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Galo - serigrafia - 10/100 - 15 x 09 cm - canto inferior direito - 1958 -

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



275 - INGRES SPELTRI (1940)
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Composição - têmpera sobre tela - 80 x 75 cm - centro inferior e dorso -
Moldura no estado.

Pintor, desenhista, escultor, gravador e professor nascido em Jau, SP. Filho do pintor Augusto Speltri com quem se iniciou na pintura, ainda criança. Em 1959 mudou-se para São Paulo onde estudou Música (1960-1964). Foi professor titular da Escola Panamericana de Arte, SP. Realizou exposições individuais, em São Paulo, nos anos de 1977, 1981, 1978, 1984. Participou de várias mostras e Salões oficiais, sendo premiado em: São Paulo (1963, 1966, 1970, 1971); Santo André, SP (1976). JULIO LOUZADA VOL. 5, PÁG. 1012; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; MEC VOL. 4, PÁG. 338; PONTUAL PÁG. 504; www.artprice.com; www.speltri.com.



276 - JORGE VICTTOR (1957 - 2014)
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"Ipanema" - serigrafia - 96/100 - 47,5 x 58 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Pintor, desenhista, ilustrador e publicitário nascido em Belo Horizonte, MG. Era neto, filho, sobrinho e irmão de fotógrafos; viveu no Rio de Janeiro onde estudou pintura acadêmica no Liceu de Artes e Ofícios e música na Escola de Música Villa-Lobos. Realizou exposições individuais no Rio de Janeiro em 1998, 2005, 2008, 2009, 2011. Participou de mostras coletivas e Salões oficiais no Rio de Janeiro (1981, 1982 – Menção Honrosa, 1986 – Medalha de Prata, 1988, 2002, 2008, 2009); em Washington, EUA (2009); em Nova York, EUA (2012).



277 - TAPETE ORIENTAL,
Lance Livre - ENCERRADO


Ponto de nó, feito a mão, de lã, Pakistan, medindo 1,03 x 0,61 m = 0,62 m².



278 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XX
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Rio - óleo sobre tela - 51 x 101 cm - canto inferior direito não identificada -
J. Martins



279 - INOS CORRADIN (1929)
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Conversa com papagaio - serigrafia - 91/100 - 56 x 40 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



280 - ANITA MALFATTI (1896 - 1964)
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"Vaso com rosas" - óleo sobre tela - 40 x 50 cm - canto inferior direito -
Com Laudo de Autenticidade, emitido pelo Perito Judicial Hélio Barbini, São Paulo - SP.

Pintora, desenhista, gravadora, ilustradora e professora, Annita Catarina Malfatti nasceu e faleceu em São Paulo. Iniciou seu aprendizado artístico com a mãe, Bety Malfatti. Residiu na Alemanha (1910-1914) onde frequentou, por um ano, a Academia Imperial de Belas Artes - Berlim e, posteriormente, estudou com Fritz Burger-Mühlfeld, Lovis Corinth e Ernst Bischoff-Culm. Nesse período também se dedicou ao estudo da gravura. De 1915 a 1916 residiu em Nova York e teve aulas com George Brant Bridgman, Dimitri Romanoffsky e Dodge, na Arts Students League of New York, e com Homer Boss, na Independent School of Art. Sua primeira individual aconteceu em São Paulo, em 1914. Estudou, também, pintura com Pedro Alexandrino (1919) e com Georg Elpons (1920). Em 1922, participou da Semana de Arte Moderna e integrou ao lado de Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Menotti Del Pichia, o Grupo dos Cinco. No ano seguinte, recebeu bolsa de estudo do Pensionato Artístico do Estado de São Paulo e partiu para Paris, onde foi aluna de Maurice Denis, frequentou cursos livres de arte e manteve contatos com Fernand Léger, Henri Matisse e Tsugouharu Foujita. Retornou ao Brasil em 1928. Na década de 1930, em São Paulo, integrou a Sociedade Pró-Arte Moderna - SPAM, a Família Artística Paulista - FAP e participou do Salão Revolucionário. Realizou exposições individuais e participou de muitas mostras e Salões oficiais, entre elas a 1ª e a 7ª Bienal Internacional de São Paulo. É considerada a primeira representante do modernismo no Brasil. BENEZIT VOL. 7, PÁG. 118; TEODORO BRAGA PÁG. 151; MEC VOL. 3, PÁG. 45; PONTUAL PÁG. 332; WALMIR AYALA VOL. 2, PÁG. 33; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 478; ARTE NO BRASIL PÁG. 652; LEONOR AMARANTE PÁG. 24; DICIONÁRIO OXFORD; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 571; www.infoescola.com; www.macvirtual.usp.br; www.pinturabrasileira.com; www.fapesp.br.



281 - EDSON MOTTA (1910 - 1981)
Lance Livre - ENCERRADO

Praça - aquarela - 25 x 34 cm - canto inferior direito -
Papel manchado e moldura no estado.

Mineiro de Juiz de Fora, estudou na ENBA no Rio de Janeiro, onde foi aluno de Rodolfo Chambelland, Marques Junior e Outros. Foi um dos fundadores do Núcleo Bernardelli, que dirigiu por alguns anos. Expositor nas diversas versões do SNBA. Em 1939 ganhou o premio viagem à Europa, onde estudou Conservação e Restauro, ofício que lhe renderia prestígio e respeito no País, PONTUAL, 374; TEIXEIRA LEITE, 336; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, pág. 579.



282 - REINALDO JERÔNIMO (1963)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre tela - 70 x 100 cm - canto inferior direito -
No estado (arranhado).

Assinava Reinaldo J. Atualmente assinada R. Jeron. Natural da cidade paulista de Campinas, atualmente reside e é ativo na cidade de Catanduva-SP, onde vem desenvolvendo sua pintura de paisagens e cenas rurais. Foi aluno de desenho e pintura do Prof. Luis Dotto (1978/79) e do Prof. Luis Cláudio Morgilli (1984). Participa de diversas exposições em Catanduva, com sucesso de crítica e de público. JULIO LOUZADA, vol. 2, pág, 860, Acervo FIEO.



283 - JOSÉ SABÓIA (1949)
Lance Livre - ENCERRADO

Colhendo mangas - óleo sobre tela - 40 x 40 cm - canto inferior direito -
Com etiqueta e certificado de Bel Galeria de Arte - São Paulo - SP.

Pintor, José Sabóia do Nascimento nasceu em Almadina-BA. Artista autodidata foi para o Rio de Janeiro em 1967 e começou a pintar no ano seguinte, passando a expor seus trabalhos na feira hippie de Ipanema. Fez sua primeira exposição individual em Fortaleza, CE (1970). Entre as exposições de que participou, destacam-se: I e III Salão Nacional de Artes Plásticas do Ceará, Fortaleza, (1969, 1971 - Prêmio Aquisição); Dez Pintores no Rio de Janeiro, no MNBA, RJ (1983); ‘Brésil Naifs’, Paris (1986); ‘Salon d'Art Naif’- Marseilha, França (1987); ‘Pintura, Presença e Povo na Arte Brasileira’ no Museu da Casa Brasileira - São Paulo (1990); ‘Visões do Rio’ no MAM, RJ (1996). No exterior expôs individualmente em São Francisco, EUA e Munique, Alemanha, além de participar de coletivas em vários países e, principalmente na França, com exposições organizadas pela Galeria Jacqueline Bricard e uma presença cativa na ‘Galerie Naïfs du Monde Entier’ em Paris. José Sabóia participou do Concurso Internacional de Morges, quando seu quadro foi eleito pelo público, a melhor obra de 60 participantes de 22 países, premiação que originou o convite da Galeria Kasper para realizar uma exposição individual em 1997. JULIO LOUZADA vol. 11, pág. 278; ARTE NAIF NO BRASIL, pág. 228; ITAÚ CULTURAL, Acervo FIEO; www.artprice.com; www.nautilus.com.br; www.ardies.com.



284 - EDUARDO SUED (1925)
Base: R$ 2.500,00 - Aguardando oferta

Composição - serigrafia - 56/100 - 60 x 140 cm - canto inferior direito - 2012 -
Com relevo seco de Papel Assinado - Brasil. (Atenção clientes que não residem em São Paulo: transporte apenas sem cobertura de seguro para o vidro devido a fragilidade da peça. Consulte-nos, em caso de dúvidas, antes de dar seu lance) .

Pintor, desenhista, gravador, ilustrador, vitralista e professor. Graduou-se na Escola Nacional de Engenharia do Rio de Janeiro (1948). No ano seguinte estudou desenho e pintura com Henrique Boese. Trabalhou como desenhista no escritório de Oscar Niemeyer (entre 1950 e 1951). Viajou para Paris (1951) onde frequentou as academias “La Grande Chaumière” e “Julian”. Retornou ao Rio de Janeiro (1953) e frequentou o ateliê de Iberê Camargo para estudar gravura em metal, tornando-se mais tarde, seu assistente. Lecionou desenho e pintura na Escolinha de Arte do Brasil (1956) e transferiu-se para São Paulo (1957) onde ministrou aulas de desenho, pintura e gravura, na FAAP (1958 a 1963). Voltou a morar no Rio de Janeiro (1964) e publicou o álbum de águas-fortes “25 Gravuras”. Ministrou aulas de gravura em metal no MAM, RJ (entre 1974 e 1980). Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1968, 1970, 1974, 1982, 1983,1986,1987, 1990, 1992, 1994, 1997 a 2000, 2004, 2005, 2010, 2013 a 2017); São Paulo (1984, 1989, 1993, 1999, 2003, 2005, 2010, 2016); Curitiba, PR (1995); Belo Horizonte, MG (2010, 2013); Brasília, DF (2019). Também foram muitas as participações em mostras coletivas e oficiais, destacando-se: Bienal Internacional de Gravura, Cracóvia – Polônia (1970); Bienal Internacional de São Paulo (1981, 1987, 1989); Bienal de Veneza (1984); Bienal do Merco Sul (2005). ARTE NO BRASIL PÁG. 814; JULIO LOUZADA VOL. 2, PÁG. 975; www.sued.art.br; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



285 - PAULA KADUNC (1954)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - objeto em plástico - 14 x 14 cm - dorso - 2020 -
Composição montada com peças de Lego dentro de caixa de acrílico.

Paula Kadunc, pseudônimo artístico de Maria Paula Kadunc, nasceu em São Paulo. Frequentou um curso clássico de arte e comunicação na época de colégio. Formou-se em historia (1975) e nos anos seguintes realizou viagens de estudo pela Europa, Japão, China e Filipinas. No inicio da década de 80 trabalhou no Museu de Arte de São Paulo como assessora de imprensa e relações publicas auxiliando ainda na curadoria de diversas exposições. Na década de 90 frequentou o ateliê do escultor Paulo Tadee onde trabalhou com desenhos e pinturas geométricas e passou a fundir esculturas em bronze. Estudou técnica de pintura com Marysia Portinari. Tem participado com suas obras de várias exposições coletivas e leilões de arte. Possui obras em diversas coleções particulares e no Museu de Arte do Parlamento de São Paulo. www.artemaisnet.com.br/artistas/paula-kadunc.html; www.catalogodasartes.com.br; www.al.sp.gov.br; www.artprice.com; www.askart.com.



286 - HENFIL (1944 - 1988)
Lance Livre - ENCERRADO

"Orelhão" - desenho a nanquim - 27 x 20 cm - canto superior esquerdo -

Mineiro de Ribeirão das Neves, onde nasceu em 5 de fevereiro de 1944, e faleceu na cidade do Rio de Janeiro-RJ, em 4 de janeiro de 1988. Iniciou sua carreira como cartunista, quadrinhista, foi colaborador de O Pasquim (1969). Em 1970 lançou a revista Os Fradinhos, seus personagens mais famosos e que possuem sua marca registrada: um desenho humorístico, crítico e satírico, com personagens tipicamente brasileiros e que retratavam a situação nacional da época. Sua importância na História em Quadrinhos no Brasil se deve à renovação que trouxe ao desenho humorístico nacional. Henfil atuou ainda em teatro, cinema, televisão e literatura, tendo sido marcante a sua atuação nos movimentos políticos e sociais do País.



287 - JOSÉ MORAES (1921 - 2003)
Lance Livre - ENCERRADO

"Ex voto entre objetos" - óleo sobre tela - 30 x 40 cm - canto inferior direito e dorso - 1984 - São Paulo -
Com etiqueta da Tema Arte Contemporânea, Rua Tatui, 145 - São Paulo - SP., no dorso.No estado (restauro necessário).

Pintor, gravador, desenhista, escultor, ilustrador e professor, José Machado de Morais nasceu no Rio de Janeiro e faleceu em São Paulo. Assina José Moraes. Formou-se em pintura pela Escola Nacional de Belas Artes, RJ (1941). Paralelamente aos estudos universitários, teve aulas de pintura com Quirino Campofiorito. Tornou-se assistente de Candido Portinari, em Brodosqui (1942) e trabalhou com o mesmo na execução do painel da capela de São Francisco de Assis, de Oscar Niemeyer, em Belo Horizonte (1945). Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1945, 1947, 1966, 1968, 1969, 1970); São Paulo (1962, 1965, 1967, 1970, 1979 – MAM, SP, 1982, 1983, 1984, 1986); Bagé, RS (1946, 1979); Pelotas, RS (1946); Porto Aiegre, RS (1948, 1980, 1988, 1992, 1995); Uberlândia, MG (1952, 1972, 1977, 1978, 1987); Belo Horizonte, MG (1964); Campinas, SP (1974); Cataguases, MG (1981); Goiânia, GO (1987); Brasília, DF (1989, 1995). Participou de várias mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil como: Panorama da Arte Brasileira – MAM, São Paulo (1969, 1970, 1971, 1973, 1976, 1977) e no exterior. Foi premiado, nos anos de 1940, em quatro edições do Salão Nacional de Belas Artes – RJ. Com o prêmio Viagem ao Exterior recebido na 55ª edição (1949), viajou para Itália onde permaneceu estudando pintura mural (1950 a 1951). De volta ao Rio de Janeiro, dedicou-se à execução de mosaicos e afrescos até 1958, quando se mudou para São Paulo. Tornou-se professor na FAAP (1967). Aperfeiçoou-se em serigrafia (1971) com Michel Caza, em Paris, para onde retornou em outras três ocasiões, com a mesma finalidade. Fez também estágios em litografia com Michel Potier, na "École de Beaux-Arts", Paris, e com Eugène Shenker, no "Centre de Gravure Contemporaine", Genebra. MEC VOL. 3, PÁG. 196; Pontual pág. 369; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 646; VOL. 2, PÁG. 689; VOL. 5, PÁG. 706; VOL. 6, PÁG. 748; VOL. 8, PÁG. 586; VOL. 12, PÁG. 278; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 602, ACERVO FIEO.



288 - PEDRO SELLA JUNIOR (1926)
Lance Livre - ENCERRADO

"Favela" - óleo sobre tela - 16 x 22 cm - canto inferior direito e dorso -
Paspatour no estado.

Natural da cidade paulista de Ribeirão Preto, onde nasceu a 28 de agosto. É um pintor romântico, com grande sensibilidade para captar o que há de mais autêntico na paisagem clássica do campo. Estudou com Simão Popoff. Em traços e tons impressionistas, pintou Goiás Velho, a casa de Cora Coralina, as igrejas de Ouro Preto, e os bebedouros coloniais de Minas. JULIO LOUZADA, vol. 10 pág. 814



289 - JOÃO MACHADO (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Casal - impressão digital - 48/100 - 37,5 x 51 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Artista plástico, designer gráfico, ilustrador e professor nascido em Coimbra, Portugal. Formou-se em escultura pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto (ESBAP). Foi docente na ESBAP (1976-1981) e tendo decidido dedicar-se ao design gráfico, abriu ateliê próprio em 1981. Em dedicação exclusiva às artes gráficas, tem desenvolvido uma extensa obra de cartazista, ilustrador e designer editorial. Tem privilegiado o cartaz, mas também tem dado atenção aos selos do correio e ao design corporativo. Participa, desde 1983, de inúmeras exposições coletivas e individuais que lhe renderam vários prêmios nacionais e internacionais, entre os quais se destacam: o Prêmio Excelência Icograda (1999); o título de “Design Master” da revista americana Graphis; o “Aziago International Award 2005” que posicionou Portugal entre os primeiros países do mundo pela qualidade gráfica e turística dos seus selos. É membro da AGI-Alliance Graphique Internationale. www.joaomachado.com; www.arteprints.com.br/loja/nossos-artistas-assinando/joao-machado/.



290 - LINDA LE KINFF (1949)
Lance Livre - ENCERRADO

Leitura - óleo sobre placa - 72 x 92 cm - canto inferior esquerdo e dorso - 1992 - Paris -
Reproduzido no Convite deste Leilão. Com etiqueta de Galerie François, no dorso. (Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Pintora, desenhista e litógrafa francesa nascida em Paris, filha de mãe francesa e pai brasileiro. Viajou muito, viveu quinze anos na Itália e seis meses no Marrocos (1981). Estabeleceu-se na França. Aprendeu e aperfeiçoou diversas técnicas no ateliê de Franco Cantini e frequentou também a Academia de Arte na província do “South Tyrol”, na Itália; aprendeu a técnica do sumi-ê com Sujiama Yu, no Japão; trabalhou com Chabia, o poeta do Movimento “Naïve Abstraction”, no Marrocos. Realizou exposições individuais em: Paris (1975, 1987); Rabat, Marrocos (1979); Grenoble, França (1980); Bruxelas, França (1987); St. Germain-em-Laye, França (1988). Participou da exposição “De Bonnard à Baselitz - Dix Ans d'enrichissements du gabinete des estampes 1978-1988” na Bibliothèque Nationale em Paris (1992) e de diversas mostras coletivas e oficiais no Japão, Austrália, Europa, Canadá, Estados Unidos. Foi escolhida como a artista oficial da Copa do Mundo de Futebol (1998). Para esta distinção, criou uma pintura que foi cunhada como moeda comemorativa pelo governo francês, uma honra nunca antes oferecida a um artista francês vivo. BENEZIT; www.lekinff.net; www.artprice.co



291 - JUAREZ MACHADO (1941)
Lance Livre - ENCERRADO

Casal - impressão digital - 53/200 - 40 x 55 cm - canto inferior direito -

Pintor, desenhista, caricaturista, escultor, ilustrador, cartunista, jornalista, cenógrafo, escritor e ator nascido em Joinville, SC. Atualmente reside e trabalha em Paris, França, onde mantém ateliê. Estudou em Curitiba, na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (entre 1961 e 1965). Ainda como estudante de artes, viajou para Salvador (1962) estagiando com Mário Cravo Júnior e para Porto Alegre (1963) com Francisco Stockinger. Mudou-se para o Rio de Janeiro (1965) e se iniciou no desenho de humor com Millôr Fernandes (1966). Trabalhou para a televisão e para diversas revistas. Dedicou-se também ao ensino de arte, coordenando grupos de criatividade com crianças e adolescentes. Realizou exposições individuais em: Curitiba; Rio de Janeiro, Paris, Porto Alegre, São Paulo, Belo Horizonte, Nova York, Joinville, Estrasburgo – França, Recife, Vitória, Brasília, Londrina. Entre as exposições de que participou, destacam-se: Salão dos Novos, Curitiba – PR (1961 – 2º Prêmio, 1962 – 1º Prêmio); Salão Paranaense de Belas Artes, Curitiba – PR (1962 – Melhor Escultor, 1963 – Menção Honrosa, 1965 – Prêmio Aquisição); Salão da Cidade de Porto Alegre, RS (1963 – 1º Prêmio); Salão da Primavera, Curitiba – PR (1963 – Medalha de Prata, 1964 – Medalha de Ouro); Bienal Internacional de São Paulo (1967, 1969); Bienal de Desenho de Humor na Arte, Itália (1969 – Prêmio Internacional); Zona Gallery, Nova York, EUA (1981); Retrospectiva “Quatro Artistas da Geração 60”, MAC – Curitiba, PR (1987); “Châteaux Bordeaux”, Centro Georges Pompidou, Paris (1988); Retrospectiva no MAC - Joinville, SC (1990); “Arte na América Latina: 100 Anos de Produção”, Instituto Estadual de Artes Plásticas da UFRGS, Porto Alegre – RS (1996). TEIXEIRA LEITE PÁG. 298; PONTUAL PÁG.284; MEC, VOL. 3, PÁG. 15; JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG. 563; VOL. 2, PÁG. 609; VOL. 3, PÁG. 651; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO.



292 - ROBERTO STAVALE (1941)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre placa - 17 x 27 cm - canto inferior direito e dorso -

Artista plástico e gráfico, escritor e poeta nascido em São Paulo. Ingressou aos 18 anos na Associação Paulista de Belas Artes onde, até 1969, ocupou os cargos eletivos de: Conselheiro, Diretor Bibliotecário, Diretor de Patrimônio e Roteirista de Excursões Artísticas. Realizou exposições individuais e participou da XXI Exposição Coletiva da APBA (1962 – "Prêmio Irmãos Jamelli"); do Salão do Jubileu de Prata (1967) e das comemorações do Jubileu de Ouro (1992 - Diploma de Sócio Benemérito) da Associação Paulista de Belas Artes); da I Exposição de Desenho, Pintura e Gravura na inauguração da nova sede da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, Parque do Ibirapuera (1968); do I Salão da Paisagem Paulista (1969 – Medalha de Bronze); da “VI Biennale Internaziolale Dell´Árte Contemporanea di Fizenze”, Itália (2007); da “VII Biennale Internazionale di Roma”, Itália (2008); entre outras. É artista fundador do “Museo D´Arte Italia-Brasile”, Pomezia – Itália (1968). Lançou, com outros artistas plásticos, a revista de artes "Resenha Artística" (anos de 1960). É fundador escritor do tabloide “Café Literário” e escreve para jornais e revistas. MEC VOL. 4, PÁG. 340; www.stavale.com.



293 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XX
Lance Livre - ENCERRADO

Lago - óleo sobre tela colada em madeira - 66 x 85 cm - canto inferior esquerdo não identificado -



294 - KANG DOO (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Oriental - serigrafia - 21/88 - 40 x 60 cm - canto inferior direito - 1988 -

Pintor e gravador coreano que viveu em São Paulo e foi exclusivo da Documenta Galeria de Arte nos anos 70. JULIO LOUSADA VOL. 5, PÁG. 328.



295 - GENTIL GARCEZ (1903 - 1992)
Lance Livre - ENCERRADO

Lavadeiras - óleo sobre tela - 30 x 40 cm - canto inferior direito -
Com etiqueta da Galeria Marc Chagall, Rua Teçaindá, 76 - São Paulo - SP, no dorso.

Pintor nascido e falecido em Santos, SP. Iniciou-se na pintura, ainda criança, sob as orientaçõesde sua mãe que era hábil desenhista. Depois frequentou o ateliê de Benedicto Calixto. Expôs individualmente em São Paulo (1920); Santos (1921, 1923, 1936). Participou do Salão Paulista de Belas Artes em 1934, 1935, 1937, 1939, 1940, 1942 onde foi premiado nas edições de 1940 e 1941. Foi membro da comissão de seleção e premiação do Salão Oficial de Santos em 1970. Por encomenda do governo de Minas Gerais, realizou uma série de trabalhos para as várias repartições públicas de Belo Horizonte. TEODORO BRAGA, PÁG. 105; MEC, VOL. 2, PÁG. 240; JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 410; VOL. 4, PÁG. 452; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.novomilenio.inf.br; www.artprice.com.



296 - KLEBER LOPES (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

" - bala + amor!" - impressão digital - 51/60 - 67 x 57,5 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Artista plástico nascido e criado em Assis, SP. Desde a infância é apaixonado pela história em quadrinhos, o que o fez desenvolver habilidades através de desenhos com o guache que, mais tarde, se transformou no despertar de seu talento para o grafite nas ruas de sua cidade. Formou-se em Artes Plásticas e assim, pôde aprimorar sua técnica e consequentemente ainda mais seu talento. Tem participado de mostras coletivas. www.kleberlopesartes.com.br.



297 - EDUARDO CARLSON (1924)
Lance Livre - ENCERRADO

Igreja - óleo sobre placa - 15 x 21 cm - canto inferior esquerdo -

Pintor natural de Bauru, SP. Assina E. Carlson. Foi aluno de Edgar Walter, Armando Viana, Carlos Cavalcanti, no Rio de Janeiro, e de Anson Coriant Piper, nos Estados Unidos. Participou de inúmeras exposições coletivas e Salões oficiais, ganhando muitos prêmios em: Rio de Janeiro (1956, 1960, 1962, 1966, 1968, 1970, 1973 a 1975, 1978 a 1980, 1982, 1983); Valença, RJ (1972, 1974, 1975, 1980); Niterói, RJ (1970, 1974); São Paulo (entre 1963 e 1976). JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 212; VOL. 6, PÁG. 204; MEC, VOL. 1, PÁG. 357. ACERVO FIEO.



298 - INOS CORRADIN (1929)
Lance Livre - ENCERRADO

"Violeiro" - escultura em terracota - 27 x 18 x 21 cm - assinado -
Com Certificado de Autenticidade firmado pelo Autor.

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



299 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Pássaro - xilogravura - 14/50 - 21 x 29 cm - canto inferior direito - 1988 -
Com relevo seco de Impressão Atual.

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



300 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

"Gato laranja com vaso de flores" - acrílico sobre tela - 60 x 80 cm - canto inferior esquerdo e dorso - 2002 -
Reproduzido no Convite deste Leilão. Com Certificado de Autenticidade emitido pelo Estúdio Aldemir Martins.

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



301 - LOTHAR CHAROUX (1912 - 1987)
Lance Livre - ENCERRADO

Linhas - serigrafia - 1/75 - 21 x 36 cm - canto inferior direito - 1972 -

Pintor, desenhista e professor austríaco, natural de Viena. Assinava Charoux. Iniciou os estudos artísticos com seu tio, o escultor austríaco Siegfried Charoux. Transferiu-se para o Brasil em 1928, fixando residência em São Paulo. Estudou no Liceu de Artes e Ofícios da cidade onde conheceu Valdemar da Costa, com ele fazendo aprendizado de pintura a partir de 1940. Posteriormente passa a lecionar desenho no Liceu de Artes e Ofícios e no SENAI. Em 1947, realizou sua primeira exposição individual, na Galeria Itapetininga. Em 1952, participou da fundação do Grupo Ruptura, ao lado de Waldemar Cordeiro, Geraldo de Barros, Anatol Wladyslaw e outros. Com Hermelindo Fiaminghi e Luiz Sacilotto , cria a Associação de Artes Visuais NT - Novas Tendências, em 1963. Realizou muitas exposições individuais e participou de várias mostras oficiais nacionais como a Bienal Internacional de São Paulo (I a IX, XII, XIII), Panorama da Arte Atual Brasileira (1º ao 3º, 6º, 9º, 11º, 12º) e no exterior. É homenageado com retrospectiva no Museu de Arte Moderna de São Paulo e no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em 1974. Em 2005, é publicado o livro ‘Lothar Charoux: A Poética da Linha’, pela historiadora de arte Maria Alice Milliet. PONTUAL, PÁG. 131; MEC VOL. 1, PÁG. 433; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 254; VOL. 9, PÁG.207; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 645; ARTE NO BRASIL, PÁG. 798; ACERVO FIEO.



302 - TAPETE ORIENTAL,
Lance Livre - ENCERRADO


Ponto de nó, feito a mão, de lã, Chinês, medindo 1,37 x 0,76 m = 1,04 m².



303 - FRANCISCO BRENNAND (1927 - 2019)
Lance Livre - ENCERRADO

Vaso - cerâmica - 17,5 x 08 x 08 cm - não assinado -
Com marca da Oficina Cerâmica Francisco Brennand.

Pintor, desenhista, gravador, ceramista, escultor, tapeceiro e ilustrador, Francisco de Paula Coimbra de Almeida Brennand nasceu e faleceu em Recife, PE. Iniciou sua formação em 1942, aprendendo a modelar com Abelardo da Hora. Posteriormente, recebeu orientação em pintura de Álvaro Amorim e Murilo Lagreca. Viajou para a França (1949), incentivado por Cicero Dias. Frequentou cursos com André Lhote e Fernand Léger, em Paris (1951); conheceu obras de Pablo Picasso e Joán Miró e descobriu, na cerâmica, seu principal meio de expressão. Realizou diversos painéis e murais cerâmicos (entre 1958 a 1999) em várias cidades do Brasil e dos Estados Unidos. Iniciou a restauração de uma velha olaria de propriedade paterna (1971), próxima a Recife, transformando-a em ateliê, onde manteve em exposição permanente objetos cerâmicos, painéis e esculturas. Exposições retrospectivas de sua produção foram realizadas em Berlim -“Staatliche Kunsthalle” (1993) e na Pinacoteca do Estado de São Paulo - “Brennand: Esculturas 1974-1998” (1998). Foi publicado o livro “Brennand”, Editora Métron, com texto de Olívio Tavares de Araújo (1997). Foram lançados vários vídeos sobre sua obra, entre eles, “Francisco Brennand: Oficina de Mitos”, pela Rede Sesc/Senac de Televisão (2000). Realizou exposições individuais em: São Paulo (1960, 1961); Olinda, PE (1961); Salvador, BA (1961); Rio de Janeiro (2000). Participou de diversas mostras coletivas e Salões oficiais, destacando-se: Salão Anual de Pintura, Museu do Estado de Pernambuco (1947 – 1º Prêmio em Pintura, 1948 – 1º Prêmio em Pintura, 1950 – 2º Prêmio, 1953, 1954); Salão Baiano de Belas Artes (1955 – Medalha de Prata); Bienal Hispano Americana, Barcelona – Espanha (1956); Bienal Internacional de São Paulo (1959); Exposição Internacional de Cerâmica e Pintura, Oostende – Bélgica (1959). JULIO LOUZADA VOL. 3, PÁG.161. PONTUAL PÁG. 88. MEC VOL. 1, PÁG. 294; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 717; ARTE NO BRASIL PÁG. 879. ACERVO FIEO, www.artprice.com.



304 - FANG (1931 - 2012)
Lance Livre - ENCERRADO

Ratos - serigrafia - 11/50 - 20 x 32 cm - canto inferior direito -

Pintor, desenhista, gravador e professor, Chien Kong Fang, ou simplesmente Fang, nasceu na cidade de Tung Cheng, China e faleceu em São Paulo. Estudou sumiê e aquarela na China em 1945. Veio morar em São Paulo com a família em 1951, naturalizando-se brasileiro em 1971. Entre 1954 e 1956, estudou pintura com Yoshiya Takaoka em São Paulo. Viajou, em 1977, para a América do Norte, Europa e Ásia, onde desenvolveu o seu trabalho de pintura. Em 1981, foi realizado o curta metragem biográfico ‘O Caminho de Fang’, em São Paulo. Visitou a China, convidado pelo governo chinês, em 1985. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1959, 1961, 1962, 1978, 1981, 1993, 2005); Salvador, BA (1962); Rio de Janeiro (1978, 1986); Schleswing, Alemanha (1985); Lugana, EUA (1990); Americana, SP (1994); Formosa, Taiwan (1994). Foi premiado no Rio de Janeiro (1957) e em São Paulo (1960 a 1962, 1967 a 1969, 1978, 1979, 1991). Participou do Panorama da Arte Atual Brasileira - MAM, SP (1978). MEC, VOL. 2, PÁG. 124; JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 366; VOL. 6, PÁG. 378; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 189; PONTUAL, PÁG. 201; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; www.fang.com.br; www.artprice.com.



305 - LIA MITTARAKIS (1934 - 1998)
Base: R$ 1.500,00 - Aguardando oferta

Festa junina - óleo sobre placa - 54 x 73 cm - canto inferior esquerdo - 1989 - Ilha de Paquetá -

Pintora e professora nascida no Rio de Janeiro e falecida na Ilha de Paquetá, RJ. Autodidata em pintura ensinou a sua técnica na Escolinha de Arte, na Ilha de Paquetá onde vivia. Expôs individualmente no Rio de Janeiro em 1964, 1965, 1969, 1970, 1972, 1974, 1982. Entre as mostras e salões dos quais participou, destacam-se: Salão Nacional de Arte Moderna, RJ; "Naifs del Brasile, Naifs di Haiti" no Festival Mundial de Spoleto, Itália; "Artistas Brasileiros" em Bratislava, Tchecoslováquia (1969); Encontro Carioca de Pintura Ingênua, RJ (1977); “O mundo fascinante dos Pintores Naïfs” no Paço Imperial (1988 e 1989); Naïfs em Coletiva, na Villa Riso Tradição - Arte Cultura (Sala Especial), RJ (1997); além de outras coletivas no Rio de Janeiro, Itália, Estados Unidos, Alemanha, Suíça, Portugal, Inglaterra, Argentina, Tchecoslováquia e Cidade do México. ITAU CULTURAL; www.ardies.com; artenaifrio.blogspot.com; www.artprice.com.



306 - ALEX VALLAURI (1949 - 1987)
Lance Livre - ENCERRADO

"Grafitti" - técnica mista - 19 x 15 cm -
Com selo de identificação do Autor.

Natural de Asmara, Etiópia, faleceu em São Paulo-SP. Grafiteiro, artista gráfico, pintor, desenhista, cenógrafo e gravador. Chegou ao Brasil com a família em 1965. Era residente e ativo na capital paulista. Iniciou-se em xilogravura, retratando personagens do porto de Santos. No começo da década de 1970, formou-se em comunicação visual pela FAAP-SP. Especializou-se em litografia no Litho Art Center de Estocolomo, em 1975. Retornou ao Brasil em 1978, realizando grafites em espaços públicos de São Paulo. Produzia silhuetas de figuras, com tinta spray sobre moldes de papelão. Residiu em Nova York entre 1982 e 1983, onde cursou artes gráficas no Pratt Institute. Nesse período, fez grafites nos muros da cidade. Além de usar o muro como suporte, seus trabalhos estampam camisetas, broches e adesivos. Voltou ao Brasil e começa a lecionar na Faap. Em sua produção destaca-se a série A Rainha do Frango Assado, que é também tema de instalação apresentada na 18ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1985. Retrospectiva Viva Vallauri, realizada no Museu da Imagem e do Som - MIS, em São Paulo, em 1998. JULIO LOUZADA, vol 3 pag 1170; ITAUCULTURAL.



307 - INOS CORRADIN (1929)
Lance Livre - ENCERRADO

Gato - serigrafia - 76/100 - 60 x 82 cm - canto inferior direito -

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



308 - CLAUDIO GONÇALVES (1958)
Lance Livre - ENCERRADO

"Sambinha no Brás" - óleo sobre tela - 50 x 60 cm - canto inferior direito e dorso - 2021 -

Desenhista, pintor e professor nascido em Ourinhos, SP. Teve aulas de desenho no Ateliê Leandro Frediani em Amparo, SP (1966). Em 1968 mudou-se para São Paulo. Frequentou a Escola Panamericana de Artes (1978) onde teve aulas com Paulo Nesadal (1980); aulas de desenho com Círton Genaro (1981) e aulas de gravura com Romildo Paiva (1987) no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. Estudou também no ateliê de Manoel M. Menacho (1989 a 1999). Realizou exposições individuais em São Paulo (1997, 2001, 2004, 2007, 2008, 2010) e participou de mostras e Salões oficiais em: Marília, SP (1983); Santo André, SP (1985); Presidente Prudente, SP (1988); São João da Boa Vista, SP (1998); São Paulo (2001, 2003, 2012); Santa Bárbara D’Oeste, SP (2008); Guarulhos, SP (2013); Atibaia, SP (2014). Foi premiado em: Marília, SP (1983); Santo André, SP (1985); Prêmio Paleta Internacional Brasil/Extremo Oriente (1986); Arceburgo, MG (2012, 2013). ITAU CULTURAL; www.claudiogoncalves.com.



309 - FERREIRA GULLAR (1930 - 2016)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 90/150 - 31 x 42 cm - canto inferior direito -

Poeta, crítico de arte, jornalista, escritor, dramaturgo, tradutor, José Ribamar Ferreira nasceu em São Luís, MA. Em 1948 adotou o nome Ferreira Gullar. Transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1951. Participou da Exposição Nacional de Arte Concreta no MAM, SP (1956) e no Ministério da Educação e Cultura - MEC, RJ (1957). Discordando das ideias do grupo concretista paulista, redigiu 'Poesia Concreta: Experiência Fenomenológica', texto que marcou sua ruptura com o movimento. Por ocasião da 1ª Exposição Neoconcreta realizada no Rio e Janeiro (1959), escreveu o 'Manifesto Neoconcreto', assinado também por Amilcar de Castro , Aluísio Carvão , Franz Weissmann , Hélio Oiticica, Lygia Clark, Lygia Pape , Reynaldo e Theon Spanudis. Publicou ainda a 'Teoria do Não-Objeto' (1959) que expressa as ideias fundamentais do neoconcretismo. Dirigiu a Fundação Cultural – Brasília (1961) para a qual elaborou o projeto do Museu de Arte Popular. Por conta de seu engajamento político, foi preso (1968) e viveu exilado em Paris, Moscou, Santiago, Lima e Buenos Aires. Voltou ao Brasil em 1977. Consolidando a carreira como crítico e teórico de arte, publicou 'Etapas da Arte Contemporânea: do Cubismo à Arte Neoconcreta '(1985). Foi diretor (1992 a 1995 )do Instituto Brasileiro de Arte e Cultura (Ibac), que voltou a ter o antigo nome, Fundação Nacional de Arte (Funarte). O pleno reconhecimento à sua carreira vem a partir da década de 1990, período em que recebeu diversos prêmios e homenagens, entre os quais se destacam o Prêmio Jabuti, categoria poesia, concedido em 1999; a indicação ao Prêmio Nobel de Literatura, em 2002; o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL), pelo conjunto da obra, em 2005; e o Prêmio Camões, concedido pelos governos do Brasil e de Portugal, em 2010. ITAU CULTURAL; www.artprice.com; educacao.uol.com.br; www.infoescola.com.



310 - ANTÔNIO BANDEIRA (1922 - 1967)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - técnica mista sobre papel - 29,5 x 41,4 cm - canto inferior direito - 1963 -
Reproduzido no Convite deste Leilão. Com Certificado de Autenticidade nº IAB-1533 do Instituto Antonio Bandeira.

Pintor, desenhista, gravador, nascido em Fortaleza, CE e falecido em Paris, onde viveu a maior parte de sua vida. É um dos pioneiros da arte abstrata no Brasil. Iniciou-se na pintura como autodidata. Em 1941, em Fortaleza, participou, ao lado de Mário Baratta, entre outros, da criação do Centro Cultural de Belas Artes depois, Sociedade Cearense de Artes Plásticas. Em 1945, transferiu-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, realizou sua primeira exposição individual. Contemplado pelo governo francês com bolsa de estudos, permaneceu em Paris de 1946 a 1950 onde frequentou a Escola Nacional Superior de Belas Artes e a ‘Académie de la Grande Chaumière’. Entre 1947 e 1948 participou do ‘Salon d'Automne’ e do ‘Salon d'Art Libre’. Tomou parte em reuniões de artistas e formou o Grupo Banbryols (ban de Bandeira; bry de Camille Bryen; e ols de Wols), que durou de 1949 a 1951. Voltou ao Brasil em 1951 e apresentou-se na 1ª Bienal Internacional de São Paulo. Em 1952, criou um mural para o Instituto dos Arquitetos do Brasil, em São Paulo. Retornou a Paris em 1954 em razão do Prêmio Fiat, obtido na 2ª Bienal Internacional de São Paulo, mas não deixou de expor no Brasil. Permaneceu na Europa até 1959, passando pela Inglaterra e Bélgica, onde, em 1958, realizou um painel para o ‘Palais des Beaux-Arts’. Ao retornar ao Brasil teve uma atividade artística intensa, participou de importantes exposições, em paralelo a mostras em Paris, Munique, Verona, Londres e Nova York. Voltou a Paris em 1965, onde permaneceu até sua morte. BENEZIT, VOL.1, PÁG.415; MEYER/87, PÁG.606; MEC, VOL.1, PÁGS.159,160 E 167; PONTUAL, PÁGS. 48 E 49; WALMIR AYALA, VOL.1, PÁGS. 71 A 74; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 52 A 54; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; ARTE NO BRASIL, PÁG. 599; LEONOR AMARANTE, PÁG. 34; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 86; ACERVO FIEO; web.artprice.com; pitoresco.com; pinturabrasileira.com.



311 - GILBERTO SALVADOR (1946)
Lance Livre - ENCERRADO

Abstrato - serigrafia - 14/50 - 50 x 70 cm - canto inferior direito -
Com etiqueta de Documenta Galeria de Arte - São Paulo, SP - no dorso. Paspatour no estado.

Paulistano, Gilberto Salvador é pintor e desenhista, desfrutando de reconhecidos méritos pela critica especializada. Participou da IX Bienal de São Paulo (1967) e de outros Salões Oficiais a partir desse mesmo ano, recebendo diversas premiações. MEC, vol. 4, pág. 153; PONTUAL, pág. 469; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, pág. 740; ARTE NO BRASIL, pág. 971; LEONOR AMARANTE, pág. 185; Acervo FIEO.



312 - GILBERTO GERALDO (1962)
Lance Livre - ENCERRADO

"Abacaxi" - óleo sobre tela - 30 x 40 cm - canto inferior direito e dorso -

Pintor e desenhista nascido em São Paulo. Desde os onze anos dedica-se ao desenho e à pintura. Aos dezesseis anos tornou-se membro da Associação de Artistas Plásticos de São Paulo e, aos dezessete, realizou sua primeira exposição individual. Teve como professores Salvador Rodrigues Junior, Sante Bullo e Giovanni Oppido. Em 1999 foi para a Rússia estudar no Instituto V. A. Surikov - Moscou. No ano seguinte transferiu-se para São Petersburgo onde foi aceito na Faculdade de Pintura da Academia I. E. Repin frequentando os ateliês de Yuri Kalyuta, Vladimir Stetsenko, Sergey Pichahchi, Gennadi Monasherov, Vasily Sokolov e seu assistente Vasily Rudnev e Vladimir Mogilevtsev. Foi o primeiro brasileiro a se formar na Academia Russa de Artes Plásticas em São Petersburgo. Realizou muitas exposições individuais e participou de muitas mostras oficiais. Foi premiado em 1987, 1988, 1990, 1991, 1992, 1994, 2001, 2003, 2005, 2007, 2009, 2011. Possui dois de seus desenhos, acervo da Academia de São Petersburgo, publicados no livro do professor Vladimir Mogilevtsev - ‘Esboços e Desenhos Acadêmicos’. ITAU CULTURAL; JULIO LOUSADA VOL. 3, PÁG. 455; www.gilbertogeraldo.com; www.artrenewal.org.



313 - ONIL DE MELLO (1948)
Lance Livre - ENCERRADO

Casario - óleo sobre tela - 30 x 40 cm - canto inferior direito - 1979 -
Moldura no estado.

Natural de Campnha, MG, o pintor reside e ativa em São Paulo, onde curso a faculdade de Belas Artes. Seu estilo é neo-impressionista, e temas como o cotidiano, as marinhas , os casarios e as naturezas mortas. Participa de coletiva desde 1977, recebendo diversas e merecidas premiações JULIO LOUZADA, Vol. 9 Pág.572



314 - MARCELO GRASSMANN (1925 - 2013)
Lance Livre - ENCERRADO

Figuras - litografia - 5/8 - 51 x 41 cm - canto inferior direito - 1954 - Wien -

Desenhista, gravador, ilustrador, pintor, escultor e professor, nasceu em São Simão, SP. Estuda fundição, mecânica e entalhe em madeira na Escola Profissional Masculina do Brás, SP. Passa a realizar xilogravuras a partir de 1943. Atua como ilustrador do Suplemento Literário do ‘Diário de São Paulo’, do ‘O Estado de S. Paulo’ e do ‘Jornal do Estado da Guanabara’. Quando reside no Rio de Janeiro, a partir de 1949, freqüenta os cursos de gravura em metal, com Henrique Oswald e de litografia, com Poty, no Liceu de Artes e Ofícios. Em Salvador (1952), trabalha com Mario Cravo Júnior. .Recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna (1953) e vai para a Academia de Artes Aplicadas, em Viena. Passa a dedicar-se principalmente ao desenho, à litografia e à gravura em metal. Em 1969, sua obra completa é adquirida pelo governo do Estado de São Paulo, passando a integrar o acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo . Em 1978, a casa em que nasceu, em São Simão, é transformada em museu e tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo - Condephaat. Participou de muitas exposições e das Bienais de: São Paulo (1951 a 1961, 1967, 1969, 1979, 1985, 1989); Veneza (1950, 1956, 1958, 1962); Paris (1959). Principais prêmios: Bienal de São Paulo (1951, 1955, 1957, 1959, 1967); Bienal de Veneza (1950, 1956, 1958,1962); Bienal de Paris (1959). PONTUAL, PÁG. 249; MEC, VOL. 2, PÁG. 281 E 282; ITAU CULTURAL; JULIO LOUZADA, VOL.1, PÁG. 439; VOL. 5, PÁG. 453; VOL. 9, PÁG. 383.



315 - BUSTAMANTE SÁ (1907 - 1988)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre placa - 15 x 21 cm - canto inferior esquerdo -

Natural da cidade do Rio de Janeiro, estudou na ENBA naquela cidade, onde foi aluno de Rodolfo Amoedo e Rodolfo Chambelland. Participou do Núcleo Bernardelli, do qual foi um dos fundadores em 1931. Participou de sucessivas versões do SNBA a partir de 1928, recebendo diversas premiações. Excepcional pintor do gênero paisagem. TEODORO BRAGA, pág. 59; REIS JR. , pág. 385; MEC,vol. 4, pág. 127; WALMIR AYALA, vol. 1, pág. 145 e 147; TEIXEIRA LEITE, pág. 94; JÚLIO LOUZADA, vol. 11, pág. 47; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, pág. 579; ARTE NO BRASIL, pág. 763; Acervo FIEO.



316 - IVAN SERPA (1923 - 1973)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - técnica mista sobre papel - 23 x 15 cm - canto inferior direito - 1963 -

Pintor, desenhista, gravador e professor, Ivan Ferreira Serpa nasceu e faleceu no Rio de Janeiro. Estudou gravura e desenho com Axel Leskoschek (entre 1946 e 1948) no Rio de Janeiro. Em 1949, ministrou suas primeiras aulas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, onde, a partir de 1952, exerceu sistemática atividade didática, em especial no ensino infantil. Foi um dos precursores do concretismo no Brasil, criando ao lado de Aluisio Carvão, Lígia Clark, Hélio Oiticica e outros o Grupo Frente, que se manteve ativo de 1954 a 1956, inclusive com exposições no Rio de Janeiro. Participou da Divisão Moderna do SNBA (1947-1951). Em 1957, recebeu o prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna, RJ. Participou da exposição ’Opinião 65’, evento que marca a difusão de uma nova arte de tendência figurativa, a neofiguração. Em 1970, fundou, com Bruno Tausz, o Centro de Pesquisa de Arte no Rio de Janeiro. Participou da Bienal Internacional de São Paulo (1951, 1955, 1957, 1961, 1963, 1965) e da Bienal de Veneza (1952, 1954, 1962, 1966). PONTUAL, PÁG 486; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 605; ARTE NO BRASIL, PÁG. 840; LEONOR AMARANTE, PÁG. 26; MEC VOL. 4, PÁG. 221; ACERVO FIEO; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 899.



317 - HUGO ESPÍRITU ESCOBAR (1950)
Lance Livre - ENCERRADO

Caminhando - óleo sobre tela - 40 x 30 cm - canto inferior esquerdo - 1995 -

Artista peruano, radicado no Brasil. Como pintor autodidata, realizou viagem ao estrangeiro, radicando-se na América Central. Mercê de uma bolsa outorgada pela Embaixada do México, estudou pintura acadêmica na Escola Nacional de Belas Arte do México. Participou de Coletivas com premiações em diversos países da América Central. No Brasil expôs em São Paulo, com sucesso de público e crítica. JULIO LOUZADA vol 12 pág 147



318 - MOACYR ALVES (1904 - 1982)
Lance Livre - ENCERRADO

Caminhando - óleo sobre placa - 40 x 32 cm - canto inferior direito -
Moldura no estado.

Carioca de nascimento, diplomou-se em arquitetura na antiga Universidade do Brasil. Anos mais tarde tornou-se membro e ocupou o cargo de secretário da Sociedade Brasileira de Artes do Rio de Janeiro. Começou a participar de coletivas em 1930, sendo grande o número de premiações.Possui obras no antigo Palácio da Fazenda (RJ) e na sede na Light, em Toronto, Canadá. JULIO LOUZADA vol.9, pág. 38; ITAÚ CULTURAL.



319 - RENINA KATZ (1925)
Lance Livre - ENCERRADO

"Aldeia II" - litografia - 61/100 - 50 x 32 cm - canto inferior direito -

Gravadora, desenhista, ilustradora e professora, Renina Katz Pedreira nasceu no Rio de Janeiro. Assina Renina e Renina Katz. Cursou a Escola Nacional de Belas Artes, RJ (1947 a 1950) e teve como professores, entre outros, Henrique Cavalleiro e Quirino Campofiorito. Licenciou-se em desenho pela Faculdade de Filosofia da Universidade do Brasil. Iniciou-se em xilogravura com Axl Leskoschek, em 1946. Incentivada por Poty, ingressou no curso de gravura em metal, oferecido por Carlos Oswald no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro. Mudou-se para São Paulo em 1951, e lecionou gravura no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand e, posteriormente, na Fundação Armando Álvares Penteado, até a década de 1960. Em 1956, publicou o primeiro álbum de gravuras, intitulado ‘Favela’. A partir dessa data, foi docente da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo por 28 anos. Realizou muitas exposições individuais pelo Brasil, EUA, Chile, Paraguai, Portugal, Itália, Holanda e participou, entre as diversas mostras e Salões oficiais, das: Bienal Internacional de São Paulo (1955, 1959, 1961, 1963, 1985, 1989); Bienal de Veneza, Itália (1956, 1986); Panorama da Arte Atual Brasileira - MAM, SP (1974, 1977, 1980, 1984). Foi premiada no Rio de Janeiro (1951, 1952) e em São Paulo (1955, 1984). MEC VOL.2, PÁG.403; PONTUAL, PÁG. 288; WALMIR AYALA VOL.1, PÁG.441; JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG.15; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 606; ARTE NO BRASIL; www.artprice.com; www.catalogodasartes.com.br; www.editora.unicamp.br; www.laboratoriodasartes.com.br; artenaescola.org.br.



320 - ALBERTO DA VEIGA GUIGNARD (1896 - 1962)
Lance Livre - ENCERRADO

Cristo - óleo sobre madeira - 35 x 27 cm - canto inferior direito e dorso - 1960 -
Reproduzido no Convite deste Leilão. Com etiqueta assinada pelo Autor e carimbo da Petite Galerie - Rio de Janeiro, no dorso.

Pintor, professor, desenhista, ilustrador e gravador, Alberto da Veiga Guignard nasceu em Nova Friburgo, RJ e faleceu em Belo Horizonte, MG. Mudou-se com a família para a Europa em 1907. Em dois períodos, entre 1917 e 1918 e entre 1921 e 1923, frequentou a Real Academia de Belas Artes de Munique, onde estudou com Hermann Groeber e Adolf Hengeler. Aperfeiçoou-se em Florença e em Paris, onde participou do Salão de Outono. Retornou para o Rio de Janeiro em 1929 e integrou-se ao cenário cultural por meio do contato com Ismael Nery. Participou do Salão Revolucionário de 1931, e foi destacado por Mário de Andrade como uma das revelações da mostra. Em 1941, integrou a Comissão Organizadora da Divisão de Arte Moderna do Salão Nacional de Belas Artes, com Oscar Niemeyer e Aníbal Machado. Em 1943, passou a orientar alunos em seu ateliê e criou o Grupo Guignard. A única exposição do grupo, realizada no Diretório Acadêmico da Escola Nacional de Belas Artes, foi fechada por alunos conservadores e reinaugurada na Associação Brasileira de Imprensa. Em 1944, a convite do prefeito Juscelino Kubitschek, transferiu-se para Belo Horizonte e começou a lecionar e dirigir o curso livre de desenho e pintura da Escola de Belas Artes, por onde passaram Amilcar de Castro, Farnese de Andrade, Yara Tupynambá e Lygia Clark, entre outros. Permaneceu à frente da escola até 1962, quando, em sua homenagem, esta passou a chamar-se Escola Guignard. Participou da Bienal de Veneza (1928, 1952); da Bienal Internacional de São Paulo (1951) e outras. PONTUAL, PÁG. 254; MEC, VOL. 2, PAG. 304; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 236; JULIO LOUZADA, VOL. 10, PÁG. 404; ART PRICE ANNUAL 2000, PÁG. 1013; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 373; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 559; ARTE NO BRASIL, PÁG. 505; LEONOR AMARANTE, PÁG. 28; www.pinturabrasileira.com; www.brasilescola.com; web.artprice.com.



321 - DJANIRA DA MOTTA E SILVA (1914 - 1979)
Lance Livre - ENCERRADO

Interior de fábrica - serigrafia - 26 x 24 cm - canto inferior esquerdo -
No estado (papel manchado).

Pintora, desenhista, ilustradora, cartazista, cenógrafa e gravadora. Djanira da Motta e Silva nasceu em Avaré, SP e faleceu no Rio de Janeiro, RJ. No final da década de 1930, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde teve suas primeiras instruções de desenho no Liceu de Artes Ofícios e com o pintor Emeric Marcier, hóspede da pensão que Djanira instalou no bairro de Santa Teresa. Os contatos com os artistas Carlos Scliar, Milton Dacosta , Arpad Szenes , Vieira da Silva e Jean-Pierre Chabloz , frequentadores de sua pensão, proporcionaram um ambiente estimulador que a levou a expor no 48º Salão Nacional de Belas Artes, em 1942. No ano seguinte, realizou sua primeira mostra individual, na Associação Brasileira de Imprensa - ABI. Em 1945, viajou para Nova York. De volta ao Brasil, realizou o mural ‘Candomblé’ para a residência do escritor Jorge Amado, em Salvador, e painel para o Liceu Municipal de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Entre 1953 e 1954, viajou a estudo para a União Soviética. De volta ao Rio de Janeiro, tornou-se uma das líderes do movimento pelo Salão Preto e Branco, um protesto de artistas contra os altos preços do material para pintura. Realizou em 1963, o painel de azulejos ‘Santa Bárbara’, para a capela do túnel Santa Bárbara, Laranjeiras, Rio de Janeiro. No ano de 1966, a editora Cultrix publicou um álbum com poemas e serigrafias de sua autoria. Realizou muitas exposições individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil, EUA e Europa. Foi premiada no Rio de Janeiro (1943, 1944, 1949, 1950 a 1953, 1955, 1963) e em São Paulo (1951, 1955). Participou da 1ª e da 2ª Bienal Internacional de São Paulo (1951, 1955). Em 1977, o Museu Nacional de Belas Artes - MNBA, realizou uma grande retrospectiva de sua obra. ITAU CULTURAL; JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG. 336; PONTUAL, PÁG. 181; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 164; MEC, VOL. 2, PÁG 58; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG, 263; WALTER ZANINI, PÁG. 810; ARTE NO BRASIL, PÁG. 824; ACERVO FIEO.



322 - MARIA BONOMI (1935)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - litografia - 77/100 - 40 x 56 cm - canto inferior direito - 1985 -

Gravadora, pintora, figurinista, cenógrafa, muralista e escultora nascida em Meina, Itália. Mudou-se para o Rio de Janeiro ainda criança. Em São Paulo (década de 1950), estudou inicialmente com Yolanda Mohalyi, Karl Plattner e Livio Abramo. Na 'Columbia University', Nova York - EUA estudou artes gráficas com Hans Muller e História da Arte Comparada com Meyer Schapiro. Obteve bolsa de estudos no Pratt Institute, Nova York - EUA onde trabalhou com Seong Moy e Fritz Eichenberg, entre outros. De volta ao Brasil (1959) continuou seu aperfeiçoamento na gravura com Friedlaender no MAM, RJ. Fundou com Lívio Abramo o 'Estudio Gravura' (década de 1960), em São Paulo. Realizou várias exposições individuais e tem participado de muitas mostras coletivas e oficiais, no Brasil e no exterior. Recebeu, entre outros, o Prêmio de Melhor Gravador da VIII Bienal de São Paulo (1965); o Prêmio de Gravura na V Bienal de Paris (1968); o Prêmio de Gravura da VIII Exposição Internacional Ljubljana, modalidade xilogravura; o Prêmio de Aquisição na IX Bienal de mesmo nome (1971), culminando com o Prêmio Internacional de Gravura, modalidade litografia (1983). Como cenógrafa vale destacar o Prêmio de Revelação de Cenógrafa e Melhor Figurinista com a peça 'As feiticeiras de Salém' de Arthur Miller. O Prêmio Revelação dado pela APCT – Associação Paulista de Críticos Teatrais se repetiu nos anos de 1962, 1965 e 1967. Em 1965, recebeu o Prêmio Molière como melhor cenógrafa da peça "A megera domada”, de Shakespeare. Desde 1975 tem realizado numerosos painéis em concreto, de grandes dimensões, como os do Saguão do Maksoud Hotel e do Banco Sudameris do Brasil, as fachadas laterais do Esporte Clube Sírio e do Edifício J. Riskallah Joye, todos em São Paulo e, em Santiago do Chile, os painéis do Banco Exterior da Espanha. JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG.142; PONTUAL PÁG.80; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG.692; ARTE NO BRASIL PÁG.837; LEONOR AMARANTE PÁG.75, ACERVO FIEO; www.memorial.org.br; www.pinacoteca.org.br; www.bcb.gov.br; www.artprice.com.



323 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XX
Lance Livre - ENCERRADO

Veleiro - aquarela - 20 x 14 cm - canto inferior direito não identificada -
Paspatour no estado.



324 - OSMAR BENESON (1964)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 53/100 - 42 x 63 cm - canto inferior direito - 2013 -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Pintor, desenhista, gravador e ilustrador, começou sua formação artística no Liceu de Artes e Ofícios, SP. No início dos anos de 1990, em Portugal, fez parte de uma trupe de teatro de rua, na qual exercia as funções de ator, cenógrafo e figurinista. Depois fez aulas de história da arte com Lisetta Levi, de escultura com Cleber Machado e de pintura com Monica Nador. Realizou exposições individuais e participou de mostras coletivas em São Paulo, Fortaleza - CE, Barcelona - Espanha. ITAU CULTURAL; www.beneson.com.br; www.sp.senac.br.



325 - MARIA LEONTINA (1917 - 1984)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - pastel - 15 x 19 cm - canto inferior esquerdo -

Pintora, gravadora e desenhista. Maria Leontina Mendes Franco da Costa nasceu em São Paulo, SP e faleceu no Rio de Janeiro, RJ. Iniciou estudos de desenho com Antônio Covello, em São Paulo (1938), e na primeira metade da década de 1940 estudou pintura com Waldemar da Costa. Em 1946, no Rio de Janeiro, frequentou o ateliê de Bruno Giorgi e fez curso de museologia no Museu Histórico Nacional, entre 1946 e 1948. Em 1947, participou da exposição ‘19 Pintores’, na Galeria Prestes Maia, em São Paulo, ao lado de Lothar Charoux, Marcelo Grassmann, Aldemir Martins, Luiz Sacilotto e Flavio-Shiró. Em 1951, foi convidada pelo psiquiatra e crítico de arte Osório César para orientar o setor de artes plásticas do Hospital Psiquiátrico do Juqueri. No mesmo ano, organizou uma mostra dos internos no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Em 1952, com bolsa de estudo do governo francês, viajou para a Europa, acompanhada pelo marido, o pintor Milton Dacosta. Em Paris, entre 1952 e 1954, frequentou o ateliê de gravura de Johnny Friedlaender. Na década de 1960, realizou painel de azulejos para o Edifício Copan e vitrais para a Igreja Episcopal Brasileira da Santíssima Trindade, ambos em São Paulo. Realizou exposições individuais e participou de inúmeras mostras, Salões oficiais e Bienais como a Bienal de Veneza (1950, 1952, 1956). Foi premiada no Rio de Janeiro (1944, 1950, 1955, 1957, 1980); em São Paulo (1944; 1947; 1951; 1954; 1958; 1960; 1980; 1955, 1959, 1965 - Bienais Internacionais; 1969, 1970 - Panoramas da Arte Atual Brasileira; 1975 - prêmio pintura da Associação Paulista de Críticos de Artes - APCA); Brasília, DF (1980); Curitiba, PR (1980; Porto Alegre, RS (1980); Nova York (1960 - Fundação Guggenheim). ITAU CULTURAL; MEC, VOL. 2, PÁG. 471; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 309; PONTUAL, PÁG. 338; ARTE NO BRASIL, PÁG. 772; LEONOR AMARANTE, PÁG. 25; WALTER ZANINI, PÁG. 645; JULIO LOUZADA VOL. 2, PÁG. 572.



326 - PAULO BRANCO (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 7/30 - 26 x 67 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Artista plástico, Paulo Sérgio Fialho Branco nasceu em São Paulo. No convívio com seu primo que também é artista e editor de gravuras de artistas renomados, decidiu iniciar seu projeto em serigrafias inspirando-se na arte contemporânea concreta. www.arteprints.com.br.



327 - MDAGOSTINHO (1950)
Lance Livre - ENCERRADO

"O sussurro" - óleo sobre tela - 80 x 100 cm - canto inferior esquerdo e dorso - 2021 -

Pintora, desenhista, designer têxtil e ilustradora, Maria Madalena Dagostinho nasceu em São Paulo. Entre 1975 e 1990, frequentou a Escola Panamericana de Arte e o ateliê de Manoel Menacho. Realizou exposição individual no Museu de Literatura Mario de Andrade; no Espaço Cultural Infraero, Congonhas – SP (1990, 2000). Participou de mostras coletivas e Salões oficiais. Foi premiada com a Medalha de Bronze no Salão Paulista de Belas Artes, SP em 1984.



328 - MANUEL EUDÓCIO (1931)
Lance Livre - ENCERRADO

Cristo - escultura em terracota patinada - 28 x 16 x 06 cm - assinado -

Manuel Eudócio Rodrigues, natural de Alto do Moura, próximo a Caruaru, (PE). Começa a modelar o barro da mesma maneira como as demais crianças criadas em ambientes oleiros no Brasil: observando os parentes próximos e fazendo animaizinhos de brincadeira. Em 1949, conhece Mestre Vitalino quando este se transfere para o Alto do Moura, tornando-se então seu discípulo. Assim como Zé Caboclo, seu cunhado, inicialmente produzia esculturas em barro natural. Influenciado pelo mercado, passa a pintar parcialmente as peças com tintas fortes e coloridas. Apaixonado pela "arte de boneco", criou um grande repertório de figuras: cangaceiros, casais de noivos a cavalo, maracatus e Bumba-meu-boi. É considerado um dos primeiros ceramistas da localidade onde nasceu e vive até hoje. Casado, teve nove filhos, dos quais cinco seguiram-lhe o ofício.



329 - EDUARDO SUED (1925)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 29/100 - 62 x 72 cm - canto inferior direito -
Com relevo seco de Papel Assinado - Brasil.

Pintor, desenhista, gravador, ilustrador, vitralista e professor. Graduou-se na Escola Nacional de Engenharia do Rio de Janeiro (1948). No ano seguinte estudou desenho e pintura com Henrique Boese. Trabalhou como desenhista no escritório de Oscar Niemeyer (entre 1950 e 1951). Viajou para Paris (1951) onde frequentou as academias “La Grande Chaumière” e “Julian”. Retornou ao Rio de Janeiro (1953) e frequentou o ateliê de Iberê Camargo para estudar gravura em metal, tornando-se mais tarde, seu assistente. Lecionou desenho e pintura na Escolinha de Arte do Brasil (1956) e transferiu-se para São Paulo (1957) onde ministrou aulas de desenho, pintura e gravura, na FAAP (1958 a 1963). Voltou a morar no Rio de Janeiro (1964) e publicou o álbum de águas-fortes “25 Gravuras”. Ministrou aulas de gravura em metal no MAM, RJ (entre 1974 e 1980). Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1968, 1970, 1974, 1982, 1983,1986,1987, 1990, 1992, 1994, 1997 a 2000, 2004, 2005, 2010, 2013 a 2017); São Paulo (1984, 1989, 1993, 1999, 2003, 2005, 2010, 2016); Curitiba, PR (1995); Belo Horizonte, MG (2010, 2013); Brasília, DF (2019). Também foram muitas as participações em mostras coletivas e oficiais, destacando-se: Bienal Internacional de Gravura, Cracóvia – Polônia (1970); Bienal Internacional de São Paulo (1981, 1987, 1989); Bienal de Veneza (1984); Bienal do Merco Sul (2005). ARTE NO BRASIL PÁG. 814; JULIO LOUZADA VOL. 2, PÁG. 975; www.sued.art.br; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



330 - EMILIANO DI CAVALCANTI (1897 - 1976)
Lance Livre - ENCERRADO

Encontro à beira-mar - óleo sobre cartão telado - 33 x 41 cm - canto inferior esquerdo - 1953 -
Reproduzido no Convite deste Leilão.

Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo nasceu e faleceu no Rio de Janeiro. Foi pintor, ilustrador, caricaturista, gravador, muralista, desenhista, jornalista, escritor e cenógrafo. Iniciou sua carreira artística como caricaturista e ilustrador, publicando sua primeira caricatura em 1914, na revista Fon-Fon. Em 1917, residiu em São Paulo, onde frequentou o curso de Direito no Largo São Francisco e o ateliê de Georg Elpons. Conviveu com artistas e intelectuais paulistas como Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Guilherme de Almeida, entre outros. Foi o idealizador e o principal organizador da Semana de Arte Moderna de 1922, na qual expôs 12 obras. Em 1923, fez sua primeira viagem à França, onde atuou como correspondente do jornal Correio da Manhã. Em Paris, frequentou a Academia Ranson, instalou ateliê e conheceu obras, artistas e escritores europeus de vanguarda como, Pablo Picasso, Georges Braque, Fernand Léger, Henri Matisse, Jean Cocteau e Blaise Cendrars. Voltou a São Paulo em 1926, trabalhou como jornalista e ilustrador no jornal Diário da Noite. Em 1931, participou do Salão Revolucionário e, no ano seguinte, fundou em São Paulo, com Flávio de Carvalho, Antonio Gomide e Carlos Prado, o Clube dos Artistas Modernos (CAM). Em 1938 viajou a Paris, onde trabalhou na rádio Diffusion Française nas emissões Paris Mondial. Retornou ao Brasil em 1940, trabalhou como ilustrador, e publicou poemas e memórias de viagem. Realizou muitas exposições individuais e participou de inúmeras mostras e Salões oficiais, entre os quais: Bienal de Veneza (1950, 1956), Bienal Internacional de São Paulo (1951, 1953, 1963, 1971). Foi premiado em: Paris (1937), Trieste, Itália (1956), México (1960 - Bienal Interamericana). Muitas exposições póstumas também já foram realizadas. REIS JR., PÁGS. 378/379; TEODORO BRAGA, PÁG 82; MEC, VOL 2, PÁGS 53 E 54; PONTUAL, PÁGS 176 A 178; WALMIR AYALA, VOL 1, PÁGS 256 E 257; ART SALES, VOL 1, PÁG 207; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG 446; LEONOR AMARANTE, PÁG 12, ACERVO FIEO; artprice.com.



331 - EMILIANO DI CAVALCANTI (1897 - 1976)
Lance Livre - ENCERRADO

Mangue - serigrafia - H.C. - 54 x 36 cm - canto inferior direito -

Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo nasceu e faleceu no Rio de Janeiro. Foi pintor, ilustrador, caricaturista, gravador, muralista, desenhista, jornalista, escritor e cenógrafo. Iniciou sua carreira artística como caricaturista e ilustrador, publicando sua primeira caricatura em 1914, na revista Fon-Fon. Em 1917, residiu em São Paulo, onde frequentou o curso de Direito no Largo São Francisco e o ateliê de Georg Elpons. Conviveu com artistas e intelectuais paulistas como Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Guilherme de Almeida, entre outros. Foi o idealizador e o principal organizador da Semana de Arte Moderna de 1922, na qual expôs 12 obras. Em 1923, fez sua primeira viagem à França, onde atuou como correspondente do jornal Correio da Manhã. Em Paris, frequentou a Academia Ranson, instalou ateliê e conheceu obras, artistas e escritores europeus de vanguarda como, Pablo Picasso, Georges Braque, Fernand Léger, Henri Matisse, Jean Cocteau e Blaise Cendrars. Voltou a São Paulo em 1926, trabalhou como jornalista e ilustrador no jornal Diário da Noite. Em 1931, participou do Salão Revolucionário e, no ano seguinte, fundou em São Paulo, com Flávio de Carvalho, Antonio Gomide e Carlos Prado, o Clube dos Artistas Modernos (CAM). Em 1938 viajou a Paris, onde trabalhou na rádio Diffusion Française nas emissões Paris Mondial. Retornou ao Brasil em 1940, trabalhou como ilustrador, e publicou poemas e memórias de viagem. Realizou muitas exposições individuais e participou de inúmeras mostras e Salões oficiais, entre os quais: Bienal de Veneza (1950, 1956), Bienal Internacional de São Paulo (1951, 1953, 1963, 1971). Foi premiado em: Paris (1937), Trieste, Itália (1956), México (1960 - Bienal Interamericana). Muitas exposições póstumas também já foram realizadas. REIS JR., PÁGS. 378/379; TEODORO BRAGA, PÁG 82; MEC, VOL 2, PÁGS 53 E 54; PONTUAL, PÁGS 176 A 178; WALMIR AYALA, VOL 1, PÁGS 256 E 257; ART SALES, VOL 1, PÁG 207; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG 446; LEONOR AMARANTE, PÁG 12, ACERVO FIEO; artprice.com.



332 - HEITOR CARILLO (1924 - XX)
Lance Livre - ENCERRADO

"Santo Amaro" - óleo sobre tela - 38 x 46 cm - canto inferior direito e dorso - 1984 -

Pintor, compositor e publicitário. Aperfeiçou sua técnica com Pedro Bruno e Silvio Alves. Realizou diversas exposições individuais em seu próprio ateliê, tem figurado em diversos salões e coletivas, conquistando prêmios. JULIO LOUZADA vol. 4, pág. 216



333 - JORGE RACHID BUSSAB (1927)
Lance Livre - ENCERRADO

"Correnteza de cor" - óleo sobre placa - 50 x 60 cm - canto inferior direito -

Pintor, gravador, ceramista, escultor e tapeceiro, natural da cidade de São Paulo, onde nasceu a 28 de fevereiro. Estudou com Aldo Bonadei por cinco anos. Segundo o renomado crítico Jacob Klintowitz, " A aproximação de Bussab com os elementos naturais, a sua discrição e pouco convívio com os movimentos internacionais da arte, o seu recolhimento, o tornaram distante das correntes e modas de arte. Os seus motivos são constantes, a sua maneira de pintar e o tratamento que ele dá aos seus motivos, o seu sistema, é inventivo." JULIO LOUZADA vol.10, pág. 153



334 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Pássaro - xilogravura - 166/200 - 11 x 20 cm - canto inferior direito - 1990 -

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



335 - ESCOLA EUROPÉIA, SÉC. XIX - XX
Lance Livre - ENCERRADO

Meninos - óleo sobre tela colada em madeira - 35 x 46 cm - não assinado -
(Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")



336 - INOS CORRADIN (1929)
Lance Livre - ENCERRADO

Marinha - serigrafia - 35/100 - 26 x 35 cm - canto inferior direito -
No estado (pequenas manchas).

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



337 - JOSÉ SABÓIA (1949)
Lance Livre - ENCERRADO

Casal - óleo sobre tela - 40 x 50 cm - canto inferior direito -

Pintor, José Sabóia do Nascimento nasceu em Almadina-BA. Artista autodidata foi para o Rio de Janeiro em 1967 e começou a pintar no ano seguinte, passando a expor seus trabalhos na feira hippie de Ipanema. Fez sua primeira exposição individual em Fortaleza, CE (1970). Entre as exposições de que participou, destacam-se: I e III Salão Nacional de Artes Plásticas do Ceará, Fortaleza, (1969, 1971 - Prêmio Aquisição); Dez Pintores no Rio de Janeiro, no MNBA, RJ (1983); ‘Brésil Naifs’, Paris (1986); ‘Salon d'Art Naif’- Marseilha, França (1987); ‘Pintura, Presença e Povo na Arte Brasileira’ no Museu da Casa Brasileira - São Paulo (1990); ‘Visões do Rio’ no MAM, RJ (1996). No exterior expôs individualmente em São Francisco, EUA e Munique, Alemanha, além de participar de coletivas em vários países e, principalmente na França, com exposições organizadas pela Galeria Jacqueline Bricard e uma presença cativa na ‘Galerie Naïfs du Monde Entier’ em Paris. José Sabóia participou do Concurso Internacional de Morges, quando seu quadro foi eleito pelo público, a melhor obra de 60 participantes de 22 países, premiação que originou o convite da Galeria Kasper para realizar uma exposição individual em 1997. JULIO LOUZADA vol. 11, pág. 278; ARTE NAIF NO BRASIL, pág. 228; ITAÚ CULTURAL, Acervo FIEO; www.artprice.com; www.nautilus.com.br; www.ardies.com.



338 - FRANCISCO BRENNAND (1927 - 2019)
Lance Livre - ENCERRADO

Objeto - cerâmica - 05 x 15 x 15 cm - não assinado -
Com marca da Oficina Cerâmica Francisco Brennand.

Pintor, desenhista, gravador, ceramista, escultor, tapeceiro e ilustrador, Francisco de Paula Coimbra de Almeida Brennand nasceu e faleceu em Recife, PE. Iniciou sua formação em 1942, aprendendo a modelar com Abelardo da Hora. Posteriormente, recebeu orientação em pintura de Álvaro Amorim e Murilo Lagreca. Viajou para a França (1949), incentivado por Cicero Dias. Frequentou cursos com André Lhote e Fernand Léger, em Paris (1951); conheceu obras de Pablo Picasso e Joán Miró e descobriu, na cerâmica, seu principal meio de expressão. Realizou diversos painéis e murais cerâmicos (entre 1958 a 1999) em várias cidades do Brasil e dos Estados Unidos. Iniciou a restauração de uma velha olaria de propriedade paterna (1971), próxima a Recife, transformando-a em ateliê, onde manteve em exposição permanente objetos cerâmicos, painéis e esculturas. Exposições retrospectivas de sua produção foram realizadas em Berlim -“Staatliche Kunsthalle” (1993) e na Pinacoteca do Estado de São Paulo - “Brennand: Esculturas 1974-1998” (1998). Foi publicado o livro “Brennand”, Editora Métron, com texto de Olívio Tavares de Araújo (1997). Foram lançados vários vídeos sobre sua obra, entre eles, “Francisco Brennand: Oficina de Mitos”, pela Rede Sesc/Senac de Televisão (2000). Realizou exposições individuais em: São Paulo (1960, 1961); Olinda, PE (1961); Salvador, BA (1961); Rio de Janeiro (2000). Participou de diversas mostras coletivas e Salões oficiais, destacando-se: Salão Anual de Pintura, Museu do Estado de Pernambuco (1947 – 1º Prêmio em Pintura, 1948 – 1º Prêmio em Pintura, 1950 – 2º Prêmio, 1953, 1954); Salão Baiano de Belas Artes (1955 – Medalha de Prata); Bienal Hispano Americana, Barcelona – Espanha (1956); Bienal Internacional de São Paulo (1959); Exposição Internacional de Cerâmica e Pintura, Oostende – Bélgica (1959). JULIO LOUZADA VOL. 3, PÁG.161. PONTUAL PÁG. 88. MEC VOL. 1, PÁG. 294; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 717; ARTE NO BRASIL PÁG. 879. ACERVO FIEO, www.artprice.com.



339 - RUBEM VALENTIM (1922 - 1991)
Lance Livre - ENCERRADO

Emblema - serigrafia - P.E.1 / 22 P.M. - 80 x 60 cm - não assinado -
Edição póstuma com relevo seco do Projeto Cultural Rubem Valentim.

Escultor, pintor, gravador, professor nascido em Salvador, BA e falecido em São Paulo. Iniciou-se nas artes visuais na década de 1940, como pintor autodidata. Entre 1946 e 1947 participou do movimento de renovação das artes plásticas na Bahia, com Mario Cravo Júnior, Carlos Bastos e outros artistas. Em 1953 formou-se em jornalismo pela Universidade da Bahia e publicou artigos sobre arte. Residiu no Rio de Janeiro entre 1957 e 1963, onde se tornou professor assistente de Carlos Cavalcanti no curso de história da arte do Instituto de Belas Artes. Residiu em Roma entre 1963 e 1966, com o prêmio viagem ao exterior, obtido no Salão Nacional de Arte Moderna. Em 1966 participou do Festival Mundial de Artes Negras em Dacar, Senegal. Ao retornar ao Brasil, residiu em Brasília e lecionou pintura no Ateliê Livre do Instituto de Artes da Universidade de Brasília - UnB. Em 1972, fez um mural de mármore para o edifício-sede da Novacap em Brasília, considerado sua primeira obra pública. Em 1979, Valentim realizou escultura de concreto aparente, instalada na Praça da Sé, em São Paulo, definindo-a como o Marco Sincrético da Cultura Afro-Brasileira e, no mesmo ano e foi designado, por uma comissão de críticos, para executar cinco medalhões de ouro, prata e bronze, para a Casa da Moeda do Brasil. Em 1998 o Museu de Arte Moderna da Bahia inaugurou a Sala Especial Rubem Valentim no Parque de Esculturas. Foi premiado nas Bienais Internacionais de São Paulo de 1967 e 1973, entre outros. PONTUAL, PÁG.532; WALMIR AYALA, VOL.2, PÁGS.395; TEIXEIRA LEITE, PÁG.517; MEC, VOL.4, PÁG.443; JULIO LOUZADA, VOL.11, PÁG.330; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 682; ARTE NO BRASIL, PÁG. 874; LEONOR AMARANTE, PÁG. 257, ACERVO FIEO; web.artprice.com.



340 - STELLA NAVES (1945)
Lance Livre - ENCERRADO

"Trio" - técnica mista sobre tela - 70 x 100 cm - canto inferior esquerdo e dorso - 2021 -

Pintora ativa no Estado de São Paulo. Suas cores são bem dosadas e a composição agrada aos olhos, pois traz harmonia e tranquilidade. A artista expõe regularmente, com sucesso de público e vendas.



341 - SAMUEL CASAL (1974)
Lance Livre - ENCERRADO

"Malbec" - serigrafia - P.V. - 50 x 19 cm - canto inferior direito -

Desenhista, gravador, quadrinista e ilustrador nascido em Caxias do Sul, RS. Teve suas criações expostas e publicadas no Brasil, Itália, Espanha, México, França, Alemanha e EUA. Assinou as ilustrações do livro Dom Quixote (Companhia das Letras) que lhe rendeu o Prêmio Jabuti e uma Menção Honrosa na Bienal Brasileira de Design Gráfico, além de um painel em grande formato comissionado para loja conceito da marca Nike no RJ e também os relevos presentes na abertura da novela “Velho Chico” (Rede Globo, 2016). Como ilustrador, colaborou com diversas revistas brasileiras, entre elas: Caros Amigos, Você S/A, Macmania, Mundo Estranho, Superinteressante, Viagem & Turismo, Florense, Le Monde Diplomatique, Exame, Tam Magazine e Quatro Rodas. Seus trabalhos como quadrinista incluem “Prontuário 666”, em coautoria com Adriana Brunstein. www.samuelcasal1974.com; www.gravura.art.br; rvculturaearte.com.



342 - MARIO ALFREDO CARISTINA (1945)
Lance Livre - ENCERRADO

Barcos - óleo sobre placa - 16 x 22 cm - canto inferior direito -

Autodidata, embora tenha frequentado os ateliês de Ettore Federighi e Carlos Bueno Assunção. Pintou o litoral paulista em companhia de Domingos Antequera. Em 1976, participou da Bienal Nacional-SP. JULIO LOUZADA, vol. 3 pág. 218. ACERVO FIEO.



343 - TAPETE ORIENTAL,
Lance Livre - ENCERRADO


Ponto de nó, feito a mão, de lã, Pakistan, medindo 0,94 x 0,62 m = 0,58 m².



344 - IVAN MARQUETTI (1941)
Lance Livre - ENCERRADO

Portas - serigrafia - 26/200 - 33 x 22 cm - canto inferior direito -
Papel manchado e moldura no estado.

Ivan João Alvarez Marquetti, desenhista e pintor, nasceu no Rio de Janeiro. Assina Marchetti. Sua formação artística foi no Rio de Janeiro, Ouro Preto - MG e França. Participou de inúmeras exposições e Salões oficiais. Individuais: Brasília, DF (1986); Rio de Janeiro (1971, 1974); Recife, PE (1972, 1973). Coletivas: Rio de Janeiro (1961, 1967, 1971, 1974, 1978, 1982, 1983); Brasília, DF (1971, 1976, 1981, 1986, 1988); Recife, PE (1973); São Paulo (1977), Belo Horizonte, MG (1992, 1995). JULIO LOUZADA, VOL. 3, PÁG.690; VOL. 4, PÁG. 690; VOL. 6, PÁG. 681; VOL. 8, PÁG. 535; PONTUAL, PÁG. 342; MEC, VOL.3, PÁG. 76, ITAU CULTURAL.



345 - ANGELO CANNONE (1899 - 1992)
Lance Livre - ENCERRADO

Marinha - óleo sobre placa - 15 x 23 cm - canto inferior direito -

Pintor, desenhista e professor nascido em Abruzzo, Itália. Assinava D’Angelo, Angelo Cannone e A. Cannone. Aos cinco anos mudou-se para Nápoles com sua família. Em fins de 1947, veio para o Brasil, residiu algum tempo em São Paulo e depois se mudou para o Rio de Janeiro, onde se radicou e lá faleceu. Estudou no Instituto de Belas Artes de Nápoles com Paolo Vetri. Viveu em Roma durante quatro anos com uma pensão conquistada em um concurso em Nápoles. Lecionou desenho no Instituto Técnico. Expôs individualmente em São Paulo (1947, 1993) e no Rio de Janeiro (1947, 1973, 1980, 1984). Foi premiado, na Itália, em: 1922, 1925, 1929, 1941 e, no Brasil, em 1960. Em 1972 pintou o retrato do papa Pio X, em tamanho natural, que está na Igreja dos Italianos, RJ. WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 168; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 187; VOL. 3, PÁG. 203; VOL.8, PÁG. 165; VOL. 9, PÁG. 171; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; brasilartesenciclopedias.com.br; www.artprice.com; www.arcadja.com.



346 - CÍCERO DIAS (1908 - 2003)
Lance Livre - ENCERRADO

Saudade - serigrafia - 109/200 - 90 x 69 cm - canto inferior esquerdo -
No estado (pequenas manchas).

Pintor, gravador, desenhista, ilustrador, cenógrafo e professor - Cícero dos Santos Dias nasceu em Escada, PE e faleceu em Paris. Iniciou estudos de desenho em sua terra natal e mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se matriculou, em 1925, nos cursos de arquitetura e pintura da Escola Nacional de Belas Artes, mas não os concluiu. Entrou em contato com o grupo modernista e, em 1929, colaborou com a ‘Revista de Antropofagia’. Em 1931, no Salão Revolucionário, na Enba, expôs o polêmico painel, tanto por sua dimensão quanto pela temática: ‘Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife’. Ilustrou, em 1933, ‘Casa Grande & Senzala’, de Gilberto Freyre. Em 1937 foi preso no Recife quando da decretação do Estado Novo. A seguir, incentivado por Di Cavalcanti, viajou para Paris onde conheceu Georges Braque, Henri Matisse, Fernand Léger e Pablo Picasso, de quem se tornou amigo. Em 1942, foi preso pelos nazistas e enviado a Baden-Baden, na Alemanha. Entre 1943 e 1945, viveu em Lisboa como Adido Cultural da Embaixada do Brasil. Retornou a Paris onde integrou o grupo abstrato Espace. Em 1948, realizou o mural do edifício da Secretaria das Finanças do Estado de Pernambuco, considerado o primeiro trabalho abstrato do gênero na América Latina. Em 1965, foi homenageado com sala especial na Bienal Internacional de São Paulo. Inaugurou, em 1991, painel de 20 metros na Estação Brigadeiro do Metrô de São Paulo. No Rio de Janeiro, foi inaugurada a Sala Cícero Dias no Museu Nacional de Belas Artes - MNBA. Recebeu do governo francês a Ordem Nacional do Mérito da França, em 1998, aos 91 anos. MEC, VOL.2, PÁG.50; WALMIR AYALA, VOL.1, PÁG.252; TEIXEIRA LEITE, PÁGS. 157, PONTUAL, PÁGS. 174; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 564; ARTE NO BRASIL, PÁG. 715; LEONOR AMARANTE, PÁG. 146; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 334; ACERVO FIEO; web.artprice.com.



347 - ARTE POPULAR BRASILEIRA (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Bêbados - escultura em terracota - 12 x 08 x 06 cm - assinado -
Carminha.



348 - MABELL (1948)
Lance Livre - ENCERRADO

Flores - óleo sobre tela - 40 x 50 cm - canto inferior direito e dorso - 1994 -

Pintora, desenhista e professora, Márcia Franco Belleza nasceu em São Paulo. Assina Mabell. Realizou exposição individual em Serra Negra, SP (1987) e participou de mostras coletivas e oficiais em Serra Negra, SP (1986 a 1996); São Paulo (1987, 1990 a 1996); Embu, SP (1995); Peruíbe, SP (1996). JULIO LOUZADA VOL. 9, PÁG. 508.



349 - WELLINGTON VIRGOLINO (1929 - 1988)
Lance Livre - ENCERRADO

Casal - serigrafia - 14/100 - 29 x 50 cm - canto inferior direito -

Pernambucado do Recife, é pintor e gravador. Pinturas de cromatismo vigoroso e variado em ambientações típicas do nordeste cercam as figuras que povoam os trabalhos de Virgolino, em criações de grande habilidade e lirismo. A propósito de sua obra, assim se manifestou Walter Zanini, na obra de PONTUAL abaixo mencionada: " A raiz popularesca (...) amolda-se perfeitamente ao caráter simbólico e arcaizante de suas representações dominadas por um certo tema exposto com clareza e concisão, não obstante a avassalante presença dos motivos de preenchimento que movimentam e enriquecem todos os aspectos da composição. Na cor densa e úmida transparece ainda a sensibilidade equatorial deste pintor que soube definir uma própria e instintiva fantasia poética." JULIO LOUZADA, vol 1, pág 1039; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, pág. 717; ARTE NO BRASIL, pág. 879; PONTUAL, pág. 543.



350 - JACY (1938)
Lance Livre - ENCERRADO

Casa - óleo sobre tela - 57 x 40 cm - canto inferior esquerdo - 1971 -

Pintora, Jacy Menezes Fonseca nasceu em Catanduva, SP. Assina Jacy. Participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais sendo premiada, em 1997, em São Paulo e em São José dos Campos, SP. JULIO LOUZADA VOL. 10, PÁG. 447.



351 - TÂNIA FIALHO (1965)
Lance Livre - ENCERRADO

Dominós - serigrafia - 22/50 - 25 x 65 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Artista plástica paulistana com participações em mostras coletivas.



352 - ANTONIO FEDERIGHI (1937)
Lance Livre - ENCERRADO

"Avenida Marechal Rondom" - óleo sobre tela colada em placa - 21 x 18 cm - canto inferior direito e dorso - 1985 - Corumbá - MG -
Moldura no estado.

Pintor ativo em Embú das Artes-SP. Participou do Salão Paulista de Belas Artes em 1967. JULIO LOUZADA, vol. 1, pag. 374



353 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XX
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - escultura em bronze - 20 x 08 x 1,5 cm - não identificado -



354 - RAMON CÁCERES (1944)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 28/45 - 40 x 40 cm - canto inferior direito -

Natural de Quilindy, Paraguai, fixou residência em São Paulo no ano de 1970, tornando-se discípulo da restauradora internacional Luciana Battioli, que o elogia pela técnica perfeita, sensibilidade aguda de exímio colorista. Tem como proposta estética o purismo da forma equilibrado notavelmente com um cromatismo muito particular e ritmado.Tem obras no MASP, no México e em coleções particulares no Brasil e no Paraguai. JULIO LOUZADA vol.2, pág. 191; ITAÚ CULTURAL, Acervo FIEO.



355 - HUMBERTO DA COSTA (1941)
Lance Livre - ENCERRADO

Figuras - óleo sobre tela - 60 x 50 cm - canto inferior esquerdo -
No estado (limpeza necessária).

Pintor e desenhista natural da cidade do Rio de Janeiro. Radicou-se na cidade de São João do Mereti, inciando-se no desenho ainda quando estudante. Estudou com Aluisio Carvão (1966), quando frequentou o MAM-RJ. Paisagista no início, sofreu influência de Arlindo Mesquita, passando a se dedicar à figura humana. Individuais em 1969 e 1971, e coletivamente a partir de 1970 (SNBA-RJ). JULIO LOUZADA, vol. 3, pág. 293; Acervo FIEO.



356 - OLIMPIA COUTO (1947)
Lance Livre - ENCERRADO

Rosas - serigrafia - 62/100 - 64 x 26 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Mineira de Estrela do Indaiá, a autora é pintora, muralista e gravadora. Estudou na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais-BH. Como assistente da gravurista Yara Tupynambá (1932) , executa os murais Gênesis, A Criação do Mundo, na Igreja de Ferros, MG, e Guerra e Paz, na Câmara Municipal de Belo Horizonte. Em 1979, seu trabalho é destacado em sala especial na Bienal Nacional, em São Paulo. "Sei que deveria, nesta apresentação, falar da limpeza da cor e do domínio que demonstra agora, do arrojo das composições com cortes ousados e planos definidos, do requinte das modulações das cores, sinfonias harmônicas de verdes e rosas, mas a emoção maior de assistir sua plenitude presente, que comove meu coração, dá-me vontade de lembrar-lhe coisas muito mais importantes que a técnica e a estrutura composicional que você adquiriu ao longo dos anos de aprendizado e dura luta. Quero lembrar-lhe, Olímpia, que você é um dos elos de uma grande corrente começada em Florença, no Quatrocentto, com Fra Angelico e Boticelli e chegada à Minas pelas mãos de Guignard, representando algo bem maior que a técnica das transparências e do grafismo que caracterizaram a arte mineira: antes, a capacidade de ver a vida através da poesia das coisas, numa atitude reflexivamente poética que transcende o tempo, herança maior que Guignard nos legou." Yara Tupynambá, in: OLÍMPIA Couto. Belo Horizonte: Galeria Guignard, 1982. JULIO LOUZADA vol.11, pág. 79; ITAÚ CULTURAL.



357 - JOSÉ MORAES (1921 - 2003)
Lance Livre - ENCERRADO

Retrato de Mário de Andrade - monotipia - 32 x 23 cm - canto inferior direito -

Pintor, gravador, desenhista, escultor, ilustrador e professor, José Machado de Morais nasceu no Rio de Janeiro e faleceu em São Paulo. Assina José Moraes. Formou-se em pintura pela Escola Nacional de Belas Artes, RJ (1941). Paralelamente aos estudos universitários, teve aulas de pintura com Quirino Campofiorito. Tornou-se assistente de Candido Portinari, em Brodosqui (1942) e trabalhou com o mesmo na execução do painel da capela de São Francisco de Assis, de Oscar Niemeyer, em Belo Horizonte (1945). Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1945, 1947, 1966, 1968, 1969, 1970); São Paulo (1962, 1965, 1967, 1970, 1979 – MAM, SP, 1982, 1983, 1984, 1986); Bagé, RS (1946, 1979); Pelotas, RS (1946); Porto Aiegre, RS (1948, 1980, 1988, 1992, 1995); Uberlândia, MG (1952, 1972, 1977, 1978, 1987); Belo Horizonte, MG (1964); Campinas, SP (1974); Cataguases, MG (1981); Goiânia, GO (1987); Brasília, DF (1989, 1995). Participou de várias mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil como: Panorama da Arte Brasileira – MAM, São Paulo (1969, 1970, 1971, 1973, 1976, 1977) e no exterior. Foi premiado, nos anos de 1940, em quatro edições do Salão Nacional de Belas Artes – RJ. Com o prêmio Viagem ao Exterior recebido na 55ª edição (1949), viajou para Itália onde permaneceu estudando pintura mural (1950 a 1951). De volta ao Rio de Janeiro, dedicou-se à execução de mosaicos e afrescos até 1958, quando se mudou para São Paulo. Tornou-se professor na FAAP (1967). Aperfeiçoou-se em serigrafia (1971) com Michel Caza, em Paris, para onde retornou em outras três ocasiões, com a mesma finalidade. Fez também estágios em litografia com Michel Potier, na "École de Beaux-Arts", Paris, e com Eugène Shenker, no "Centre de Gravure Contemporaine", Genebra. MEC VOL. 3, PÁG. 196; Pontual pág. 369; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 646; VOL. 2, PÁG. 689; VOL. 5, PÁG. 706; VOL. 6, PÁG. 748; VOL. 8, PÁG. 586; VOL. 12, PÁG. 278; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 602, ACERVO FIEO.



358 - ALEMAOART (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Ciclista - impressão digital - 86/100 - 40 x 45 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Grafiteiro, pintor e desenhista, Anderson Ferreira Lemes não sabia o que era grafite quando pintou o muro do colégio em que estudava em Assis, sua cidade natal. ALEMAOART é a sua assinatura pelo mundo entre telas, muros e trabalhos sociais. Participou das exposições coletivas: "Países da América Latina", Barcelona (2011); "Conexão Arte Brasil X França, Miss Brésil France Carrossel do Louvre", Paris - Louvre (2013). Ao retornar da temporada na Europa, realizou sua primeira exposição individual no Memorial Rezende Barbosa, em Assis. Já participou de mais de 40 exposições entre Brasil, EUA, Europa, Canadá e Austrália; e fez mais de 30 participações voluntárias entre doações de obra, oficinas de grafite e pintura de murais em instituições como escolas e hospitais. www.alemao.art.br.



359 - JAVIER ALVARO ASFADUROFF NIBBES (1954)
Lance Livre - ENCERRADO

"El vandolon" - óleo e encáustica sobre tela - 50 x 70 cm - canto superior direito e dorso - 2020 - São Paulo -
(Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Pintor e desenhista uruguaio nascido em Montevidéu. Frequentou o Liceu Onze de Cerro Montevidéu (entre 1965 e 1967) onde foi aluno de Torres Garcia. A partir de 1994 passou a figurar em bienais e várias exposições coletivas. JULIO LOUZADA VOL. 10,PÁG. 637; asfaduroffnibbes.com; www.artprice.com.



360 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Galo - serigrafia - 120/120 - 60 x 40 cm - não assinado -
Tiragem póstuma editada pelo Estúdio Aldemir Martins.

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.

15 de Setembro de 2021
(Quarta) Lotes 361 a 540



361 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Gato - serigrafia - 51/120 - 60 x 42 cm - não assinado -
Tiragem póstuma editada pelo Estúdio Aldemir Martins.

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



362 - JAVIER ALVARO ASFADUROFF NIBBES (1954)
Lance Livre - ENCERRADO

"Los músicos en el bar" - óleo e encáustica sobre tela - 70 x 120 cm - dorso - 2021 - São Paulo -
(Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Pintor e desenhista uruguaio nascido em Montevidéu. Frequentou o Liceu Onze de Cerro Montevidéu (entre 1965 e 1967) onde foi aluno de Torres Garcia. A partir de 1994 passou a figurar em bienais e várias exposições coletivas. JULIO LOUZADA VOL. 10,PÁG. 637; asfaduroffnibbes.com; www.artprice.com.



363 - ALEMAOART (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Ciclista - impressão digital - 85/100 - 50 x 38 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Grafiteiro, pintor e desenhista, Anderson Ferreira Lemes não sabia o que era grafite quando pintou o muro do colégio em que estudava em Assis, sua cidade natal. ALEMAOART é a sua assinatura pelo mundo entre telas, muros e trabalhos sociais. Participou das exposições coletivas: "Países da América Latina", Barcelona (2011); "Conexão Arte Brasil X França, Miss Brésil France Carrossel do Louvre", Paris - Louvre (2013). Ao retornar da temporada na Europa, realizou sua primeira exposição individual no Memorial Rezende Barbosa, em Assis. Já participou de mais de 40 exposições entre Brasil, EUA, Europa, Canadá e Austrália; e fez mais de 30 participações voluntárias entre doações de obra, oficinas de grafite e pintura de murais em instituições como escolas e hospitais. www.alemao.art.br.



364 - INOS CORRADIN (1929)
Lance Livre - ENCERRADO

Equilibrista - serigrafia - 46/100 - 58 x 32 cm - canto inferior direito -

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



365 - JOEL FIRMINO DO AMARAL (1951)
Lance Livre - ENCERRADO

Casario - óleo sobre tela - 24 x 30 cm - canto inferior direito e dorso - Sarapuí - SP -

Pintor nascido em São Paulo, onde é ativo. Assina Amaral. Foi aluno de Colette Pujol. Tem participado de mostras coletivas e Salões oficiais. Recebeu: prêmio aquisição no SAPBA (1985); prêmio no SPBA-SP (1988); Menção Honrosa no 38º Salão Livre APBA (1989); Troféu APBA no 19º Salão Paisagem Paulista (1990); Troféu Inocêncio Borghese no 20º Salão Paulista de Artes APBA (1992); 1º lugar no 3o. Salão Artes Plásticas Brasil/Portugal (1995); Grande Medalha de Prata no 1º Salão de Paisagem Brasileira (2000); Pequena Medalha de Ouro no 6º Salão de Desenho (2006); Prêmio APBA no 28º Salão de Paisagem Paulista APBA. JULIO LOUZADA, VOL. 9, PÁG. 39; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



366 - ANTONIO POTEIRO (1925 - 2010)
Lance Livre - ENCERRADO

Adoração - serigrafia - 44/80 - 35,5 x 43 cm - canto inferior direito -

Escultor, pintor e ceramista, Antonio Batista de Souza nasceu em Aldeia de Santa Cristina da Pousa, Braga - Portugal e faleceu em Goiânia, GO. Imigrou com a família para o Brasil em 1926. Fixaram-se em Araguari, no Triângulo Mineiro. Autodidata, herdou do pai a técnica e a sensibilidade iniciando suas atividades como ceramista. Em 1958, já com sua família constituída, passou a viver definitivamente em Goiás. Adotou o apelido de "Poteiro", por sugestão da folclorista Regina Lacerda, que o orientou a assinar seus bonecos de barro. Mais tarde foi estimulado a pintar telas por Siron Franco e Cleber Gouvêa. Lecionou cerâmica no Centro de Atividades do SESC e nas cidades de Hannover e Düsseldorf, na Alemanha. Realizou exposições individuais e participou de muitas mostras coletivas e oficiais pelo Brasil e exterior, como: Bienal Internacional de São Paulo (1981 e 1991); Biennalle Internazionale "NAIF", Cittá di Como, Itália (1976); V Bienalle Internazionale "NAIFS", entre Fiera e Lombardia, Itália (1980); III Bienal de Havana, Cuba (1989); III Bienal de Artes de Goiás (1993) e Bienal Brasileira de Arte "NAIF", SESC Piracicaba (1994). Recebeu o prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte - APCA, na categoria escultura (1985), Menção Honrosa na I Bienal Internacional de Óbidos – Portugal (1987); Grande Prêmio no XIV Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte, MG (1982); entre outros. Em 1997, foi homenageado com a Comenda da Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura, Brasil. WALMIR AYALA, VOL. 2, PÁG. 217; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 31; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 808; LEONOR AMARANTE, PÁG. 294, MEC VOL. 3, PÁG. 432; ACERVO FIEO; JULIO LOUZADA VOL. 3, PÁG. 925; VOL. 4, PÁG. 907; www.antoniopoteiro.com; artepopularbrasil.blogspot.com.br; www.artprice.com.



367 - HEINZ KÜHN (1908 - 1987)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - desenho a giz de cêra - 29 x 21 cm - dorso - 1980 -

Pintor nascido em Berlim, Alemanha, e falecido em São Paulo. Iniciou seus estudos em sua terra natal, expondo obras na Alemanha e na França. Transferiu-se para o Brasil em 1950, fixando residência em São Paulo. Realizou exposições individuais em São Paulo (1952, 1956 - MAM, 1959 a 1962). Participou de mostras e Salões oficiais, entre eles: II, III e VIII da Bienal Internacional de São Paulo; II, IX, X e XIV Salão Paulista de Arte Moderna onde conquistou a Medalha de Prata (1952), o Prêmio Aquisição (1955) e a Medalha de Ouro (1965); XVIII Salão Municipal de Belo Horizonte; I Concurso Nacional de Joias - Prêmio de Viagem a Brasília. MEC VOL. 2, PÁG. 430; PONTUAL PÁG. 295; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 688; www.artprice.com.



368 - SANTE BULLO (1895 - 1987)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - aquarela - 49 x 33 cm - canto inferior direito - 1966 -
No estado (pequenas manchas).

Natural de Porto Tolle, Itália, onde nasceu em 6 de setembro de 1895. Fixou residência em São Paulo a partir de 1948, desenvolvendo diversas atividades na área artística, inclusive como professor na Associação Paulista de Belas Artes, no Dante Alighieri, Liceu Franco Brasileiro, Colégio São Luis, etc. Executou além de belos quadros, grandes trabalhos como painéis para decoração de industrias, igrejas e salões comerciais. Pintor de paisagens e cenas urbanas. Retratou várias cidades de Minas Gerais, Bahia e Rio de Janeiro; e, em São Paulo, as cidades litorâneas de Iguape e Cananéia. Um dos pontos altos de sua pintura é a intensa luminosidade e o brilho que confere a seus quadros. Soube tirar extraordinário partido dos claros e escuros, ao mesmo que tempo em que funde numa só obra a força da pintura clássica e o melhor da atmosfera impressionista. Participou de inúmeros certames oficiais, recebendo diversas premiações. JULIO LOUZADA, vol. 1, pág. 863/864, Acervo FIEO.



369 - ANTONIO PETICOV (1946)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 41/100 - 40 x 40 cm - canto inferior direito - 2019 -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Nasceu em Assis, SP. Desenhista, gravador e escultor. Autodidata. Integra os movimentos movimentos artísticos de vanguarda da segunda metade da década de 60. De produção diversificada, segue tendências variadas das vanguardas artísticas internacionais das últimas décadas. Participa de várias exposições entre elas, Bienal Internacional de São Paulo, 1967, 1969 e 1989; Panorama da Pintura Brasileira, no MAM/SP, São Paulo, 1983; Destaques da Arte Contemporânea Brasileira, no MAM/SP, 1985; Bienal Brasileira de Design, Curitiba, 1990; OFF Bienal, no MuBE, São Paulo, 1996; Arte Suporte Computador, na Casa das Rosas, São Paulo, 1997. ITAU CULTURAL; JULIO LOUZADA, vol. 1, pág. 757/758; WALTER ZANINI, pág. 760; LEONOR AMARANTE, pág. 185. Acervo FIEO.



370 - JOÃO MARIA DOS SANTOS (1910 - 1988)
Lance Livre - ENCERRADO

Baile - óleo sobre tela - 38 x 55 cm - canto inferior direito -

Pintor, cenógrafo e decorador, nasceu em Paris, França. Filho do jornalista e historiador José Maria dos Santos, realizou seus estudos na Escola de Belas Artes e na Escola Nacional de Artes Decorativas, ambas em Paris. Expôs no Salão de Arte Moderna, onde conquistou Medalha de Bronze (1947) e na Bienal de São Paulo (1951 e 1955). Em Paris figurou no Salon d´Automne e no Salon de L´Union des Artistes Modernes. Conquistou também diversos premios como cenógrafo. Executou murais nos Hotéis Jaraguá-SP e Nacional-RJ. JULIO LOUZADA, vol. 1, pag. 876



371 - ROGER LAGOUTTE (1921 - 1984)
Lance Livre - ENCERRADO

Casal - técnica mista sobre papel - 46 x 32 cm - canto inferior direito - 1977 -
(Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Pintor e desenhista francês com participações em mostras coletivas. www.artprice.com; www.artland.com/artists/roger-lagoutte.



372 - EMILIO PAPINI (1870 - 1950)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - aquarela e guache - 32 x 21 cm - canto inferior direito -
No estado (papel manchado). (Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Pintor, desenhista, decorador e cenógrafo italiano nascido em Florença. Participou de mostras coletivas oficiais. www.arsvalue.com/it/lotti/60696/papini-emilio-firenze-1870-1950-album-di-disegni11-disegni-tecniche-e; www.artprice.com.



373 - GERMANA DE ANGELIS (1930 - 2014)
Lance Livre - ENCERRADO

Lavadeiras - desenho a nanquim, aquarela e guache - 41 x 31 cm - canto inferior direito - 1980 - Bahia -

Pintora, desenhista, gravadora, ilustradora, figurinista e professora nascida no Rio de Janeiro e falecida em São Paulo. Filha do maestro Arturo de Angelis e da cantora lírica Olga Simzis. Morou na Argentina, Itália e se radicou em São Paulo quando seu pai assumiu a regência do Teatro Municipal. Estudou desenho com Fulvio Pennacchi e pintura com Antonio Rocco. Participou do Salão Paulista de Belas Artes, SP (1942, 1943, 1945, 1948); da Bienal Internacional de São Paulo (1953); do Salão Paulista de Arte Moderna, SP (1954), de diversas mostras com o Grupo Guanabara. ITAU CULTURAL; MEC VOL. 2, PÁG. 20; JULIO LOUZADA VOL. 4, PÁG. 64.



374 - BEATRIZ BERMAN (1948)
Lance Livre - ENCERRADO

Figuras - gravura aquarelada a mão - 18/20 - 21 x 16 cm - canto inferior direito -
Com relevo seco de Impressão Atual.

Natural de Buenos Aires, Argentina. Pintora, gravadora, desenhista e ilustradora. Iniciou seus estudos na Escola Nacional de Belas Artes Manuel Belgrano, em Buenos Aires, e montou seu primeiro atelier e oficina de gravura num quarto nos fundos da casa dos pais, em 1962. Deixa a Argentina em 1976, durante a ditadura militar, e fixa residência no Brasil. Expõe no MASP em 1978, a convite de P.M.Bardi. Trabalha como ilustradora desde 1975. "As facetas da humanidade estão na artista, que não aceita a aceitação, mas olha com os sentidos despertos e pinta com o mesmo carimbo dois mundos: o normal e o anormal, o cômico e o trágico. Suas personagens estão num palco no qual não atuam: vivem". Lisetta Levy in 18 CONTEMPORÂNEOS. Apresentação de J. Peter Cohn. São Paulo: Dan Galeria, 1987. JULIO LOUZADA, vol. 13, pág. 37; ITAUCULTURAL



375 - AGAR LIZZI DE OLIVEIRA (1926 - 2008)
Lance Livre - ENCERRADO

Palafitas - óleo sobre tela de juta - 55 x 46 cm - canto inferior direito e dorso - 1983 -

Pintora, desenhista e professora, Agar Lizzi de Oliveira nasceu em São Paulo. Assinava Aggar Lizzi. Estudou com Domingos Antequera e Djalma Urban. Realizou exposições individuais em São Paulo (1986, 1987). Participou de diversas mostras coletivas e Salões oficiais, sendo premiada em: Valença, RJ (1981); São Paulo (1981 a 1988, 1990 a 1993); Itu, SP (1982, 1983); Rio de Janeiro (1982, 1983, 1985, 1986, 1989, 1990, 1997); Juiz de Fora, MG (1982); Piracicaba, SP (1983); Praia Grande, SP (1991). JULIO LOUZADA VOL. 12, PÁG. 234; ITAÚ CULTURAL.



376 - CLAUDE ROBERT LORIOU (1945)
Lance Livre - ENCERRADO

"Cidade estelar" - litografia - 77/100 - 40 x 50 cm - centro inferior -

Desenhista, gravador e litógrafo francês nascido em Provença – Alpes - Costa Azul, Nice. Realizou exposições individuais em: São Carlos, SP (1984); Ribeirão Preto, SP (1987); Ourinhos, SP (1988); Goiânia, GO (1988) e participou de diversas mostras coletivas. ITAÚ CULTURAL.



377 - ORLANDO BRITO (1920 - 1981)
Lance Livre - ENCERRADO

Navios - desenho - 21 x 44 cm - canto inferior direito - 1972 -

Nascido e falecido na cidade do Rio de Janeiro, foi pintor e desenhista. Ocupou durante vários anos, a cadeira de Desenho e Pintura do Instituto de Belas Artes, além de ser membro do juri do SNBA, ambos no Rio de Janeiro. Realizou individuais em diversas Galerias de Arte do Rio de Janeiroe participou também de várias exposições pelo interior do Brasil. Expôs no SNBA-RJ, nos anos de 1954, 1962, 1965 (obtendo neste o Grande Prêmio IV Centenário da cidade), e 1967. JULIO LOUZADA vol.11, pág.44; ITAÚ CULTURAL.



378 - ALOYZIO ZALUAR (1937)
Lance Livre - ENCERRADO

"Azcoléctor" - óleo sobre placa - 20 x 25 cm - canto inferior direito e dorso - 2000 -
Moldura no estado.

Pintor, gravador e cineasta, Aloysio Emílio Zaluar é natural do Rio de Janeiro. Estudou na Escola Nacional de Belas-Artes (entre 1956 e 1961) e aprendeu gravura com Goeldi e Darel Valença Lins. Foi discípulo em pintura de Abelardo Zaluar, Cavalheiro, Jordão de Oliveira e Campofiorito. Integrou a equipe que criou a decoração para o carnaval de rua, no Rio de Janeiro, em 1965. Foi um dos fundadores da Escola de Belas Artes de Santa Maria, RS (1965). Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1964, 1966, 1993, 1998); Porto Alegre, RS (1965); Petrópolis, RJ (1997). Dentre as mostras de que participou, destacam-se: várias edições do Salão Nacional de Arte Moderna, RJ (entre 1958 e 1967); Arte Contemporânea Brasil-Senegal, MAM-RJ (1975); Panorama das Artes Gráficas Brasileiras, MAM-SP (1977); Bienal Latino-Americana de São Paulo, SP (1978); Universo do Futebol no MAM-RJ e na Acervo Galeria de Arte, RJ (1982); Retrospectiva no CCBB, RJ (1993); entre outras. Além dessas atividades, escreveu o panfleto e executou o filme “O Clóvis Vem Aí” (1977).MEC, VOL. 4, PÁG. 528; PONTUAL, PÁG. 556; JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 1087; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO, PÁG. 785. ACERVO FIEO; www.artprice.com.



379 - DARCY PENTEADO (1926 - 1987)
Lance Livre - ENCERRADO

"3 gerações" - litografia - 78/100 - 50 x 35 cm - canto inferior direito - 1985 -
No estado (pequenas manchas).

Desenhista, pintor, cenógrafo, figurinista e escritor nascido e falecido em São Roque, SP. Após os 10 anos mudou-se para São Paulo para concluir seus estudos. Distinguiu-se pelos desenhos que realizou que o levou a trabalhar em agências de publicidade, de desenho industrial e como figurinista de magazines. Iniciou, como autodidata, a cenografia para teatro e televisão, além da literatura (1944) e começou a expor, como artista plástico, em 1949. Passou a integrar em São Paulo o Grupo Novíssimos (1948). Desde 1955 vinha participando na televisão, como diretor de arte. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1954 e 1956 – MAM, 1961, 1963, 1981, 1983); Rio de Janeiro (1956, 1959); Recife, PE (1983); Pelotas, RS (1984). Viajou por diversas vezes à Europa onde morou por sete anos e também expôs individualmente em: Hamburgo, Alemanha (1964); Roma, Itália (1965, 1967); Paris, França (1966). Participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais, destacando-se: Bienal Internacional de São Paulo (1953, 1955, 1963, 1965, 1967, 1973, 1985, 1986); Salão Paulista de Arte Moderna, SP (1960, 1961); Prêmio Leirner de Arte Contemporânea, SP (1959, 1962); Bienal de Paris (1961); Panorama da Arte Atual Brasileira, MAM – SP (1969, 1973, 1974). Recebeu a Medalha de Prata no SPAM (1961); Prêmio Governador do Estado (1954) como cenógrafo; o Prêmio Jabuti (1962) como ilustrador; Menção Honrosa (1977) da Revista Status como contista. MEC VOL. 3, PÁG. 365; PONTUAL PÁG. 416; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 747; VOL. 3, PÁG. 874; WALMIR AYALA VOL. 2, PÁG 183; TEIXEIRA LEITE PÁG 401; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 717; LEONOR AMARANTE PÁG. 75; www.artprice.com.



380 - CAROL KOSSAK (1895 - 1976)
Lance Livre - ENCERRADO

Barcos - óleo sobre tela - 73 x 100 cm - canto inferior esquerdo -

Pintor polonês ativo em São Paulo. Assinava C. Kossak e C. Kokott. Realizou exposição individual em 1941 em São Paulo e participou de várias exposições coletivas e Salões nas décadas de 30 e 40. MEC VOL.2 PÁG. 411; TEODORO BRAGA, PÁG. 134; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 512; VOL. 12, PÁG. 218; ACERVO FIEO; ITAU CULTURAL; www.artprice.com.



381 - DENISE KOVALSKI (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 59/100 - 60 x 40 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Pintora e gravadora com diversas participações em mostras e Salões oficiais. JULIO LOUSADA VOL. 6 PÁG. 559.



382 - UBIRAJARA RIBEIRO (1930 - 2002)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - aquarela - 35 x 50 cm - canto inferior esquerdo - 1972 -
Com etiqueta de Galeria Seta, Rua Antonio Carlos, 282 - São Paulo, SP - no dorso. No estado (limpeza necessária).

Pintor, desenhista, gravador, artista gráfico, arquiteto e professor, Ubirajara Motta Lima Ribeiro nasceu e faleceu em São Paulo. Assinava Ubirajara e Ubirajara Ribeiro. Cursou pintura com Vicente Mecozzi (1948) e, entre 1952 e 1954 com Pedro Corona, João Rossi e Waldemar da Costa. Formou-se em arquitetura pela Universidade Mackenzie (1954). Foi para Salvador (1956) e frequentou curso livre de gravura com Mario Cravo Júnior, na Escola de Belas Artes da Universidade da Bahia. Obteve bolsa de estudo do governo francês (1960) e fez estágio no escritório dos arquitetos Guillaume Gillet e Paul Chemetov em Paris. Iniciou carreira como professor na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie e na FAAP. Desenvolveu os projetos da catedral presbiteriana em Brasília e da Refinaria de Mataripe em Salvador; e o plano-diretor de Campos do Jordão, SP, entre outros. Elaborou, com Walter Maffei, o projeto de montagem da 11ª Bienal Internacional de São Paulo (1971). Teve aulas (1972) de gravura em metal com Evandro Carlos Jardim na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Deixou definitivamente a arquitetura (1976) para se dedicar às artes plásticas. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1960, 1964, 1965, 1966, 1977, 1980, 1981, 1983, 1985, 1987, 1991, 1992, 1993); Taubaté, SP (1965); Caxias do Sul, RS (1979); Recife, PE (1980); Porto Alegre, RS (1981), Florianópolis, SC - MASC (1981); Guarujá, SP (1982); São José do Rio Preto, SP (1991); Bauru, SP (1992); Santos, SP (1992). Participou de diversas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. No Salão Paulista de Arte Moderna, SP, recebeu Prêmio Aquisição (1961) e Medalha de Ouro (1964). Foi escolhido como Melhor Gravador do Ano pela APCA (1977). MEC VOL. 4, PÁG. 62; JULIO LOUZADA VOL. 1, 1007; VOL. 8, PÁG. 701; VOL. 11 PÁG. 266; ITAU CULTURAL.



383 - JESUALDO (1940)
Lance Livre - ENCERRADO

"Paisagem surreal" - acrílico sobre tela - 50 x 80 cm - canto inferior direito e dorso - 2021 -

Pintor, desenhista, ilustrador, cenógrafo, professor de artes e escritor, Jesualdo Antonio Gelain nasceu em Três de Maio, RS. Assina Jesualdo. Teve aulas com Colete Pujol; foi monitor na 9º Bienal de Arte de São Paulo (1967, 1968); executou vários cenários para teatro, inclusive, 3 cenários para o Colégio Clareteano de Esteio, RS; trabalhou como cenógrafo de televisão na Abril-Vídeo e na confecção de abertura de programas como a do “BAR AVENIDA” com um painel de 7 metros. É autor de 7 livros infantis e dois atlas - Atlas Escolar Geográfico e Atlas do Corpo Humano, todos já publicados. Também é autor da peça de teatro “A Ponte dos Mendigos”. Foi ilustrador por mais de 20 anos na Editora Abril onde ilustrou para quase todas as revistas como Quatro-Rodas, Veja, Cláudia. Realizou exposição individual na ACM, SP (1980 e 1982). Participou de diversas exposições coletivas em: Canoas, RS (1969); Aparecida do Norte, SP (1962 - Menção Honrosa); São Carlos, SP (1964); 1º Salão de Arte Universitária na PUC, SP; exposição no SESC da Consolação, SP (1975) onde foi filmado pelo Canal 100 e exibido em todos os cinemas brasileiros antes dos filmes. Foi premiado em 1º lugar na exposição da Faculdade de Belas Artes em São Paulo (1966).



384 - DJANIRA DA MOTTA E SILVA (1914 - 1979)
Lance Livre - ENCERRADO

Moinho - xilogravura - H.C. - 25 x 20 cm - canto inferior direito -
No estado (papel manchado).

Pintora, desenhista, ilustradora, cartazista, cenógrafa e gravadora. Djanira da Motta e Silva nasceu em Avaré, SP e faleceu no Rio de Janeiro, RJ. No final da década de 1930, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde teve suas primeiras instruções de desenho no Liceu de Artes Ofícios e com o pintor Emeric Marcier, hóspede da pensão que Djanira instalou no bairro de Santa Teresa. Os contatos com os artistas Carlos Scliar, Milton Dacosta , Arpad Szenes , Vieira da Silva e Jean-Pierre Chabloz , frequentadores de sua pensão, proporcionaram um ambiente estimulador que a levou a expor no 48º Salão Nacional de Belas Artes, em 1942. No ano seguinte, realizou sua primeira mostra individual, na Associação Brasileira de Imprensa - ABI. Em 1945, viajou para Nova York. De volta ao Brasil, realizou o mural ‘Candomblé’ para a residência do escritor Jorge Amado, em Salvador, e painel para o Liceu Municipal de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Entre 1953 e 1954, viajou a estudo para a União Soviética. De volta ao Rio de Janeiro, tornou-se uma das líderes do movimento pelo Salão Preto e Branco, um protesto de artistas contra os altos preços do material para pintura. Realizou em 1963, o painel de azulejos ‘Santa Bárbara’, para a capela do túnel Santa Bárbara, Laranjeiras, Rio de Janeiro. No ano de 1966, a editora Cultrix publicou um álbum com poemas e serigrafias de sua autoria. Realizou muitas exposições individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil, EUA e Europa. Foi premiada no Rio de Janeiro (1943, 1944, 1949, 1950 a 1953, 1955, 1963) e em São Paulo (1951, 1955). Participou da 1ª e da 2ª Bienal Internacional de São Paulo (1951, 1955). Em 1977, o Museu Nacional de Belas Artes - MNBA, realizou uma grande retrospectiva de sua obra. ITAU CULTURAL; JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG. 336; PONTUAL, PÁG. 181; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 164; MEC, VOL. 2, PÁG 58; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG, 263; WALTER ZANINI, PÁG. 810; ARTE NO BRASIL, PÁG. 824; ACERVO FIEO.



385 - IRINEIDE KLOCKNER (1961)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - acrílico sobre tela - 50 x 70 cm - canto inferior direito e dorso - 2021 -

Pintora nascida em Maringá, PR, Iniciou sua carreira artística em 1983. Desde 2000, dedica-se exclusivamente à pintura em tela, tendo durante estes anos aprimorado sua arte em diversas técnicas, através da convivência com artistas de diferentes estilos. Nos últimos anos tem buscado inspiração em grandes nomes do Abstracionismo, como Jackson Pollock e Jonas Gerard, e desenvolveu seu próprio estilo. Em sua arte, expressa a beleza da vida, em todos seus pormenores e complexidades, na união dos traços aparentemente desconexos se criam momentos únicos. Durante sua carreira, participou de exposições ao longo de toda a região Sul, tendo assinado mais de 2000 obras de arte, que hoje embelezam residências e ambientes corporativos em todo o Brasil. http://www.klockner-art.com; www.artprice.com.



386 - DECIO ROSOLEN (1971)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 60/60 - 49 x 49 cm - canto inferior esquerdo - 2004 -

Pintor e editor autodidata nascido em São Paulo, descendente de italianos. Seu contato com a arte surge a partir dos 13 anos por meio de um tio materno que trabalhava com importação e comercialização de gravuras de artistas como Joan Miró, Joseph Pierre Redouté e com as editoras Glatt e Documenta (década de 80). Iniciou seu trabalho como editor de arte na Arteprints (início dos anos 90). Suas produções estão expostas em diversas cidades brasileiras. www.arteprints.com.br.



387 - TITO DE ALENCASTRO (1934 - 1999)
Lance Livre - ENCERRADO

Orgia - técnica mista sobre papel - 27 x 19 cm - canto inferior direito - 1980 -

Pintor, desenhista, gravador, mosaicista, cenógrafo, dramaturgo, poeta, ator e cantor nascido no Rio de Janeiro e falecido em São Paulo. Assina Tito de Alencastro. Ingressou na Escola Nacional de Belas Artes, RJ (1956) onde estudou desenho com Zaluar e composição com Quirino Campofiorito e Santa Rosa. Paralelamente, estudou técnicas de mosaico com José Moraes e gravura em metal com Johnny Friedlaender no MAM, RJ. Formou-se em Museologia pelo Museu Nacional de Belas Artes, RJ, estudando com Gustavo Barroso. Atuou em numerosos concertos de câmara e óperas no Rio de Janeiro como ator e cantor. Fixou residência em São Paulo em 1961. Como cenógrafo, trabalhou no filme "Roleta Russa" e nas peças "O Grande Sonhador", "Você Pode Ser O Que Quiser", "Macho Beleza e Monólogo a Dois", as três de sua autoria. Executou os painéis "Os Imigrantes" e "O Trabalho e o Lazer" (1979). Realizou exposições individuais em: São Paulo (1966 – Galeria Seta, 1970, 1973, 1976, 1980 a 1985, 1995); Rio de janeiro (1967, 1978, 1983); Uberlândia, MG (1981); Brasília, DF (1980); Curitiba, PR (1984). Participou de inúmeros Salões e mostras coletivas. Recebeu o primeiro Prêmio Aquisição no I Salão da Jovem Gravura no MAM, RJ. WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 29; PONTUAL PÁG. 14; MEC VOL, 1, PÁG. 45; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 39, VOL. 2, PÁG. 43; VOL. 11, PÁG. 6; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; brasilartesenciclopedias.com.br; www.artprice.com.



388 - TAPETE ORIENTAL,
Lance Livre - ENCERRADO


Ponto de nó, feito a mão, de lã, Afghan, medindo 0,64 x 0,48 m = 0,30 m².



389 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - serigrafia - 53/100 - 40 x 60 cm - não assinado -
Tiragem póstuma editada pelo Estúdio Aldemir Martins.

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



390 - INOS CORRADIN (1929)
Lance Livre - ENCERRADO

"São Francisco" - escultura em terracota patinada - 17 x 08 x 08 cm - assinado -
Com Certificado de Autenticidade firmado pelo Autor.

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



391 - FUKUDA (1943 - 2021)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 45/50 - 40 x 45 cm - canto inferior direito - 2012 -
Com relevo seco de Papel Assinado - Brasil.

Pintor, gravador e escultor, Roberto Kenji Fukuda nasceu em Indiana, SP e faleceu em Curitiba PR. Iniciou-se na pintura com orientação de seu pai, o pintor Tamotsu Fukuda, um dos imigrantes japoneses pioneiros no Brasil. Como escultor foi o responsável pela criação do monumento comemorativo aos Jogos Pan-Americanos, do Rio de Janeiro (2007). Realizou exposições individuais em: Lins, SP (1963); Rio de Janeiro (1988, 1989); São Paulo (1988,1991); Curitiba, PR (1989); Brasília, DF (1989); Belo Horizonte, MG (1991). Participou de várias mostras coletivas pelo Brasil, Alemanha, França e Estados Unidos. JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 120; ITAÚ CULTURAL; Acervo FIEO; www.galeriamaradolzan.com.br.



392 - ANTONIO COPPOLA (1839 - c.1902)
Lance Livre - ENCERRADO

Queda d'água - guache - 32 x 59 cm - canto inferior esquerdo -
No estado (pequenas manchas). (Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Pintor e desenhista italiano. Seu aprendizado artístico se deu na Academia de Belas Artes de Nápoles. Participou de diversas mostras coletivas e oficiais. BENEZIT; www.artprice.com; www.artnet.com.



393 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XX
Lance Livre - ENCERRADO

Marinha - aquarela - 14 x 20 cm - canto inferior direito não identificada -
Guimarães.



394 - ÉLVIO BECHERONI (1934 - 2000)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - serigrafia - 99/100 - 45 x 64 cm - canto inferior direito -
No estado (papel manchado).

Escultor e pintor natural de Florença, Itália, onde nasceu a 23/2/1934, e falecido em São Paulo-SP, onde residia e foi ativo. Iniciou suas atividades em 1962, participando no decorrer de sua carreira de diversas e importantes exposições nacionais e internacionais, tais como o Prêmio Juan Miró, em Barcelona, Espanha. Artista que alcançou renome internacional, constando inclusive de catálogo internacional de arte. JULIO LOUZADA, vol. 13, pág. 32



395 - SYLVIO PINTO (1918 - 1997)
Lance Livre - ENCERRADO

"Ponta D'Areia" - óleo sobre tela - 30 x 41 cm - canto inferior esquerdo e dorso - 1980 -
No estado (restauro necessário).

Pintor, Sylvio da Silva Pinto nasceu e faleceu no Rio de Janeiro. Assina S. Pinto. Teve as primeiras noções de desenho no Liceu de Artes e Ofícios, RJ. Mais tarde recebeu lições de seu pai – o Pinto das Tintas. Foi ainda na casa paterna que conheceu Pancetti. Estudou no Núcleo Bernardelli (1938) e se dedicou exclusivamente à pintura a partir de 1940. Fundou e dirigiu no Jacarezinho, bairro carioca, uma escolinha de arte para crianças pobres. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1988, 1992); Brasília, DF (1988,1993); Rio de Janeiro (1989, 1991, 1993, 1994, 1995); Constância, Portugal (1991). Participou de várias mostras coletivas e Salões oficiais como a I Bienal Internacional de São Paulo (1951). Foi premiado no: Rio de Janeiro (1941, 1943, 1945, 1948, 1949, 1952 – Prêmio Viagem ao Exterior, 1957 – Prêmio Viagem Nacional, 1988, 1989); Salvador, BA (1946, 1950); Constância, Portugal (1994); Brasília, DF (1994); Niterói, RJ (1996). MEC, VOL. 3, PÁG. 419, ITAU CULTURAL; JULIO LOUZADA VOL. 4, PÁG. 894; VOL. 5, PÁG. 820; VOL. 6, PÁG. 890; VOL. 7, PÁG. 562; VOL. 8, PÁG. 661; VOL. 10, PÁG. 693; ACERVO FIEO; www.academia.org.br; www.artprice.com.



396 - INOS CORRADIN (1929)
Lance Livre - ENCERRADO

Flores - serigrafia - 57/100 - 50 x 26 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



397 - CARLOS MATUCK (1958)
Lance Livre - ENCERRADO

"Alchymia" - técnica mista sobre tela - 103 x 152 cm - canto inferior direito e dorso - 1997 -

Pintor, desenhista, gravador, ilustrador, quadrinista e fotógrafo nascido em São Paulo. Estudou arquitetura. Foi um dos pioneiros do grafite em São Paulo. Iniciou seu trabalho ainda na década de 1970, utilizando pesquisas com carimbos, recortes e colagens na confecção de estênceis, cujas imagens espalhou pelas ruas de São Paulo até meados dos anos 1980. A partir de 1980 passou a fazer ilustrações para revistas, jornais, editoras e publicou histórias em quadrinhos, como desenhista e roteirista. Participou da 18ª Bienal Internacional de São Paulo (1985) e de outras mostras coletivas em São Paulo (1981, 1984, 1986), Rio de Janeiro (1984). ITAU CULTURAL; www.carlosmatuck.com.br; www.companhiadasletras.com.br; www.sescsp.org.br.



398 - ANTONIO PESSOA (1943)
Lance Livre - ENCERRADO

Composições - múltiplo em bronze - assinados -
Lote composto por duas obras, medidas: 09 x 6,5 x 01 cm e 09 x 08 x 0,5 cm.

Escultor, assina Tonny. Radicado no Rio de Janeiro detentor de bom curriculo nacional e internacional com inumeras participações em Salões Oficiais,varias vezes premiado. Ótimo mercado.



399 - FERREIRA GULLAR (1930 - 2016)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 46/150 - 31 x 42 cm - canto inferior direito -

Poeta, crítico de arte, jornalista, escritor, dramaturgo, tradutor, José Ribamar Ferreira nasceu em São Luís, MA. Em 1948 adotou o nome Ferreira Gullar. Transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1951. Participou da Exposição Nacional de Arte Concreta no MAM, SP (1956) e no Ministério da Educação e Cultura - MEC, RJ (1957). Discordando das ideias do grupo concretista paulista, redigiu 'Poesia Concreta: Experiência Fenomenológica', texto que marcou sua ruptura com o movimento. Por ocasião da 1ª Exposição Neoconcreta realizada no Rio e Janeiro (1959), escreveu o 'Manifesto Neoconcreto', assinado também por Amilcar de Castro , Aluísio Carvão , Franz Weissmann , Hélio Oiticica, Lygia Clark, Lygia Pape , Reynaldo e Theon Spanudis. Publicou ainda a 'Teoria do Não-Objeto' (1959) que expressa as ideias fundamentais do neoconcretismo. Dirigiu a Fundação Cultural – Brasília (1961) para a qual elaborou o projeto do Museu de Arte Popular. Por conta de seu engajamento político, foi preso (1968) e viveu exilado em Paris, Moscou, Santiago, Lima e Buenos Aires. Voltou ao Brasil em 1977. Consolidando a carreira como crítico e teórico de arte, publicou 'Etapas da Arte Contemporânea: do Cubismo à Arte Neoconcreta '(1985). Foi diretor (1992 a 1995 )do Instituto Brasileiro de Arte e Cultura (Ibac), que voltou a ter o antigo nome, Fundação Nacional de Arte (Funarte). O pleno reconhecimento à sua carreira vem a partir da década de 1990, período em que recebeu diversos prêmios e homenagens, entre os quais se destacam o Prêmio Jabuti, categoria poesia, concedido em 1999; a indicação ao Prêmio Nobel de Literatura, em 2002; o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL), pelo conjunto da obra, em 2005; e o Prêmio Camões, concedido pelos governos do Brasil e de Portugal, em 2010. ITAU CULTURAL; www.artprice.com; educacao.uol.com.br; www.infoescola.com.



400 - VÉIO (1948)
Base: R$ 4.500,00 - Aguardando oferta

Composição - escultura em madeira - 101 x 34 x 37 cm - assinado -

Escultor, Cícero Alves dos Santos nasceu em Nossa Senhora da Glória, SE. Começou a brincar com formas aos seis anos. Construía a partir da sua imaginação utilizando cera de abelha. Ganhou o apelido ainda criança, por estar sempre na companhia de pessoas mais velhas, a quem dava atenção e ouvia suas histórias. Preocupado em conservá-las, criou em seu sítio, em Feira Nova, SE – o Museu do Sertão. Realizou exposições individuais em: Natal, RN (1986); Belo Horizonte, MG (1991); Aracaju, SE (1999, 2003); Rio de janeiro (2006, 2017); Diadema, SP (2010); Veneza, Itália (2015); Londres, Inglaterra (2016); São Paulo (2010, 2014, 2015, 2017, 2018). Participou de diversas mostras coletivas. ITAU CULTURAL; www.galeriaestacao.com.br/artista/7; cultura.estadao.com.br/noticias/artes,veio-traz-demonios-do-sertao-para-exposicao-em-sao-paulo,70002225464.



401 - CÍCERO DIAS (1908 - 2003)
Lance Livre - ENCERRADO

Descanso - serigrafia - 155/200 - 65 x 51 cm - canto inferior esquerdo -

Pintor, gravador, desenhista, ilustrador, cenógrafo e professor - Cícero dos Santos Dias nasceu em Escada, PE e faleceu em Paris. Iniciou estudos de desenho em sua terra natal e mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se matriculou, em 1925, nos cursos de arquitetura e pintura da Escola Nacional de Belas Artes, mas não os concluiu. Entrou em contato com o grupo modernista e, em 1929, colaborou com a ‘Revista de Antropofagia’. Em 1931, no Salão Revolucionário, na Enba, expôs o polêmico painel, tanto por sua dimensão quanto pela temática: ‘Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife’. Ilustrou, em 1933, ‘Casa Grande & Senzala’, de Gilberto Freyre. Em 1937 foi preso no Recife quando da decretação do Estado Novo. A seguir, incentivado por Di Cavalcanti, viajou para Paris onde conheceu Georges Braque, Henri Matisse, Fernand Léger e Pablo Picasso, de quem se tornou amigo. Em 1942, foi preso pelos nazistas e enviado a Baden-Baden, na Alemanha. Entre 1943 e 1945, viveu em Lisboa como Adido Cultural da Embaixada do Brasil. Retornou a Paris onde integrou o grupo abstrato Espace. Em 1948, realizou o mural do edifício da Secretaria das Finanças do Estado de Pernambuco, considerado o primeiro trabalho abstrato do gênero na América Latina. Em 1965, foi homenageado com sala especial na Bienal Internacional de São Paulo. Inaugurou, em 1991, painel de 20 metros na Estação Brigadeiro do Metrô de São Paulo. No Rio de Janeiro, foi inaugurada a Sala Cícero Dias no Museu Nacional de Belas Artes - MNBA. Recebeu do governo francês a Ordem Nacional do Mérito da França, em 1998, aos 91 anos. MEC, VOL.2, PÁG.50; WALMIR AYALA, VOL.1, PÁG.252; TEIXEIRA LEITE, PÁGS. 157, PONTUAL, PÁGS. 174; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 564; ARTE NO BRASIL, PÁG. 715; LEONOR AMARANTE, PÁG. 146; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 334; ACERVO FIEO; web.artprice.com.



402 - DOMENICO LAZZARINI (1920 - 1987)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre tela - 20 x 30 cm - canto inferior direito -

Nasceu na cidade italiana de Viareggio, vindo a falecer na cidade do Rio de Janeiro. Em 1940, ainda na Itália, nas cidades de Lucca e Florença, realiza estudos com Rosai e Vedova. Já no Brasil, dá aulas de pintura na Escola de Belas Artes de Araraquara, São Paulo, em 1950. Em 1957, cria a Escola de Belas Artes de Ribeirão Preto e, em 1961, leciona no Museu de Arte do Rio de Janeiro. Em 1974, conquista o Prêmio Tetra d'Oro em Roma. Entre as exposições de que participa, destacam-se: Exposição de Lucca, Itália, 1946 a 1948; Bienal de Veneza, Itália, 1948; Jovens Pintores de Araraquara, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, 1954; Salão Nacional de Arte Moderna (Isenção de Júri, 1959 e Prêmio Aquisição, 1962), Rio de Janeiro, 1958 a 1962; Bienal Internacional de São Paulo, 1959 e 1961; Galeria de Arte da Folha, São Paulo, 1959 e 1960; Domenico Lazzarini, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 1963; 100 Obras Itaú, no Museu de Arte de São Paulo, 1985. BÉNÉZIT, vol. 6, pág. 499; JULIO LOUZADA vol. 11, pág. 179; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, pág. 697; ARTE NO BRASIL, pág. 964; Acervo FIEO.



403 - PAVEL KUDIS (1921)
Lance Livre - ENCERRADO

Figura africana - técnica mista sobre papel - 43 x 32 cm - canto inferior direito -
No estado (papel manchado). (Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Natural de Celje, Iuguslávia, onde nasceu em 15/1/1921. Pintor, desenhista e arquiteto, assina suas obras como KUDIS na frente e, desde 1980, PAVELKUDIS, cursivamente, no dorso. JULIO LOUZADA, vol.3, pág.578.



404 - GUILHERME DE FARIA (1942)
Lance Livre - ENCERRADO

"Remanso" - litografia - 44/100 - 36 x 57 cm - canto inferior direito -
No estado (papel manchado).

Pintor, gravador, desenhista e poeta, Guilherme Caiuby de Faria nasceu em São Paulo. Teve formação autodidata. Iniciou carreira artística em 1962, dedicando-se à produção de desenhos, gravuras e pinturas. Realizou viagem ao interior da Bahia e de Pernambuco, entrando em contato com artistas populares (por volta de 1970). Realizou exposições individuais em: São Paulo (1964, 1966, 1967, 1971, 1974, 1984, 1996, 1997, 2010); Toronto, Canadá (1975); Assunção, Paraguai (1976); Porto Alegre, RS (1978); Ribeirão Preto, SP (1980); Marília, SP (1980); Munique, Alemanha (1983); Quito, Equador (1986); Penápolis, SP (1987); entre outras. Participou de mostras coletivas e oficiais como: I Exposição do Jovem Desenho Nacional, MAC – SP (1965); Panorama da Arte Atual Brasileira, MAM – SP (1969, 1971, 1974, 1977, 1980); Bienal Internacional de São Paulo (1967); I Bienal Latino-Americana, SP (1978); "25 Contemporary Brazilian Artists", Tóquio – Japão (1979); Bienal Internacional de Artes Gráficas, Liubliana – Eslovênia (1989). A partir de 2001 passou a compor cordéis de cunho sertanejo, publicando-os em folhetos ilustrados com xilogravuras de sua autoria. Iniciou carreira de cordelista e declamador em São Paulo, dedicando-se também à divulgação de contos e poemas atribuídos à escritora Alma Welt. MEC VOL.2, PÁG. 142; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 371; VOL. 13, PÁG. 126; PONTUAL PÁG. 202; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.brasilartesenciclopedias.com.br; biografias.netsaber.com.br; www.bcb.gov.br; www.artprice.com.



405 - MARIO SILÉSIO (1913 - 1990)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - guache - 40,5 x 54 cm - canto inferior direito - 1958 -
Ex coleção Antonio de Souza Naves Filho - Campinas - SP.

Pintor, desenhista, muralista e vitralista. Cursa direito na Universidade de Minas Gerais - UMG (atual Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG), em Belo Horizonte, entre 1930 e 1935. Estuda desenho e pintura na Escola de Belas Artes de Belo Horizonte (Escola Guignard), sob a orientação de Alberto da Veiga Guignard, entre 1943 e 1949. Em 1953 viaja para Paris, como bolsista do governo francês, e ingressa no curso de André Lhote. De volta ao Brasil, entre 1957 e 1960 executa diversos painéis em edifícios públicos e privados de Belo Horizonte, como Banco Mineiro de Produção, Condomínio Retiro das Pedras, Inspetoria de Trânsito, Teatro Marília, Escola de Direito da UFMG e Departamento Estadual de Trânsito. É também de Silésio o mural feito para o Clube dos Engenheiros, em Araruama, Rio de Janeiro. Executa os vitrais da Igreja dos Ferros em 1964. ITAÚ CULTURAL.



406 - HANSEN BAHIA (1915 - 1978)
Lance Livre - ENCERRADO

Baiana - xilogravura - 10 x 07 cm - canto inferior direito -

Gravador, escultor, pintor, ilustrador, poeta, escritor, cineasta e professor, Karl Heinz Hansen nasceu em Hamburgo, Alemanha e faleceu em São Paulo. Serviu como soldado (entre 1936 e 1945) na Segunda Guerra Mundial e atuou como ilustrador de histórias infantis. Autodidata, realizou suas primeiras xilogravuras entre 1946 e 1948. Fixando-se sucessivamente na Itália, Suécia, Inglaterra, emigrou para o Brasil em 1950 residindo de início em São Paulo e a partir de 1955 em Salvador. Ilustrou a publicação 'Flor de São Miguel' (1957), com textos de Jorge Amado, Vinicius de Moraes e de sua autoria; 'Navio Negreiro' (1958), de Castro Alves. Em homenagem à Bahia passou a assinar seus trabalhos como Hansen-Bahia a partir de sua volta à terra natal em 1959. Lá permaneceu até 1963, enquanto trabalhou no ateliê de gravura fundado por ele mesmo no castelo Tittmoning. Viveu na Etiópia (entre 1963 e 1966) onde ajudou a estabelecer a Escola de Belas Artes na cidade de Addis Abeba. Retornou a Salvador e naturalizou-se. Tornou-se professor de artes gráficas da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (1967). Dois anos antes de sua morte, doou em testamento sua produção artística para a cidade de Cachoeira, Bahia, onde foi criada a Fundação Hansen Bahia que recebeu seu acervo artístico de xilogravuras, matrizes, livros, pinturas, prensas e ferramentas de trabalho. Realizou exposições individuais no: Museu de Arte de São Paulo (1950, 1953, 1966); Museu Nacional de Belas Artes, RJ (1952); Museu de Arte Moderna de São Paulo (1954, 1956); Buenos Aires, Argentina (1954, 1955, 1958), entre outras. Participou de muitas mostras coletivas e oficiais como: Bienal Internacional de São Paulo (1951, 1961); Salão Nacional de Arte Moderna (1954, 1955). PONTUAL PÁG. 260; MEC VOL. 1, PÁG. 157; JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG. 81; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 720; ARTE NO BRASIL, PÁG. 842; ACERVO FIEO, PÁG. 251; www.hansenbahia.com.br; www.artprice.com.



407 - ROMERO BRITTO (1963)
Lance Livre - ENCERRADO

Festa - serigrafia - 261/300 - 59,5 x 41 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Romero Francisco da Silva Britto nasceu em Recife, PE. Pintor e gravador autodidata. Começou seu interesse pelas artes na infância, quando usava sucatas, papelões e jornais para exercitar a sua criatividade. Iniciou o curso de Direito na Universidade Católica de Pernambuco, mas depois viajou para os Estados Unidos e lá se estabeleceu. Criou três obras de arte para a ‘Absolut Vodka’ (1988), reproduzidas em mais de 60 publicações internacionais e, em 1995, seu trabalho foi estampado em 1,5 bilhões de latinhas de refrigerante Pepsi. Foi contratado para inserir os astros da Disney no contexto de sua arte pop em 1997. Entre as realizações, merecem destaque: a criação dos selos postais que levam o nome de Esportes para a paz, sobre as olimpíadas de Pequim - China; uma pirâmide que esteve instalada no Hide Park, em Londres, que deverá ser encaminhada para o museu da criança, na cidade do Cairo, Egito. Suas pinturas estão presentes em aeroportos pelo mundo como os de São Paulo, Washington DC, Nova York e Miami. Vale citar outros locais onde se pode ver e apreciar as suas obras: Montreux Jazz Raffles le Montreux Palace Hotel e Azul Basel Children’s Hospital, ambos na Suíça, e o Sheba Sheba Medical Center, Tel Aviv, em Israel. Realizou exposições Individuais a partir de 1991 e participou de mostras coletivas em São Paulo (1998, 2003, 2004); Rio de Janeiro (2003); Brasília (2012); Paris (2008, 2010). ITAU CULTURAL; JULIO LOUZADA VOL. 12, PÁG. 65; www.britto.com; www.e-biografias.net; www.artprice.com.



408 - CLAUDIO GONÇALVES (1958)
Lance Livre - ENCERRADO

"Composição com pão e maçãs" - óleo sobre tela - 50 x 60 cm - canto inferior direito e dorso - 2020 -

Desenhista, pintor e professor nascido em Ourinhos, SP. Teve aulas de desenho no Ateliê Leandro Frediani em Amparo, SP (1966). Em 1968 mudou-se para São Paulo. Frequentou a Escola Panamericana de Artes (1978) onde teve aulas com Paulo Nesadal (1980); aulas de desenho com Círton Genaro (1981) e aulas de gravura com Romildo Paiva (1987) no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. Estudou também no ateliê de Manoel M. Menacho (1989 a 1999). Realizou exposições individuais em São Paulo (1997, 2001, 2004, 2007, 2008, 2010) e participou de mostras e Salões oficiais em: Marília, SP (1983); Santo André, SP (1985); Presidente Prudente, SP (1988); São João da Boa Vista, SP (1998); São Paulo (2001, 2003, 2012); Santa Bárbara D’Oeste, SP (2008); Guarulhos, SP (2013); Atibaia, SP (2014). Foi premiado em: Marília, SP (1983); Santo André, SP (1985); Prêmio Paleta Internacional Brasil/Extremo Oriente (1986); Arceburgo, MG (2012, 2013). ITAU CULTURAL; www.claudiogoncalves.com.



409 - VICTOR VASARELY (1908 - 1997)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - E.A. - 32 x 28 cm - canto inferior direito - 1956 -
(Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Natural de Pecs, Hungria, onde nasceu a 9 de abril de 1908. Pintor e gravador, viveu em Paris desde 1930, naturalizando-se frânces em 1961. Iniciou-se na Academia de Padolini-Volkmann, Hungria, filiando-se à Bauhaus de Budapest. Mestre da pesquisa abastrata, é tido como continuador do espírito que moveu as realizações da Bauhaus, de de Albers e de Moholy Nagy. Deu um impulso excepcional à arte ótica, pela qualidade de suas realizações. Expôs individualmente em Paris, Bruxelas, Copenhagen, Estocolmo e outros grandes centros culturais europeus. WALTER ZANINI, pág. 664; JULIO LOUZADA, vol. 1, pág. 1024; LEONOR AMARANTE, pág. 137;



410 - SERGIO VIDAL (1945)
Lance Livre - ENCERRADO

No bar - óleo sobre placa - 12 x 20 cm - canto inferior direito -
Moldura no estado.

Pintor, gravador, escultor e músico, nascido na cidade do Rio de Janeiro-RJ. O consagrado crítico de arte, Quirino Campofiorito, assim escreveu sobre o autor: " ... Vidal encontra sua temática na convivência popular, e a traduz (gente e ambiente) com a eloquência poética de quem realmente sente o assunto e sabe dar-lhe proporção justa". Vidal realizou exposição individual e coletivas, com sucesso de crítica e de público. JULIO LOUZADA, vol. 1, pág. 1033. Acervo FIEO.



411 - EDUARDO SUED (1925)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 78/120 - 50 x 90 cm - canto inferior direito - 2006 -

Pintor, desenhista, gravador, ilustrador, vitralista e professor. Graduou-se na Escola Nacional de Engenharia do Rio de Janeiro (1948). No ano seguinte estudou desenho e pintura com Henrique Boese. Trabalhou como desenhista no escritório de Oscar Niemeyer (entre 1950 e 1951). Viajou para Paris (1951) onde frequentou as academias “La Grande Chaumière” e “Julian”. Retornou ao Rio de Janeiro (1953) e frequentou o ateliê de Iberê Camargo para estudar gravura em metal, tornando-se mais tarde, seu assistente. Lecionou desenho e pintura na Escolinha de Arte do Brasil (1956) e transferiu-se para São Paulo (1957) onde ministrou aulas de desenho, pintura e gravura, na FAAP (1958 a 1963). Voltou a morar no Rio de Janeiro (1964) e publicou o álbum de águas-fortes “25 Gravuras”. Ministrou aulas de gravura em metal no MAM, RJ (entre 1974 e 1980). Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1968, 1970, 1974, 1982, 1983,1986,1987, 1990, 1992, 1994, 1997 a 2000, 2004, 2005, 2010, 2013 a 2017); São Paulo (1984, 1989, 1993, 1999, 2003, 2005, 2010, 2016); Curitiba, PR (1995); Belo Horizonte, MG (2010, 2013); Brasília, DF (2019). Também foram muitas as participações em mostras coletivas e oficiais, destacando-se: Bienal Internacional de Gravura, Cracóvia – Polônia (1970); Bienal Internacional de São Paulo (1981, 1987, 1989); Bienal de Veneza (1984); Bienal do Merco Sul (2005). ARTE NO BRASIL PÁG. 814; JULIO LOUZADA VOL. 2, PÁG. 975; www.sued.art.br; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



412 - JOÃO PONCE PAZ (1900 - 1988)
Lance Livre - ENCERRADO

Moleques - óleo sobre tela colada em placa - 61 x 50 cm - canto inferior direito -

Expôs em São Paulo em 1983; em 1985 no Museu Lasar Segall e MASP, a convite de Pietro Maria Bardi; pintor do Grupo "Vila Monumento", com Volpi, Rebolo, Zanini, Gobbis, Mecatti e outros. MEC vol.3, pág.357.



413 - JOSÉ SABÓIA (1949)
Lance Livre - ENCERRADO

Colhedores de coco - óleo sobre tela - 50 x 60 cm - canto inferior direito -

Pintor, José Sabóia do Nascimento nasceu em Almadina-BA. Artista autodidata foi para o Rio de Janeiro em 1967 e começou a pintar no ano seguinte, passando a expor seus trabalhos na feira hippie de Ipanema. Fez sua primeira exposição individual em Fortaleza, CE (1970). Entre as exposições de que participou, destacam-se: I e III Salão Nacional de Artes Plásticas do Ceará, Fortaleza, (1969, 1971 - Prêmio Aquisição); Dez Pintores no Rio de Janeiro, no MNBA, RJ (1983); ‘Brésil Naifs’, Paris (1986); ‘Salon d'Art Naif’- Marseilha, França (1987); ‘Pintura, Presença e Povo na Arte Brasileira’ no Museu da Casa Brasileira - São Paulo (1990); ‘Visões do Rio’ no MAM, RJ (1996). No exterior expôs individualmente em São Francisco, EUA e Munique, Alemanha, além de participar de coletivas em vários países e, principalmente na França, com exposições organizadas pela Galeria Jacqueline Bricard e uma presença cativa na ‘Galerie Naïfs du Monde Entier’ em Paris. José Sabóia participou do Concurso Internacional de Morges, quando seu quadro foi eleito pelo público, a melhor obra de 60 participantes de 22 países, premiação que originou o convite da Galeria Kasper para realizar uma exposição individual em 1997. JULIO LOUZADA vol. 11, pág. 278; ARTE NAIF NO BRASIL, pág. 228; ITAÚ CULTURAL, Acervo FIEO; www.artprice.com; www.nautilus.com.br; www.ardies.com.



414 - FANG (1931 - 2012)
Lance Livre - ENCERRADO

Gatos - serigrafia - 32/50 - 16 x 43 cm - canto inferior direito -

Pintor, desenhista, gravador e professor, Chien Kong Fang, ou simplesmente Fang, nasceu na cidade de Tung Cheng, China e faleceu em São Paulo. Estudou sumiê e aquarela na China em 1945. Veio morar em São Paulo com a família em 1951, naturalizando-se brasileiro em 1971. Entre 1954 e 1956, estudou pintura com Yoshiya Takaoka em São Paulo. Viajou, em 1977, para a América do Norte, Europa e Ásia, onde desenvolveu o seu trabalho de pintura. Em 1981, foi realizado o curta metragem biográfico ‘O Caminho de Fang’, em São Paulo. Visitou a China, convidado pelo governo chinês, em 1985. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1959, 1961, 1962, 1978, 1981, 1993, 2005); Salvador, BA (1962); Rio de Janeiro (1978, 1986); Schleswing, Alemanha (1985); Lugana, EUA (1990); Americana, SP (1994); Formosa, Taiwan (1994). Foi premiado no Rio de Janeiro (1957) e em São Paulo (1960 a 1962, 1967 a 1969, 1978, 1979, 1991). Participou do Panorama da Arte Atual Brasileira - MAM, SP (1978). MEC, VOL. 2, PÁG. 124; JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 366; VOL. 6, PÁG. 378; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 189; PONTUAL, PÁG. 201; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; www.fang.com.br; www.artprice.com.



415 - OTTONE ZORLINI (1891 - 1967)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre tela colada em placa - 30 x 40 cm - canto inferior esquerdo - 1966 -

Pintor, escultor, desenhista e ceramista nascido em Gorgo al Monticano - Treviso, Itália e falecido em São Paulo. Iniciou sua trajetória profissional aos 13 anos de idade quando começou a trabalhar em uma fábrica de cerâmica. Os dados sobre sua formação, ainda na Itália, são incertos. Ingressou na Academia de Belas Artes de Veneza (entre 1905 e 1906). Também no início do século XX, teria estudado com o escultor Umberto Feltrin e teria frequentado como aluno o ateliê de cerâmica Cacciapuoti (entre 1911 e 1915). Em Veneza (1919) executou retratos e monumentos funerários. Veio para o Brasil (1927) onde realizou o Monumento aos Heróis da Travessia do Atlântico, em São Paulo, no ano seguinte. Passou a conviver com os pintores Mario Zanini, Francisco Rebolo e Alfredo Volpi, integrantes do Grupo Santa Helena. Com esses artistas, viajou constantemente pelos arredores do litoral paulista, entre 1936 e 1943. Além dessas atividades, participou da formação do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. De 1959 a 1963, dedicou-se à escultura elaborando bustos e obras fúnebres. Realizou exposições individuais em: Treviso, Itália (1925, 1948); São Paulo (1936, 1950). Participou de exposições coletivas em: Veneza, Itália (1923, 1924 – Bienal); Pádua, Itália (1926); São Paulo - Salão Paulista de Belas Artes (1931 – Medalha de Bronze, 1935 – Grande Medalha de Prata, 1951 – Menção Honrosa, 1957 – Pequena Medalha de Ouro, 1959, 1962 e 1964 – Prêmio Aquisição); Treviso, Itália (1953 – Prêmio, 1954 – Aquisição); entre outras. MEC VOL. 4, PÁGS. 534 E 535; PONTUAL PÁG. 559; CATÁLOGO DE PINTORES ITALIANOS NO BRASIL, SOCIARTE/82; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 1091; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 623; www.artprice.com.



416 - VANNIE GAMA (1997)
Lance Livre - ENCERRADO

"Scyllarides brasiliensis" - aquarela - 10 x 07 cm - canto inferior direito -

Pintor, desenhista e escultor, Vanessa Pavelski da Gama nasceu em São Paulo. é um artista contemporâneo multimídia, com poética interdisciplinar nascido em 1997, São Paulo, Brasil. É graduado em Artes Visuais com honras pela UNESP – Campus Bauru. Estudou filosofia na Universität Heidelberg, na Alemanha,e Processos Químicos na FATEC Campinas. Fundou o estúdio e startup VYSlab em 2019, que desenvolve projetos em STEAM (Science, Technology, Engineering, Arts and Mathematics. É representado por galerias na França (Sonia Monti Galerie - Paris) e Japão (Tricera Gallery), publicando regularmente em revistas internacionais de arte contemporânea pelo Reino Unido como Haus a Rest, A5 Magazine, MARIKA's, Art Hole Magazine, Dentre outras. Participou do 25º Salon D'Art Contemporain Carrousel du Louvre em Paris, 2018, da individual "Afigurações do Tempo" (2019) na Pinacoteca de Bauru, São Paulo, de coletivas internacionais como "Artistas em Direção a ONU - Global Conversation" IkonoSpace (2020) e o projeto "Mnemosphere" pela Politecnico de Milano (2021), nacionais como "Entre Cão e Lobo" em Florianópolis, 2021, e festival internacional InterFACE (ProAC) de Bauru com o Happening "59 Minutos Inúteis" (2021).



417 - DOMINGOS ANTEQUERA (1921 - 1984)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre placa - 07 x 24,5 cm - canto inferior esquerdo -

Natural de Lençois Paulista, SP. Faleceu em São Paulo, em 8 de outubro de 1984. Assinava seus trabalhos D. ANTEQUERA. Desenvolveu-se artisticamente com os pintores Cirilo Agostini, Migliaccio e José Barchita. Impresionista, é considerado um artista de sensibilidade invulgar, cuja obra é repleta de recursos técnicos próprios, fortes e seguros. A bibliografia abaixo exibe extensa lista de exposições e prêmios recebidos pelo artista. JULIO LOUZADA, vol.3, pág.56, Acervo FIEO.



418 - BETO (1971)
Lance Livre - ENCERRADO

Maria Bonita - escultura em madeira - 23 x 09 x 06 cm - assinado -

Escultor cearense, Adalberto Soares da Silva começou a talhar suas primeiras esculturas na madeira (1985) e já era conhecido pelo apelido que mais tarde seria sua marca registrada: Beto. Cícero Isídio, seu irmão mais velho, era ligado à Associação de Artesãos do Padre Cícero e, sempre que podia, dava algumas peças para ele fazer, enquanto o ajudava a desenvolver suas habilidades de artesão até ser aceito no Centro de Cultura Mestre Noza, em Juazeiro do Norte – CE. http://caririrevista.com.br/em-cada-quintal-uma-oficina/.



419 - YOSHIYA TAKAOKA (1909 - 1978)
Lance Livre - ENCERRADO

Recanto - aquarela - 39 x 31 cm - canto inferior direito - 1956 -

Pintor, desenhista, caricaturista e cenógrafo nascido em Tóquio, Japão e falecido em São Paulo, SP. Aprendeu pintura com Shin Kurihara, em Tóquio (entre 1921 e 1925). Veio com a família para o Brasil (1925) para trabalhar na lavoura de café. Atuou como pintor de paredes e caricaturista. Em São Paulo (1926 a 1929) cursou a Escola Profissional Masculina do Brás e frequentou o Grupo Santa Helena (a partir de 1931). Transferiu-se para o Rio de Janeiro (1934) onde aperfeiçoou sua pintura com Bruno Lechowski e na Escola Nacional de Belas Artes. Integrou o Núcleo Bernardelli ao lado de José Pancetti, Edson Motta e Milton Dacosta, entre outros. Fez parte (1935) do Grupo Seibi, SP. Formou (1948) o Grupo 15 ou "do Jacaré" com Tomoo Handa, Tamaki, Flavio-Shiró, Antônio Carelli, Geraldo de Barros e outros. Integrou (1950 a 1959) o Grupo Guanabara, SP. Viveu em Paris (entre 1952 e 1954) onde frequentou a "Académie de la Grande Chaumière" e estudou mosaico com Gino Severini, no curso Leonardo da Vinci. Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1936, 1937); Curitiba, PR (1948); São Paulo (1948) e participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais, destacando-se: Bienal Internacional de São Paulo (1951 e 1959); da 1ª Bienal de Tóquio (1953); Salão Nacional de Belas Artes, RJ (1938); várias edições do Salão Paulista de Belas Artes, SP. Foi premiado no Salão Nacional de Belas Artes, RJ (1938); no Salão Paulista de Belas Artes, SP (1946, 1957, 1958, 1959, 1960, 1961, 1964, 1968). O Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand fez mostra em sua homenagem em 1955 e 1980. PONTUAL PÁG. 510; TEIXEIRA LEITE PÁG. 490; MEC VOL. 4, PÁG. 352; TEODORO BRAGA PÁG. 220; WALMIR AYALA VOL. 2, PÁG. 361; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 954; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 579; ARTE NO BRASIL; www.artprice.com.



420 - GUSTAVO ROSA (1946 - 2013)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - têmpera sobre tela - 40 x 50 cm - dorso - 1981 -
Com Certificado de Autenticidade firmado pelo Instituto Gustavo Rosa, São Paulo - SP.

Pintor, desenhista e gravador, Gustavo Machado Rosa nasceu e faleceu em São Paulo. Realizou a sua primeira exposição individual em São Paulo em 1970, tendo já ganho no ano anterior a medalha de ouro e o prêmio de viagem ao exterior no 1º Festival de Artes Interclubes, no Clube Monte Líbano. Em 1974, estudou gravura com o norte-americano Rudy Pozzati, no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado. Em 1979 e 1980 participou da Exposição Brasil-Japão em Tóquio. Expôs, em 1979, no Salão Nacional de Artes Plásticas e, em 1980 e 1983, no Panorama da Arte Atual Brasileira, no MAM - SP. Realizou painéis externos, em 1984, na Rua Bela Cintra e, em 1987, na Rua Mario Ferraz, para Tereza Gureg. Em 1990 participou de exposição coletiva no ‘International Museum of 20th Century Arts’, em Los Angeles, Estados Unidos. Lançou, em 1994, uma grife com o seu nome em Nova York. Em 1998, desenvolveu as capas de cadernos escolares da marca Tilibra. Neste mesmo ano executou uma escultura em homenagem a Maria Esther Bueno, na Praça Califórnia, em São Paulo. Em 2000, montou escultura de um gato, sob o Viaduto Santa Efigênia. Recebeu vários prêmios, expôs e participou de eventos em cidades do Brasil e no exterior como também em Nova York, Massachusetts, Tel-Aviv, Lisboa, Berlim, Hamburgo, Barcelona e Paris. JULIO LOUZADA, vol. 11, pág. 274; ITAÚ CULTURAL; Acervo FIEO; www.artprice.com; www.mercadoarte.com.br.



421 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Nu - litografia - 62/100 - 43 x 42 cm - canto inferior direito - 1982 -

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



422 - KILIM
Lance Livre - ENCERRADO


Medindo 0,84 x 0,58 m = 0,49 m².



423 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XX
Lance Livre - ENCERRADO

Nobres - óleo sobre tela - 70 x 90 cm - canto inferior esquerdo não identificado -



424 - FUKUDA (1943 - 2021)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 3/50 - 48 x 40 cm - canto inferior direito - 2013 -
Com relevo seco de Papel Assinado - Brasil.

Pintor, gravador e escultor, Roberto Kenji Fukuda nasceu em Indiana, SP e faleceu em Curitiba PR. Iniciou-se na pintura com orientação de seu pai, o pintor Tamotsu Fukuda, um dos imigrantes japoneses pioneiros no Brasil. Como escultor foi o responsável pela criação do monumento comemorativo aos Jogos Pan-Americanos, do Rio de Janeiro (2007). Realizou exposições individuais em: Lins, SP (1963); Rio de Janeiro (1988, 1989); São Paulo (1988,1991); Curitiba, PR (1989); Brasília, DF (1989); Belo Horizonte, MG (1991). Participou de várias mostras coletivas pelo Brasil, Alemanha, França e Estados Unidos. JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 120; ITAÚ CULTURAL; Acervo FIEO; www.galeriamaradolzan.com.br.



425 - ALDO BONADEI (1906 - 1974)
Lance Livre - ENCERRADO

Vaso de flores - desenho a nanquim, aquarela e guache - 35 x 25 cm - canto inferior esquerdo - 1962 -

Pintor, designer, gravador, figurinista e professor - Aldo Cláudio Felipe Bonadei nasceu e faleceu em São Paulo, SP. Entre 1923 e 1928 foi aluno de Pedro Alexandrino, período em que também frequentou o ateliê de Antonio Rocco. Viajou para a Itália, entre 1930 e 1931, e frequentou a Academia de Belas Artes de Florença, onde teve aulas com Felice Carena e seu assistente Ennio Pozzi, ambos ligados ao movimento ‘novecento’. Nesse período, dedicou-se ao desenho da figura humana, principalmente ao nu. Retornou a São Paulo no início da década de 1930 e participou ativamente do Grupo Santa Helena, da Família Artística Paulista - FAP e do Sindicato dos Artistas Plásticos. Em 1949 lecionou na Escola Livre de Artes Plásticas, primeira escola de arte moderna de São Paulo e participou do Grupo Teatro de Vanguarda. No ano seguinte, fundou a Oficina de Arte - O. D. A., com Odetto Guersoni e Bassano Vaccarini. No fim da década de 1950 atuou como figurinista nas peças ‘Vestido de Noiva’, de Nelson Rodrigues, e ‘Casamento Suspeitoso’, de Ariano Suassuna. Também desenhou alguns figurinos para dois filmes dirigidos por Walter Hugo Khoury: ‘Fronteiras do Inferno’ (1958) e ‘Na Garganta do Diabo’(1959). Realizou muitas exposições individuais e participou de vários Salões oficiais destacando-se: Bienal Internacional de São Paulo (1ª, 2ª, 3ª, 6ª, 7ª); Bienal de Veneza (1952); Panorama da Arte Moderna Brasileira (1970). MEC, VOL. 1, PÁG. 247; PONTUAL, PÁGS. 78/79; ARTE NO BRASIL, VOL. 2, PÁG. 1041; ART PRICE ANNUAL 2000, PÁG. 258; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 79; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 586; LEONOR AMARANTE, PÁG. 72; ACERVO FIEO.



426 - INOS CORRADIN (1929)
Lance Livre - ENCERRADO

Equilibrista - serigrafia - 59/100 - 60 x 30 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



427 - JAVIER ALVARO ASFADUROFF NIBBES (1954)
Lance Livre - ENCERRADO

"Le femme ant le chats" - óleo e encáustica sobre tela - 24 x 18 cm - canto superior esquerdo e dorso - 2020 - São Paulo -
(Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Pintor e desenhista uruguaio nascido em Montevidéu. Frequentou o Liceu Onze de Cerro Montevidéu (entre 1965 e 1967) onde foi aluno de Torres Garcia. A partir de 1994 passou a figurar em bienais e várias exposições coletivas. JULIO LOUZADA VOL. 10,PÁG. 637; asfaduroffnibbes.com; www.artprice.com.



428 - YASUICHI KOJIMA (1934)
Lance Livre - ENCERRADO

"A Casa da Câmara de Mariana" - óleo sobre tela - 40 x 50 cm - canto inferior esquerdo e dorso - 2021 -

Pintor e ceramista nascido em Tajimi, Japão - cuja população vive de cerâmica e porcelana. Seu pseudônimo artístico é Kojima. Recebeu influência de seu pai, Shigueo Kojima - tradicional artista e ceramista japonês conhecido pelo nome artístico Juho Kojima. Formou-se na Escola de Cerâmica Industrial de Tajimi - Gifu, Japão. Veio para o Brasil em 1953, trabalhou por cinco anos em São Caetano e transferiu-se para Mauá onde, como seu pai, montou sua própria fábrica de cerâmicas e porcelanas que está em atividade até hoje. Naturalizou-se brasileiro e estudou pintura com Manabu Mabe, Takaoka e Nakajima. Realizou exposição individual em Poá, SP (2009) e no Museu de Arte do Parlamento de São Paulo (2013). Participou de diversas mostras e Salões Oficiais em: São Bernardo do Campo, SP (1967); São Paulo (1968, 1969, 2001 a 2010); Poá, SP (2009-como convidado); Embu, SP (2012 - Prêmio Prata). www.mauamemoria.com.br; www.radaroficial.com.br/d/31498914; issuu.com/shinzenbi/docs/makoto_5/27.



429 - ROBERTO DE LAMONICA (1933 - 1995)
Lance Livre - ENCERRADO

Figura e ratos - técnica mista sobre papel - 23 x 24 cm - canto inferior direito - 1953 -

Gravador, pintor e professor. Inicia seus estudos na Escola de Belas Artes de São Paulo. Trabalha no Museu de Arte de São Paulo sob orientação de Poty e Darel; mais tarde, estuda gravura com Renina Katz. Em 1958, muda-se para o Rio de Janeiro e estuda com Orlando da Silva no Liceu de Artes e Ofícios. No ano seguinte, aperfeiçoa-se com Johnny Friedlaender no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Em 1963, é convidado para lecionar na Escola de Belas Artes de Minneapolis, Estados Unidos. Em 1965, recebe a Bolsa Guggenheim e, no ano seguinte, vai para Nova York onde leciona gravura em várias instituições, como a New School for Social Research e a Art Students League. De 1982 a 1984, dirige o atelier de gravura da Universidade de Sydney. ITAÚ CULTURAL; JULIO LOUZADA, vol. 1, pág. 521.



430 - SHOKICHI TAKAKI (1914 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Rosas - óleo sobre tela - 60 x 120 cm - canto inferior esquerdo - 1966 -
No estado (pintura craquelada).

Nasceu em Niegata, Japão. No Brasil desde 1927, onde faleceu. Atuou como colono nas lavouras paulistas de café na região de Bebedouro e Nova Granada. Em 1940, já casado, decide vir para a Capital. Autodidata, profissionalizou-se em 1959. Participou de inúmeras mostras coletivas e oficiais como: Salão Paulista de Belas Artes, SP (1952, 1953, 1964, 1968, 1970, 1973, 1975, 1979, 1980, 1984); Salão de Belas Artes de Piracicaba (1963, 1981); Salão Oficial da Academia Paulista de Belas Artes (1981, 1982); Salão de Belas Artes da Sociedade Amigos do Salão Paulista de Belas Artes (1977); Salão de Belas Artes de Ribeirão Preto, SP (1982); 'Le Centre International D´Art Contemporain', Paris – France (1984); 1ª Mostra de Arte Contemporânea Brasileira Expofair - Espelho de Água, Lisboa – Portugal (1985); 'Curtis Hixon Convention Center, Tampa - Flórida – EUA (1986); 'Exposition d´ Artistes Contemporains – Acrópolis Salle des Exposition', Nice – França (1987) e muitas outras. Recebeu premiações como a Pequena e a Grande Medalha de Bronze, a Pequena e a Grande Medalha de Prata, a Pequena e a Grande Medalha de Ouro, Prêmio Viagem ao País e isenção de Júri em quase todas as exposições que participou. JULIO LOUZADA VOL.11, PÁG. 315; MEC VOL. 4, PÁG. 352; ITAU CULTURAL; www.brazilgallery.com.br; www.artprice.com.



431 - ALFREDO VOLPI (1896 - 1988)
Lance Livre - ENCERRADO

Bandeirinhas - serigrafia - 13/70 - 32 x 47 cm - canto inferior direito -

Pintor, desenhista, gravador e ceramista nascido em Lucca, Itália e falecido em São Paulo. Muda-se com os pais para São Paulo em 1897 e, ainda criança, estuda na Escola Profissional Masculina do Brás. Mais tarde trabalha como marceneiro, entalhador e encadernador. Em 1911, torna-se pintor decorador e começa a pintar sobre madeiras e telas. Na década de 1930 passa a fazer parte do Grupo Santa Helena com vários artistas como Mário Zanini e Francisco Rebolo. Em 1936, participa da formação do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo e integra, em 1937, a Família Artística Paulista - FAP. Em 1940, ganha o concurso promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN, com trabalhos realizados com base nos monumentos das cidades de São Miguel e Embu. Realiza trabalhos para a Osirarte, empresa de azulejaria criada em 1940, por Rossi Osir. Sua primeira exposição individual ocorre em São Paulo, em 1944. Em 1950, viaja para a Europa acompanhado de Rossi Osir e Mario Zanini. É convidado a participar, em 1956 e 1957, das Exposições Nacionais de Arte Concreta e mantém contato com artistas e poetas do grupo concreto. Recebe o prêmio Aquisição na Bienal de Veneza (1952), Melhor Pintor Nacional da Bienal Internacional de São Paulo (1953), dividido com Di Cavalcanti; o prêmio Guggenheim (1958); Melhor Pintor Brasileiro pela crítica de arte do Rio de Janeiro (1962 e 1966), Melhor Pintor Nacional no Panorama da Arte Brasileira MAM - SP (1970), entre outros. REIS JUNIOR, PÁG. 378; WALMIR AYALA, VOL. 2, PÁG. 426 e 428; JULIO LOUZADA VOL.1, pág.1048; MEC. VOL.4, PÁG. 496; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 584; ARTE NO BRASIL, PÁG. 684; LEONOR AMARANTE, PÁG. 28, Acervo FIEO; BENEZIT VOL. 10, PÁG. 567; PONTUAL PÁG.546. NTE, pág. 28, Acervo FIEO.



432 - EDU DAS ÁGUAS (1937)
Lance Livre - ENCERRADO

Flores - óleo sobre placa - 29 x 19 cm - canto inferior direito - 2017 -
Santuário São Francisco.

Edu das Águas, pseudônimo artístico de Eduardo Marques de Jesus, artista plástico nascido em São Paulo, que se dedica à pintura há mais de 55 anos. Atuou como ilustrador, diretor de arte e chefe de criação em inúmeras agências de publicidade na capital paulistana. Nos últimos anos participou de diversas exposições. Suas obras fazem parte de coleções individuais de importantes artistas da música popular brasileira como: Milton Nascimento, Maria Betânia, Zélia Duncan, Caetano Veloso, entre outros e de inúmeras coleções particulares no Brasil, Estados Unidos. Tem obras também no acervo do Museu de Arte do Parlamento de São Paulo, localizado na Assembleia Legislativa do Estado - ALESP. Ilustrou o livro do Centenário do Bairro da Casa Verde - São Paulo - SP, lançado em julho de 2013.



433 - ALBERTO DA VEIGA GUIGNARD (1896 - 1962)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - desenho a nanquim, aquarela e guache - 15 x 20 cm - canto inferior direito -
Ex coleção Marchand Isaac Ficz, Rio de Janeiro - RJ.

Pintor, professor, desenhista, ilustrador e gravador, Alberto da Veiga Guignard nasceu em Nova Friburgo, RJ e faleceu em Belo Horizonte, MG. Mudou-se com a família para a Europa em 1907. Em dois períodos, entre 1917 e 1918 e entre 1921 e 1923, frequentou a Real Academia de Belas Artes de Munique, onde estudou com Hermann Groeber e Adolf Hengeler. Aperfeiçoou-se em Florença e em Paris, onde participou do Salão de Outono. Retornou para o Rio de Janeiro em 1929 e integrou-se ao cenário cultural por meio do contato com Ismael Nery. Participou do Salão Revolucionário de 1931, e foi destacado por Mário de Andrade como uma das revelações da mostra. Em 1941, integrou a Comissão Organizadora da Divisão de Arte Moderna do Salão Nacional de Belas Artes, com Oscar Niemeyer e Aníbal Machado. Em 1943, passou a orientar alunos em seu ateliê e criou o Grupo Guignard. A única exposição do grupo, realizada no Diretório Acadêmico da Escola Nacional de Belas Artes, foi fechada por alunos conservadores e reinaugurada na Associação Brasileira de Imprensa. Em 1944, a convite do prefeito Juscelino Kubitschek, transferiu-se para Belo Horizonte e começou a lecionar e dirigir o curso livre de desenho e pintura da Escola de Belas Artes, por onde passaram Amilcar de Castro, Farnese de Andrade, Yara Tupynambá e Lygia Clark, entre outros. Permaneceu à frente da escola até 1962, quando, em sua homenagem, esta passou a chamar-se Escola Guignard. Participou da Bienal de Veneza (1928, 1952); da Bienal Internacional de São Paulo (1951) e outras. PONTUAL, PÁG. 254; MEC, VOL. 2, PAG. 304; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 236; JULIO LOUZADA, VOL. 10, PÁG. 404; ART PRICE ANNUAL 2000, PÁG. 1013; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 373; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 559; ARTE NO BRASIL, PÁG. 505; LEONOR AMARANTE, PÁG. 28; www.pinturabrasileira.com; www.brasilescola.com; web.artprice.com.



434 - EDUARDO CARLSON (1924)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre placa - 15 x 23 cm - canto inferior esquerdo -
Paspatour no estado.

Pintor natural de Bauru, SP. Assina E. Carlson. Foi aluno de Edgar Walter, Armando Viana, Carlos Cavalcanti, no Rio de Janeiro, e de Anson Coriant Piper, nos Estados Unidos. Participou de inúmeras exposições coletivas e Salões oficiais, ganhando muitos prêmios em: Rio de Janeiro (1956, 1960, 1962, 1966, 1968, 1970, 1973 a 1975, 1978 a 1980, 1982, 1983); Valença, RJ (1972, 1974, 1975, 1980); Niterói, RJ (1970, 1974); São Paulo (entre 1963 e 1976). JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 212; VOL. 6, PÁG. 204; MEC, VOL. 1, PÁG. 357. ACERVO FIEO.



435 - MARCELO GRASSMANN (1925 - 2013)
Lance Livre - ENCERRADO

Figura e cavalos - desenho - 47 x 64 cm - canto inferior direito - 1983 -

Desenhista, gravador, ilustrador, pintor, escultor e professor, nasceu em São Simão, SP. Estuda fundição, mecânica e entalhe em madeira na Escola Profissional Masculina do Brás, SP. Passa a realizar xilogravuras a partir de 1943. Atua como ilustrador do Suplemento Literário do ‘Diário de São Paulo’, do ‘O Estado de S. Paulo’ e do ‘Jornal do Estado da Guanabara’. Quando reside no Rio de Janeiro, a partir de 1949, freqüenta os cursos de gravura em metal, com Henrique Oswald e de litografia, com Poty, no Liceu de Artes e Ofícios. Em Salvador (1952), trabalha com Mario Cravo Júnior. .Recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna (1953) e vai para a Academia de Artes Aplicadas, em Viena. Passa a dedicar-se principalmente ao desenho, à litografia e à gravura em metal. Em 1969, sua obra completa é adquirida pelo governo do Estado de São Paulo, passando a integrar o acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo . Em 1978, a casa em que nasceu, em São Simão, é transformada em museu e tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo - Condephaat. Participou de muitas exposições e das Bienais de: São Paulo (1951 a 1961, 1967, 1969, 1979, 1985, 1989); Veneza (1950, 1956, 1958, 1962); Paris (1959). Principais prêmios: Bienal de São Paulo (1951, 1955, 1957, 1959, 1967); Bienal de Veneza (1950, 1956, 1958,1962); Bienal de Paris (1959). PONTUAL, PÁG. 249; MEC, VOL. 2, PÁG. 281 E 282; ITAU CULTURAL; JULIO LOUZADA, VOL.1, PÁG. 439; VOL. 5, PÁG. 453; VOL. 9, PÁG. 383.



436 - FANG (1931 - 2012)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 21/170 - 24 x 18 cm - canto inferior direito - 1990 -

Pintor, desenhista, gravador e professor, Chien Kong Fang, ou simplesmente Fang, nasceu na cidade de Tung Cheng, China e faleceu em São Paulo. Estudou sumiê e aquarela na China em 1945. Veio morar em São Paulo com a família em 1951, naturalizando-se brasileiro em 1971. Entre 1954 e 1956, estudou pintura com Yoshiya Takaoka em São Paulo. Viajou, em 1977, para a América do Norte, Europa e Ásia, onde desenvolveu o seu trabalho de pintura. Em 1981, foi realizado o curta metragem biográfico ‘O Caminho de Fang’, em São Paulo. Visitou a China, convidado pelo governo chinês, em 1985. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1959, 1961, 1962, 1978, 1981, 1993, 2005); Salvador, BA (1962); Rio de Janeiro (1978, 1986); Schleswing, Alemanha (1985); Lugana, EUA (1990); Americana, SP (1994); Formosa, Taiwan (1994). Foi premiado no Rio de Janeiro (1957) e em São Paulo (1960 a 1962, 1967 a 1969, 1978, 1979, 1991). Participou do Panorama da Arte Atual Brasileira - MAM, SP (1978). MEC, VOL. 2, PÁG. 124; JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 366; VOL. 6, PÁG. 378; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 189; PONTUAL, PÁG. 201; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; www.fang.com.br; www.artprice.com.



437 - WILHELM WOLLER (1907 - 1954)
Lance Livre - ENCERRADO

Mar revolto - aquarela e guache - 31 x 40 cm - canto inferior direito -
Moldura no estado. (Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Pintor, desenhista, cenógrafo e diretor de arte alemão nascido em Gummersbach, Rhineland, Alemanha e falecido em Nova York, EUA. Estudou na "Arts and Craft School" em Bielefeld, Wesphalia, nas Academias de Belas Artes de Dresden e de Berlim, mas, a sua única exposição individual na Alemanha (Berlim - 1935) foi fechada pela Gestapo 20 minutos após a inauguração, pois, sua arte foi qualificada como arte degenerada. Viveu no Rio de Janeiro (1939 - 1945) como refugiado de guerra, pintando e trabalhando como diretor de uma companhia cinematográfica. Seu quadro "Namoro Sentimental", exposto na Galeria Askanazy, RJ, na Exposição de Arte Condenada pelo III Reich (1945) foi rasgado por três jovens. Viajou pelo Amazonas (1947). Mudou - se para Nova York (1949) onde atuou como cenógrafo de televisão. Depois viajou pela Europa (1954) e retornou aos EUA. Foi incorporado ao grupo artístico surgido na Alemanha conhecido como "Die Brücke" (A Ponte). www.wilhelmwoller.com; berlimvisitaspersonalizadas.com; www.artprice.com.



438 - FRANCISCO BRENNAND (1927 - 2019)
Lance Livre - ENCERRADO

Pirâmide - cerâmica - 09 x 12 x 12 cm - não assinado -
Com marca da Oficina Cerâmica Francisco Brennand. No estado.

Pintor, desenhista, gravador, ceramista, escultor, tapeceiro e ilustrador, Francisco de Paula Coimbra de Almeida Brennand nasceu e faleceu em Recife, PE. Iniciou sua formação em 1942, aprendendo a modelar com Abelardo da Hora. Posteriormente, recebeu orientação em pintura de Álvaro Amorim e Murilo Lagreca. Viajou para a França (1949), incentivado por Cicero Dias. Frequentou cursos com André Lhote e Fernand Léger, em Paris (1951); conheceu obras de Pablo Picasso e Joán Miró e descobriu, na cerâmica, seu principal meio de expressão. Realizou diversos painéis e murais cerâmicos (entre 1958 a 1999) em várias cidades do Brasil e dos Estados Unidos. Iniciou a restauração de uma velha olaria de propriedade paterna (1971), próxima a Recife, transformando-a em ateliê, onde manteve em exposição permanente objetos cerâmicos, painéis e esculturas. Exposições retrospectivas de sua produção foram realizadas em Berlim -“Staatliche Kunsthalle” (1993) e na Pinacoteca do Estado de São Paulo - “Brennand: Esculturas 1974-1998” (1998). Foi publicado o livro “Brennand”, Editora Métron, com texto de Olívio Tavares de Araújo (1997). Foram lançados vários vídeos sobre sua obra, entre eles, “Francisco Brennand: Oficina de Mitos”, pela Rede Sesc/Senac de Televisão (2000). Realizou exposições individuais em: São Paulo (1960, 1961); Olinda, PE (1961); Salvador, BA (1961); Rio de Janeiro (2000). Participou de diversas mostras coletivas e Salões oficiais, destacando-se: Salão Anual de Pintura, Museu do Estado de Pernambuco (1947 – 1º Prêmio em Pintura, 1948 – 1º Prêmio em Pintura, 1950 – 2º Prêmio, 1953, 1954); Salão Baiano de Belas Artes (1955 – Medalha de Prata); Bienal Hispano Americana, Barcelona – Espanha (1956); Bienal Internacional de São Paulo (1959); Exposição Internacional de Cerâmica e Pintura, Oostende – Bélgica (1959). JULIO LOUZADA VOL. 3, PÁG.161. PONTUAL PÁG. 88. MEC VOL. 1, PÁG. 294; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 717; ARTE NO BRASIL PÁG. 879. ACERVO FIEO, www.artprice.com.



439 - DJANIRA DA MOTTA E SILVA (1914 - 1979)
Lance Livre - ENCERRADO

Estudo - desenho a lápis - 32 x 22 cm - canto inferior direito - Rio -

Pintora, desenhista, ilustradora, cartazista, cenógrafa e gravadora. Djanira da Motta e Silva nasceu em Avaré, SP e faleceu no Rio de Janeiro, RJ. No final da década de 1930, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde teve suas primeiras instruções de desenho no Liceu de Artes Ofícios e com o pintor Emeric Marcier, hóspede da pensão que Djanira instalou no bairro de Santa Teresa. Os contatos com os artistas Carlos Scliar, Milton Dacosta , Arpad Szenes , Vieira da Silva e Jean-Pierre Chabloz , frequentadores de sua pensão, proporcionaram um ambiente estimulador que a levou a expor no 48º Salão Nacional de Belas Artes, em 1942. No ano seguinte, realizou sua primeira mostra individual, na Associação Brasileira de Imprensa - ABI. Em 1945, viajou para Nova York. De volta ao Brasil, realizou o mural ‘Candomblé’ para a residência do escritor Jorge Amado, em Salvador, e painel para o Liceu Municipal de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Entre 1953 e 1954, viajou a estudo para a União Soviética. De volta ao Rio de Janeiro, tornou-se uma das líderes do movimento pelo Salão Preto e Branco, um protesto de artistas contra os altos preços do material para pintura. Realizou em 1963, o painel de azulejos ‘Santa Bárbara’, para a capela do túnel Santa Bárbara, Laranjeiras, Rio de Janeiro. No ano de 1966, a editora Cultrix publicou um álbum com poemas e serigrafias de sua autoria. Realizou muitas exposições individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil, EUA e Europa. Foi premiada no Rio de Janeiro (1943, 1944, 1949, 1950 a 1953, 1955, 1963) e em São Paulo (1951, 1955). Participou da 1ª e da 2ª Bienal Internacional de São Paulo (1951, 1955). Em 1977, o Museu Nacional de Belas Artes - MNBA, realizou uma grande retrospectiva de sua obra. ITAU CULTURAL; JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG. 336; PONTUAL, PÁG. 181; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 164; MEC, VOL. 2, PÁG 58; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG, 263; WALTER ZANINI, PÁG. 810; ARTE NO BRASIL, PÁG. 824; ACERVO FIEO.



440 - SILVIO OPPENHEIM (1941 - 2012)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - acrílico sobre tela - 100 x 100 cm - centro - 2010 -
No estado (tela amassada).

Pintor, desenhista, arquiteto e professor nascido e falecido em São Paulo. Formou-se pela Faculdade de Arquitetura da USP (1965) e completou sua formação na Alemanha, quando ganhou do governo alemão uma bolsa de estudos para a 'Technisce Universitat' (TU) em Berlim Ocidental. Em 1979 assumiu a cadeira de arquitetura de interiores na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie. Produziu intensamente como arquiteto e como artista plástico. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1965, 1972, 1975 a 1977, 1979, 1981, 1982, 1986 a 1989); Rio de Janeiro (1985); Brasília, DF (1978); Curitiba, PR (1980, 1987); Goiânia, GO (1989); Vitória, ES (1989). Participou de exposições coletivas e oficiais como: Bienal Internacional de São Paulo (1963, 1965, 1967, 1969); '5 Pintores de Vanguarda', Porto Alegre, RS (1965); Panorama de Arte Brasileira, MAM – SP (1971, 1973, 1976, 1979); Tóquio, Japão (1985) e outras. JULIO LOUZADA, VOL. 2, PÁG.745; VOL. 4, PÁG. 829; MEC, VOL.3, PÁG.301; ITAU CULTURAL, ACERVO FIEO; www.pinacoteca.org.br; www.sp.senac.br; www.resenhando.com; www.artprice.com.



441 - CÍCERO DIAS (1908 - 2003)
Lance Livre - ENCERRADO

Na sacada - serigrafia - 3/250 - 64 x 51 cm - canto inferior direito -
No estado (papel manchado).

Pintor, gravador, desenhista, ilustrador, cenógrafo e professor - Cícero dos Santos Dias nasceu em Escada, PE e faleceu em Paris. Iniciou estudos de desenho em sua terra natal e mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se matriculou, em 1925, nos cursos de arquitetura e pintura da Escola Nacional de Belas Artes, mas não os concluiu. Entrou em contato com o grupo modernista e, em 1929, colaborou com a ‘Revista de Antropofagia’. Em 1931, no Salão Revolucionário, na Enba, expôs o polêmico painel, tanto por sua dimensão quanto pela temática: ‘Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife’. Ilustrou, em 1933, ‘Casa Grande & Senzala’, de Gilberto Freyre. Em 1937 foi preso no Recife quando da decretação do Estado Novo. A seguir, incentivado por Di Cavalcanti, viajou para Paris onde conheceu Georges Braque, Henri Matisse, Fernand Léger e Pablo Picasso, de quem se tornou amigo. Em 1942, foi preso pelos nazistas e enviado a Baden-Baden, na Alemanha. Entre 1943 e 1945, viveu em Lisboa como Adido Cultural da Embaixada do Brasil. Retornou a Paris onde integrou o grupo abstrato Espace. Em 1948, realizou o mural do edifício da Secretaria das Finanças do Estado de Pernambuco, considerado o primeiro trabalho abstrato do gênero na América Latina. Em 1965, foi homenageado com sala especial na Bienal Internacional de São Paulo. Inaugurou, em 1991, painel de 20 metros na Estação Brigadeiro do Metrô de São Paulo. No Rio de Janeiro, foi inaugurada a Sala Cícero Dias no Museu Nacional de Belas Artes - MNBA. Recebeu do governo francês a Ordem Nacional do Mérito da França, em 1998, aos 91 anos. MEC, VOL.2, PÁG.50; WALMIR AYALA, VOL.1, PÁG.252; TEIXEIRA LEITE, PÁGS. 157, PONTUAL, PÁGS. 174; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 564; ARTE NO BRASIL, PÁG. 715; LEONOR AMARANTE, PÁG. 146; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 334; ACERVO FIEO; web.artprice.com.



442 - TONY KOEGL (1898 - XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Retrato de Ludwig Van Beethoven - óleo sobre tela - 78 x 100 cm - canto inferior direito -

Nascido na Alemanha, Tony Koegl imigrou para o Brasil em 1927, radicando-se em São Paulo, em 1928. Estudou em Insbruck, Áustria. Grande retratista, também pintou interiores, paisagens e alegorias. JULIO LOUZADA,VOL, 10, pág, 466.



443 - ESCOLA EUROPÉIA, SÉC.XIX
Lance Livre - ENCERRADO

Jovem desenhista - óleo sobre tela - 71 x 91 cm - canto inferior esquerdo com monograma -
(Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")



444 - FERREIRA GULLAR (1930 - 2016)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 90/150 - 32 x 42 cm - canto inferior direito -

Poeta, crítico de arte, jornalista, escritor, dramaturgo, tradutor, José Ribamar Ferreira nasceu em São Luís, MA. Em 1948 adotou o nome Ferreira Gullar. Transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1951. Participou da Exposição Nacional de Arte Concreta no MAM, SP (1956) e no Ministério da Educação e Cultura - MEC, RJ (1957). Discordando das ideias do grupo concretista paulista, redigiu 'Poesia Concreta: Experiência Fenomenológica', texto que marcou sua ruptura com o movimento. Por ocasião da 1ª Exposição Neoconcreta realizada no Rio e Janeiro (1959), escreveu o 'Manifesto Neoconcreto', assinado também por Amilcar de Castro , Aluísio Carvão , Franz Weissmann , Hélio Oiticica, Lygia Clark, Lygia Pape , Reynaldo e Theon Spanudis. Publicou ainda a 'Teoria do Não-Objeto' (1959) que expressa as ideias fundamentais do neoconcretismo. Dirigiu a Fundação Cultural – Brasília (1961) para a qual elaborou o projeto do Museu de Arte Popular. Por conta de seu engajamento político, foi preso (1968) e viveu exilado em Paris, Moscou, Santiago, Lima e Buenos Aires. Voltou ao Brasil em 1977. Consolidando a carreira como crítico e teórico de arte, publicou 'Etapas da Arte Contemporânea: do Cubismo à Arte Neoconcreta '(1985). Foi diretor (1992 a 1995 )do Instituto Brasileiro de Arte e Cultura (Ibac), que voltou a ter o antigo nome, Fundação Nacional de Arte (Funarte). O pleno reconhecimento à sua carreira vem a partir da década de 1990, período em que recebeu diversos prêmios e homenagens, entre os quais se destacam o Prêmio Jabuti, categoria poesia, concedido em 1999; a indicação ao Prêmio Nobel de Literatura, em 2002; o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL), pelo conjunto da obra, em 2005; e o Prêmio Camões, concedido pelos governos do Brasil e de Portugal, em 2010. ITAU CULTURAL; www.artprice.com; educacao.uol.com.br; www.infoescola.com.



445 - ANA CRISTINA ANDRADE (1953)
Lance Livre - ENCERRADO

"Composição XXXIX" - óleo sobre tela colada em placa - 54 x 63 cm - canto inferior direito e dorso - 2020 -

Ana Cristina Andrade é pintora, gravadora, desenhista, professora e designer vidreira. Iniciou sua formação artística na Escola Superior de Arte Santa Marcelina, SP (1972-1975). Aprendeu gravura em metal (1980-1990) com Iole Di Natale; técnicas de gravura na Scuola Internazionale di Gráfica em Veneza, Itália (1983); Gravura Especial com Evandro Carlos Jardim, no MAC-SP (1991); Técnica Calcográfica Experimental com Mario Benedetti, na FASM-SP (1997); Vitrofusão com Roberto Bonino. Exposições individuais: São Paulo, SP (1984, 1987, 1995, 2003); Bauru, SP (1989); “Projeto Interior com Arte” – Museu Banespa (1998 – Exposição itinerante pelo interior do Estado de São Paulo). Coletivas: Epinal, França (1975); São Paulo, SP (1974, 1982, 1984, 1985, 1986, 1988, 1994, 1995, 2000, 2002 a 2004, 2012 – SP ESTAMPA); Santo André, SP (1982); Novo Hamburgo, RS (1982); Taiwan, China (1983, 1985); San Juan, Porto Rico (1983); Santos, SP (1983); Cabo Frio, RJ (1983); Ribeirão Preto,SP (1984); Curitiba, PR (1984); Piracicaba,SP (1984); Veneza, Itália (1984, 1985); Campinas, SP (1985); São José do Rio Preto, SP (1986); Limeira, SP (1986); Washington D.C.,EUA (1991); Campos do Jordão, SP (1991); Kanagawa, Japão (1992); Maastricht, Holanda (1993); Illinois, EUA (1994); Cidade do México, México (1996); Jacareí, SP (1998); Budapeste, Hungria (1996); Uzice, Yuguslávia (1997); Ourense, Espanha (1994, 2006). Prêmios: São Paulo, SP (1974); Novo Hamburgo, RS (1982); Santos, SP (1983); Ribeirão Preto, SP (1984); Curitiba, PR (1984); Piracicaba, SP (1984); Campinas, SP (1985); São José do Rio Preto, SP (1986). JULIO LOUZADA, vol.1, pág. 62; vol.2, pág. 66; Acervo FIEO. ITAU CULTURAL.



446 - RENINA KATZ (1925)
Lance Livre - ENCERRADO

"Sub-solo" - litografia - 24/50 - 18 x 29 cm - canto inferior direito - 1994 -

Gravadora, desenhista, ilustradora e professora, Renina Katz Pedreira nasceu no Rio de Janeiro. Assina Renina e Renina Katz. Cursou a Escola Nacional de Belas Artes, RJ (1947 a 1950) e teve como professores, entre outros, Henrique Cavalleiro e Quirino Campofiorito. Licenciou-se em desenho pela Faculdade de Filosofia da Universidade do Brasil. Iniciou-se em xilogravura com Axl Leskoschek, em 1946. Incentivada por Poty, ingressou no curso de gravura em metal, oferecido por Carlos Oswald no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro. Mudou-se para São Paulo em 1951, e lecionou gravura no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand e, posteriormente, na Fundação Armando Álvares Penteado, até a década de 1960. Em 1956, publicou o primeiro álbum de gravuras, intitulado ‘Favela’. A partir dessa data, foi docente da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo por 28 anos. Realizou muitas exposições individuais pelo Brasil, EUA, Chile, Paraguai, Portugal, Itália, Holanda e participou, entre as diversas mostras e Salões oficiais, das: Bienal Internacional de São Paulo (1955, 1959, 1961, 1963, 1985, 1989); Bienal de Veneza, Itália (1956, 1986); Panorama da Arte Atual Brasileira - MAM, SP (1974, 1977, 1980, 1984). Foi premiada no Rio de Janeiro (1951, 1952) e em São Paulo (1955, 1984). MEC VOL.2, PÁG.403; PONTUAL, PÁG. 288; WALMIR AYALA VOL.1, PÁG.441; JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG.15; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 606; ARTE NO BRASIL; www.artprice.com; www.catalogodasartes.com.br; www.editora.unicamp.br; www.laboratoriodasartes.com.br; artenaescola.org.br.



447 - SINHÁ D'AMORA (1906 - 2002)
Lance Livre - ENCERRADO

Barcos - óleo sobre tela colada em cartão - 14 x 20 cm - canto inferior direito -

Pintora e escultora, Sinhá D’Amora é o nome artístico de Fideralina Correia de Amora Maciel, nascida Fideralina de Morais Correia Lima, no sítio Olho D’Água, município de Lavras da Mangabeira, Ceará. Casou-se com o escritor Raimundo de Amora Maciel, da Academia Cearense de Letras. Em 1933, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde frequentou a Escola Nacional de Belas Artes. Cursou a Academia de Belas Artes de Florença, Itália (1949); a ‘Acadèmie de la Grand Chaumière’ em Paris; viajou pelo Japão e países do Oriente Médio (1977). Participou de muitas mostras e Salões oficiais no Brasil e no exterior, entre as quais: Salão Paulista de Belas Artes, São Paulo (1940, 1942, 1943, 1954, 1972 - Medalha de Prata). Recebeu vários outros prêmios. Entre as suas grandes realizações, no plano social, estão a criação do Curso de Restauração junto à Sociedade Brasileira de Artes Plásticas e a fundação e manutenção do Museu de Artes Plásticas do Crato. Foi criado em Fortaleza (2002) o ‘Memorial Sinhá d’Amora’, no qual se encontram os seus arquivos e alguns dos seus quadros de maior destaque. ITAU CULTURAL; www.fortaleza.ce.gov.br; dimasmacedo.blogspot.com.br.



448 - CARLOS TENIUS (1939)
Base: R$ 1.500,00 - ENCERRADO

Composição - escultura em bronze - 31 x 26 x 25 cm - assinado -

Gaúcho de Porto Alegre, CARLOS Gustavo TENIUS é escultor, cuja técnica estudou com Fernando Corona na Escola de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Seus conceitos são expressados com técnica artesanal admirável, revelando uma textura correta e coerente que jamais conduz à monotonia de uma superfície. JULIO LOUZADA, vol. 9 pág. 854; RGS, pág. 127; ITAÚ CULTURAL.



449 - RUBEM LUDOLF (1932 - 2010)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 9/40 - 30 x 60 cm - canto inferior esquerdo -
No estado (pequenas manchas).

Pintor, desenhista, arquiteto e paisagista, Rubem Mauro Cardoso Ludolf nasceu em Maceió, AL e faleceu no Rio de Janeiro. Formou-se pela Escola Nacional de Arquitetura da Universidade Brasil-RJ (1955). Foi aluno de Ivan Serpa no curso livre de pintura do MAM, RJ. Fez parte do Grupo Frente (a partir de 1955) e do Movimento Concretista (entre 1956 e 1957). Paralelamente à sua atividade como artista plástico, atuou como arquiteto (entre 1954 e 1990) no Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), dedicando-se principalmente ao paisagismo. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1958, 1986, 2003, 2005); Rio de Janeiro (1959, 1965, 1973, 1979, 1981, 1983, 1985, 1986, 1987, 1989, 2002 – Museu Nacional de Belas Artes, 2003, 2010); Santos, SP (1972). Participou da Bienal Internacional de São Paulo (1955, 1959, 1961, 1965, 1967 - Prêmio Aquisição, 1973 - como um dos integrantes da sala especial “Arte Construída: homenagem a Waldemar Cordeiro”); da exposição coletiva do Grupo Frente, RJ (1954, 1955, 1956); da Exposição de Arte Moderna Brasileira, Montevidéu – Uruguai (1956); da Exposição Nacional de Arte Concreta (1956 - MAM, SP; 1957 – MEC, RJ); do Salão Nacional de Arte Moderna, RJ (1956 – 1969); da Bienal do Artista Jovem, Paris – França (1961); do Salão ESSO de Artistas Jovens, RJ (1965); da Bienal Nacional de Artes Plásticas, Salvador (1966); entre outras. TEIXEIRA LEITE PÁG. 292; WALTER ZANINI PÁG. 676; PONTUAL PÁG. 324; MEC VOL. 2, PÁG. 511; JULIO LOUZADA VOL. 5, PÁG. 596; ITAU CULTURAL; brasilartesenciclopedias.com.br; www.artprice.com.



450 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

"Gato azul" - acrílico sobre tela - 60 x 80 cm - canto inferior direito e dorso - 2003 -
Com Certificado de Autenticidade emitido pelo Estúdio Aldemir Martins.

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



451 - FUKUDA (1943 - 2021)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 1/50 - 40 x 45 cm - canto inferior direito - 2012 -
Com relevo seco de Papel Assinado - Brasil.

Pintor, gravador e escultor, Roberto Kenji Fukuda nasceu em Indiana, SP e faleceu em Curitiba PR. Iniciou-se na pintura com orientação de seu pai, o pintor Tamotsu Fukuda, um dos imigrantes japoneses pioneiros no Brasil. Como escultor foi o responsável pela criação do monumento comemorativo aos Jogos Pan-Americanos, do Rio de Janeiro (2007). Realizou exposições individuais em: Lins, SP (1963); Rio de Janeiro (1988, 1989); São Paulo (1988,1991); Curitiba, PR (1989); Brasília, DF (1989); Belo Horizonte, MG (1991). Participou de várias mostras coletivas pelo Brasil, Alemanha, França e Estados Unidos. JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 120; ITAÚ CULTURAL; Acervo FIEO; www.galeriamaradolzan.com.br.



452 - ARTE POPULAR BRASILEIRA (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Sagrada família - escultura em madeira - 23 x 15 x 08 cm - assinado -
Ealan.



453 - HELENA PEREIRA DA SILVA OHASHI (1895 - XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Figura - óleo sobre tela colada em cartão - 46 x 38 cm - canto inferior direito - 1930 - Paris -

Paulistana, Helena era filha do pintor Oscar Pereira da Silva, de quem recebeu seus primeiros conhecimentos artísticos. Em 1929 seguiu para Paris, onde aperfeiçoou-se em pintura com Jean Paul Laurens. Casou-se com o pintor Kai Ohashi, em Paris, passando a residir em Kobe, Japão. Expôs em Paris (1933), no SNBA-RJ (1936), e no SPBA (1940), e individualmente no Brasil, em 1940, apresentando trabalhos executados no Japão. JULIO LOUZADA, vol. 1, pág. 689, RUTH TARASANTCHI.



454 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Pássaro - litografia - P.P.I. - 31 x 43 cm - canto inferior direito -

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



455 - INGRES SPELTRI (1940)
Lance Livre - ENCERRADO

Bandeirinhas - têmpera sobre tela - 60 x 80 cm - canto inferior direito e dorso -

Pintor, desenhista, escultor, gravador e professor nascido em Jau, SP. Filho do pintor Augusto Speltri com quem se iniciou na pintura, ainda criança. Em 1959 mudou-se para São Paulo onde estudou Música (1960-1964). Foi professor titular da Escola Panamericana de Arte, SP. Realizou exposições individuais, em São Paulo, nos anos de 1977, 1981, 1978, 1984. Participou de várias mostras e Salões oficiais, sendo premiado em: São Paulo (1963, 1966, 1970, 1971); Santo André, SP (1976). JULIO LOUZADA VOL. 5, PÁG. 1012; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; MEC VOL. 4, PÁG. 338; PONTUAL PÁG. 504; www.artprice.com; www.speltri.com.



456 - JACQUES DOUCHEZ (1921 - 2012)
Lance Livre - ENCERRADO

"Ravel" - serigrafia - 54/100 - 59 x 42,5 cm - canto inferior direito - 2004 -
Com dedicatória.

Pintor, tapeceiro e professor nascido em Mâcon, França e falecido em São Paulo. Começa sua aprendizagem em pintura ainda na França. Chegando ao Brasil em 1947, aperfeiçoa sua técnica com Caetano de Gennaro. Posteriormente, integra o grupo Atelier-Abstração onde recebe orientação de Flexor. Em 1957, Douchez e seu amigo Norberto Nicola, também aluno de Flexor, cria o Atelier Douchez-Nicola. Exposições individuais: São Paulo, SP (1959, 1963, 1975, 1979, 1984, 1989, 2003); Rio de Janeiro, RJ (1963,1968); Lima, Peru (1965); Washington, EUA (1976); Santos, SP (1977,2003); Campos do Jordão, SP (1981); Curitiba, PR (1982); Campinas, SP (1984); Jundiaí, SP (1987). Exposições coletivas: São Paulo, SP (1953 a 1959 - Bienais de São Paulo, 1961 a 1965,1967 a 1980,1982 a 1988, 1994, 1996, 1998 a 2000); Japão (1955,1970); EUA (1958,1971,1977); França (1958,1975); Belo Horizonte, MG (1961, 1970, 1974,1977); Curitiba, PR (1961); Rio de Janeiro, RJ (1961 a 1963, 1966,1967,1970,1977,1978,1983, 1999); Campinas,SP (1962,1996); Peru (1962,1965,1967); Uruguai (1963); Inglaterra (1965); Chile (1965,1980); México (1966,1970); Áustria (1966); Holanda (1968); Brasília, DF (1969,1973,1977); Alemanha (1970, 1980); Argentina (1975,1977,1978); Portugal (1975,1980); Suíça (1975); Porto Alegre, RS (1981,1985); Penápolis, SP (1982); São Caetano do Sul, SP (1986); Itapecerica da Serra, SP (1988). Prêmios: São Paulo, SP(1953 e 1971- Bienais de São Paulo;1976). ITAU CULTURAL; JULIO LOUZADA,vol.1,pág.341 e vol.2, pág.359.



457 - TAPETE ORIENTAL,
Lance Livre - ENCERRADO


Ponto de nó, feito a mão, de lã, Pakistan, medindo 0,93 x 0,63 m = 0,59 m².



458 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XX
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre tela - 50 x 70 cm - canto inferior direito ilegível -



459 - INOS CORRADIN (1929)
Lance Livre - ENCERRADO

Equilibrista - serigrafia - 18/50 - 55,5 x 38 cm - canto inferior direito -

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



460 - IGNÁCIO DA NEGA (1945)
Lance Livre - ENCERRADO

"Boite da Dondinha" - óleo sobre tela - 90 x 120 cm - canto inferior direito - 1986 -
Reproduzido no Convite deste Leilão. Ex-coleção Antônio Maluf - Galeria Seta - São Paulo. No estado (restauro necessário).

Pintor, Inácio Ramos da Silva (o "g" incluído no nome é para dar charme às telas) nasceu em Surubim, PE. Começou sua atividade artística ajudando a mãe a decorar andores de procissões e a fazer flores de papel. Aos 20 anos, mudou-se para São Paulo onde desempenhou várias atividades. Nas horas vagas, fazia desenhos a lápis, mas sem ainda pensar em viver de pintar. Voltou para Pernambuco (1970), estudou na Escola de Belas Artes de Recife e recebeu orientações de Alaerte Baudim. De volta a São Paulo (meados de 1970) orientou-se com M. Boy e Iracema Arditi. Foi convidado (1980) a realizar uma exposição no Museu do Sol, em Penápolis - SP e passou a assinar os quadros como Ignácio da Nega - homenagem à mãe, falecida em 1979 e conhecida como Nega em seu ofício de decoradora e costureira. Realizou exposições individuais em: Olinda, PE (1973); Penápolis, SP (1980). Participou de mostras coletivas e oficiais, destacando-se: Bienal Naïfs do Brasil, Piracicaba – SP (1996); POP Brasil: a arte popular e o popular na arte, CCBB – SP (2002); Arte Naïf, Galeria Jacques Ardies – SP (2004, 2005). JULIO LOUZADA, VOL. 2, PÁG. 511; VOL. 5, PÁG. 495; ACERVO FIEO; ITAU CULTURAL; artenaifrio.blogspot.com/2012/02/ignacio-da-nega.html.



461 - FULVIO PENNACCHI (1905 - 1992)
Lance Livre - ENCERRADO

Famílias - desenho a caneta esferográfica - 11 x 15 cm - canto inferior direito - 1972 -
No estado (papel manchado).

Pintor, ceramista, desenhista, ilustrador, gravador, professor nascido na cidade de Villa Collemandina, Itália e falecido em São Paulo. Em 1924 foi para Lucca e iniciou sua formação artística no ‘Regio Istituto di Belle Arti’ onde teve aulas com o pintor Pio Semeghini. Mudou-se para São Paulo em 1929 e dedicou-se a diferentes atividades até 1933, quando passou a auxiliar Galileo Emendabili na execução de monumentos funerários. Em 1935, conheceu Francisco Rebolo, passou a frequentar seu ateliê e conviveu com os artistas do Grupo Santa Helena. Nessa mesma época integrou a Família Artística Paulista e iniciou a produção de painéis em afresco e óleo para residências, igrejas, hotéis e outras edificações, destacando-se os afrescos de grandes dimensões para a Igreja Nossa Senhora da Paz, no bairro do Glicério, executados entre 1941 e 1948. Em 1965, iniciou um período de recolhimento e manteve-se afastado das exposições e do circuito artístico. Em 1973, reabriu seu ateliê e recebeu diversas homenagens no Brasil e na Itália. Nesse mesmo ano conheceu a ceramista Eunice Pessoa e com ela desenvolveu um grande número de peças que foram expostas em 1975. Sem nunca ter abandonado as atividades artísticas, voltou a figurar em diversas mostras e continuou a produzir painéis em afresco. Em 1980, Pietro Maria Bardi publicou um livro sobre sua obra. Nove anos depois, foi lançado o livro ‘Ofício Pennacchi’, organizado por Valério Antonio Pennacchi, responsável também pela publicação, em 2002, do livro ‘Fulvio Pennacchi: Pintura Mural’. Importante retrospectiva da obra do artista foi realizada, em 1973, no MAM - São Paulo. TEODORO BRAGA, PÁG. 192; MEC, VOL, 3, PÁG. 365; WALMIR AYALA, VOL, 2, PÁG. 182; PONTUAL, PÁG. 416; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 584; ARTE NO BRASIL, PÁG. 784; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 740; ACERVO FIEO.



462 - EDÉSIO ESTEVES (1916)
Lance Livre - ENCERRADO

Marinha - aquarela - 32 x 41 cm - canto inferior direito - LXXII -

Pintor, desenhista e caricaturista. Estudou História da Arte na Sorbonne, Paris, em 1930. No Brasil frequentou a ENBA. Fixou-se em Ouro Preto-MG, quando colaborou intensamente com a imprensa. Sua obra teve influência de Takaoka, a quem frequentou. "Por muitos anos, Esteves pintou Ouro Preto, suas paisagens barrocas tão cheias de matizes intercaladas de luzes e sombras quentes e tão ricas pela variedade de sua beleza. Esteves é realmente um pintor, pois pinta com o coração. Seus figurativos também, tão cheios de cores violentas como os fauvistas, fazem um contraste violento com a delicadeza de suas aquarelas". Inimá de Paula, in E. ESTEVES: Brasilidades III. Apresentação de Mari´Stella Tristão e Inimá de Paula. Ouro Preto: Centro de Cultura Integrada, 1990. JULIO LOUZADA, vol. 2, pág. 375; ITAU CULTURAL; TEIXEIRA LEITE, pág.180; MEC, vol. 2, pág. 115.



463 - JOSÉ SABÓIA (1949)
Lance Livre - ENCERRADO

Trabalhador - óleo sobre tela - 40 x 40 cm - canto inferior direito -
Com certificado de autenticidade firmado pelo Autor.

Pintor, José Sabóia do Nascimento nasceu em Almadina-BA. Artista autodidata foi para o Rio de Janeiro em 1967 e começou a pintar no ano seguinte, passando a expor seus trabalhos na feira hippie de Ipanema. Fez sua primeira exposição individual em Fortaleza, CE (1970). Entre as exposições de que participou, destacam-se: I e III Salão Nacional de Artes Plásticas do Ceará, Fortaleza, (1969, 1971 - Prêmio Aquisição); Dez Pintores no Rio de Janeiro, no MNBA, RJ (1983); ‘Brésil Naifs’, Paris (1986); ‘Salon d'Art Naif’- Marseilha, França (1987); ‘Pintura, Presença e Povo na Arte Brasileira’ no Museu da Casa Brasileira - São Paulo (1990); ‘Visões do Rio’ no MAM, RJ (1996). No exterior expôs individualmente em São Francisco, EUA e Munique, Alemanha, além de participar de coletivas em vários países e, principalmente na França, com exposições organizadas pela Galeria Jacqueline Bricard e uma presença cativa na ‘Galerie Naïfs du Monde Entier’ em Paris. José Sabóia participou do Concurso Internacional de Morges, quando seu quadro foi eleito pelo público, a melhor obra de 60 participantes de 22 países, premiação que originou o convite da Galeria Kasper para realizar uma exposição individual em 1997. JULIO LOUZADA vol. 11, pág. 278; ARTE NAIF NO BRASIL, pág. 228; ITAÚ CULTURAL, Acervo FIEO; www.artprice.com; www.nautilus.com.br; www.ardies.com.



464 - EDUARDO SUED (1925)
Base: R$ 2.500,00 - Aguardando oferta

Composição - serigrafia - P.I. - 60 x 140 cm - canto inferior direito - 2012 -
Com relevo seco de Papel Assinado - Brasil. No estado (papel manchado). (Atenção clientes que não residem em São Paulo: transporte apenas sem cobertura de seguro para o vidro devido a fragilidade da peça. Consulte-nos, em caso de dúvidas, antes de dar seu lance) .

Pintor, desenhista, gravador, ilustrador, vitralista e professor. Graduou-se na Escola Nacional de Engenharia do Rio de Janeiro (1948). No ano seguinte estudou desenho e pintura com Henrique Boese. Trabalhou como desenhista no escritório de Oscar Niemeyer (entre 1950 e 1951). Viajou para Paris (1951) onde frequentou as academias “La Grande Chaumière” e “Julian”. Retornou ao Rio de Janeiro (1953) e frequentou o ateliê de Iberê Camargo para estudar gravura em metal, tornando-se mais tarde, seu assistente. Lecionou desenho e pintura na Escolinha de Arte do Brasil (1956) e transferiu-se para São Paulo (1957) onde ministrou aulas de desenho, pintura e gravura, na FAAP (1958 a 1963). Voltou a morar no Rio de Janeiro (1964) e publicou o álbum de águas-fortes “25 Gravuras”. Ministrou aulas de gravura em metal no MAM, RJ (entre 1974 e 1980). Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1968, 1970, 1974, 1982, 1983,1986,1987, 1990, 1992, 1994, 1997 a 2000, 2004, 2005, 2010, 2013 a 2017); São Paulo (1984, 1989, 1993, 1999, 2003, 2005, 2010, 2016); Curitiba, PR (1995); Belo Horizonte, MG (2010, 2013); Brasília, DF (2019). Também foram muitas as participações em mostras coletivas e oficiais, destacando-se: Bienal Internacional de Gravura, Cracóvia – Polônia (1970); Bienal Internacional de São Paulo (1981, 1987, 1989); Bienal de Veneza (1984); Bienal do Merco Sul (2005). ARTE NO BRASIL PÁG. 814; JULIO LOUZADA VOL. 2, PÁG. 975; www.sued.art.br; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



465 - PAULA KADUNC (1954)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - acrílico sobre tela - cada: 50 x 150 cm - dorso -
Díptico. Registrados sob os nsº 857 e 858 no catálogo da Autora.

Paula Kadunc, pseudônimo artístico de Maria Paula Kadunc, nasceu em São Paulo. Frequentou um curso clássico de arte e comunicação na época de colégio. Formou-se em historia (1975) e nos anos seguintes realizou viagens de estudo pela Europa, Japão, China e Filipinas. No inicio da década de 80 trabalhou no Museu de Arte de São Paulo como assessora de imprensa e relações publicas auxiliando ainda na curadoria de diversas exposições. Na década de 90 frequentou o ateliê do escultor Paulo Tadee onde trabalhou com desenhos e pinturas geométricas e passou a fundir esculturas em bronze. Estudou técnica de pintura com Marysia Portinari. Tem participado com suas obras de várias exposições coletivas e leilões de arte. Possui obras em diversas coleções particulares e no Museu de Arte do Parlamento de São Paulo. www.artemaisnet.com.br/artistas/paula-kadunc.html; www.catalogodasartes.com.br; www.al.sp.gov.br; www.artprice.com; www.askart.com.



466 - ITALO CENCINI (1924 - 2011)
Lance Livre - ENCERRADO

Nu - técnica mista sobre papel - 33 x 48 cm - canto inferior direito - 1992 -

Natural de São Paulo, onde inicia seus estudos artísticos na Escola de Belas Artes (1948/1949) e freqüenta cursos de Modelo Vivo no MASP e MAM/SP. No Rio de Janeiro RJ freqüenta a ENBA. Ciça França Lourenço, apresentando o artista e sua obra por ocasião de mostra na PINACOTECA-SP (1986), já dizia: " Seu início já indicava a capacidade de aceitação de mudanças, pois profissionalizou-se na escola de ler, ver e discutir com pessoas experientes como Bonadei, Volpi e Danilo Di Prete. Sua personalidade teve a dose de simplicidade necessária para somar com as diferenças, não se sentindo ameaçado com a força do desconhecido. Curioso, sente-se atraído; vale-se porém das mudanças, quando estas se apoderam de sua interioridade. Acima da ditadura da moda, sobreviveu expressionista, quando abstração era palavra de ordem, o que não o impediu de assumi-la no momento em que sobrepujou sua figuração mitológica. Técnica e estética estão totalmente a serviço da carga expressiva, marca inconfundível de Ítalo. " JULIO LOUZADA, vol, 12, pág, 104. MEC, vol 1, pág, 396; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, pág. 717; ARTE NO BRASIL, pág. 899; LEONOR AMARANTE, pág. 146; Acervo FIEO.



467 - JOSÉ PAULO MOREIRA DA FONSECA (1922 - 2004)
Lance Livre - ENCERRADO

Nu - óleo sobre tela colada em placa - 41 x 33 cm - lado direito -

Pintor, advogado, filósofo e poeta, nascido e falecido no Rio de Janeiro. Autodidata, dedicou-se à pintura a partir de 1950. Realizou várias exposições individuais em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Alemanha, Portugal, Inglaterra, Áustria, Estados Unidos, México e participou de muitas mostras e Salões oficiais pelo Brasil e Europa. MEC, VOL. 2, PÁG. 183; WALMIR AYALA VOL. 1, PÁG. 423 A 427; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 268; ITAU CULTURAL, ACERVO FIEO.



468 - REINALDO JERÔNIMO (1963)
Lance Livre - ENCERRADO

Estrada - óleo sobre tela - 60 x 80 cm - canto inferior esquerdo -
No estado (desprendimento de tinta).

Assinava Reinaldo J. Atualmente assinada R. Jeron. Natural da cidade paulista de Campinas, atualmente reside e é ativo na cidade de Catanduva-SP, onde vem desenvolvendo sua pintura de paisagens e cenas rurais. Foi aluno de desenho e pintura do Prof. Luis Dotto (1978/79) e do Prof. Luis Cláudio Morgilli (1984). Participa de diversas exposições em Catanduva, com sucesso de crítica e de público. JULIO LOUZADA, vol. 2, pág, 860, Acervo FIEO.



469 - JORGE RACHID BUSSAB (1927)
Lance Livre - ENCERRADO

"Composição II" - gravura - P.A. 1/2 - 26 x 16 cm - canto inferior direito - 1980 -
No estado (pequenas manchas).

Pintor, gravador, ceramista, escultor e tapeceiro, natural da cidade de São Paulo, onde nasceu a 28 de fevereiro. Estudou com Aldo Bonadei por cinco anos. Segundo o renomado crítico Jacob Klintowitz, " A aproximação de Bussab com os elementos naturais, a sua discrição e pouco convívio com os movimentos internacionais da arte, o seu recolhimento, o tornaram distante das correntes e modas de arte. Os seus motivos são constantes, a sua maneira de pintar e o tratamento que ele dá aos seus motivos, o seu sistema, é inventivo." JULIO LOUZADA vol.10, pág. 153



470 - EUGÈNE LE POITTEVIN (1806 - 1870)
Lance Livre - ENCERRADO

O retorno - óleo sobre tela - 82 x 118 cm - canto inferior esquerdo - 1862 -
Reproduzido no Convite deste Leilão. (Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Pintor, desenhista, gravador, litógrafo e caricaturista nascido e falecido em Paris. Seu nome de nascimento era Eugène Modeste Edmond Poidevin. Foi matriculado na Escola de Belas Artes, Paris (1826) onde estudou pintura com Louis Hersent e Auguste Xavier Leprince. Participou do Salão de Paris de 1827 até o ano de sua morte sob o nome de Potdevin e recebeu Medalhas em 1831, 1836, 1848, 1855. Foi membro das Academias de Antuérpia e Berlim. Expôs na Alemanha em várias ocasiões, notadamente em Berlim e Dresden. Publicou (década de 1830) litografias e caricaturas no popular periódico “La Caricature”, “Souvenir patriotiques”, “Ombres Fantastiques”, entre outras publicações. Foi contratado (1834) pelo Estado para pintar obras oficiais para o Museu Histórico de Versalhes. Viajou pela França, bem como, para Inglaterra, Holanda, Bélgica, Alemanha, Itália e Argélia. Foi nomeado cavaleiro da Legião de Honra (1843); Cavaleiro da Ordem de Leopoldo (1845) e “Peintre de la Marine” (1849) para o Ministério da Defesa da França. BENEZIT; www.artprice.com.



471 - JUAREZ MACHADO (1941)
Lance Livre - ENCERRADO

Casal - impressão digital - 37/200 - 55 x 40 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Pintor, desenhista, caricaturista, escultor, ilustrador, cartunista, jornalista, cenógrafo, escritor e ator nascido em Joinville, SC. Atualmente reside e trabalha em Paris, França, onde mantém ateliê. Estudou em Curitiba, na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (entre 1961 e 1965). Ainda como estudante de artes, viajou para Salvador (1962) estagiando com Mário Cravo Júnior e para Porto Alegre (1963) com Francisco Stockinger. Mudou-se para o Rio de Janeiro (1965) e se iniciou no desenho de humor com Millôr Fernandes (1966). Trabalhou para a televisão e para diversas revistas. Dedicou-se também ao ensino de arte, coordenando grupos de criatividade com crianças e adolescentes. Realizou exposições individuais em: Curitiba; Rio de Janeiro, Paris, Porto Alegre, São Paulo, Belo Horizonte, Nova York, Joinville, Estrasburgo – França, Recife, Vitória, Brasília, Londrina. Entre as exposições de que participou, destacam-se: Salão dos Novos, Curitiba – PR (1961 – 2º Prêmio, 1962 – 1º Prêmio); Salão Paranaense de Belas Artes, Curitiba – PR (1962 – Melhor Escultor, 1963 – Menção Honrosa, 1965 – Prêmio Aquisição); Salão da Cidade de Porto Alegre, RS (1963 – 1º Prêmio); Salão da Primavera, Curitiba – PR (1963 – Medalha de Prata, 1964 – Medalha de Ouro); Bienal Internacional de São Paulo (1967, 1969); Bienal de Desenho de Humor na Arte, Itália (1969 – Prêmio Internacional); Zona Gallery, Nova York, EUA (1981); Retrospectiva “Quatro Artistas da Geração 60”, MAC – Curitiba, PR (1987); “Châteaux Bordeaux”, Centro Georges Pompidou, Paris (1988); Retrospectiva no MAC - Joinville, SC (1990); “Arte na América Latina: 100 Anos de Produção”, Instituto Estadual de Artes Plásticas da UFRGS, Porto Alegre – RS (1996). TEIXEIRA LEITE PÁG. 298; PONTUAL PÁG.284; MEC, VOL. 3, PÁG. 15; JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG. 563; VOL. 2, PÁG. 609; VOL. 3, PÁG. 651; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO.



472 - RENZO GORI (1911 - 1999)
Lance Livre - ENCERRADO

Rua Árabe - óleo sobre tela - 50 x 70 cm - canto inferior direito -
No estado (restauro necessário).

Pintor, desenhista, restaurador e músico nascido em Florença, Itália. Assina Gori. Era filho de renomado pintor e restaurador. Exímio violinista passou a estudar saxofone e clarineta, tornando-se hábil instrumentista. Foi para a África com vinte e dois anos, formou um conjunto musical com músicos italianos para tocar em festas e casamentos. Depois foi para Túnis, Malta, voltou para Túnis e depois para o Marrocos francês. Desenhava nas horas de folga. Data dessa época seu encontro com Dario Mecatti, também músico e competente violinista que tinha ido para a África em 1933. Com tantas identificações na arte e na música, ficaram muito amigos, tornando-se seu inseparável discípulo. Apaixonou-se pela pintura e produziu dia e noite. Foi para Paris e Açores onde realizou várias exposições com êxito. Embarcou como marinheiro e veio para o Brasil, junto com Mecatti, aportando no Rio de Janeiro. Sempre expondo, percorreu várias cidades até se instalar em São Paulo. Abriu seu ateliê de restauro em 1945. Exposições individuais: Brasília, DF (1977); São Paulo (1977). Participou de muitas mostras e Salões oficiais no: Marrocos – Fez, Rabat, Casablanca (1936, 1937, 1939); Açores, São Miguel (1939); Rio de Janeiro (1940); Belo Horizonte, MG (1940); São Paulo (1940, 1941 a 1944, 1946, 1949, 1975, 1976, 1978, 1979); Curitiba, PR (1943); Petrópolis, RJ (1945). Foi premiado no Salão Paulista de Belas Artes em 1943. TEODORO BRAGA PÁG. 110; MEC VOL. 2, PÁG. 278; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 430; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



473 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XX
Lance Livre - ENCERRADO

Colhendo flores - óleo sobre tela - 80 x 120 cm - canto inferior esquerdo não identificado -



474 - JUDITH LAUAND (1922)
Lance Livre - ENCERRADO

Casal - serigrafia - 98/100 - 50 x 50 cm - canto inferior direito -

Pintora, desenhista e gravadora nascida em Pontal, SP. Formou-se na Escola de Belas Artes de Araraquara, SP (1950) onde estudou pintura com Mario Ybarra de Almeida e Domenico Lazzarini. Mudou-se para São Paulo (1952) e aprendeu gravura com Lívio Abramo. Trabalhou como monitora na 2ª Bienal Internacional de São Paulo (1954) e entrou em contato com a pintura de Alexandre Wollner e Geraldo de Barros. Em 1955 foi convidada por Waldemar Cordeiro a unir-se ao Grupo Ruptura, sendo até o fim do grupo a única mulher integrante. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1954, 1965, 1971, 1977, 1986, 1996); Campinas, SP (1962). Expôs na inauguração da Galeria NT - Novas Tendências, SP (1963) da qual foi fundadora com Hermelindo Fiaminghi e Luiz Sacilotto. Participou da Bienal Internacional de São Paulo (1955, 1963, 1965, 1967, 1969); Exposição Nacional de Arte Concreta no MAM, SP (1956) e no MAM, RJ (1957); mostra "Konkrete Kunst" em Zurique, Suíça (1960); Panorama da Arte Atual Brasileira, MAM - SP (1969); Tendências Construtivas no Acervo do MAC-USP, Rio de Janeiro (1996); Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, São Paulo e Rio de Janeiro (1998 e 1999). Foi premiada no Salão Paulista de Arte Moderna (1958, 1959) e recebeu o Prêmio Leirner de Arte Contemporânea (1958). JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG. 526; VOL. 3, PÁG. 597; ITAU CULTURAL; mam.org.br; www.pinturabrasileira.com; www.artprice.com.



475 - GUERINO GROSSO (1907 - 1988)
Lance Livre - ENCERRADO

Flores - óleo sobre tela colada em placa - 30 x 20 cm - canto inferior esquerdo -

Pintor, desenhista e professor nascido em Rio Claro, SP e falecido em São Paulo. Iniciou seu aprendizado artístico, em 1917, com Lúcia Machado e Igino Acquarone. Frequentou a Escola de Belas Artes de São Paulo. Foi sócio-fundador da Associação Paulista de Belas Artes de São Paulo onde atuou como professor e conselheiro a partir de 1942. Participou do Salão Paulista de Belas Artes, SP em: 1942 (Menção Honrosa), 1943, 1944, 1947, 1948, 1949, 1951, 1952 (Medalha de Bronze), 1953, 1964, 1967 (Pequena Medalha de Prata), 1980; do Salão de Verão – SP em 1975 (Grande Medalha de Prata); do Salão de Belas Artes de Rio Claro em 1957 (Medalha de Ouro), 1979 (Menção Honrosa). MEC VOL. 2, PÁG. 284; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 448; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO.



476 - LEÓN FERRARI (1920 - 2013)
Base: R$ 1.500,00 - Aguardando oferta

Símbolos - serigrafia - 7/100 - 60 x 32 cm - canto inferior esquerdo -
Com relevo seco de Papel Assinado - Brasil.

Pintor, gravador, escultor, artista multimídia argentino nascido e falecido em Buenos Aires. Iniciou seu trabalho como escultor na Itália (1954) onde residiu por três anos e realizou exposição individual em Milão (1955). Em sua prática artística, fez uso de distintas linguagens como a escultura, o desenho, a gravura, a caligrafia, a colagem, a "assemblage", a instalação e o vídeo. Mudou-se para São Paulo (1976 - 1990) e conviveu com Regina Silveira e Julio Plaza. Participou de mostras coletivas e Salões oficiais nacionais como: Panorama da Arte Atual Brasileira, MAM – SP (1978, 1980, 1981); Salão Nacional de Arte Contemporânea de Belo Horizonte, MG (1981, 1982); Mostra Internacional de Arte Postal, Porto Alegre – RS (1981); "León Ferrari: Poéticas e Políticas", Pinacoteca do Estado do São Paulo, SP (2006); entre outras. Internacionais, destacam-se: "Politiscripts, The Drawing Center" (TDC), Nova York - EUA, (2004); "León Ferrari: retrospectiva. Obras 1954-2004", Centro Cultural Recoleta (CCR), Buenos Aires, Argentina (2004); "Think with the Senses, Feel with the Mind: Art in the Present Tense" na 52ª Bienal de Veneza - Pavilhão da Itália e Arsenal (2007), recebendo o prêmio Leone D'Oro; "Tangled Alphabets: León Ferrari and Mira Schendel", Museu de Arte Moderna (MoMA), Nova York - EUA (2009); "León Ferrari - Brailles y Relecturas de la Biblia", Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires (MALBA), Buenos Aires – Argentina (2012). Recebeu prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA, SP, de melhor exposição do ano (1983). JULIO LOUZADA VOL. 3, PÁG. 403; ITAU CULTURAL; nararoesler.art; www.artprice.com.



477 - FREDERICO BRACHER JUNIOR (1920 - 1984)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - óleo sobre placa - 48 x 38 cm - canto inferior direito - 1972 -
Moldura no estado.

Natural da cidade do Rio de Janeiro e falecido em BH, MG. Pintor, desenhista, escultor, gravador, ceramista, violinista, professor de pintura e de violino. Inicia seus estudos de pintura com Amilcar Agretti (1931). Sua pintura, durante toda sua carreira, é realizada dentro do modelo acadêmico. Funda a Associação dos Artistas Plásticos de Minas Gerais. Casa-se com Lélia Lenz, com quem tem quatro filhos: Amarilis, Amíriam, Alexandre e Alcione, dos quais os três primeiros tornam-se artistas plásticos. A partir de 1935 realiza várias exposições individuais no Automóvel Clube de Montes Claros MG e no de Belo Horizonte. Em 1938 recebe o Prêmio de Pintura do jornal Estado de Minas. Inaugura, em Montes Claros, sua primeira escola de artes para o ensino de pintura e música, em 1939. Em 1980 realiza no Palácio das Artes de Belo Horizonte uma retrospectiva em comemoração aos seus 50 anos de vida artística. Em 1986, dois anos após sua morte, o Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro realiza uma ampla retrospectiva da sua obra, numa mostra que segue para o Museu de Arte de São Paulo, e outras cidades. JULIO LOUZADA, vol. 2 pág. 159; ITAU CULTURAL.



478 - LÍDIA VIEIRA (1911 - 1974)
Lance Livre - ENCERRADO

Figura - escultura em terracota - 16,5 x 07 x 06 cm - assinado -

Ceramista nascida e falecida em Tracunhaém, PE. Filha de louceiros, quando criança criava brinquedos de barro para vender na feira, junto com os irmãos José Antônio, Antônia da Conceição e Regina da Conceição. Consagrou-se como ceramista com a produção de figuras ligadas à liturgia católica. Acreditando no poder dessas obras, ao produzir os santos, temia queimá-los no fogo e, por isso, não os considerava como tal, antes que o processo de queima fosse concluído. Suas peças são ocas e a superfície é marcada por desenhos delicados, em baixo-relevo, e por linhas ponteadas obtidas pelo uso de carretilha ou palito. www.museucasadopontal.com.br; www.oreinadodalua.com.br.



479 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Pássaro - xilogravura - 4/30 - 16 x 29 cm - canto inferior direito - 1988 -
Com relevo seco de Impressão Atual.

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



480 - ANTONIO CANOVA (1757 - 1822)
Lance Livre - ENCERRADO

Figura - escultura em bronze - 64,5 x 37 x 20 cm - assinado -
Reproduzido no Convite deste Leilão. (Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Escultor, pintor e desenhista italiano nascido em Possagno, perto de Treviso e falecido em Veneza. Recebeu suas primeiras orientações artísticas em Veneza (por volta de 1770) de Giuseppe Bernardi e Giovanni Ferrari. Seus primeiros trabalhos em escultura mostram uma qualidade pictórica que reflete sua atividade paralela como pintor. Estabeleceu-se em Roma (1781) e rapidamente atraiu encomendas significativas para os túmulos do Papa Clemente XIV e, posteriormente, Clemente XIII. Tornou-se membro da Academia de San Luca em 1801. No auge de sua fama foi convocado para trabalhar para Napoleão e, apesar de suas reservas, viajou para a França. Pouco depois da derrota de Napoleão em Waterloo (1815) foi enviado à Conferência de Paz de Paris, como representante do Papa Pio VII, com a missão de recuperar as obras-primas italianas saqueadas pelos franceses durante as campanhas de Napoleão. Depois de garantir a devolução das obras de arte, partiu para Londres (talvez 1815) para conseguir dinheiro para o transporte das obras de Paris a Roma. Enquanto na Inglaterra, foi contratado pelo Príncipe Regente, mais tarde George IV, para produzir em tamanho natural Vênus e Marte e pelos Stuarts (1819), exilados em Roma, para produzir um monumento para a Basílica de São Pedro. Algumas outras obras: “Teseu vencendo o Minotauro” (1781 - Museu Vitória e Alberto, Londres); “Perseu com a cabeça da Medusa” (1800-1801 - Museu Vaticano); Túmulo da arquiduquesa Maria Cristina (1802 – Augustinerkirche, Viena); Pauline Bonaparte como “Vênus vencedora” (1806 - Galeria Borghese, Roma); Napoleão (1811 – Pinacoteca de Brera, Milão); “Venus itálica” (1822-23 – “Metropolitan Museum of Art”, Nova York; “As três Graças” (Museu Hermitage, Moscou). Na sua cidade natal, sua casa foi transformada em “Tempio Canoviano” onde há um conjunto de obras suas que formam um importante acervo. BENEZIT; sabercultural.com/template/escultores/AntonioCanova.html; www.artprice.com.



481 - LOTHAR CHAROUX (1912 - 1987)
Lance Livre - ENCERRADO

Linhas - serigrafia - 8/40 - 32 x 32 cm - canto inferior direito - 1974 -

Pintor, desenhista e professor austríaco, natural de Viena. Assinava Charoux. Iniciou os estudos artísticos com seu tio, o escultor austríaco Siegfried Charoux. Transferiu-se para o Brasil em 1928, fixando residência em São Paulo. Estudou no Liceu de Artes e Ofícios da cidade onde conheceu Valdemar da Costa, com ele fazendo aprendizado de pintura a partir de 1940. Posteriormente passa a lecionar desenho no Liceu de Artes e Ofícios e no SENAI. Em 1947, realizou sua primeira exposição individual, na Galeria Itapetininga. Em 1952, participou da fundação do Grupo Ruptura, ao lado de Waldemar Cordeiro, Geraldo de Barros, Anatol Wladyslaw e outros. Com Hermelindo Fiaminghi e Luiz Sacilotto , cria a Associação de Artes Visuais NT - Novas Tendências, em 1963. Realizou muitas exposições individuais e participou de várias mostras oficiais nacionais como a Bienal Internacional de São Paulo (I a IX, XII, XIII), Panorama da Arte Atual Brasileira (1º ao 3º, 6º, 9º, 11º, 12º) e no exterior. É homenageado com retrospectiva no Museu de Arte Moderna de São Paulo e no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em 1974. Em 2005, é publicado o livro ‘Lothar Charoux: A Poética da Linha’, pela historiadora de arte Maria Alice Milliet. PONTUAL, PÁG. 131; MEC VOL. 1, PÁG. 433; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 254; VOL. 9, PÁG.207; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 645; ARTE NO BRASIL, PÁG. 798; ACERVO FIEO.



482 - TAPETE ORIENTAL,
Lance Livre - ENCERRADO


Ponto de nó, feito a mão, de lã, Pakistan, medindo 0,86 x 0,63 m = 0,54 m².



483 - FRANCISCO BRENNAND (1927 - 2019)
Lance Livre - ENCERRADO

Ovo - cerâmica - 13 x 07 x 07 cm - não assinado -
Com marca da Oficina Cerâmica Francisco Brennand.

Pintor, desenhista, gravador, ceramista, escultor, tapeceiro e ilustrador, Francisco de Paula Coimbra de Almeida Brennand nasceu e faleceu em Recife, PE. Iniciou sua formação em 1942, aprendendo a modelar com Abelardo da Hora. Posteriormente, recebeu orientação em pintura de Álvaro Amorim e Murilo Lagreca. Viajou para a França (1949), incentivado por Cicero Dias. Frequentou cursos com André Lhote e Fernand Léger, em Paris (1951); conheceu obras de Pablo Picasso e Joán Miró e descobriu, na cerâmica, seu principal meio de expressão. Realizou diversos painéis e murais cerâmicos (entre 1958 a 1999) em várias cidades do Brasil e dos Estados Unidos. Iniciou a restauração de uma velha olaria de propriedade paterna (1971), próxima a Recife, transformando-a em ateliê, onde manteve em exposição permanente objetos cerâmicos, painéis e esculturas. Exposições retrospectivas de sua produção foram realizadas em Berlim -“Staatliche Kunsthalle” (1993) e na Pinacoteca do Estado de São Paulo - “Brennand: Esculturas 1974-1998” (1998). Foi publicado o livro “Brennand”, Editora Métron, com texto de Olívio Tavares de Araújo (1997). Foram lançados vários vídeos sobre sua obra, entre eles, “Francisco Brennand: Oficina de Mitos”, pela Rede Sesc/Senac de Televisão (2000). Realizou exposições individuais em: São Paulo (1960, 1961); Olinda, PE (1961); Salvador, BA (1961); Rio de Janeiro (2000). Participou de diversas mostras coletivas e Salões oficiais, destacando-se: Salão Anual de Pintura, Museu do Estado de Pernambuco (1947 – 1º Prêmio em Pintura, 1948 – 1º Prêmio em Pintura, 1950 – 2º Prêmio, 1953, 1954); Salão Baiano de Belas Artes (1955 – Medalha de Prata); Bienal Hispano Americana, Barcelona – Espanha (1956); Bienal Internacional de São Paulo (1959); Exposição Internacional de Cerâmica e Pintura, Oostende – Bélgica (1959). JULIO LOUZADA VOL. 3, PÁG.161. PONTUAL PÁG. 88. MEC VOL. 1, PÁG. 294; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 717; ARTE NO BRASIL PÁG. 879. ACERVO FIEO, www.artprice.com.



484 - ENRICO BIANCO (1918 - 2013)
Lance Livre - ENCERRADO

Jangadeiros - serigrafia - 66/200 - 40 x 53 cm - canto inferior direito -

Pintor, desenhista, gravador e ilustrador nascido em Roma, Itália e falecido no Rio de Janeiro. Filho da pianista Maria Bianco-Lanzi e de Francesco Bianco, escritor e correspondente internacional do "Jornal do Brasil". Na década de 1930, em Roma, iniciou seus estudos com Maud Latou, Deoclécio Redig de Campos - que chegou a diretor do Museu do Vaticano, Dante Ricci - outrora professor da família real. Sua primeira exposição individual se deu em Roma (1936). Logo depois de sua chegada ao Brasil, Rio de Janeiro (entre 1935 e 1937) estudou com Portinari no Instituto de Arte da Universidade do Distrito Federal e, no ano seguinte, foi seu assistente em diversas obras, destacando-se os murais do MEC, os painéis do Banco da Bahia, o edifício da ONU, entre outros. Ilustrou edição especial de Caçada de Esmeraldas, de Olavo Bilac e o álbum de gravação do poema sinfônico Anhanguera, de Hekel Tavares, em 1951. Realizou muitas exposições individuais e participou de várias mostras coletivas e Salões oficiais inclusive da Bienal de São Paulo (1951), da Bienal do México (1960). Exposições retrospectivas de suas obras foram realizadas, em 1982, no Museu Nacional de Belas Artes - RJ e no Museu de Arte de São Paulo - SP. THEODORO BRAGA, PÁG. 54; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁGS. 99; MEC, VOL. 1, PÁG. 242; PONTUAL, PÁG. 76; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 594; ACERVO FIEO; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG.124; VOL. 2, PÁG. 132; www.pinturabrasileira.com; www.artprice.com; www.galeriandre.com.br.



485 - GEORGINA DE ALBUQUERQUE (1885 - 1962)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre cartão - 61 x 23 cm - canto inferior direito -

Pintora e professora. Aos 15 anos, inicia sua formação artística com o pintor italiano Rosalbino Santoro (1858 - s.d.). Muda-se para o Rio de Janeiro em 1904, matricula-se na Escola Nacional de Belas Artes - Enba e estuda com Henrique Bernardelli. Em 1906, casa-se com o pintor Lucílio de Albuquerque e viaja para a França. Em Paris, frequenta a École Nationale Supérieure des Beaux-Arts e ainda a Académie Julian, onde é aluna de Henri Royer. Volta ao Brasil em 1911, expõe em São Paulo e, partir dessa data, participa regularmente da Exposição Geral de Belas Artes. De 1927 a 1948, leciona desenho artístico na Enba e, em 1935, é professora do curso de artes decorativas do Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal. Em 1940, em sua casa no bairro de Laranjeiras, no Rio de Janeiro, funda o Museu Lucílio de Albuquerque, e institui um curso pioneiro de desenho e pintura para crianças. Entre 1952 e 1954, exerce o cargo de diretora da Enba. TEIXEIRA LEITE, págs. 15 e 16; WALMIR AYALA, vol. 1, pág. 22 a 26; TEODORO BRAGA, pág. 107; REIS JR., pág. 370; PRIMORES DA PINTURA NO BRASIL, vol. 1, págs.17 e 141; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, pág. 455; ARTE NO BRASIL, pág 574; Acervo FIEO, RUTH TARASANTCHI.



486 - ALFREDO VOLPI (1896 - 1988)
Lance Livre - ENCERRADO

Triângulos - serigrafia - 24 x 14 cm - canto inferior direito -
Esta obra foi executada para a abertura do primeiro Anuário das vendas em leilão da Bolsa de Arte do Rio de Janeiro em 1972.

Pintor, desenhista, gravador e ceramista nascido em Lucca, Itália e falecido em São Paulo. Muda-se com os pais para São Paulo em 1897 e, ainda criança, estuda na Escola Profissional Masculina do Brás. Mais tarde trabalha como marceneiro, entalhador e encadernador. Em 1911, torna-se pintor decorador e começa a pintar sobre madeiras e telas. Na década de 1930 passa a fazer parte do Grupo Santa Helena com vários artistas como Mário Zanini e Francisco Rebolo. Em 1936, participa da formação do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo e integra, em 1937, a Família Artística Paulista - FAP. Em 1940, ganha o concurso promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN, com trabalhos realizados com base nos monumentos das cidades de São Miguel e Embu. Realiza trabalhos para a Osirarte, empresa de azulejaria criada em 1940, por Rossi Osir. Sua primeira exposição individual ocorre em São Paulo, em 1944. Em 1950, viaja para a Europa acompanhado de Rossi Osir e Mario Zanini. É convidado a participar, em 1956 e 1957, das Exposições Nacionais de Arte Concreta e mantém contato com artistas e poetas do grupo concreto. Recebe o prêmio Aquisição na Bienal de Veneza (1952), Melhor Pintor Nacional da Bienal Internacional de São Paulo (1953), dividido com Di Cavalcanti; o prêmio Guggenheim (1958); Melhor Pintor Brasileiro pela crítica de arte do Rio de Janeiro (1962 e 1966), Melhor Pintor Nacional no Panorama da Arte Brasileira MAM - SP (1970), entre outros. REIS JUNIOR, PÁG. 378; WALMIR AYALA, VOL. 2, PÁG. 426 e 428; JULIO LOUZADA VOL.1, pág.1048; MEC. VOL.4, PÁG. 496; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 584; ARTE NO BRASIL, PÁG. 684; LEONOR AMARANTE, PÁG. 28, Acervo FIEO; BENEZIT VOL. 10, PÁG. 567; PONTUAL PÁG.546. NTE, pág. 28, Acervo FIEO.



487 - INOS CORRADIN (1929)
Lance Livre - ENCERRADO

Equilibrista - serigrafia - 84/100 - 60 x 60 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Pintor, desenhista, gravador, escultor e cenógrafo, nascido em Vogogna, Itália. Por volta de 1932 mudou-se com a família para Castelbaldo - Padova, onde, em 1945, estudou pintura com professor Tardivello. Em 1947 colaborou com o pintor Pendin na execução de um mural referente aos mártires da resistência italiana em Castelbaldo. Veio, em 1950, para Jundiaí e São Paulo onde fez parte do núcleo artístico Cooperativa em São Paulo, dirigido pelo pintor argentino Oswaldo Gil Navarro. Executou cenários para o Ballet do IV Centenário de São Paulo, em 1954. Em 1979 foi contratado para pintar um cenário para o Teatro de Rovigo, Itália. Realizou diversas exposições individuais, participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil e pelo mundo. Foi premiado em Paris (1975) e em Ferrara, Itália (1976). JULIO LOUZADA, VOL. 11, PÁG. 152; PONTUAL, PÁG. 143; MEC, VOL. 1, PÁG. 448; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 215; ITAÚ CULTURAL; ACERVO FIEO; inoscorradin.com.br.



488 - CASSIANO ARAÚJO (1975)
Lance Livre - ENCERRADO

"Rosas" - óleo sobre tela - 75 x 43 cm - dorso -
Com certificado do Autor.

Pintor e desenhista, Cassiano Araújo dos Santos nasceu em Garibaldi, RS. Assina Cassiano A. Estudou com Ophélia Gasparetto e Wen Zhi Ren. Realizou exposição individual em São Paulo (1997); no Guarujá, SP (1997). Participou de várias mostras coletivas e oficiais. Foi premiado em São Paulo (1997, 1998). JULIO LOUZADA VOL. 9, PÁG. 186; VOL. 10, PÁG.193; VOL. 11, PÁG. 61.



489 - FERREIRA GULLAR (1930 - 2016)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 90/150 - 33 x 41 cm - canto inferior direito -

Poeta, crítico de arte, jornalista, escritor, dramaturgo, tradutor, José Ribamar Ferreira nasceu em São Luís, MA. Em 1948 adotou o nome Ferreira Gullar. Transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1951. Participou da Exposição Nacional de Arte Concreta no MAM, SP (1956) e no Ministério da Educação e Cultura - MEC, RJ (1957). Discordando das ideias do grupo concretista paulista, redigiu 'Poesia Concreta: Experiência Fenomenológica', texto que marcou sua ruptura com o movimento. Por ocasião da 1ª Exposição Neoconcreta realizada no Rio e Janeiro (1959), escreveu o 'Manifesto Neoconcreto', assinado também por Amilcar de Castro , Aluísio Carvão , Franz Weissmann , Hélio Oiticica, Lygia Clark, Lygia Pape , Reynaldo e Theon Spanudis. Publicou ainda a 'Teoria do Não-Objeto' (1959) que expressa as ideias fundamentais do neoconcretismo. Dirigiu a Fundação Cultural – Brasília (1961) para a qual elaborou o projeto do Museu de Arte Popular. Por conta de seu engajamento político, foi preso (1968) e viveu exilado em Paris, Moscou, Santiago, Lima e Buenos Aires. Voltou ao Brasil em 1977. Consolidando a carreira como crítico e teórico de arte, publicou 'Etapas da Arte Contemporânea: do Cubismo à Arte Neoconcreta '(1985). Foi diretor (1992 a 1995 )do Instituto Brasileiro de Arte e Cultura (Ibac), que voltou a ter o antigo nome, Fundação Nacional de Arte (Funarte). O pleno reconhecimento à sua carreira vem a partir da década de 1990, período em que recebeu diversos prêmios e homenagens, entre os quais se destacam o Prêmio Jabuti, categoria poesia, concedido em 1999; a indicação ao Prêmio Nobel de Literatura, em 2002; o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL), pelo conjunto da obra, em 2005; e o Prêmio Camões, concedido pelos governos do Brasil e de Portugal, em 2010. ITAU CULTURAL; www.artprice.com; educacao.uol.com.br; www.infoescola.com.



490 - EMILIANO DI CAVALCANTI (1897 - 1976)
Lance Livre - ENCERRADO

Moças na praça - desenho a nanquim e aquarela - 25 x 35 cm - canto inferior direito -
Reproduzido no Convite deste Leilão. Com Certificado de Autenticidade de "Renot Escritório de Prestação de Serviços para o Mercado de Arte", datado de 21 de outubro de 1997 São Paulo - SP.

Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo nasceu e faleceu no Rio de Janeiro. Foi pintor, ilustrador, caricaturista, gravador, muralista, desenhista, jornalista, escritor e cenógrafo. Iniciou sua carreira artística como caricaturista e ilustrador, publicando sua primeira caricatura em 1914, na revista Fon-Fon. Em 1917, residiu em São Paulo, onde frequentou o curso de Direito no Largo São Francisco e o ateliê de Georg Elpons. Conviveu com artistas e intelectuais paulistas como Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Guilherme de Almeida, entre outros. Foi o idealizador e o principal organizador da Semana de Arte Moderna de 1922, na qual expôs 12 obras. Em 1923, fez sua primeira viagem à França, onde atuou como correspondente do jornal Correio da Manhã. Em Paris, frequentou a Academia Ranson, instalou ateliê e conheceu obras, artistas e escritores europeus de vanguarda como, Pablo Picasso, Georges Braque, Fernand Léger, Henri Matisse, Jean Cocteau e Blaise Cendrars. Voltou a São Paulo em 1926, trabalhou como jornalista e ilustrador no jornal Diário da Noite. Em 1931, participou do Salão Revolucionário e, no ano seguinte, fundou em São Paulo, com Flávio de Carvalho, Antonio Gomide e Carlos Prado, o Clube dos Artistas Modernos (CAM). Em 1938 viajou a Paris, onde trabalhou na rádio Diffusion Française nas emissões Paris Mondial. Retornou ao Brasil em 1940, trabalhou como ilustrador, e publicou poemas e memórias de viagem. Realizou muitas exposições individuais e participou de inúmeras mostras e Salões oficiais, entre os quais: Bienal de Veneza (1950, 1956), Bienal Internacional de São Paulo (1951, 1953, 1963, 1971). Foi premiado em: Paris (1937), Trieste, Itália (1956), México (1960 - Bienal Interamericana). Muitas exposições póstumas também já foram realizadas. REIS JR., PÁGS. 378/379; TEODORO BRAGA, PÁG 82; MEC, VOL 2, PÁGS 53 E 54; PONTUAL, PÁGS 176 A 178; WALMIR AYALA, VOL 1, PÁGS 256 E 257; ART SALES, VOL 1, PÁG 207; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG 446; LEONOR AMARANTE, PÁG 12, ACERVO FIEO; artprice.com.



491 - GENARO DE CARVALHO (1926 - 1971)
Lance Livre - ENCERRADO

Roda gigante - serigrafia - 20/60 - 39 x 30 cm - canto inferior direito - 1956 - Bahia -

Tapeceiro, pintor, desenhista. Genaro Antônio Dantas de Carvalho era natural da cidade de Salvador-BA, onde também faleceu. Em 1944, vai para o Rio de Janeiro, e estuda desenho com Henrique Cavalleiro na Sociedade Brasileira de Belas Artes. É considerado um dos principais ativistas pela renovação da arte na Bahia, ao lado de Carlos Bastos, Caribé e Mario Cravo Jr. Com bolsa de estudos do governo francês, Genaro embarca para Paris em 1949, lá estuda com André Lhote e Fernand Léger na École Nationale de Beaux-Arts. Participa, em 1950, dos Salões de Outono, de Maio e dos Independentes. No ano de 1955, cria o primeiro ateliê de tapeçaria no Brasil, na cidade de Salvador, Bahia. Seu trabalho de maior destaque é o mural realizado para o salão interno do Hotel da Bahia, obra com 200 metros quadrados, intitulada Festejos Regionais Bahianos. Em 1967, a Divisão de Cultura do Departamento de Estado Americano realiza o documentário Genaro e a Tapeçaria Brasileira. Expõe na Bienal Internacional de São Paulo, 1951 e 1955; Bienal Internacional de Tapeçaria, Suiça, 1965; e 1º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM, São Paulo, 1969. Postumamente sua obra figura na 1ª Mostra Brasileira de Tapeçaria, no MAB/FAAP, 1974; Tradição e Ruptura, São Paulo, 1984; e 100 Artistas Plásticos da Bahia, no Museu de Arte Sacra, Salvador, 1999. JULIO LOUZADA vol.3, pág. 231; WALTER ZANINI, pág. 638; LEONOR AMARANTE, pág. 75; ITAU CULTURAL.



492 - GILDA LISBOA (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre tela - 22 x 35 cm - canto inferior direito -
Moldura no estado e restauro necessário.

Carioca, nascida de família tradicional, bisneta do almirante Tamandaré, Gilda Lisboa se projetou como artista plástica na década de 40, atuando principalmente no Rio de Janeiro. Estudou desenho com Eurico Alves e pintura na Sociedade Brasileira de Belas Artes. Nos anos 60 realizou importantes exposições individuais. Foi detentora de vários e significativos prêmios. JULIO LOUZADA, vol. 1 pág. 545 e 546



493 - OTTO STUPAKOFF (1935 - 2009)
Lance Livre - ENCERRADO

Figura - fotografia - 40 x 40 cm - canto inferior direito - 1999 -
Moldura no estado.

Otto Stupakoff (São Paulo, São Paulo, 1935 - idem 2009). Estuda fotografia no Art Center College of Design, em Los Angeles (Estados Unidos), entre 1953 e 1955, e no mesmo período, trabalha como correspondente da revista Manchete. Após seu retorno ao Brasil, monta um estúdio no Rio de Janeiro, trabalhando no campo da fotografia de publicidade e de moda. Em 1957, transfere-se para São Paulo, onde, em 1963, integra o movimento artístico Realismo Mágico, liderado pelo pintor Wesley Duke Lee. Emigra para os Estados Unidos em 1965, radicando-se na cidade de Nova York, adquire em pouco tempo sólida reputação profissional, que o leva a ser colaborador de prestigiosas revistas de moda e das mais importantes agências de publicidade do país. Entre 1973 e 1977, vive em Paris, França. Volta, em 1977, a viver no Rio de Janeiro até 1981, quando retorna definitivamente para Nova York, onde reside até hoje, tornando-se cidadão norte-americano em 1986. Publica os livros Otto Stupakoff: Fotografias (1978); Art to wear (EUA, 1986); e The colors of fashion (EUA, 1994). OTTO Stupakoff. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2021. Disponível em: . Acesso em: 22 de Mai. 2021. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7



494 - MANABU MABE (1924 - 1997)
Base: R$ 2.500,00 - Aguardando oferta

Composição - serigrafia - 41/100 - 35 x 50 cm - canto inferior direito - 1988 -

Pintor, desenhista, gravador e ilustrador nascido no Japão e falecido em São Paulo. Assina Mabe. De Kobe, Japão, emigrou com a família para o Brasil (1934) para dedicar-se ao trabalho na lavoura de café no interior de São Paulo. Interessado em pintura, começou a pesquisar, como autodidata, em revistas japonesas e livros sobre arte. No fim da década de 1940, em São Paulo, conheceu o pintor Tomoo Handa e Yoshiya Takaoka. Integrou-se ao Grupo Seibi, Grupo 15, Grupo Guanabara. Mudou-se para São Paulo (1957) para dedicar-se exclusivamente à pintura. Realizou muitas exposições individuais e participou de várias mostras coletivas e oficiais no Brasil e exterior. Entre muitos prêmios recebidos, destacam-se: 1953 - Prêmio aquisição no Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro; 1957 - Pequena Medalha de Ouro no VI Salão Paulista de Arte Moderna, SP; 1958 - Grande Medalha de Ouro no VII Salão Paulista de Arte Moderna, São Paulo; 1959 - Prêmio Governador do Estado no VIII Salão Paulista de Arte Moderna, SP; Prêmio Leirner de Arte Contemporânea, SP; Melhor Pintor Nacional na 5ª Bienal Internacional de São Paulo; Prêmio Braun e Prêmio Bolsa de Estudos na I Bienal de Paris, França; Prêmio aquisição no ‘Dallas Museum of Fine Arts’, Dallas, Estados Unidos; 1960 - Prêmio Fiat na 30ª Bienal de Veneza, Itália; 1962 - Primeiro Prêmio na I Bienal Americana de Arte de Córdoba, Espanha. ARTE NO BRASIL, VOL. 2, PÁG. 1050; EIXEIRA LEITE, PÁG. 296; PONTUAL, PÁG. 325; MEC, VOL. 3, PÁG. 13; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 644; LEONOR AMARANTE, PÁG. 83, JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 561; ACERVO FIEO; www.mabe.com.br; www.pinturabrasileira.com; www.museumanabumabe.com.br; www.escritoriodearte.com; www.brasilescola.com; www.artprice.com.



495 - OMAR PELLEGATTA (1925 - 2000)
Lance Livre - ENCERRADO

Marinha - óleo sobre tela - 32 x 45 cm - canto inferior esquerdo -

Pintor, desenhista e gravador nascido em Busto Arsizio, Itália. Assina Pellegata. Veio para o Brasil em 1927, estudou na Associação Paulista de Belas Artes, foi aluno de Ettore Federighi e Durval Pereira, Takaoka, Mário Zanini, Otone Zorlini. Viveu e trabalhou em Santos, SP. Fez parte do Grupo Tapir (1970) com Giancarlo Zorlini, João Simeone, José Procópio de Moraes, Glicério Geraldo Canelosso e do Grupo Chácara Flora com Emídio Dias de Carvalho, Arlindo Ortolani, Heitor Carilo, Glicério Geraldo Canelosso. Realizou exposições individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil como: Salão Paulista de Belas Artes (desde 1958), Salão Municipal de Belas Artes de Belo Horizonte, MG (1960), entre outros, recebendo muitos prêmios. JULIO LOUZADA, VOL. 1, PÁG.735; MEC VOL.3, PÁG.363; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.brasilartesenciclopedias.com.br; www.artprice.com.



496 - J. CARLOS (1884 - 1950)
Lance Livre - ENCERRADO

"Gigante" - desenho a nanquim e aquarela - 28 x 22 cm - canto inferior direito -
No estado (papel manchado).

Chargista, caricaturista, desenhista, pintor, ilustrador, José Carlos de Brito Cunha nasceu e faleceu no Rio de Janeiro. Foi um dos formadores da tradição da charge brasileira ao lado de Raul Pederneiras e K.Lixto, e criador de tipos como a negrinha 'Lamparina', a 'Melindrosa' e o 'Almofadinha'. Autodidata, iniciou a carreira de caricaturista ainda estudante, quando publicou um de seus desenhos na revista 'O Tagarela' (1902). Em seguida, passou a colaborar regularmente com a revista e no ano seguinte desenhou sua primeira capa na publicação. Colaborou em muitos órgãos da imprensa carioca como 'O Tico Tico', 'Fon-Fon', 'Careta', 'A Cigarra', 'Vida Moderna', 'Eu Sei Tudo', 'Revista da Semana' e 'O Cruzeiro'. Entre 1922 e 1930, exerceu o cargo de diretor artístico das empresas 'O Malho', onde iniciou uma grande série de charges de caráter político, satirizando fatos e personalidades nacionais e estrangeiras. A vertente política foi explorada pelo artista desde o início de sua carreira, sendo ele o responsável pela execução de uma série de charges antibelicistas executadas no período abrangido pelas duas grandes guerras e principalmente durante os dois governos de Getúlio Vargas (1883 - 1954). Esses trabalhos foram publicados principalmente na revista 'A Careta'. Também fez esculturas, foi autor de teatro de revista e letrista de música popular. JULIO LOUZADA vol. 10, pág. 181; CARICATURISTAS BRASILEIROS, de Pedro Corrêa do Lago, pág. 74; WALTER ZANINI, pág. 448; ARTE NO BRASIL, pág. 646; ITAU CULTURAL; www.ims.com.br; www.dec.ufcg.edu.br; www.artprice.com.



497 - NANDO RIBEIRO (1963)
Lance Livre - ENCERRADO

Namorados - óleo sobre tela - 59 x 39 cm - canto inferior direito - 2020 -
No estado (arranhado).

Pintor e desenhista, Fernando Ferreira Ribeiro nasceu em Pires Ferreira, Ceará. É autodidata em pintura e desenho. Assinava Ferferi até 1993. Atualmente assina Nando Ribeiro. Tem participado de mostras coletivas e Salões oficiais em: Embu, SP (1983 a 1985, 1989, 1992, 1993, 1998); Guarujá, SP (1987); São Paulo (1988, 1990, 1991, 2004); Sorocaba, SP (1988, 1992); Bruxelas, Bélgica (1988); Avignon, França (1990); Três Fronteiras, SP (1994); Itanhaém, SP (1995); Poços de Caldas, MG (1997); Campinas, SP (1999, 2000); Campo Grande, MS (2002). Recebeu Menção Honrosa (1985) no Espaço Cultural IBM Brasil, SP e em Três Fronteiras, SP (1994). JULIO LOUZADA VOL. 8, PÁG 698; www.artmajeur.com/pt/nandoribeiro/presentation.



498 - NICOLA PETTI (1904 - 1983)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre placa - 06 x 9,5 cm - canto inferior direito -

Pintor, desenhista, jornalista e escritor, Nicola Verdi Petti nasceu em Rio Claro, SP e faleceu em São Paulo. Iniciou suas atividades artísticas em Rio Claro, estudando pintura e desenho com Lúcia Cereda de Lima. Mais tarde, em São Paulo, teve aulas com o escultor português Fernandes Caldas no Liceu de Artes e Ofícios. Retornou a Rio Claro (1920) e na recém-criada Escola de Artes Ofícios estudou pintura com Carlos Hadler e escultura com Angelo Laterza e Gustavo Biancalana. Em São Paulo novamente (1926) aperfeiçoou suas técnicas com o pintor Georg Fischer Elpons. Fundou a Pinacoteca Municipal Pimentel Jr., em Rio Claro (1966). Publicou o álbum "Pintores Contemporâneos de São Paulo"; fundou a revista "Resenha Artística" e colaborou para o jornal "Diário de Rio Claro", no setor de arte. Participou assiduamente do Salão Paulista de Belas Artes, desde sua inauguração em 1933, onde foi premiado em: 1944,1945, 1949,1960, 1962, 1966, 1968 a 1971, 1973, 1974. Também recebeu prêmios: no Salão de Artes Plásticas de Piracicaba, SP (1962, 1965 a 1968); no Salão Santista de Belas Artes, Santos – SP (1970); no Salão Nacional de Belas Artes, RJ (1971). PONTUAL PÁG. 422; MEC VOL. 3, PÁG. 393; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 759; ITAU CULTURAL, ACERVO FIEO; www.artprice.com.



499 - RENINA KATZ (1925)
Lance Livre - ENCERRADO

"Euro" - litografia - 23/25 - 82 x 54 cm - canto inferior direito -

Gravadora, desenhista, ilustradora e professora, Renina Katz Pedreira nasceu no Rio de Janeiro. Assina Renina e Renina Katz. Cursou a Escola Nacional de Belas Artes, RJ (1947 a 1950) e teve como professores, entre outros, Henrique Cavalleiro e Quirino Campofiorito. Licenciou-se em desenho pela Faculdade de Filosofia da Universidade do Brasil. Iniciou-se em xilogravura com Axl Leskoschek, em 1946. Incentivada por Poty, ingressou no curso de gravura em metal, oferecido por Carlos Oswald no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro. Mudou-se para São Paulo em 1951, e lecionou gravura no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand e, posteriormente, na Fundação Armando Álvares Penteado, até a década de 1960. Em 1956, publicou o primeiro álbum de gravuras, intitulado ‘Favela’. A partir dessa data, foi docente da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo por 28 anos. Realizou muitas exposições individuais pelo Brasil, EUA, Chile, Paraguai, Portugal, Itália, Holanda e participou, entre as diversas mostras e Salões oficiais, das: Bienal Internacional de São Paulo (1955, 1959, 1961, 1963, 1985, 1989); Bienal de Veneza, Itália (1956, 1986); Panorama da Arte Atual Brasileira - MAM, SP (1974, 1977, 1980, 1984). Foi premiada no Rio de Janeiro (1951, 1952) e em São Paulo (1955, 1984). MEC VOL.2, PÁG.403; PONTUAL, PÁG. 288; WALMIR AYALA VOL.1, PÁG.441; JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG.15; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 606; ARTE NO BRASIL; www.artprice.com; www.catalogodasartes.com.br; www.editora.unicamp.br; www.laboratoriodasartes.com.br; artenaescola.org.br.



500 - BENEDITO CALIXTO DE JESUS (1853 - 1927)
Lance Livre - ENCERRADO

"Mata ao amanhecer" - óleo sobre madeira - 23 x 35,7 cm - canto inferior direito -
Reproduzido no Convite deste Leilão. Com Expertise BC0551 firmada por Celso Calixto Rios em 26 de agosto de 2021.

Pintor, professor, historiador, ensaísta, nascido em Conceição de Itanhaém, SP e falecido em São Paulo. Transferiu-se para Brotas, SP, onde adquiriu noções de pintura com o tio Joaquim Pedro de Jesus, ao auxiliá-lo na restauração de imagens sacras de uma igreja local. Realizou sua primeira individual em São Paulo, no ano de 1881. Fixou-se por algum tempo em Santos e depois de ter executado a decoração do Teatro Guarani, partiu para Paris em 1883, estudando na Academia Julian e no ateliê de Jean François Raffaëlli. Retornou ao Brasil em 1885 e passou a residir em São Vicente. Produziu inúmeras marinhas em que representa o litoral paulista; realizou diversos painéis de temas religiosos para igrejas na capital e interior do Estado de São Paulo; pintou vistas de antigos trechos das cidades de São Paulo, Santos e São Vicente para o Museu Paulista da Universidade de São Paulo, por encomenda do diretor do museu o historiador Afonso d´Escragnolle Taunay. Dedicou-se também a estudos históricos da região e à preservação de seu patrimônio e publicou, entre outros, os livros 'A Vila de Itanhaém' (1895) e 'Capitanias Paulistas' (1924). Existem obras suas nos acervos de diversos museus brasileiros. TEODORO BRAGA PÁG. 51; REIS JR PÁG. 214; LAUDELINO FREIRE PÁG. 387; PONTUAL PÁG. 68/69; MEC VOL.1, PÁG. 326/327; WALMIR AYALA VOL.1, PÁG.153; MAYER/83 PÁG. 601; TEIXEIRA LEITE PÁG. 97; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 505; ARTE NO BRASIL PÁG. 599, RUTH TARASANTCHI; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 172. ACERVO FIEO.



501 - HANNAH BRANDT (1923)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - xilogravura - 11 x 08 cm - canto inferior direito -
No estado (papel manchado).

Pintora, desenhista e gravadora, natural de Essen, Alemanha. Radicada no Brasil, estudou mosaico, pintura e gravura com Livio Abramo e Maria Bonomi, em São Paulo, e arte comercial nos Estados Unidos. Expôs individualmente em 1969 (São Paulo), e participa de coletivas a partir de 1963. Recebeu diversos prêmios nos salões de que participou, figurando no acervo de diversos museus nacionais e no exterior, tais como: MAB-FAAP-SP, Museu de Skopje-Iuguslávia. JULIO LOUZADA, vol. 11, pág. 43



502 - MARIA BONOMI (1935)
Lance Livre - ENCERRADO

"Toledo, flor e espada" - litografia - 35/50 V/A - 70 x 51 cm - canto inferior direito - 1978 -
No estado (papel manchado).

Gravadora, pintora, figurinista, cenógrafa, muralista e escultora nascida em Meina, Itália. Mudou-se para o Rio de Janeiro ainda criança. Em São Paulo (década de 1950), estudou inicialmente com Yolanda Mohalyi, Karl Plattner e Livio Abramo. Na 'Columbia University', Nova York - EUA estudou artes gráficas com Hans Muller e História da Arte Comparada com Meyer Schapiro. Obteve bolsa de estudos no Pratt Institute, Nova York - EUA onde trabalhou com Seong Moy e Fritz Eichenberg, entre outros. De volta ao Brasil (1959) continuou seu aperfeiçoamento na gravura com Friedlaender no MAM, RJ. Fundou com Lívio Abramo o 'Estudio Gravura' (década de 1960), em São Paulo. Realizou várias exposições individuais e tem participado de muitas mostras coletivas e oficiais, no Brasil e no exterior. Recebeu, entre outros, o Prêmio de Melhor Gravador da VIII Bienal de São Paulo (1965); o Prêmio de Gravura na V Bienal de Paris (1968); o Prêmio de Gravura da VIII Exposição Internacional Ljubljana, modalidade xilogravura; o Prêmio de Aquisição na IX Bienal de mesmo nome (1971), culminando com o Prêmio Internacional de Gravura, modalidade litografia (1983). Como cenógrafa vale destacar o Prêmio de Revelação de Cenógrafa e Melhor Figurinista com a peça 'As feiticeiras de Salém' de Arthur Miller. O Prêmio Revelação dado pela APCT – Associação Paulista de Críticos Teatrais se repetiu nos anos de 1962, 1965 e 1967. Em 1965, recebeu o Prêmio Molière como melhor cenógrafa da peça "A megera domada”, de Shakespeare. Desde 1975 tem realizado numerosos painéis em concreto, de grandes dimensões, como os do Saguão do Maksoud Hotel e do Banco Sudameris do Brasil, as fachadas laterais do Esporte Clube Sírio e do Edifício J. Riskallah Joye, todos em São Paulo e, em Santiago do Chile, os painéis do Banco Exterior da Espanha. JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG.142; PONTUAL PÁG.80; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG.692; ARTE NO BRASIL PÁG.837; LEONOR AMARANTE PÁG.75, ACERVO FIEO; www.memorial.org.br; www.pinacoteca.org.br; www.bcb.gov.br; www.artprice.com.



503 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XX
Lance Livre - ENCERRADO

Casario - óleo sobre tela - 100 x 80 cm - canto inferior direito e dorso não identifi. -



504 - PAULO BRANCO (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 5/30 - 67 x 26 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Artista plástico, Paulo Sérgio Fialho Branco nasceu em São Paulo. No convívio com seu primo que também é artista e editor de gravuras de artistas renomados, decidiu iniciar seu projeto em serigrafias inspirando-se na arte contemporânea concreta. www.arteprints.com.br.



505 - ALBERTO DA VEIGA GUIGNARD (1896 - 1962)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - aquarela e guache - 13 x 20 cm - canto inferior esquerdo -
Ex coleção Marchand Isaac Ficz, Rio de Janeiro - RJ.

Pintor, professor, desenhista, ilustrador e gravador, Alberto da Veiga Guignard nasceu em Nova Friburgo, RJ e faleceu em Belo Horizonte, MG. Mudou-se com a família para a Europa em 1907. Em dois períodos, entre 1917 e 1918 e entre 1921 e 1923, frequentou a Real Academia de Belas Artes de Munique, onde estudou com Hermann Groeber e Adolf Hengeler. Aperfeiçoou-se em Florença e em Paris, onde participou do Salão de Outono. Retornou para o Rio de Janeiro em 1929 e integrou-se ao cenário cultural por meio do contato com Ismael Nery. Participou do Salão Revolucionário de 1931, e foi destacado por Mário de Andrade como uma das revelações da mostra. Em 1941, integrou a Comissão Organizadora da Divisão de Arte Moderna do Salão Nacional de Belas Artes, com Oscar Niemeyer e Aníbal Machado. Em 1943, passou a orientar alunos em seu ateliê e criou o Grupo Guignard. A única exposição do grupo, realizada no Diretório Acadêmico da Escola Nacional de Belas Artes, foi fechada por alunos conservadores e reinaugurada na Associação Brasileira de Imprensa. Em 1944, a convite do prefeito Juscelino Kubitschek, transferiu-se para Belo Horizonte e começou a lecionar e dirigir o curso livre de desenho e pintura da Escola de Belas Artes, por onde passaram Amilcar de Castro, Farnese de Andrade, Yara Tupynambá e Lygia Clark, entre outros. Permaneceu à frente da escola até 1962, quando, em sua homenagem, esta passou a chamar-se Escola Guignard. Participou da Bienal de Veneza (1928, 1952); da Bienal Internacional de São Paulo (1951) e outras. PONTUAL, PÁG. 254; MEC, VOL. 2, PAG. 304; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 236; JULIO LOUZADA, VOL. 10, PÁG. 404; ART PRICE ANNUAL 2000, PÁG. 1013; WALMIR AYALA, VOL. 1, PÁG. 373; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 559; ARTE NO BRASIL, PÁG. 505; LEONOR AMARANTE, PÁG. 28; www.pinturabrasileira.com; www.brasilescola.com; web.artprice.com.



506 - RODRIGO DE HARO (1939 - 2021)
Lance Livre - ENCERRADO

Natureza - gravura - 5/50 - 32 x 49 cm - canto inferior direito -
No estado (papel manchado).

Rodrigo de Haro nasceu em Paris-França e faleceu em Florianópolis. Pintor, desenhista e escritor. Divide suas atividades profissionais entre Florianópolis e São Paulo. Por volta de 1987, trabalha na decoração do Teatro Municipal de Florianópolis com 80 painéis Mandalas. Entre as mostras de que participa, destacam-se: Coletiva Artistas Catarinenses, Santa Catarina, 1955 (Prêmio Aquisição); Salão Nacional do Paraná, 1967; Arte Fantástica, no Paço das Artes de São Paulo, 1972; Destaques da Pintura Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, 1985; Mostra do Desenho Brasileiro, no Museu de Arte Contemporânea de Curitiba, Paraná, 1994. WALMIR AYALA, vol. 1, pág. 244; PONTUAL, pág. 260; JULIO LOUZADA, vol. 11, pág. 143; WALTER ZANINI, pág. 805; ITAU CULTURAL.



507 - MENASE VAIDERGORN (1927)
Lance Livre - ENCERRADO

Feira - óleo sobre tela - 39 x 29 cm - canto inferior direito -

Pintor nascido em Hotin, Romênia. Assina MVAIDERGORN. Seus pais vieram para o Brasil (1932) fixando residência em São Paulo. Ingressou na Associação Paulista de Belas Artes (fim da década de 1940) onde conheceu Dario Mecatti que muito o estimulou. Viajou pelo norte da África e Europa. Realizou exposições individuais e participou de diversos salões e mostras coletivas oficiais, recebendo diversos prêmios, entre eles: os do Salão Paulista de Belas Artes, SP (1976 - Medalha de Bronze, 2000 – Prêmio Aquisição, 2001 – Grande Medalha de Prata). JULIO LOUZADA VOL.1, PÁG. 1011; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



508 - ROSA RAMALHO (1888 - 1977)
Lance Livre - ENCERRADO

Figuras - escultura em cerâmica - 27 x 10 x 08 cm - assinado -
No estado.

Ceramista portuguesa, Rosa Barbosa Lopes nasceu e faleceu no lugar da Cova, freguesia de Galegos (São Martinho) no concelho de Barcelos. Ficou conhecida como Rosa Ramalho que se referia a um episódio em que sua avó recomendava ao seu filho ficar “à sombra dos ramalhos”, isto é, à sombra de umas árvores. Era filha de um sapateiro e de uma tecedeira. Casou-se cedo. Suas obrigações familiares fizeram-na interromper os seus dotes oleiros que começou a desenvolver antes de se casar. Quando ficou viúva e, com 68 anos, voltou a pegar nesse ofício a sério. O seu sucesso chegou com a sua descoberta por parte de António Quadros, pintor de Viseu, que a divulgou e a criticou. Regionalmente, nas feiras e nas romarias de que participava, vendia suas peças, em especial na feira de São João das Fontainhas do Porto onde, precisamente, havia sido descoberta por Quadros, então estudante da Escola Superior de Belas-Artes. Fez, também, uma série de exposições dentro e fora do país e recebeu muitas visitas de interessados e de futuros compradores. Pelo seu trabalho, peças locais tornaram-se autênticas referências e até objetos de culto das próprias elites e desencadeou uma fase muito próspera da cidade Barcelos na arte da olaria. Dos seus prêmios, destacou-se a medalha “Artes ao Serviço da Nação” que recebeu na Feira de Artesanato de Cascais (1964). Foi a primeira barrista a ter um reconhecimento singular e até recebeu o grau de Dama da Ordem Militar de Sant’iago da Espada (1981). A sua localidade não hesitou em homenageá-la, preservando a sua oficina e dando aos seus arruamentos nomes referentes a ela. comunidadeculturaearte.com/quem-foi-rosa-ramalho-a-mais-celebre-ceramista-portuguesa; www.artprice.com.



509 - EDUARDO SUED (1925)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 8/100 - 72 x 62 cm - canto inferior direito - 2012 -
Com relevo seco de Papel Assinado - Brasil.

Pintor, desenhista, gravador, ilustrador, vitralista e professor. Graduou-se na Escola Nacional de Engenharia do Rio de Janeiro (1948). No ano seguinte estudou desenho e pintura com Henrique Boese. Trabalhou como desenhista no escritório de Oscar Niemeyer (entre 1950 e 1951). Viajou para Paris (1951) onde frequentou as academias “La Grande Chaumière” e “Julian”. Retornou ao Rio de Janeiro (1953) e frequentou o ateliê de Iberê Camargo para estudar gravura em metal, tornando-se mais tarde, seu assistente. Lecionou desenho e pintura na Escolinha de Arte do Brasil (1956) e transferiu-se para São Paulo (1957) onde ministrou aulas de desenho, pintura e gravura, na FAAP (1958 a 1963). Voltou a morar no Rio de Janeiro (1964) e publicou o álbum de águas-fortes “25 Gravuras”. Ministrou aulas de gravura em metal no MAM, RJ (entre 1974 e 1980). Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1968, 1970, 1974, 1982, 1983,1986,1987, 1990, 1992, 1994, 1997 a 2000, 2004, 2005, 2010, 2013 a 2017); São Paulo (1984, 1989, 1993, 1999, 2003, 2005, 2010, 2016); Curitiba, PR (1995); Belo Horizonte, MG (2010, 2013); Brasília, DF (2019). Também foram muitas as participações em mostras coletivas e oficiais, destacando-se: Bienal Internacional de Gravura, Cracóvia – Polônia (1970); Bienal Internacional de São Paulo (1981, 1987, 1989); Bienal de Veneza (1984); Bienal do Merco Sul (2005). ARTE NO BRASIL PÁG. 814; JULIO LOUZADA VOL. 2, PÁG. 975; www.sued.art.br; ITAU CULTURAL; ACERVO FIEO; www.artprice.com.



510 - JOSÉ PANCETTI (1902 - 1958)
Lance Livre - ENCERRADO

"Natureza morta" - óleo sobre tela - 33 x 46 cm - canto inferior esquerdo e dorso - 1943 -
Reproduzido na Capa do Catálogo e no Convite deste Leilão. Com Certificado de Autenticidade firmado pelo Professor Doutor José Roberto Teixeira Leite, autor de inúmeros Livros e Dicionários de Arte, entre eles "Pancetti - O pintor marinheiro".

Giuseppe Gianinni Pancetti nasceu em Campinas, SP e faleceu no Rio de Janeiro. Filho de imigrantes italianos foi mandado aos dez anos de idade para a Itália, onde trabalhou em diversos ofícios até entrar para a marinha mercante italiana. De volta ao Brasil, em 1920, trabalhou na Oficina Beppe, São Paulo (1921), especializada em decoração de pintura de parede, como cartazista, pintor de parede e auxiliar do pintor Adolfo Fonzari. Em 1922 ingressou na Marinha de Guerra Brasileira, viajando pelo país e exterior, transferindo-se para a reserva em 1946, no posto de Segundo Tenente. Começou a pintar, auto didaticamente em 1924 e, em 1925, servindo no encouraçado Minas Gerais, pintou suas primeiras obras. No ano seguinte, para progredir na carreira, integrou o quadro de pintores dentro da "Companhia de Praticantes e Especialistas em Convés". Passou a frequentar, a partir de 1932, o Núcleo Bernardelli, no Rio de Janeiro, onde recebeu orientação de Manoel Santiago, Edson Motta, Rescála e Bruno Lechowski. Participou do Salão Nacional de Belas Artes, sendo premiado em 1934, 1936, 1939 e, já na Divisão Moderna, recebeu o Prêmio Viagem ao Estrangeiro (1941), o Prêmio Viagem ao País (1947) e a Medalha de Ouro (1948). Figurou na Bienal de Veneza em 1950; ano em que passa a residir em Salvador, BA. Integrou a mostra "Um Século de Pintura Brasileira", realizada no Museu Nacional de Belas Artes (1952) e a exposição "Arte Moderna no Brasil" que percorreu as cidades de Buenos Aires, Rosário, Santiago e Lima, todas em 1957. Participou duas vezes da Bienal de São Paulo, em 1951 e 1955. Mereceu Sala Especial na Bienal da Bahia - Salvador, em 1966. O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro realizou, em 1962, exposição retrospectiva de sua obra. TEODORO BRAGA, PÁG. 130; PONTUAL, PÁGS. 403 E 404; MEC, VOL. 3, PÁG. 332; REIS JUNIOR, PÁG. 383; ITAU CULTURAL; TEIXEIRA LEITE, PÁG. 380; WALTER ZANINI, PÁG. 573; ARTE NO BRASIL, PÁG. 597; LEONOR AMARANTE, PÁG. 28; www.mamcampinas.com.br.



511 - FRANCISCA CAROLINA DO VAL (1945)
Lance Livre - ENCERRADO

"Maracujá na saúde" - gravura aquarelada - 25/50 - 19,5 x 30 cm - canto inferior direito -

Pintora, desenhista, gravadora, bióloga e professora nascida em São Paulo. Assina FVAL. É bacharel em pintura pela Escola de Belas Artes Santa Marcelina, estudou desenho com Donato Ferrari na FAAP, cursou sumi-ê com M. Okinaka, gravura no Museu Lasar Segall e na Aliança Cultural Brasil-Japão. Frequentou o Ateliê de Roketsu-zome. Ministra curso de difusão cultural sobre Arte e Percepção Ambiental no Instituto de Biociências na Universidade de São Paulo. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1979, 1985, 1986, 1988, 1991, 1994); Campos do Jordão, SP (1985); Praia da Grande, SP (2017). Participou de diversas mostras coletivas e Salões oficiais no Brasil e exterior. Foi premiada em: São Paulo (1966 – SPAM, 1987 – Exposição Internacional de Sumi-ê); Campinas, SP (1968 – 1º Salão do Artista Jovem); São Caetano do Sul, SP (1969 – Salão de Arte Contemporânea). JULIO LOUZADA VOL. 09, PÁG. 883; ITAU CULTURAL; www.praiagrande.sp.gov.br/pgnoticias/noticias/noticia_01.asp?cod=41365.



512 - IZIDRO URIACH LOPES (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

"A vila" - óleo sobre tela - 70 x 50 cm - canto inferior direito e dorso - España - 1994 -
Moldura no estado e desprendimento de tinta. (Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Assina Uriach. Pintor que tem participado de inúmeras exposições e Salões oficiais. JULIO LOUZADA, vol. 6, pág. 1138.



513 - JAVIER ALVARO ASFADUROFF NIBBES (1954)
Lance Livre - ENCERRADO

"Le femme at bar" - óleo e encáustica sobre tela - 30 x 40 cm - canto superior direito e dorso - 2011 - São Paulo -
(Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Pintor e desenhista uruguaio nascido em Montevidéu. Frequentou o Liceu Onze de Cerro Montevidéu (entre 1965 e 1967) onde foi aluno de Torres Garcia. A partir de 1994 passou a figurar em bienais e várias exposições coletivas. JULIO LOUZADA VOL. 10,PÁG. 637; asfaduroffnibbes.com; www.artprice.com.



514 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Gato - xilogravura - P.A. - 32 x 24 cm - canto inferior direito - 2003 -

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.



515 - ESCOLA CHINESA, SÉC. XIX
Lance Livre - ENCERRADO

Imperatriz - pintura sobre seda - 132 x 67 cm -
No estado (pequeno rasgo). (Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")



516 - JORGE RACHID BUSSAB (1927)
Lance Livre - ENCERRADO

"Sublime" - óleo sobre placa - 60 x 50 cm - canto inferior direito -

Pintor, gravador, ceramista, escultor e tapeceiro, natural da cidade de São Paulo, onde nasceu a 28 de fevereiro. Estudou com Aldo Bonadei por cinco anos. Segundo o renomado crítico Jacob Klintowitz, " A aproximação de Bussab com os elementos naturais, a sua discrição e pouco convívio com os movimentos internacionais da arte, o seu recolhimento, o tornaram distante das correntes e modas de arte. Os seus motivos são constantes, a sua maneira de pintar e o tratamento que ele dá aos seus motivos, o seu sistema, é inventivo." JULIO LOUZADA vol.10, pág. 153



517 - LUCAS PENNACCHI (1960)
Lance Livre - ENCERRADO

"Marinha" - têmpera sobre placa - 30 x 40 cm - canto inferior direito - 1993 -
Com etiqueta do Autor no dorso. Moldura no estado.

Pintor, gravador e desenhista paulistano, nascido em 20 de fevereiro de 1960. Filho do festejado artista Fulvio Pennacchi, Lucas dedica-se a retratar paisagens do interior brasileiro e do litoral paulista, de forma delicada e precisa e também peixes, tucanos e outros animais da fauna brasileira com uma leitura atual. JULIO LOUZADA, vol. 10, pág. 678; ITAÚ CULTURAL.



518 - FRANCISCO BRENNAND (1927 - 2019)
Lance Livre - ENCERRADO

Travessa - cerâmica - 22 x 14 x 2,5 cm - não assinado -
Com marca da Oficina Cerâmica Francisco Brennand.

Pintor, desenhista, gravador, ceramista, escultor, tapeceiro e ilustrador, Francisco de Paula Coimbra de Almeida Brennand nasceu e faleceu em Recife, PE. Iniciou sua formação em 1942, aprendendo a modelar com Abelardo da Hora. Posteriormente, recebeu orientação em pintura de Álvaro Amorim e Murilo Lagreca. Viajou para a França (1949), incentivado por Cicero Dias. Frequentou cursos com André Lhote e Fernand Léger, em Paris (1951); conheceu obras de Pablo Picasso e Joán Miró e descobriu, na cerâmica, seu principal meio de expressão. Realizou diversos painéis e murais cerâmicos (entre 1958 a 1999) em várias cidades do Brasil e dos Estados Unidos. Iniciou a restauração de uma velha olaria de propriedade paterna (1971), próxima a Recife, transformando-a em ateliê, onde manteve em exposição permanente objetos cerâmicos, painéis e esculturas. Exposições retrospectivas de sua produção foram realizadas em Berlim -“Staatliche Kunsthalle” (1993) e na Pinacoteca do Estado de São Paulo - “Brennand: Esculturas 1974-1998” (1998). Foi publicado o livro “Brennand”, Editora Métron, com texto de Olívio Tavares de Araújo (1997). Foram lançados vários vídeos sobre sua obra, entre eles, “Francisco Brennand: Oficina de Mitos”, pela Rede Sesc/Senac de Televisão (2000). Realizou exposições individuais em: São Paulo (1960, 1961); Olinda, PE (1961); Salvador, BA (1961); Rio de Janeiro (2000). Participou de diversas mostras coletivas e Salões oficiais, destacando-se: Salão Anual de Pintura, Museu do Estado de Pernambuco (1947 – 1º Prêmio em Pintura, 1948 – 1º Prêmio em Pintura, 1950 – 2º Prêmio, 1953, 1954); Salão Baiano de Belas Artes (1955 – Medalha de Prata); Bienal Hispano Americana, Barcelona – Espanha (1956); Bienal Internacional de São Paulo (1959); Exposição Internacional de Cerâmica e Pintura, Oostende – Bélgica (1959). JULIO LOUZADA VOL. 3, PÁG.161. PONTUAL PÁG. 88. MEC VOL. 1, PÁG. 294; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 717; ARTE NO BRASIL PÁG. 879. ACERVO FIEO, www.artprice.com.



519 - RUBEM VALENTIM (1922 - 1991)
Lance Livre - ENCERRADO

Emblema - serigrafia - P.E. 1/ 23 P.M. - 80 x 60 cm - não assinado -
Edição póstuma com relevo seco do Projeto Cultural Rubem Valentim.

Escultor, pintor, gravador, professor nascido em Salvador, BA e falecido em São Paulo. Iniciou-se nas artes visuais na década de 1940, como pintor autodidata. Entre 1946 e 1947 participou do movimento de renovação das artes plásticas na Bahia, com Mario Cravo Júnior, Carlos Bastos e outros artistas. Em 1953 formou-se em jornalismo pela Universidade da Bahia e publicou artigos sobre arte. Residiu no Rio de Janeiro entre 1957 e 1963, onde se tornou professor assistente de Carlos Cavalcanti no curso de história da arte do Instituto de Belas Artes. Residiu em Roma entre 1963 e 1966, com o prêmio viagem ao exterior, obtido no Salão Nacional de Arte Moderna. Em 1966 participou do Festival Mundial de Artes Negras em Dacar, Senegal. Ao retornar ao Brasil, residiu em Brasília e lecionou pintura no Ateliê Livre do Instituto de Artes da Universidade de Brasília - UnB. Em 1972, fez um mural de mármore para o edifício-sede da Novacap em Brasília, considerado sua primeira obra pública. Em 1979, Valentim realizou escultura de concreto aparente, instalada na Praça da Sé, em São Paulo, definindo-a como o Marco Sincrético da Cultura Afro-Brasileira e, no mesmo ano e foi designado, por uma comissão de críticos, para executar cinco medalhões de ouro, prata e bronze, para a Casa da Moeda do Brasil. Em 1998 o Museu de Arte Moderna da Bahia inaugurou a Sala Especial Rubem Valentim no Parque de Esculturas. Foi premiado nas Bienais Internacionais de São Paulo de 1967 e 1973, entre outros. PONTUAL, PÁG.532; WALMIR AYALA, VOL.2, PÁGS.395; TEIXEIRA LEITE, PÁG.517; MEC, VOL.4, PÁG.443; JULIO LOUZADA, VOL.11, PÁG.330; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 682; ARTE NO BRASIL, PÁG. 874; LEONOR AMARANTE, PÁG. 257, ACERVO FIEO; web.artprice.com.



520 - STELLA NAVES (1945)
Lance Livre - ENCERRADO

"Cadenza" - técnica mista sobre tela - 100 x 70 cm - canto inferior esquerdo e dorso - 2021 -

Pintora ativa no Estado de São Paulo. Suas cores são bem dosadas e a composição agrada aos olhos, pois traz harmonia e tranquilidade. A artista expõe regularmente, com sucesso de público e vendas.



521 - SONIA MENNA BARRETO (1953)
Lance Livre - ENCERRADO

Surreal - impressão digital - 94/100 - 55 x 22 cm - canto inferior direito -

Nascida Sônia Regina Gomes Menna Barreto de Barros Falcão, no dia 5 de novembro de 1953, na cidade de São Paulo-SP. Cursou desenho com Waldemar da Costa e pintura com Luiz Portinari, no Centro de Artes Cândido Portinari e, com Jorge Mori, assimila a técnica do óleo sobre linho e a veladura ou "glacis" utilizada pelos mestres clássicos do passado. Sobre a obra da artista, assim escreveu Flávio de Aquino, no catálogo da sua exposição na Galeria André, SP, 1989: "Sônia Regina Gomes Menna Barreto de Barros Falcão, ou simplesmente Menna Barreto - assina obras-primas em pequenos formatos, como miniaturas. Pouco conhecida, surge agora como a grande novidade da pintura fantástica brasileira. Menna Barreto dá uma conotação hiper-realista, mas sem colagens ou assemblagens. Sua arte tem um clima misterioso de castelos fantasmas ou de fragmentos de Paris, com suas ruas e casas. Seu valor reside no caráter arquipoético das obras. " ITAU CULTURAL



522 - MATTEO GAITO (1934)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre tela - 27 x 35 cm - canto inferior esquerdo -

Italiano de Sarno (Salerno), onde nasceu a 26 de junho de 1934. Estudou na Itália com Guido Odilema e Mário Federico, na Ilha de Capri, e na Escola de Belas Artes de Milão, situando-se nas temáticas marinhas e paisagens, sob orientação de Carlos Perindani. No Brasil a partir de 1952, recebeu orientação de Angelo Simeone e estudou com Carol Kossac. Em 1973 fez viagem de estudos a Roma. Durval Pereira, em crítica no ano de 1981, salientou: "... Coloca em suas marinhas a mansidão de um mar calmo e pacífico, outras vezes capta a bravura do mar, onde convida o homem a lutar pelo seu ideal." Individuais desde 1973 e coletivas a partir de 1954. JULIO LOUZADA, vol 4 pág. 706



523 - TAPETE ORIENTAL,
Lance Livre - ENCERRADO


Ponto de nó, feito a mão, de lã, Pakistan, medindo 1,19 x 0,79 m = 0,94 m².



524 - HÉRCULES BARSOTTI (1914 - 2010)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - 7/50 - 40 x 40 cm - canto inferior direito -

Pintor, desenhista, programador visual, gravador, nascido e falecido em São Paulo, SP. Iniciou-se nas artes em 1926, estudando desenho e composição com o pintor Enrico Vio. Começou a pintar em 1940 e, na década seguinte, realizou as primeiras pinturas concretas, além de trabalhar como desenhista têxtil e projetar figurino para o teatro. Em 1954, com Willys de Castro, fundou o Estúdio de Projetos Gráficos, elaborou ilustrações para várias revistas e desenvolveu estampas de tecidos produzidos em sua tecelagem. Foi para a Europa (1958) com o intuito de estudar novas tendências e aprimorar suas técnicas. Foi premiado no Salão Paulista de Arte Moderna (1958, 1959), no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1960) e realizou diversas exposições individuais. Na década de 1960, foi convidado por Ferreira Gullar a integrar-se ao Grupo Neoconcreto do Rio de Janeiro e participou das exposições de arte do grupo realizadas no Ministério da Educação e Cultura, RJ e no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Em 1960, expôs na mostra 'Konkrete Kunst' (Arte Concreta), organizada por Max Bill, em Zurique. Entre 1963 e 1965, colaborou na fundação e participou do Grupo Novas Tendências, em São Paulo. Participou da IV, V, VI e VIII Bienal Internacional de São Paulo; do Panorama da Arte Atual Brasileira – MAM, SP, entre outras exposições oficiais. Em 2004, o MAM - SP organizou uma retrospectiva do artista. JULIO LOUZADA, VOL. 1, PAG. 98; VOL. 2, PÁG. 108; ITAU CULTURAL; PONTUAL PÁG. 57; MEC VOL. 1; PÁG. 187; www.pinturabrasileira.com; www.macvirtual.usp.br; www.pinacoteca.org.br; www.artprice.com.



525 - NEWTON REZENDE (1912 - 1994)
Lance Livre - ENCERRADO

"Homenagem a Graciliano Ramos" - desenho a nanquim - 34 x 30 cm - centro inferior -
Com etiqueta de Galeria Seta, Rua Antonio Carlos, 282 - São Paulo, SP - no dorso. Moldura no estado.

Pintor, desenhista, gravador e escultor, Newton da Silva Rezende nasceu em São Paulo, SP e faleceu no Rio de Janeiro, RJ. Foi autodidata em pintura. Viajou a Buenos Aires (1946) onde trabalhou como artista publicitário. De volta ao Brasil, fixou residência no Rio de Janeiro e realizou sua primeira individual, no Instituto dos Arquitetos do Brasil, RJ (1948). Participou do Concurso Internacional de Publicidade (1962) em Miami, Estados Unidos, e recebeu Menção Honrosa. Recebeu o título de Diretor do Ano (1968), outorgado pelo Clube dos Diretores de Arte do Brasil. Realizou mais exposições individuais em: São Paulo (1971 - Museu de Arte Brasileira – FAAP, 1973, 1975); Rio de Janeiro (1962, 1965, 1968, 1969, 1970, 1972, 1974). Participou do Salão Nacional de Belas Artes, RJ (1948); do Salão Nacional de Arte Moderna, RJ (1954 a 1958); do Panorama da Arte Atual Brasileira – MAM, SP (1974, 1979), entre outras mostras coletivas e oficiais. Ferreira Gullar escreveu um livro sobre sua obra que foi editado pela Galeria Bonino (1980). A Rede Globo e a Riotur lhe prestaram homenagem: a primeira em Noite Única em 1983 e, a segunda em 1986. MEC VOL. 4, PÁG. 54; PONTUAL PÁG. 450; ITAU CULTURAL; TEIXEIRA LEITE PÁG. 444; WALTER ZANINI PÁG. 755; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 820; www.artprice.com; www.artnet.com; www.blouinartinfo.com.



526 - CÍCERO DIAS (1908 - 2003)
Lance Livre - ENCERRADO

Tomando sol - serigrafia - 120/200 - 88 x 70 cm - canto inferior esquerdo -
No estado (pequenas manchas).

Pintor, gravador, desenhista, ilustrador, cenógrafo e professor - Cícero dos Santos Dias nasceu em Escada, PE e faleceu em Paris. Iniciou estudos de desenho em sua terra natal e mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se matriculou, em 1925, nos cursos de arquitetura e pintura da Escola Nacional de Belas Artes, mas não os concluiu. Entrou em contato com o grupo modernista e, em 1929, colaborou com a ‘Revista de Antropofagia’. Em 1931, no Salão Revolucionário, na Enba, expôs o polêmico painel, tanto por sua dimensão quanto pela temática: ‘Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife’. Ilustrou, em 1933, ‘Casa Grande & Senzala’, de Gilberto Freyre. Em 1937 foi preso no Recife quando da decretação do Estado Novo. A seguir, incentivado por Di Cavalcanti, viajou para Paris onde conheceu Georges Braque, Henri Matisse, Fernand Léger e Pablo Picasso, de quem se tornou amigo. Em 1942, foi preso pelos nazistas e enviado a Baden-Baden, na Alemanha. Entre 1943 e 1945, viveu em Lisboa como Adido Cultural da Embaixada do Brasil. Retornou a Paris onde integrou o grupo abstrato Espace. Em 1948, realizou o mural do edifício da Secretaria das Finanças do Estado de Pernambuco, considerado o primeiro trabalho abstrato do gênero na América Latina. Em 1965, foi homenageado com sala especial na Bienal Internacional de São Paulo. Inaugurou, em 1991, painel de 20 metros na Estação Brigadeiro do Metrô de São Paulo. No Rio de Janeiro, foi inaugurada a Sala Cícero Dias no Museu Nacional de Belas Artes - MNBA. Recebeu do governo francês a Ordem Nacional do Mérito da França, em 1998, aos 91 anos. MEC, VOL.2, PÁG.50; WALMIR AYALA, VOL.1, PÁG.252; TEIXEIRA LEITE, PÁGS. 157, PONTUAL, PÁGS. 174; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 564; ARTE NO BRASIL, PÁG. 715; LEONOR AMARANTE, PÁG. 146; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 334; ACERVO FIEO; web.artprice.com.



527 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XX
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - escultura em bronze - 19 x 07 x 04 cm - não assinado -



528 - MAGDA STÁBILE (1952)
Lance Livre - ENCERRADO

Flores e pássaros - óleo sobre tela - 50 x 30 cm - canto inferior direito -

Pintora nascida em São Paulo, Capital, em 28/11/1952. Graduada pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Frequenta os cursos de arte da Escola Panamericana de Artes, SENAI, SESC e do MUBE. Recebe orientações dos professores Franulic, Adelino Rodrigues, Herman Sedoya, Antonio Santos Lopes e Carmen Rolim Arruda. Individuais em 1998 e coletivas a partir de 1978. JULIO LOUZADA, vol. 11, pág. 311



529 - WELLINGTON VIRGOLINO (1929 - 1988)
Lance Livre - ENCERRADO

Casal - serigrafia - 52/100 - 29 x 49 cm - canto inferior direito -

Pernambucado do Recife, é pintor e gravador. Pinturas de cromatismo vigoroso e variado em ambientações típicas do nordeste cercam as figuras que povoam os trabalhos de Virgolino, em criações de grande habilidade e lirismo. A propósito de sua obra, assim se manifestou Walter Zanini, na obra de PONTUAL abaixo mencionada: " A raiz popularesca (...) amolda-se perfeitamente ao caráter simbólico e arcaizante de suas representações dominadas por um certo tema exposto com clareza e concisão, não obstante a avassalante presença dos motivos de preenchimento que movimentam e enriquecem todos os aspectos da composição. Na cor densa e úmida transparece ainda a sensibilidade equatorial deste pintor que soube definir uma própria e instintiva fantasia poética." JULIO LOUZADA, vol 1, pág 1039; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, pág. 717; ARTE NO BRASIL, pág. 879; PONTUAL, pág. 543.



530 - DARCY PENTEADO (1926 - 1987)
Lance Livre - ENCERRADO

Menina - óleo sobre tela - 19 x 24 cm - canto superior direito - 1975 -
No estado (limpeza necessária).

Desenhista, pintor, cenógrafo, figurinista e escritor nascido e falecido em São Roque, SP. Após os 10 anos mudou-se para São Paulo para concluir seus estudos. Distinguiu-se pelos desenhos que realizou que o levou a trabalhar em agências de publicidade, de desenho industrial e como figurinista de magazines. Iniciou, como autodidata, a cenografia para teatro e televisão, além da literatura (1944) e começou a expor, como artista plástico, em 1949. Passou a integrar em São Paulo o Grupo Novíssimos (1948). Desde 1955 vinha participando na televisão, como diretor de arte. Realizou exposições individuais em: São Paulo (1954 e 1956 – MAM, 1961, 1963, 1981, 1983); Rio de Janeiro (1956, 1959); Recife, PE (1983); Pelotas, RS (1984). Viajou por diversas vezes à Europa onde morou por sete anos e também expôs individualmente em: Hamburgo, Alemanha (1964); Roma, Itália (1965, 1967); Paris, França (1966). Participou de muitas mostras coletivas e Salões oficiais, destacando-se: Bienal Internacional de São Paulo (1953, 1955, 1963, 1965, 1967, 1973, 1985, 1986); Salão Paulista de Arte Moderna, SP (1960, 1961); Prêmio Leirner de Arte Contemporânea, SP (1959, 1962); Bienal de Paris (1961); Panorama da Arte Atual Brasileira, MAM – SP (1969, 1973, 1974). Recebeu a Medalha de Prata no SPAM (1961); Prêmio Governador do Estado (1954) como cenógrafo; o Prêmio Jabuti (1962) como ilustrador; Menção Honrosa (1977) da Revista Status como contista. MEC VOL. 3, PÁG. 365; PONTUAL PÁG. 416; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 747; VOL. 3, PÁG. 874; WALMIR AYALA VOL. 2, PÁG 183; TEIXEIRA LEITE PÁG 401; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 717; LEONOR AMARANTE PÁG. 75; www.artprice.com.



531 - TÂNIA FIALHO (1965)
Lance Livre - ENCERRADO

Dominós - serigrafia - 26/50 - 65 x 25 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Artista plástica paulistana com participações em mostras coletivas.



532 - ANTONIO LUCIO PEGORARO (1929)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - óleo sobre tela - 54 x 72 cm - lado direito - 1977 -
No estado (restauro necessário).

Nasceu em São Paulo, Capital, no dia 1º de abril. Sua formação artística recebeu ensinamentos dos mestres Alfredo Oliani, Vicente Mecozzi, Waldemar Amarante e Pedro Altaza. Estudou na ENBA e no Laboratório do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, onde aperfeiçoou-se em restauração e pintura sob a orientação de Édson Motta. Expõe individualmente a partir de 1970, e coletivamente desde 1952. Fernando Barretto, na apresentação do artista para a exposição da Galeria Paulo Prado-SP, 1980, assim escreveu sobre a sua obra: "´Nada vem do nada´. O óbvio parece não entrar na mente de certos artistas que renegam sua formação e sua aprendizagem e se dizem simplesmente ´autodidatas´. Para se chegar a uma linguagem própria - erudita - o aprimoramento da bagagem cultural se faz necessário. As telas de Pegoraro justificam bem essas idéias. Suas cores quentes e gritantes lembram os ´fauves´, suas formas ao mesmo tempo pós-impressionistas e construtivas são inspiradas nas descobertas do Cubismo e da Escola de Paris. Entretanto Pegoraro se exprime com uma linguagem absolutamente pessoal, um verdadeiro estilo. " ITAU CULTURAL, Acervo FIEO.



533 - AUTOR DESCONHECIDO, SÉC. XX
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - técnica mista sobre papel - 23 x 30 cm - canto inferior direito -
F. Leão, 1973.



534 - RAMON CÁCERES (1944)
Lance Livre - ENCERRADO

Composição - serigrafia - P.I. 1/2 - 60 x 60 cm - canto inferior direito -
Com relevo seco de Papel Assinado - Brasil.

Natural de Quilindy, Paraguai, fixou residência em São Paulo no ano de 1970, tornando-se discípulo da restauradora internacional Luciana Battioli, que o elogia pela técnica perfeita, sensibilidade aguda de exímio colorista. Tem como proposta estética o purismo da forma equilibrado notavelmente com um cromatismo muito particular e ritmado.Tem obras no MASP, no México e em coleções particulares no Brasil e no Paraguai. JULIO LOUZADA vol.2, pág. 191; ITAÚ CULTURAL, Acervo FIEO.



535 - FRANK SCHAEFFER (1917 - 2008)
Lance Livre - ENCERRADO

Ritual - óleo sobre papel - 100 x 50 cm - canto inferior direito - 1977 -
Moldura no estado. (Atenção clientes que não residem em São Paulo: transporte apenas sem cobertura de seguro para o vidro devido a fragilidade da peça. Consulte-nos, em caso de dúvidas, antes de dar seu lance) .

Pintor, desenhista, ilustrador, gravador, e professor nascido em Belo Horizonte, MG e falecido no Rio de Janeiro. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1927. Realizou sua formação artística com Wlazek (1933-1935), Arpad Szenes e, entre 1948 e 1949, em Paris: com André Lhote, Fernand Léger, na Escola de Belas Artes foi discípulo de Robert Cami (gravura em metal) e de Ducos de La Haille (pintura mural). Viajou por quase toda a Europa e por diversos países americanos. Na Noruega (1953, 1954) esteve a convite do Ministério das Relações Exteriores, realizando exposições e pronunciando palestras sobre as artes no Brasil. Lecionou na Escola de Belas Artes do Peru (1965). Realizou exposições individuais no Rio de Janeiro (1950, 1967, 1969, 1973); Paris (1954); São Paulo (1968); Belo Horizonte (1972). Participou de diversas mostras e Salões oficiais, destacando-se: Salão Paulista de Belas Artes (1943); Bienal Internacional de São Paulo (I à III, V à IX), Salão Nacional de Belas Artes, RJ (1942 a 1944, 1946, 1951); do Salão Nacional de Arte Moderna (I ao V, VII ao XI), I Bienal Interamericana do México (1958), SAMDF (1964 e 1965). Foi premiado No Salão Nacional de Arte Moderna (1956); Salão Nacional de Belas Artes RJ (1942, 1943, 1951); entre outros. TEODORO BRAGA, PÁG. 101; PONTUAL, PÁG. 477; MEC, VOL. 4, PÁG. 192; CATÁLOGO DA EXPOSIÇÃO DE PAISAGEM BRASILEIRA, MEC-MNBA/RIO/1944; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 717; www.artprice.com.



536 - OLIMPIA COUTO (1947)
Lance Livre - ENCERRADO

Rosas - serigrafia - 86/100 - 64,5 x 26 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Mineira de Estrela do Indaiá, a autora é pintora, muralista e gravadora. Estudou na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais-BH. Como assistente da gravurista Yara Tupynambá (1932) , executa os murais Gênesis, A Criação do Mundo, na Igreja de Ferros, MG, e Guerra e Paz, na Câmara Municipal de Belo Horizonte. Em 1979, seu trabalho é destacado em sala especial na Bienal Nacional, em São Paulo. "Sei que deveria, nesta apresentação, falar da limpeza da cor e do domínio que demonstra agora, do arrojo das composições com cortes ousados e planos definidos, do requinte das modulações das cores, sinfonias harmônicas de verdes e rosas, mas a emoção maior de assistir sua plenitude presente, que comove meu coração, dá-me vontade de lembrar-lhe coisas muito mais importantes que a técnica e a estrutura composicional que você adquiriu ao longo dos anos de aprendizado e dura luta. Quero lembrar-lhe, Olímpia, que você é um dos elos de uma grande corrente começada em Florença, no Quatrocentto, com Fra Angelico e Boticelli e chegada à Minas pelas mãos de Guignard, representando algo bem maior que a técnica das transparências e do grafismo que caracterizaram a arte mineira: antes, a capacidade de ver a vida através da poesia das coisas, numa atitude reflexivamente poética que transcende o tempo, herança maior que Guignard nos legou." Yara Tupynambá, in: OLÍMPIA Couto. Belo Horizonte: Galeria Guignard, 1982. JULIO LOUZADA vol.11, pág. 79; ITAÚ CULTURAL.



537 - JOSÉ MORAES (1921 - 2003)
Lance Livre - ENCERRADO

Paisagem - desenho a nanquim - 30 x 22 cm - canto inferior direito - 1980 -

Pintor, gravador, desenhista, escultor, ilustrador e professor, José Machado de Morais nasceu no Rio de Janeiro e faleceu em São Paulo. Assina José Moraes. Formou-se em pintura pela Escola Nacional de Belas Artes, RJ (1941). Paralelamente aos estudos universitários, teve aulas de pintura com Quirino Campofiorito. Tornou-se assistente de Candido Portinari, em Brodosqui (1942) e trabalhou com o mesmo na execução do painel da capela de São Francisco de Assis, de Oscar Niemeyer, em Belo Horizonte (1945). Realizou exposições individuais no: Rio de Janeiro (1945, 1947, 1966, 1968, 1969, 1970); São Paulo (1962, 1965, 1967, 1970, 1979 – MAM, SP, 1982, 1983, 1984, 1986); Bagé, RS (1946, 1979); Pelotas, RS (1946); Porto Aiegre, RS (1948, 1980, 1988, 1992, 1995); Uberlândia, MG (1952, 1972, 1977, 1978, 1987); Belo Horizonte, MG (1964); Campinas, SP (1974); Cataguases, MG (1981); Goiânia, GO (1987); Brasília, DF (1989, 1995). Participou de várias mostras coletivas e Salões oficiais pelo Brasil como: Panorama da Arte Brasileira – MAM, São Paulo (1969, 1970, 1971, 1973, 1976, 1977) e no exterior. Foi premiado, nos anos de 1940, em quatro edições do Salão Nacional de Belas Artes – RJ. Com o prêmio Viagem ao Exterior recebido na 55ª edição (1949), viajou para Itália onde permaneceu estudando pintura mural (1950 a 1951). De volta ao Rio de Janeiro, dedicou-se à execução de mosaicos e afrescos até 1958, quando se mudou para São Paulo. Tornou-se professor na FAAP (1967). Aperfeiçoou-se em serigrafia (1971) com Michel Caza, em Paris, para onde retornou em outras três ocasiões, com a mesma finalidade. Fez também estágios em litografia com Michel Potier, na "École de Beaux-Arts", Paris, e com Eugène Shenker, no "Centre de Gravure Contemporaine", Genebra. MEC VOL. 3, PÁG. 196; Pontual pág. 369; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 646; VOL. 2, PÁG. 689; VOL. 5, PÁG. 706; VOL. 6, PÁG. 748; VOL. 8, PÁG. 586; VOL. 12, PÁG. 278; ITAU CULTURAL; WALTER ZANINI PÁG. 602, ACERVO FIEO.



538 - ALEMAOART (XX)
Lance Livre - ENCERRADO

Ciclista - impressão digital - 86/100 - 40 x5 0 cm - canto inferior direito -
Com revelo seco de Arte Prints, São Paulo.

Grafiteiro, pintor e desenhista, Anderson Ferreira Lemes não sabia o que era grafite quando pintou o muro do colégio em que estudava em Assis, sua cidade natal. ALEMAOART é a sua assinatura pelo mundo entre telas, muros e trabalhos sociais. Participou das exposições coletivas: "Países da América Latina", Barcelona (2011); "Conexão Arte Brasil X França, Miss Brésil France Carrossel do Louvre", Paris - Louvre (2013). Ao retornar da temporada na Europa, realizou sua primeira exposição individual no Memorial Rezende Barbosa, em Assis. Já participou de mais de 40 exposições entre Brasil, EUA, Europa, Canadá e Austrália; e fez mais de 30 participações voluntárias entre doações de obra, oficinas de grafite e pintura de murais em instituições como escolas e hospitais. www.alemao.art.br.



539 - JAVIER ALVARO ASFADUROFF NIBBES (1954)
Lance Livre - ENCERRADO

"Les musiciens avec chaits" - óleo e encáustica sobre tela - 50 x 70 cm - canto superior esquerdo e dorso - 2020 - São Paulo -
(Obra de artista estrangeiro vendida como "atribuída")

Pintor e desenhista uruguaio nascido em Montevidéu. Frequentou o Liceu Onze de Cerro Montevidéu (entre 1965 e 1967) onde foi aluno de Torres Garcia. A partir de 1994 passou a figurar em bienais e várias exposições coletivas. JULIO LOUZADA VOL. 10,PÁG. 637; asfaduroffnibbes.com; www.artprice.com.



540 - ALDEMIR MARTINS (1922 - 2006)
Lance Livre - ENCERRADO

Galo - serigrafia - 19/60 - 40 x 28 cm - canto inferior direito - 1966 -
No estado (pequenas manchas).

Desenhista, pintor, gravador e ilustrador - nasceu em Ingazeiras, CE e faleceu em São Paulo. Em 1941, participou da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passou a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Viveu em São Paulo a partir de 1946, após rápida permanência no Rio de Janeiro (1945). Realizou muitas individuais e participou de várias mostras e Salões oficiais pelo Brasil e exterior. Recebeu o prêmio de melhor desenhista na 3ª Bienal Internacional de São Paulo (1955), na Bienal de Veneza (1956), prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna – RJ (1959), permanecendo por dois anos na Itália e em muitos outros certames. MEC, VOL. 3, PÁG. 78, PONTUAL, PÁGS. 342/343; ARTE NO BRASIL, VOL 2, PÁG. 1051; ITAÚ CULTURAL; WALTER ZANINI, PÁG. 637; LEONOR AMARANTE, PÁG. 18; JULIO LOUZADA VOL. 1, PÁG. 591; VOL. 4, PÁG. 693; ACERVO FIEO; artprice.com.